CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Frente Democrática pela Reunificação da Pátria rechaça as sanções contra a RPD da Coreia


O Comitê Central da Frente Democrática pela Reunificação da Coreia, na quarta-feira, deu um depoimento demonstrando a verdade sobre os Estados Unidos e as seguidas sanções contra a RPDC.

De acordo com o depoimento, os imperialistas norte-americanos iniciaram a Guerra da Coreia em 25 de junho de 1950 e, no dia 17 de dezembro do mesmo ano, puseram a RPDC como um “país que ameaça a segurança dos Estados Unidos”. Cortou todas as relações econômicas com a RPDC incluindo o congelamento de ativos, comércio e investimentos, transações financeiras e transportes, de acordo com o “Ato de Comércio com o Inimigo”.

Nos anos 1960, com “Ato de Ajuda Financeira”, os Estados Unidos barrou à força o governo, grupos privados e bancos de comerciarem com a RPDC. Nos anos 70 e 80, levou a cabo sanções contra a RPDC nos campos econômicos como comércio, investimento, crédito, seguros, empréstimo através dos “Ato Comercial”, “Ato Emergencial de Medida Econômica Estrangeira”, e do “Ato Bancário de Importação e Exportação”.

No dia 20 de janeiro de 1988, o Estados Unidos acusaram unilateralmente a RPDC de ser um “país defensor do terrorismo” e impôs atos de sanções como o “Ato de Ajuda Estrangeira”, “Ato de Controle de Exportação de Armas” e o “Ato de Órgãos Bancários Internacionais”.

Com o acordo de Genebra entre os EUA e a RPDC, em outubro de 1994 os Estados Unidos prometeram enviar à RPDC reatores de água leve. Porém, não cumpriu o que foi prometido e não enviou os reatores à RPDC, criando grandes obstáculos para o desenvolvimento independente da indústria de energia nuclear coreana.  

Os Estados Unidos e seus satélites manufaturaram as resoluções anti-RPDC 1718 e 1874 dos encontros do Conselho de Segurança da ONU em 2006 e 2009, indo contra os testes nucleares de autodefesa da RPDC assim como os lançamentos de satélites com fins pacíficos, ampliando as sanções contra o país.
Em abril desse ano, o depoimento presidencial do CS da ONU se mostrou “crítico” ao lançamento do satélite Kwangmyongsong-3, levantando uma campanha contra a RPDC e chamando pela ampliação das sanções.

As sanções impostas pelo EUA e seus satélites contra a RPDC não envolvem apenas a área militar, mas também quase todas as áreas. Restrições e embargos são impostos em quase todas as coisas, desde materiais necessários para o bem-estar do povo quanto para a entrega de equipamentos industriais e transferência de tecnologia de ponta.

Através dos atos domésticos das resoluções da ONU, os Estados Unidos congelam ativos da RPDC, banem ajudas, transações financeiras e assistências, contratos de empréstimos e levam a cabo operações de busca contra “navios suspeitos” em mares abertos, confiscando materiais considerados banidos e controlam todas as exportações e importações de materiais bélicos.

Existem mais de cem atos e medidas dos Estados Unidos para a aplicação de sanções contra a RPDC. Eles ampliam as sanções contra a RPDC também através do “Ato Wassenaar sobre Controle de Exportações para Armas Convencionais e de Tecnologias com Duplo-Uso”. Para citar um exemplo, os EUA impediram outros países de exportarem o minério vanádio para a RPDC em 2009, sob o pretexto de que ele poderia ser usado na produção de misseis. Atualmente, milhares de materiais e produtos tecnológicos estão embargados, tais como o vanádio.

Eles reforçam embargos em equipamentos para a indústria química sob o pretexto de que os mesmos poderiam ser usados com fins militares e estão controlando inclusive o envio de matérias-primas para cosméticos, sob a desculpa de que poderiam ser usados para a produção de armas químicas. Foi banida também a exportação de veículos de larga envergadura para a RPDC, dizendo que dessa maneira eles poderiam ser usados como carregadores ou lançadores de mísseis.

No que diz respeito à ajuda humanitária, ela também foi bloqueada, sob o pretexto de “pressão para desmantelamento das armas nucleares” ou de “transparência”. Tiveram o cinismo de dizer que o arroz não deve ser enviado para a RPDC porque ele poderia ser usado com fins militares, argumentando que só doces ou certos nutrientes facilmente perecíveis poderiam ser enviados, e ainda assim numa pequena quantidade mensalmente.

Notando que o regime de Lee Myung Bak de Coreia do sul está executando todas as sanções dos EUA contra RPDC, o depoimento segue:

Em julho de 2008, o grupo de traidores de Lee Myung Bak proibiu as visitas turísticas de sul-coreanos ao Monte Kumgang que haviam sido conduzidas por aproximadamente dez anos, levando também o trabalho na Zona Industrial de Kaesong a uma extrema crise.

No momento atual o grupo de Lee está muito ocupado com a diplomacia com a intenção de implorar para evitar outros países de investirem, darem ajuda humanitária ou terem qualquer acordo com a RPDC.

Os Estados Unidos e o grupo de Lee estão claramente enganados se acham que as sanções conseguiriam mudar o destino e a vontade do povo coreano e quebrar sua unidade monolítica.

Nem as sanções nem as pressões podem impedir o avanço dinâmico da RPDC para a independência e para o socialismo.


Com informações de KCNA

Um comentário:

  1. A mídia mal se interessa pelo embargo a Cuba, imagine os contra a Coreia Popular, infelizmente.

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