CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE

sábado, 30 de junho de 2012

Rodong Sinmun: Para o imperialismo, guerra é a saída para a crise


Por Ri Kyong Su

Historicamente, os imperialistas sempre buscam uma saída para a crise econômica através das guerras.

Na segunda metade da década de 1940, os Estados Unidos se encontravam numa crise econômica. Os monopólios armamentistas que ganharam altos lucros durante a Segunda Guerra Mundial através da venda de todo o tipo de suprimentos de guerra entraram em estagnação por conta da redução na demanda por equipamentos militares, numa época de atmosfera pacífica no mundo.

Após o fim da Segunda Guerra Mundial, surgiram novos países socialistas e o mercado socialista mundial foi formado. Países coloniais e semicoloniais conquistaram a independência e seguiram no caminho de uma nova vida. Isso reduziu drasticamente o mercado capitalista.

O Comitê para a Coordenação das Exportações da Área Comunista isolou o mercado dos países capitalistas e reduziram a área para a exportação de capital e mercadorias por parte dos Estados Unidos. Dessa maneira, os EUA começaram a buscar um caminho para a crise econômica cada vez pior através da tentativa de se iniciar uma nova guerra, a Terceira Guerra Mundial.

Os Estados Unidos designaram a Coreia como trampolim para iniciar uma nova guerra no continente asiático. Ameaças bélicas eram ouvidas frequentemente nos EUA.

Um jornal disse: “As autoridades dos Estados Unidos clamavam por uma nova guerra. Dificilmente seria possível acalmar a vontade das mesmas pela ambição de guerra”.


Em 25 de junho de 1950, os Estados Unidos iniciaram a guerra na Península Coreana.

Muitos anos se passaram desde então. Mas o método norte-americano de sair das crises através de novas guerras não mudou. Nos dias de hoje, a crise econômica fica cada vez mais séria. Junto com isso, aumentam os movimentos dos EUA para iniciar uma nova guerra contra a RPDC.

Os imperialistas norte-americanos devem tirar lições da derrota no passado na Guerra da Coreia e deixar de lado as provocações.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Começam as mudanças para os apartamentos de Changjon

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No final do mês de junho, começaram as mudanças para os apartamentos recém-construídos da Avenida Changjon. Como noticiado pela agência de notícias da RPDC, KCNA, o dia 22 de junho testemunhou diversos caminhões de mudanças e festas de comemorações de cidadãos que recebiam gratuitamente os luxuosos apartamentos.

A senhora Pak Hye Yong, operária da Fábrica de Malhas de Pyongyang, olhou admiravelmente o interior da nova casa onde moraria. Além dela, vários outros operários, intelectuais e cientistas que receberam as casas, apareceram para verificar as novas moradias recebidas. O senhor Cha Myong Uk, veterano de guerra, disse à KCNA: “Sinto-me grato ao respeitado camarada Kim Jong Un, que deu grande atenção à construção da Avenida Changjon para dar ao povo melhores condições. Muito obrigado, camarada Kim Jong Un. De fato, é inimaginável numa sociedade capitalista, onde o dinheiro significa tudo, que pessoas normais do povo trabalhador tenham acesso a casas como essas, livres de impostos. Tais são as enormes vantagens do nosso sistema socialista, centrado nas massas”.

Ri Sang Chol, operário do Birô de Orientação de Tráfego de Pyongyang, disse: “Minha família foi recebeu um dos novos apartamentos sob o amor do querido e respeitado Kim Jong Un, que é idêntico ao Presidente Kim Il Sung e ao dirigente Kim Jong Il. Não fui de grande ajuda para o país. Mas, Kim Jong Un, que trata os operários preferencialmente, prestou um enorme favor a mim, um trabalhador regular. Muito obrigado, camarada Kim Jong Un”.

As senhoras Kim Jong Sun (46), Ri Sun Hui (55) e Kim Myon Sun (51) também se mostraram agradecidas e felizes com os novos apartamentos recebidos.

Pal Pyong No, outro veterano de guerra, disse: “Já recebi novas casas do Estado, várias vezes. Mas esta nova casa, moderna, foi oferecida à minha família de novo. Tal fato jamais poderia acontecer numa sociedade capitalista. Penso que somente nosso país dá prioridade à classe operária e ao povo trabalhador”.

Nam Sung Guk, chefe da sessão do Birô de Construção Civil no Exterior, disse: “Os preços das casas aumentam sem parar nos países capitalistas ocidentais. Nos Estados Unidos, o preço médio de um apartamento está agora em cerca de 177 mil dólares. Muitas pessoas vivem agora nas ruas. Tal fato me faz ver as claras vantagens do nosso sistema socialista”.

No dia 26 de junho, o senhor Kim Song Dok, vice-presidente do Comitê Popular da Cidade de Pyongyang, foi entrevistado pela agência coreana central de notícias sobre a construção da Avenida Changjon. Segundo ele, a Avenida Changjon representa a vontade de Kim Jong Un de construir uma nação prospera a qualquer custo. Continuando, disse que os Estados Unidos e as forças aliadas contra a RPDC estão querendo sufocar a RPDC a todo custo, por meio de pressões militares, políticas e econômicas – a situação econômica do país ainda está difícil por conta das sanções e do bloqueio das forças hostis. Ressaltou que a agricultura do país foi severamente afetada por uma seca devastadora. Contudo - prosseguiu -, o povo da RPDC jamais baixou a cabeça diante das dificuldades e seguirá firme na construção do melhor modelo de socialismo que já existiu, assim como no fortalecimento da unidade monolítica entre o Partido, o Povo e o Líder.








sexta-feira, 22 de junho de 2012

Coreia Popular se esforça para superar calamidades naturais


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Nos últimos dois meses, a maior parte do território norte-coreano vem testemunhando uma grande seca, principalmente nas regiões da parte oeste do país. Altas temperaturas o afetaram desde o dia 30 de abril, chegando a atingir 27 graus celsius em Pyongyang, 26,6 em Phyongsong, 27,4 em Sariwon, 26,7 em Haeju, 26,9 em Kaesong e 22,2 em Nampo.

Nos dias 13 e 14 de maio, a maior parte do país, com exceção das províncias de Ryanggang e Jangang, testemunharam precipitações de chuva, porém em quantidades insuficientes para superar a seca. Desde o dia 26 de abril até 20 de junho, Pyongyang registrou 2 mm de chuva, 5 mm na cidade de Haeju, 4 mm em Phyongsong, 1 mm em Sinuiju e 0 mm em Sariwon. A evaporação média leva o solo a perder o equivalente em quantidades de água de 4 a 8 mm de chuva, e a umidade do solo encontra-se em 60% no momento. Sem o aumento de chuvas desde final de maio, a RPDC passou pela menor precipitação de chuvas desde 1962.

Na província de Hwanghae do Norte, mais de 2 mil hectares de terra e 15% das terras de cultivo de milho foram perdidas. Em Kaesong, 1000 hectares de arrozais e mais de 600 hectares de terra não arrozais estão sem crescer desde o dia 17 de junho.  Na mesma cidade, 4 hectares de arroz secaram por conta da seca e o cultivo de novos campos de arroz se mostraram impossíveis em mais de 1600 hectares, por serem dependentes do regime de chuvas.

No mês de junho, algumas áreas da RPDC foram atingidas por tempestades de granizos e enchentes. Chuvas de granizo atingiram os povoados de Pudok e Chongchon no município de Jaeryong, província de Hwanghae do Sul, das 16h50min às 17h35min do dia 12 de junho. O mesmo fenômeno aconteceu em Hamgyong do Norte, das 14h55min às 15h30min do dia 20 de junho. Tais áreas passaram por uma precipitação 50 mm em menos de uma hora.

As chuvas de granizo deixaram alguns feridos e algumas casas foram destruídas. Cerca de 200 hectares de milho e trigo foram perdidos no povoado de Pudok. Cerca de 12 hectares foram perdidos em Chongchon e 150 hectares em Sinjang.

Segundo Pang Sun Nyo (48), chefe do departamento de serviços meteorológicos, tal situação tende a persistir até o final de junho, quando em julho e agosto são esperadas maiores precipitações de chuvas.

O povo coreano agora se engaja numa campanha nacional para superar os desastres naturais. O Gabinete e o Ministério da Agricultura tomaram medidas de emergências para prevenir os danos causados pela seca e todos os setores e unidades estão levando a cabo trabalhos para lutar contra de uma maneira massiva.

Áreas rurais estão agora preparando trabalhos de reparação e ajuste de poços, reservatórios de água, tubos de poços e equipamentos de bombeamento de água e irrigação, irrigando todos os campos com águas das represas e reservatórios naturais. As províncias de Hwanghae do Norte e Phyongan do Norte estão fazendo um uso racional do sistema de irrigação para superar e prevenir as secas. Outras cidades e povoados como Jongju, Sariwon, Thaechon, Ryongchon e Pongsan estão concentrando o contingente laboral para a irrigação de cultivos de milho, batata, trigo e cevada atingidos pela seca. Trabalhadores das províncias de Hwanghae do Sul e Phyongan do Sul estão irrigando várias áreas todos os dias. Fazenas de Nampo e das províncias de Kangwon e Hamgyong do Sul estão irrigando campos com sucesso através da organização de brigadas de trabalho para resolver problemas específicos e fazer um uso efetivo dos recursos hídricos.

As áreas rurais de Pyongyang levam a cabo projetos de irrigação através de vários métodos como aspersão hídrica e distribuição de água em sulcos, por meio da modernização das instalações. Todas as fazendas fazem o arado e a capinação com inovações técnicas para manter o solo nas melhores condições possíveis, aplicando fertilizantes orgânicos e estrumes para resistir à seca.


Seca na província de Hwanghae do Norte
 
Seca na província de Hwanghae do Norte

Camponeses trabalham para superar a seca
Camponeses trabalham para superar a seca






quinta-feira, 21 de junho de 2012

Carta aberta ao camarada Kim Jong Un, por ocasião dos 48 anos do início das atividades do dirigente Kim Jong Il no Comitê Central do Partido


Ao estimado camarada Kim Jong Un, primeiro secretário do Partido do Trabalho da Coreia e primeiro presidente da Comissão de Defesa Nacional,

Enviamos a você, em nome do Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil, nossas maiores saudações. O momento que o povo coreano comemora agora é de grande importância para a construção socialista da República Popular Democrática da Coreia.

A entrada do camarada Kim Jong Il para o Partido do Trabalho da Coreia representou uma virada qualitativamente superior para a vitória do socialismo na RPD da Coreia e para o fortalecimento do PTC entre as massas. Sob a direção de Kim Jong Il, o PTC pôde cumprir como nunca seu papel de Estado-Maior da Revolução Coreana, desenvolver e enriquecer a Ideia Juche através das novas experiências da prática concreta revolucionária e rechaçar as ameaças do imperialismo norte-americano e da camarilha fantoche sul-coreana.

A direção de Kim Jong Il fez com que a Coreia socialista, mesmo pequena em seu território e com uma capacidade econômica bem menor do que a dos Estados Unidos pudesse responder de cabeça erguida às provocações do imperialismo. É conhecido até hoje o incidente de 1968, quando o Barco espião norte-americano, Pueblo, adentrou às águas da RPDC numa clara tentativa de violar a soberania da RPDC, sendo capturado por tropas do Exército Popular da Coreia. Apesar de todas as ameaças de represálias feitas pelo imperialismo, o governo coreano não andou para trás e manteve a posição de defender a soberania e a dignidade nacionais.

No decorrer dos anos 70 e 80, o camarada Kim Jong Il deu excelentes contribuições para o entendimento das transformações ocorridas nas lutas revolucionárias dos povos e no imperialismo. Rechaçou as tentativas de liquidação do Partido do Trabalho pelo oportunismo e o revisionismo e manteve as posições independentes e os princípios marxista-leninistas na construção socialista da Coreia Popular.

Quando o capitalismo era restaurado nos países que outrora foram socialistas, a Coreia Popular defendia o socialismo em meio a um sem-número de dificuldades, ameaças e sanções por parte do imperialismo e suas forças aliadas. Quando os imperialistas falavam aos quatro cantos do mundo no “fim da história” e no “fim do socialismo”, o camarada Kim Jong Il deixou claro que a queda do socialismo nesses países acontecera por conta do revisionismo, do oportunismo, e da falta de posições independentes por parte desses Partidos que se degeneraram em partidos burocráticos. 

A Coreia mostrou ao mundo que o socialismo não acabou e, ao contrário, se fortalece a cada dia que passa, dando um novo ímpeto à luta revolucionária dos povos e influenciando a luta pelo socialismo nos países semi-coloniais, submetidos ao imperialismo.

O legado do camarada Kim Jong Il viverá para sempre. É um patrimônio não só do Partido do Trabalho da Coreia e do povo coreano, mas dos comunistas e de toda a humanidade progressista do mundo.


Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Frente Democrática pela Reunificação da Pátria rechaça as sanções contra a RPD da Coreia


O Comitê Central da Frente Democrática pela Reunificação da Coreia, na quarta-feira, deu um depoimento demonstrando a verdade sobre os Estados Unidos e as seguidas sanções contra a RPDC.

De acordo com o depoimento, os imperialistas norte-americanos iniciaram a Guerra da Coreia em 25 de junho de 1950 e, no dia 17 de dezembro do mesmo ano, puseram a RPDC como um “país que ameaça a segurança dos Estados Unidos”. Cortou todas as relações econômicas com a RPDC incluindo o congelamento de ativos, comércio e investimentos, transações financeiras e transportes, de acordo com o “Ato de Comércio com o Inimigo”.

Nos anos 1960, com “Ato de Ajuda Financeira”, os Estados Unidos barrou à força o governo, grupos privados e bancos de comerciarem com a RPDC. Nos anos 70 e 80, levou a cabo sanções contra a RPDC nos campos econômicos como comércio, investimento, crédito, seguros, empréstimo através dos “Ato Comercial”, “Ato Emergencial de Medida Econômica Estrangeira”, e do “Ato Bancário de Importação e Exportação”.

No dia 20 de janeiro de 1988, o Estados Unidos acusaram unilateralmente a RPDC de ser um “país defensor do terrorismo” e impôs atos de sanções como o “Ato de Ajuda Estrangeira”, “Ato de Controle de Exportação de Armas” e o “Ato de Órgãos Bancários Internacionais”.

Com o acordo de Genebra entre os EUA e a RPDC, em outubro de 1994 os Estados Unidos prometeram enviar à RPDC reatores de água leve. Porém, não cumpriu o que foi prometido e não enviou os reatores à RPDC, criando grandes obstáculos para o desenvolvimento independente da indústria de energia nuclear coreana.  

Os Estados Unidos e seus satélites manufaturaram as resoluções anti-RPDC 1718 e 1874 dos encontros do Conselho de Segurança da ONU em 2006 e 2009, indo contra os testes nucleares de autodefesa da RPDC assim como os lançamentos de satélites com fins pacíficos, ampliando as sanções contra o país.
Em abril desse ano, o depoimento presidencial do CS da ONU se mostrou “crítico” ao lançamento do satélite Kwangmyongsong-3, levantando uma campanha contra a RPDC e chamando pela ampliação das sanções.

As sanções impostas pelo EUA e seus satélites contra a RPDC não envolvem apenas a área militar, mas também quase todas as áreas. Restrições e embargos são impostos em quase todas as coisas, desde materiais necessários para o bem-estar do povo quanto para a entrega de equipamentos industriais e transferência de tecnologia de ponta.

Através dos atos domésticos das resoluções da ONU, os Estados Unidos congelam ativos da RPDC, banem ajudas, transações financeiras e assistências, contratos de empréstimos e levam a cabo operações de busca contra “navios suspeitos” em mares abertos, confiscando materiais considerados banidos e controlam todas as exportações e importações de materiais bélicos.

Existem mais de cem atos e medidas dos Estados Unidos para a aplicação de sanções contra a RPDC. Eles ampliam as sanções contra a RPDC também através do “Ato Wassenaar sobre Controle de Exportações para Armas Convencionais e de Tecnologias com Duplo-Uso”. Para citar um exemplo, os EUA impediram outros países de exportarem o minério vanádio para a RPDC em 2009, sob o pretexto de que ele poderia ser usado na produção de misseis. Atualmente, milhares de materiais e produtos tecnológicos estão embargados, tais como o vanádio.

Eles reforçam embargos em equipamentos para a indústria química sob o pretexto de que os mesmos poderiam ser usados com fins militares e estão controlando inclusive o envio de matérias-primas para cosméticos, sob a desculpa de que poderiam ser usados para a produção de armas químicas. Foi banida também a exportação de veículos de larga envergadura para a RPDC, dizendo que dessa maneira eles poderiam ser usados como carregadores ou lançadores de mísseis.

No que diz respeito à ajuda humanitária, ela também foi bloqueada, sob o pretexto de “pressão para desmantelamento das armas nucleares” ou de “transparência”. Tiveram o cinismo de dizer que o arroz não deve ser enviado para a RPDC porque ele poderia ser usado com fins militares, argumentando que só doces ou certos nutrientes facilmente perecíveis poderiam ser enviados, e ainda assim numa pequena quantidade mensalmente.

Notando que o regime de Lee Myung Bak de Coreia do sul está executando todas as sanções dos EUA contra RPDC, o depoimento segue:

Em julho de 2008, o grupo de traidores de Lee Myung Bak proibiu as visitas turísticas de sul-coreanos ao Monte Kumgang que haviam sido conduzidas por aproximadamente dez anos, levando também o trabalho na Zona Industrial de Kaesong a uma extrema crise.

No momento atual o grupo de Lee está muito ocupado com a diplomacia com a intenção de implorar para evitar outros países de investirem, darem ajuda humanitária ou terem qualquer acordo com a RPDC.

Os Estados Unidos e o grupo de Lee estão claramente enganados se acham que as sanções conseguiriam mudar o destino e a vontade do povo coreano e quebrar sua unidade monolítica.

Nem as sanções nem as pressões podem impedir o avanço dinâmico da RPDC para a independência e para o socialismo.


Com informações de KCNA

terça-feira, 19 de junho de 2012

Invencível Partido do Trabalho da Coreia



No dia 19 de junho de 2012, comemora-se o aniversário de 48 anos do início do trabalho do Dirigente Kim Jong Il no Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia.

Diz-se que em 19 de junho de 1964, primeiro dia de seu trabalho no CC do PTC, Kim Jong Il passou uma noite sem dormir em seu escritório e, ao amanhecer, saiu para o jardim. Olhando para a bandeira do Partido levantada sobre a sede do CC do Partido, disse aos que estavam com ele no momento: “A bandeira de nosso Partido reflete a grande história das atividades revolucionárias do Presidente Kim Il Sung”.

O Dirigente Kim Jong Il, ao iniciar seu trabalho no CC do Partido, expôs sua vontade de tomar a Ideia Juche, teorizada pelo Presidente Kim Il Sung, como ideologia diretriz do Partido e de materializá-la cabalmente na construção do socialismo e em suas atividades. Com entusiasmadas atividades ideológico-teóricas, comprovou que a Ideia Juche é uma nova e original ideia revolucionária que reflete mais corretamente as exigências da época da revolução e os interesses das massas populares, enriquecendo-a e desenvolvendo-a de acordo com a exigência da revolução em desenvolvimento da atual época da independência. Formulou a integração da ideia, da teoria e da metodologia Juche, apresentou o programa de transformar toda a sociedade segundo essa ideia e logrou que o partido estivesse armado com a mesma.

Sempre realizou tudo conforme as ideias, propósitos e maneiras próprias do Presidente Kim Il Sung, fundador do Partido, e orientou que o Partido levasse a cabo ao pé da letra os princípios da Ideia Juche na construção e em todas as esferas da vida social.

Depois da morte do Presidente Kim Il Sung, em julho de 1994, o Dirigente Kim Jong Il lançou as consignas principais do Partido: “O Grande Líder, camarada Kim Il Sung, viverá para sempre conosco” e “Armemo-nos mais firmemente com a ideologia revolucionária do grande Líder, camarada Kim Il Sung!”.

Sua direção resultou num Partido do Trabalho forte e independente, que não vacila minimamente em quaisquer contratempos, num poderoso partido que realiza a causa socialista sem quaisquer erros ou desvios.

A unidade e a coesão de um partido político são qualidades fundamentais que determinam sua invencibilidade e poderio. No seio do Partido do Trabalho da Coreia, não há seitas nem disputas fracionárias, as quais se devem às excepcionais faculdades políticas do Dirigente Kim Jong Il, quem logrou que o Partido fosse um todo orgânico e ideológico, baseada em só ideia e vontade, e que toda a militância se armasse com a ideologia de seu líder e, a partir dessa, se unisse monoliticamente em torno do último e se movesse unanimemente seguindo sua orientação.

Considerando os membros do Partido como companheiros que compartilham o mesmo propósito e destino com o Líder, deu mostras de grande confiança, logrando que o PTC fosse de enorme integridade e obrigação moral.

A excepcional faculdade política do Dirigente Kim Jong Il não é exclusiva para o Partido, mas também para os militares e demais setores do povo, em virtude do qual, na Coreia, se logrou a unidade entre o Partido e todo o povo, algo sem precedentes na história política do mundo.

Não é por casualidade que, em finais do século passado, quando os partidos no poder em vários países socialistas entraram em queda, o PTC não vacilou o mínimo sequer e, ao contrário, manifestou sua invencibilidade ante o mundo.

O Dirigente Kim Jong Il fez do PTC um partido com raízes profundas entre as massas populares, um partido que goza de pleno apoio e confiança. Fiel herdeiro do ideal de seu antecessor – o Presidente Kim Il Sung – de “considerar o povo como o céu”, logrou que o PTC se apresentasse em melhorar a vida do povo como princípio supremo. O PTC aplicou e manteve medidas populares de assistência médica e ensino gratuitos, abolição de impostos etc. a favor dos operários, camponeses, intelectuais e outros setores do povo, chegando a ser chamado de “Partido-Pai” pelo povo.

Kim Jong Il orientou os quadros do Partido a trabalharem como servidores fieis do povo, apresentou consignas como “Que todo o Partido se engaje entre as massas!”, “Servir ao povo!”, logrando assim que o PTC fosse um partido que desfrutasse da confiança das pessoas. Por isso, o povo coreano, deposita inteiramente seu destino no PTC e segue sob a consigna “Se o Partido decide, cumprimos!”, cuja prova cabal é a assombrosa realidade da RPDC que se desenvolve na construção de uma grande potência próspera.

Os méritos acumulados pelo grande Dirigente, Kim Jong Il, no fortalecimento e no desenvolvimento do Partido, brilharão para sempre com a história do Partido do Trabalho da Coreia.

sábado, 16 de junho de 2012

Construção da Avenida Changjon é finalizada em Pyongyang

Foi completada a construção da Avenida Changjon, próximas onde estão localizadas as estátuas do Presidente Kim Il Sung e do Dirigente Kim Jong Il.

Na parte de frente da avenida estão o Teatro do Povo, arranha-céus, apartamentos e várias instalações de serviços com fins de bem estar que cumprem os requerimentos da concepção independente do Partido do Trabalho da Coreia da beleza arquitetônica do novo século. Tudo foi construído numa base de arte formativa e novos parques foram construídos.

Numa calorosa resposta ao projeto de modernização da capital feito por Kim Jong Il, os trabalhadores e o povo da RPDC trabalharam de maneira entusiasmada, demolindo os apartamentos antigos da área. Construíram uma nova Pyongyang rapidamente e fizeram um trabalho miraculoso, sem precedentes na história da construção civil, em questão de um ano.

Era um nobre desejo de Kim Jong Il transformar Pyongyang na capital de uma próspera nação.

Foi graças à ideia de Kim Jong Il de amar o país e o povo que um design tão grandioso foi feito na avenida como um presente ao povo, no decorrer do centenário do Presidente Kim Il Sung. Baseando-se na nobre visão de Kim Jong Il sobre o líder, o povo e a jovem geração, a construção de avenida teve um rápido progresso, abrindo uma nova era na construção civil de novo século, muito mais avançado do que os atuais modos de construção.

Operários, construtores e membros de brigadas de trabalho demoliram a avenida e construíram novos sítios de trabalho em questão de vinte dias. Os trabalhadores demonstraram de uma maneira cabal que a Coreia cumpre o que está determinada a fazer e pode transformar uma tarefa impossível em possível. O teatro foi construído com sucesso como um edifício monumental da era Songun para comemorar o centenário do Presidente Kim Il Sung.

Junto com prédios, dezenas de instalações de serviços como a Loja de Departamento Infantil, o Restaurante Haemaji, o Restaurante “Casamento” e as lavanderias entram em ressonância com o estilo moderno da avenida. Todas as medidas para que as instalações entrassem em operação foram feitas depois de serem construídas. As empresas receberam abastecimento de utensílios, acessórios e alimentos.

Foi feita uma significativa inovação na arborização da área e na sua decoração peculiar.

Os edifícios monumentais parecem dar vivas às estatuas do Presidente Kim Il Sung e do Dirigente Kim Jong Il, belamente decoradas com vastos parques, brilhantes arranha-céus e outras construções que apresentam uma representação épica da sábia liderança de grandes homens que abriram uma nova história na construção de Pyongyang, capital da revolução.

As construções foram frequentemente inspecionadas pelo primeiro secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Jong Un, e por várias outras autoridades do país.


Bela vista da Avenida Changjon
Bela vista da Avenida Changjon
Avenida Changjon após o processo de arborização
Vista panorâmica da Avenida Changjon
Arranha-céus
Parte de fora das sacadas dos apartamentos
Teatro do povo
Avenida Changjon vista de noite
Iluminação dos apartamentos à noite
Túnel
Salas e quartos dos apartamentos, ainda não mobiliados
Corredor
Cozinhas dos apartamentos
Banheiros dos apartamentos
Loja de roupas da Avenida Changjon
Restaurante da Avenida Changjon
Refeitório de um dos apartamentos
 
Com KCNA e Rodong Sinmun