CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Diretor da Administração Nacional de Desenvolvimento Espacial da RPDC anuncia êxitos


A uma pergunta formulada pela ACNC a respeito dos êxitos que logram os cientistas e técnicos da República Popular Democrática da Coreia no setor de desenvolvimento espacial na ocasião do aniversário dos 70 anos da fundação do Partido do Trabalho da Coreia, o diretor da Administração Nacional de Desenvolvimento Espacial da RPDC deu no dia 14 a seguinte declaração:

Nesse ano, logramos grandiosos êxitos também no setor de desenvolvimento espacial assim como nas demais áreas.

A fim de contribuir com garra para o desenvolvimento econômico do país, nossa Administração Nacional de Desenvolvimento Espacial acelera já na etapa final o desenvolvimento de um novo satélite de observação da Terra para a previsão do tempo e de outros propósitos, e logrou já grande avanço na investigação de satélite estacionário, nova etapa maior do desenvolvimento de satélites.

Ao mesmo tempo, se impulsionam com êxitos os trabalhos para remodelar e ampliar o campo de lançamento para que se possa lançar satélites de mais alto nível, com o qual se prepara uma firme base capaz de impulsionar com vigor o desenvolvimento da ciência espacial no país.

Na atualidade, o desenvolvimento espacial constitui uma tendência mundial e muitos países produzem e lançam satélites com vários propósitos inclusive comunicação e orientação, a qualificação do rendimento das colheitas, a observação meteorológica e a exploração de recursos.

O lançamento de nossos satélites também constitui um trabalho pacífico adequado ao plano estatal de desenvolvimento da ciência e da técnica para a construção de uma potência econômica e da melhora da vida do povo.

O desenvolvimento pacífico do espaço é um direito legítimo do estado soberano, reconhecido oficialmente pela lei internacional, nosso Partido e povo tem a imutável decisão de exercer dignamente esse direito.

No futuro o mundo presenciará claramente os satélites da Coreia de Songun sendo lançados continua e altamente ao céu na hora e no lugar decididos pelo Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia.

Pyongyang, 14 de setembro (ACNC)

da KCNA

terça-feira, 15 de setembro de 2015

RPDC rechaça rumor de forças hostis sobre atividades nucleares

 
A respeito dos rumores que se difundem sobre as atividades nucleares da República Popular Democrática da Coreia, o diretor do Instituto de Energia Atômica (IEA) da RPDC deu no dia 15 a seguinte resposta a ACNC:

Nesses dias, os órgãos especializados e os meios de imprensa dos EUA e de outros países ocidentais difundiram o rumor de que segundo os dados de satélites, foram captadas novas atividades nos estabelecimentos nucleares de Nyongbyong, e expressavam a preocupação pelas atividades nucleares nessa zona.

Como de conhecimento de todos, a posse de armas nucleares da RPDC é o produto da política norte-americana de hostilidade a ela, ou seja, uma medida de autodefesa frente a extremada política hostil e à ameaça nuclear dos EUA contra a Coreia Popular.

Como o porta-voz da então Direção-Geral de Energia Atômica da RPDC esclareceu em abril de 2013, segundo a linha de desenvolvimento paralelo da construção econômica e a das forças armadas nucleares, apresentado no plenário do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, se modificou o uso do reator moderado por grafite de 5MW e todos os estabelecimentos nucleares de Nyongbyon inclusive a fábrica de urânio enriquecido, e estas instalações reajustadas foram colocadas em funcionamento normal.

Neste tempo, não mudou nem um pouco a anacrônica política norte-americana de hostilidade a RPDC que a empurrou a possuir as armas nucleares mas se intensifica de forma mais aberta e grosseira a perseguição efetuada com o objetivo da derrubada do regime norte-coreano.

Os cientistas, técnicos e operários do ramo de energia atômica da RPDC registram diariamente inovações na investigação e na produção para garantir ao máximo a credibilidade da dissuasão nuclear do país mediante a elevação constante do nível quantitativo e qualitativo das armas nucleares de diferentes tipos, de acordo com a demanda da situação criada.

Estamos dispostos a responder a qualquer momento com ataque nuclear aos EUA e outras forças hostis que seguem recorrendo a imprudente política de hostilidade à RPDC.

Firmado convênio sobre nova ponte Namyang-Tumen


Foi assinado no dia 15 na cidade de Pyongyang o convênio sobre a construção, controle e proteção conjunta da nova ponte fronteiriça Namyang-Tumen entre os governo da República Popular Democrática da Coreia e a República Popular da China. Por conta de seus governos, o vice-chanceler coreano Pak Myong Guk e o embaixador chinês na Coreia Li Chenqun assinaram o documento

Pyongyang, 15 de setembro (ACNC)

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Kim Jong Un assiste apresentação artística junto com delegação estatal de Cuba


O marechal Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Primeiro Presidente do Comitê de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia, assistiu no dia 7 a apresentação da banda Moranbong e do Coro Estatal Meritório, oferecida para dar boas vindas a delegação estatal da República de Cuba em visita a Coreia com motivo do 55° aniversario do estabelecimento de relações diplomáticas entre ambos os países.

Foram convidados, Miguel Mario Dias Canel Bermúdez, membro do Buro Politico do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e sua esposa, os membros da delegação, o embaixador German Hermin Ferras Álvarez e outros membros da sede diplomática cubana na Coreia.

Assistiram também Hwang Pyong So, Kim Ki Nam, Choe Ryong Hae, Kim Yang Gon, Ri Su Yong, Kim Kye Gwan, os funcionários do Comitê Central do PTC, o Ministério das Forças Armadas Populares e o Ministério de Relações Exteriores, assim como os membros do Conjunto Artístico Wangjaesan e outros conjuntos artísticos militares e civis.

O Marechal, junto com Ri Sol Ju, apareceu no assento e respondeu as efusivas aclamações dos músicos e espectadores.

Artistas coreanas ofereceram ramos de flores ao Marechal e a Miguel Mario Díaz-Canel Bermúdez.

Na sequência da apresentação iniciada com os hinos nacionais dos dois países, tocaram a música orquestral do Coro Estatal Meritório “Pyongyang é a melhor”, a música orquestral e coro masculino “Canção do Exército Popular da Coreia”, a música orquestral “Serie de músicas famosas mundiais”, o quinteto masculino “Não renunciaremos a crença na revolução até a morte”, o coro masculino “iremos ao monte Paektu”, a música rápida da banda Moranbong “de uma vez” e outras músicas variadas.

Os músicos elogiaram as proezas eternas realizadas pelos grandes lideres coreanos, que prepararam e glorificaram a grande história e excelentes tradições de firme obrigação de camaradagem e amizade entre os exércitos e os povos da Coreia e de Cuba, e descreveram a era heroica da Coreia de Juche que registra milagres e inovações na construção de um estado próspero sob a direção do Marechal.

As musicistas da banda Moranbong deram alegria aos espectadores ao executar com excelência a música instrumental e canção “Guantanamera” e o coro feminino “Isla Capri”, que refletiram o nobre sentimento ideológico do povo cubano.

Quando apareceram no fundo da cena as imagens históricas alusivas aos camaradas Kim Il Sung e Kim Jong Il reunindo-se com os camaradas Fidel Castro Ruz e Raúl Castro Ruz, o teatro se encheu de grande emoção.

A apresentação recebeu grandes aplausos e ovações dos espectadores por mostrar a férrea convicção de que não mudará geração após geração o sentimento de amizade arraigado no fundo do coração dos exércitos e povos de ambos os países na luta pela independência anti-imperialista e o socialismo.
Terminada a apresentação, voltou a estremecer o teatro com as aclamações de “Viva!”.

O Marechal respondeu com sua mão levantada as entusiasmadas aclamações dos músicos e espectadores.

da KCNA

Kim Jong Un se reúne com delegação da República de Cuba


O Marechal Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Primeiro Presidente do Comitê de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia, se reuniu no dia 7 com a delegação estatal da República de Cuba encabeçada por Miguel Mario Díaz-Canel Bermúdez, membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e primeiro vice-presidente dos Concelhos de Estado e de Ministros, em visita a Coreia.

O Marechal deu umas calorosas boas-vindas a delegação estatal de Cuba que visitou a RPDC pelo 55° aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países e lhe mandou transmitir suas saudações aos estimados camaradas Fidel Castro Ruz e Raúl Castro Ruz.

Disse que Fidel e Raúl, amigos íntimos e companheiros de armas do povo coreano, enviaram a RPDC a delegação estatal da República de Cuba um mês antes do aniversário de 70 anos da fundação do PTC, o qual serve de grande animo ao exército e ao povo coreano que lideram uma dinâmica campanha para a construção de um estado potência socialista.

Ressaltou que a visita a Coreia da delegação estatal de Cuba tem um grande significado em difundir as gerações futuras a história e a tradição de amizade entre ambos os países e fortalecer ainda mais as relações de amizade e cooperação fraternal entre os dois países e expressou a convicção de que a vitalidade invencível da amizade Coreia-Cuba se tornará totalmente aparente no futuro pelos esforços comuns de ambas as partes.

Na audiência, o companheiro Miguel transmitiu ao Marechal uma saudação cordial enviada pelos camaradas Fidel Castro Ruz e Raul Castro Ruz.

Miguel agradeceu pelo Marechal estar reunido com a delegação mesmo estando muito ocupado na dianteira da direção da luta para construção de um estado próspero.

Apontou que as relações de amizade entre os dois países, preparadas pelos camaradas Kim Il Sung e Kim Jong Il junto com os camaradas Fidel Castro Ruz e Raúl Castro Ruz, se consolidam e se desenvolve em meio a peculiar atenção do estimado camarada Kim Jong Un e do camarada Raúl Castro Ruz.

Afirmou que o partido e o governo cubano estão satisfeitos de que o povo coreano logra enormes êxitos na luta pela edificação de um potente estado socialista sob a direção do Marechal.

Assinalou que Cuba e Coreia estão unidas fortemente com a ideologia comum e o sentimento de amizade mesmo distante geograficamente e pontuou que os povos dos dois países são camaradas de armas que se encontram juntos na linha de frente da independência anti-imperialista. Acrescentou que consolidar e desenvolver sem cessar as relações de amizade e cooperação entre Cuba e Coreia é uma orientação irrevogável do partido e do governo de Cuba.

As conversações se realizaram em um ambiente cheio de amizade. Miguel Mario Días-Canel Bermúdez entregou um ao Marechal um presente preparado com toda sinceridade. O Marechal agradeceu e foi fotografado junto com os membros da delegação estatal de Cuba.

Na ocasião tomou parte Kim Yang Gon, membro do Birô Político do Comitê Central do PTC e secretário do CC do partido.
da Korean Central News Agency (KCNA)

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Kim Il Sung: Fundador da República Popular Democrática da Coreia


Trata-se de Kim Il Sung (1912-1994), eterno Presidente da República Popular Democrática da Coreia enaltecido pelo povo coreano.

Logo cedo, com o propósito de levantar um país para todos e sem se ver restrito nem pelas teorias já existentes e nem pelas experiências alheias, partindo da posição independente, organizou o caminho de construção de um poder que defendeu os interesses dos operários, camponeses, soldados, intelectuais e outros setores dos trabalhadores e o assegurou. De sua direção da construção do Poder popular o que merece menção antes de tudo é a instituição do período da Luta Armada Antijaponesa para libertar o país da ocupação militar (1905-1945) do Japão, pelo governo revolucionário popular que defendia os direitos e a liberdade das pessoas nas bases guerrilheiras.

Apoiando-se nisto, imediatamente depois da libertação do país (agosto de 1945), Kim Il Sung traçou uma linha de construção do Estado de acordo com a realidade do país e em fevereiro de 1946 instaurou um poder de novo tipo, democrático, baseado na aliança operário-camponesa dirigida pela classe operária e apoiada pela frente única dos amplos setores do povo, o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte como Poder popular democrático que cumpriu a imediata tarefa da revolução democrática, antiimperialista e antifeudal, a qual possibilitou ao povo coreano, exercendo o poder como dono da sociedade, impulsionar vigorosamente o empenha para realizar as reformas democráticas.

Para satisfazer o desejo secular dos camponeses que naquele tempo eram a maioria oprimida da população, proclamou em 5 de março de 1946 a Lei da Reforma Agrária de transcendência histórica e em seguida, a Lei do Trabalho, a Lei da Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher, a Lei da Nacionalização das Industrias Principais, etc., e praticou políticas democráticas nos setores da educação, da cultura, da administração jurídica, da fiscalização, etc. Como resultado na Coreia do Norte, as reformas democráticas foram realizadas em um curto espaço de tempo, e graças a elas em todas as esferas da vida social os resquícios coloniais e feudais foram liquidados, a industria nacional começou a ser ressuscitada, e se estabeleceram regimes democráticos na educação e na cultura. Em outras palavras, foi preparado o terreno socioeconômico da nova Coreia democrática. Com o exitoso cumprimento da tarefa da revolução democrática, antiimperialista e antifeudal, o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte foi transformado em fevereiro de 1947 no Comitê Popular da Coreia do Norte, que cumpriu a tarefa da gradual transição ao socialismo e que serviu de fundamento da RPD da Coreia que foi estabelecida, tarefa que foi cumprida não com facilidade.

Imediatamente depois da libertação da Coreia, a situação interna e externa do país era muito complexa e tensa. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos, com o pretexto de “desarmar” o derrotado exército japonês, ocupou a Coreia do Sul, e como consequência a nação coreana se colocou em perigo de ser dividida. Estados Unidos dissolveu à força os comitês populares estabelecidos segundo a vontade da população e praticou a administração militar como um novo meio de dominação colonial. Em esta grave situação Kim Il Sung cismou em desbaratar as maquinações de cisão nacional dos Estados Unidos e em unir estreitamente todas as forças patrióticas do Norte e do Sul debaixo da bandeira da independência nacional. Em virtude disso, em abril de 1948 foi realizada em Pyongyang a Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e das Organizações Sociais do Norte e do Sul da Coreia. A união dos democratas patriotas de ambas as partes serviu de terreno sociopolítico para a instauração de um governo central unificado.

Em maio de 1948, os Estados Unidos fabricou “eleições separadas” na Coreia do Sul e agravou mais a crise de cisão da nação coreana. Em junho do mesmo ano Kim Il Sung convocou os dirigentes dos partidos políticos e das organizações sociais da Coreia do Norte e do Sul para uma reunião consultiva, onde estabeleceu uma orientação de realizar brevemente eleições gerais da Coreia do Norte e do Sul para instituir um governo de todo o país. Em agosto do mesmo ano foram realizadas eleições da Coreia do Norte e do Sul e em setembro a histórica primeira sessão da Assembleia Popular Suprema.

Em 9 de setembro do mesmo ano foi instaurada a República Popular Democrática da Coreia, primeiro Estado democrático popular no Oriente. Kim Il Sung, fundador da RPD da Coreia, ocupou o supremo cargo desta por quase meio século, orientando o país e o povo. Sob sua direção a RPD da Coreia, menos de dois anos da fundação, venceu o agressor Estados Unidos que se gabava de sua “supremacia” do mundo na guerra coreana (1950-1953) e defendeu honrosamente a soberania e a dignidade nacional e depois do cessar fogo, terminou em curto tempo a reabilitação e a construção sobre os escombros, e em seguida efetuou com êxito a construção socialista de varias etapas.

Pelo motivo do 67º aniversario da fundação da República Popular Democrática da Coreia, invencível país socialista, rendemos a mais forte homenagem a Kim Il Sung

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Governo revolucionário popular, primeiro poder popular de novo tipo

Pyongyang, 7 de setembro (ACNC)

Desde os primeiros dias da revolução, o Presidente Kim Il Sung, considerava o problema do poder como o principal da revolução e organizo durante o período da luta armada anti-japonesa o poder revolucionário de novo tipo, o poder popular.

Na primeira metade da década de 1930, os fracionistas aplicaram dogmaticamente nas zonas de guerra a política soviética de caráter esquerdista opostas a demanda do povo.

Proclamaram a abolição de toda a propriedade privada e converteram em propriedade coletiva todas as coisas privadas como terra, alimentos, instrumentos agrícolas etc. E exigiram aos habitantes a viver sob o ordenamento de “bens comuns”, “distribuição comum” e “vida comum”. Para isso, aniquilaram os latifundiários progressistas, que odiavam os imperialistas japoneses e lhes tomaram as terras, o gado, os cavalos e até os mantimentos nos armários.

Devido a isso, na zona guerrilheira se criou inquietação e caos incontrolável.

Naquele momento, o Presidente chegou a zona de Wuagquing no leste da Manchúria depois de concluir as expedições ao Norte e ao Sul da Manchúria e liderou uma campanha para consertar a circunstância caótica e estabelecer um novo poder popular.

O Presidente disse que se opunha a construção do poder de tipo soviético não conveniente a situação coreana, e a execução das políticas não desejadas pelos habitantes. E aclarou que o poder a ser levantado nas zonas de guerrilha deve ser o governo revolucionário popular.

Posteriormente, sob a direção do Presidente, em todas as zonas guerrilheiras se constituíram os governos revolucionários populares e nas aldeias se organizaram os governos rurais. E as zonas difíceis de organizar, se constituíram os comitês de camponeses, que desempenharam o poder.

Isso foi o verdadeiro poder popular gestionado pelas massas populares, donas do poder baseado na união de operários e camponeses dirigida pela casse operaria na frente unida das vastas massas anti-japonesas.

Nas zonas guerrilheiras se aplicaram também as diversas reformas democráticas.

Assim, as zonas guerrilheiras chegaram a cumprir com o papel como firme base de intendência durante a luta armada anti-japonesa, ponto de direção política e origem da Revolução coreana em conjunto. E o governo revolucionário popular de novo tipo serviu de modelo do poder popular fundado na Coreia depois da libertação do colonialismo japonês.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Kim Yong Nam felicita o 193° aniversario da independência do Brasil

Pyongyang, 7 de setembro (ACNC)

O presidente do Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia, Kim Yong Nam, enviou nesta segunda uma mensagem a presidenta brasileira Dilma Rousseff para felicitar-lhe pelo 193° aniversario da independência de seu país.

Convencido de que as relações de amizade e cooperação entre os países se fortalecerão e se desenvolverão mais, lhe deseja a mandatária maiores êxitos nas responsabilidades pela estabilidade e o progresso do país