CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE

terça-feira, 28 de junho de 2011

RPDC destaca amizade entre Kim Il Sung e Salvador Allende

Presidente Salvador Allende


Kim Il Sung, um dos maiores políticos do século 20, que fez destacados aportes à causa da independência dos povos no mundo e que encontrou mais de 70 mil personalidades estrangeiras, dentre elas chefes de Estado e de governo e líderes de partidos de muitos países, os quais admiraram suas nobres qualidades e seu amor ao ser humano.


Salvador Allende, que foi presidente da República do Chile, também foi uma das personalidades que Kim Il Sung conhecera.

Allende estudou medicina na Universidade de Santiago do Chile e obteve a graduação de doutor em neurologia. Ao analisar a realidade da sociedade compreendeu que era mais imperioso curar os males sociais que as doenças que afetavam a população.

Começou a buscar o caminho que conduzisse sua sociedade ao desenvolvimento independente e lia com grande interesse as obras do presidente Kim Il Sung, sentindo-se também um adepto da ideia Juche.

Allende queria tanto conhecer o líder do povo coreano que quando uma delegação cultural de amizade da Coreia fez uma visita ao Chile, convidou seus membros a visitar sua casa, onde expressou seu desejo de conhecer Kim Il Sung.

Em 1969, quando era presidente do Senado, vez uma visita à RPDC. O presidente Kim Il Sung o recebeu com alegria e amabilidade. Allende, muito emocionado, não sabia como agradecer-lhe. O líder coreano o qualificou como companheiro de armas, com quem lutava na mesma trincheira anti-imperialista e expressou que lhe alegrava muito ter um amigo como Allende no Chile, um grande país latino-americano.

Kim o tratava não como um hóspede que recém conhecera, mas como um velho companheiro de luta, com quem compartilhava alegrias e tristezas, a vida e o risco da morte há muitos anos, o que o impressionou bastante.

O chileno reafirmou sua fé na justiça e decidiu lutar com toda sua dedicação à causa da independência. Ao se despedir de Allende, Kim disse que ele ainda voltaria a seu país, afirmando que seriam "companheiros perpétuos na luta anti-imperialista".

Allende qualificou Kim Il Sung como personificação da independência e da justiça e lutou com entusiasmo pela construção de uma nova sociedade, para desenvolver seu país por meio de uma via independente. Em 1970 foi eleito presidente da república e começou a colocar em prática as reformas sociais e econômicas, no sentido de reforçar a soberania nacional e melhorar as condições de vida das massas trabalhadoras.

Eliminou a base militar e as estruturas culturais e econômicas americanas no país, que serviam para dominar e controlar o Chile. Recuperou as relações diplomáticas com Cuba e estabeleceu relações, então inéditas, com a RPDC, com a China, Vietnã e Mongólia.

Os Estados Unidos, alarmados diante da posição anti-imperialista e independente que o governo de Allende mantinha, incitou Pinochet e outros militares de direita para que desatassem em um golpe de estado, ocorrido em setembro de 1973.

Os golpistas o obrigaram a abandonar o palácio presidencial, prometendo que garantiriam sua segurança pessoal, mas Allende recusou a ordem afirmando que só os covardes se rendiam. Com 40 membros da guarda combateu com armas em punho, durante 7 horas, para defender o palácio até cair heroicamente.

O presidente Kim Il Sung expressou ao encarregado de negócios do Chile na Coreia seu profundo pesar com o assassinato de Allende. Ao se inteirar de que a irmã do falecido presidente emigrara para outro país e que estava com a saúde abalada, a convidou a visitar a RPDC para receber o tratamento médico adequado.

Posteriormente, o líder coreano falou em várias ocasiões de Allende e da revolução chilena. Durante um encontro que manteve com o secretário-geral do Partido Socialista do Chile, que estava em visita à Coreia, referiu-se a Allende, lembrando sua queda heróica em combate, e disse que o considerava como heroi do povo chileno, heroi da classe operária mundial.

Como se vê, o presidente Kim Il Sung considerou os partidários da independência e da justiça como seus velhos companheiros de luta, embora os visse pela primeira vez, e cumpriu fielmente sua obrigação com os companheiros e amigos.

No Chile e outros países latino-americanos se fala muito das relações de amizade e confiança entre os presidentes Kim Il Sung e Salvador Allende.

Fonte: Embaixada da RPDC no Brasil

sábado, 25 de junho de 2011

Rodong Sinmun critica Japão

Pyongyang, 22 de junio (ATCC) --- Las autoridades japonesas pretenden tolerar el emplazamiento de los aviones de transporte de despegue y aterrizaje verticales de Estados Unidos en la base militar norteamericana de Futenma, volviendo a revelar su asqueroso aspecto ante la sociedad internacional.

Señala el diario Rodong Sinmun en un comentario individual de este miércoles y prosigue:

EE.UU. persigue la malsana intención de convertir Okinawa en la base militar con la capacidad estratégica más reforzada que en el tiempo anterior y utilizarla a la realización de su ambición hegemónica, dando espaldas a la opinión pública de los habitantes locales.

EE.UU. dice abiertamente que en el caso de emplazar los aviones de transporte de nuevo tipo en Okinawa, podría "fortalecer" la combatividad del cuerpo de marines norteamericanos en el "tiempo de emergencia" del Estrecho de Taiwán y de la Península Coreana.

Lo más cuestionable es que las autoridades japonesas se adhieren a esta medida militar de EE.UU.

En lugar de demandar la abolición de las bases militares norteamericanas en Japón, las autoridades de este país isleño tratan de explicar a los habitantes locales la posición y los métodos de instalación de los equipos sustituibles del aeropuerto militar de Futenma.

Los habitantes japoneses repudian el proceder humillante de los politiqueros japoneses que suelen hablar de la "diplomacia independiente" obedeciendo a ciegas a su amo norteamericano.

Fonte: KCNA

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Nota: Repressão contra soldados sul-coreanos por elogiarem Coreia do Norte

Diversos setores da população sul-coreana expressaram sua indignação devido à investigação que foi feita com mais de 70 soldados da ativa e da reserva do Exército do sul da Coréia. Os mesmos estão sendo investigados sob a acusação de terem acessado sítios da Internet de apoio à Coréia do Norte e de respeito aos líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il. Um deles foi acusado de ter postado na Internet um texto em que mostra sua admiração por Kim Il Sung e demanda a abolição da Lei de Segurança Nacional sul-coreana. Outro foi acusado de ter postado um artigo na Internet em que falava sobre o poder do Exército Popular da Coreia, argumentando que, caso estourasse a guerra, o exército títere sul-coreano seria facilmente derrotado. A intensificação das investigações é feita também sob o pretexto de que os tais “elementos esquerdistas pró-Coréia do Norte” poderiam revelar segredos de Estado da Coreia do Sul.

Toda a repressão à qual está submetida o povo da Coreia do Sul mostra o medo que seu “governo” subserviente ao imperialismo tem da popularidade cada vez maior que tem a luta pela reunificação pacífica da península entre distintos setores da população. No momento atual, muitos livros progressistas estão sendo divulgados entre militares sul-coreanos. Sob o pretexto de “reforçar a disciplina militar”, o governo conservador reforça, sim, a repressão fascista contra a verdade sobre a RPD da Coreia e contra o anseio pela reunificação nacional e independente.

Da redação, com Voz de Corea

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Kim Jong Il inicia seu trabalho no Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia


No dia 19 de junho de 1964, o líder norte-coreano Kim Jong Il iniciou seu trabalho no Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia. Kim Jong Il, tendo em conta suas qualidades como organizador e trajetória interna no Partido.

Há 47 anos, já nos seus primeiros dias de trabalho no Comitê Central do Partido do Trabalho da Coréia, conseguiu sistematizar de forma integral a Idéia Juche, ideologia revolucionária elaborada pelo líder da Revolução Coreana, Kim Il Sung (1912-1994), com a finalidade de estudá-la melhor e de compará-la em todos os aspectos as doutrinas antecedentes. Levou tal ideologia a um nível superior de desenvolvimento. Nos dias de hoje, além do Instituto Internacional da Idéia Juche, existem mais de 1100 entidades e organizações regionais em mais de 100 países dedicadas ao estudo e à divulgação da Idéia Juche. Pode-se dizer que isso se apresenta como um valioso resultado das atividades teóricas do dirigente Kim Jong Il.



Kim Jong Il em sua juventude


Seus esforços como teóricos se reforçaram quando se pôs em duvida o caráter científico do socialismo por conta da desintegração da URSS e de outros países socialista do Leste Europeu no final do século XX e, também, por conta da ofensiva ideológica das forças anticomunistas. Escreveu muitas obras por ocasião de tais acontecimentos: “Nosso socialismo centrado nas massas populares é invencível” (maio de 1991), “Lições históricas da construção socialista e a linha geral de nosso Partido” (janeiro de 1992), “A difamação do socialismo não será tolerada” (março de 1993) e “O socialismo é uma ciência” (novembro de 1994), nas quais explicou as características essenciais do socialismo coreano, "centrado nas massas populares"(sic). Procurou demonstrar cientificamente a superioridade do socialismo coreano e refletiu sobre a causa da derrota do socialismo em várias nações e qual seria o caminho para reerguê-lo, mostrando novos caminhos para sair da crise e entrar numa nova fase de reestruturação e ascenso. Em abril de 1992, foi adotada a Declaração de Pyongyang que afirmava “Defendamos e levemos adiante a causa do socialismo!”. Tal declaração foi assinada por mais de 200 partidos políticos do mundo. 


A política Songun que se pratica hoje na RPD da Coreia representa um exemplo vivo da extraordinária capacidade política do dirigente Kim Jong Il. A Coreia optou por levar a cabo essa forma singular de política na segunda metade da década de 1990, época de grandes dificuldades para a RPD da Coreia. Num momento em que todas as ofensivas do imperialismo encabeçado pelos Estados Unidos levavam a cabo todas as medidas para estrangular o sistema socialista do norte da Coreia, a política Songun foi responsável por fortalecer a capacidade militar do país tendo o Exército Popular como medula. Atualmente a RPDC se encontra, podemos dizer, na fase final da superação da crise da década de '90 e demonstra perspectiva de desenvolvimento futuro.


André Ortega

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Carta do CEIJ dirigida à Kim Jong-il

A seguinte carta foi lida durante a solenidade de fundação do Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil, pelo Presidente da organização, Alexandre Neves Rosendo. A carta é assinada pelo citado orador e pelo Secretário Geral Gabriel Martinez.

“Camarada Kim Jong Il,

Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coréia, Presidente do Comitê de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coréia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coréia,

Enviamos a você nossas maiores saudações como líder máximo do povo coreano e como grande revolucionário de nossa época. Por intermédio desta carta, informamos a você que hoje, dia 4 de junho de 2011, nós brasileiros fundamos o Centro de Estudos da Idéia Juche – Brasil. Acreditamos que a fundação do CEIJ – Brasil será de enorme importância para a divulgação da história da RPD da Coréia no Brasil, como um país que constrói o socialismo e situa-se no campo antiimperialista. Por outro, cremos também que a fundação do Centro será de enorme importância para que o povo brasileiro conheça de forma mais profunda a Idéia Juche.

Sendo aplicada pelo povo coreano durante sua Revolução democrática antiimperialista e posteriormente no período da construção do socialismo, a Idéia Juche possibilitou ao povo coreano construir uma Coréia independente, socialista e livre do imperialismo. A Idéia Juche possibilitou que a RPD da Coréia levasse a cabo a construção de uma economia nacional independente, com uma das bases industriais mais fortes do mundo e uma poderosa agricultura.

Esperamos contribuir com a divulgação da Idéia Juche no Brasil e na América Latina, pois sabemos da grande importância da experiência de construção socialista do povo coreano e sua luta pela reunificação da pátria, que é um verdadeiro exemplo de luta antiimperialista para os povos do mundo.


São Paulo, Brasil – 04 de junho de 2011”

terça-feira, 7 de junho de 2011

Líder coreano Kim Jong Il realiza visita à China


Na última quinzena de maio, o dirigente da República Popular Democrática da Coréia, Kim Jong Il, secretário-geral do Partido do Trabalho da Coréia e presidente do Comitê de Defesa Nacional, realizou uma visita à República Popular da China a convite de Hu Jintao, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China e presidente da República Popular da China.

Por Pedro Oliveira

A visita ganha papel de destaque no quadro geopolítico da Ásia, onde as forças imperialistas – especialmente os Estados Unidos – procuram manter suas posições numa região onde as forças norte-americanas vão paulatinamente perdendo sua hegemonia acachapante que remonta ao final da Segunda Grande Guerra. Naquela ocasião, o exército dos EUA exterminou duas cidades japonesas Hiroxima e Nagasaki, matando e ferindo milhões de pessoas com bombas atômicas, já quando os japoneses haviam perdido seu poder de fogo no Eixo.

Os governos de vários presidentes americanos, de Harry Truman a Barack Obama, sempre procuraram intervir na política asiática, sustentando forças políticas e governos conservadores e reacionários na Coréia do Sul e Japão. Mais recentemente os serviços secretos estadunidenses -- em acordo com as Forças Armadas da Coréia do Sul – se esforçaram para promover um conjunto de provocações à RPD da Coréia e seu povo, na tentativa de manter o cerco econômico e político que completará logo mais 60 anos.

Por isso, esta visita do dirigente Kim Jon Il ganha importância, ao realizar um encontro de cúpula com os dirigentes chineses que se segue a outros dois ocorridos ainda neste ano de 2011.

Delegação de cientistas sociais coreanos visita o Brasil
No Brasil, com o objetivo de também fortalecer os laços de solidariedade entre os dois povos e dois países, esteve em visita a Brasília uma delegação de cientistas sociais da Coréia.
Buscando uma interlocução com entidades e intelectuais na área de ciências sociais, estiveram em visita ao Brasil, na primeira quinzena de maio, membros da associação Coreana de Cientistas Sociais, Ri Yong Sik e Pak Myong Chol, respectivamente vice-presidente e secretário xecutivo da entidade.

Em Brasília, como em outras cidades no país, a delegação estabeleceu contatos e troca de opiniões com uma série de entidades, universidades e personalidades brasileiras. Os intelectuais coreanos se encontraram em Brasília com dirigentes políticos do PCdoB, liderados pelo secretário de Relações Internacionais, Ricardo Alemão Abreu, acompanhado por Fredo Ebling, membro da Comissão de Relações Internacionais.

O Embaixador da República Popular Democrática da Coréia, Ri Hwa Gun, além de outros representantes da embaixada, apresentaram os cientistas coreanos aos comunistas brasileiros.

Em sua intervenção, o vice-presidente da Associação Coreana de Cientistas Sociais, Ri Yong Sik, fez uma exposição sobre o pensamento atual a respeito da filosofia social coreana. “Este pensamento está consubstanciado na Ideia Juche”, disse ele, “filosofia baseada nas massas populares e que tem como meta desenvolver a consciência de que o homem decide tudo”, especialmente sob os seguintes aspectos: “Os problemas da revolução coreana devem sempre ser analisados dentro das características próprias da Coréia – preservando a autonomia e a independência – claro que levando em consideração a experiência mundial de construção do socialismo. Neste processo tivemos o cuidado de não ficarmos dependentes destas outras experiências. Nossos posicionamentos são estabelecidos em função dos interesses da nação coreana e logo após termos conquistado o poder popular, lançamos um projeto de desenvolvimento econômico e cultural de longo prazo. Neste sentido, o Partido do Trabalho da Coréia não copiou o chamado modelo soviético”, na época a experiência mais importante de construção socialista.

O cientista Yong Sik lembrou que no início da década de 1950 os Estados Unidos desencadearam uma guerra de agressão e de intervenção aberta na Península Coreana, promovendo uma política de sanções e bloqueios à Coréia do Norte, tentando até hoje sufocar o desenvolvimento soberano e a unificação do povo coreano. Mesmo assim, disse Yong Sik, “foi possível construir uma infra-estrutura sólida no Norte e que agora a grande tarefa é a de constituir uma indústria ligeira, capaz de fornecer as mercadorias para consumo interno e para exportação. Nosso objetivo é salvaguardar a soberania nacional. Antes, enquanto existia o campo socialista na Europa do Leste, tínhamos condições de estabelecer um comércio onde negociávamos fertilizantes e carvão principalmente. Com o desaparecimento destes mercados, tivemos que buscar novas fontes de energia. Hoje em dia não utilizamos mais o carvão para a produção de aço e aceleramos o desenvolvimento da ciência e da tecnologia para solucionarmos outros problemas de projeção estratégica, como a capacidade de possuir energia nuclear e dominar a tecnologia de ponta na engenharia militar”.

A cooperação entre o Brasil e a Coreia Popular
Neste ano de 2011 se comemora o 10º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre o Brasil e a Coreia Popular. Vários convênios técnicos já foram firmados entre os dois países, alguns deles inclusive ainda esperam aprovação no parlamento brasileiro. A cooperação econômica, especialmente na área da agricultura, se desenvolve através da Embrapa, como lembrou o embaixador coreano Ri Hwa Gun durante sua apresentação. A soja tem sido o assunto mais importante nesta esfera. Outros projetos e até um programa de ajuda humanitária estão em curso atualmente entre o Brasil e a Coreia. Em seu último dia de governo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovou a doação de 14 mil toneladas de alimentos ao país amigo. É uma decisão de governo o incremento deste tipo de ajuda à Coreia.

O cientista Yong Sik, por fim, anunciou que em abril de 2012 serão comemorados os 100 anos de nascimento do líder Kim Il Sung, e que os coreanos entrarão em uma nova fase de desenvolvimento da nação, sempre se baseando nas próprias forças, tornando o país mais próspero e progressista. 



Fonte: Portal Vermelho