CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Informe da RPDC sobre os Direitos Humanos

Pyongyang, 13 de setembro (ACNC) – No dia 13 de setembro foi publicado o informe da Associação de Estudos de Direitos Humanos da Coreia, que apresenta com fatos as características do regime socialista, centrado nas massas populares, da República Popular Democrática da Coreia, bem como sua política de Direitos Humanos e a situação atual dos direitos dos habitantes do país.

- Hoje em dia, na arena internacional, cresce mais do que nunca a atenção sobre os direitos humanos e se redobram em todos os domínios da vida social os esforços para garanti-los.

- Por outro lado, torna-se cada vez mais grave a tentativa de se exercer pressão política e intervir em assuntos internos de países específicos abusando do problema dos Direitos Humanos.

- Em particular, se promove uma feroz e suja campanha contra a RPDC no campo dos Direitos Humanos.

- As forças hostis pretendem manchar a imagem da RPDC e eliminar o regime e ideologia escolhidos pelo povo coreano acusando-a sobre o inexistente “problema dos Direitos Humanos”.

- Por culpa de tais forças, circulam na sociedade internacional rumores e opiniões tergiversadas sobre a RPDC.

- Em tais circunstâncias, a Associação de Estudo de Direitos Humanos torna público o informe sobre a verdadeira situação de Direitos Humanos na RPDC com o propósito de apresentar corretamente os esforços que o país faz para formentá-los, como o povo coreano se beneficia de tais direitos, revelando o caráter fraudulento e reacionário da campanha de “Direitos Humanos” anti-RPDC, corrigindo assim todos os preconceitos.

- O documento foi elaborado graças a cooperação ampla de vários órgãos, entidades não governamentais, instituições acadêmicas e os especialistas em Direitos Humanos de vários setores.
- O informe é composto por 5 capítulos.

- O capítulo I se refere a base ideológica do regime estatal de asseguramento de Direitos Humanos da RPDC e o curso de sua formação e desenvolvimento.

- O capítulo II apresenta as medidas jurídicas e práticas tomadas históricamente pelo Estado depois da fundação da RPDC até os dias de hoje, para garantir, proteger e formentar os Direitos Humanos dos habitantes.

- Os capítulos III e IV indicam a posição e os eforços da RPDC relacionados ao asseguramento de Direitos Humanos em escala internacional e os obstáculos fundamentais que impedem este trabalho da RPDC.

- O último capítulo, V, contém os dados por setores recolhidos pela associação sobre as perspectivas de garantia de Direitos Humanos na RPDC.
- Como demonstra o informe, a RPDC aplica desde o primeiro dia de sua fundação as políticas para o povo com o princípio de dar prioridade aos direitos e interesses das massas populares, realizando todos os esforços possíveis para que as massas disfrutem de Direitos Humanos.

- Portanto, hoje em dia, todo o povo coreano está orgulhoso do mais superior regime e política de asseguramento de Direitos Humanos, inclusive o direitao a educação, tratamento médico e moradia gratuita, que se esforça para consolidar e desenvolver ainda mais o regime socialista centrado nas massas populares.

- Ao testemnunhar o regime de asseguramento de Direitos Humanos e o estado de disfrute dos mesmos na RPDC, o informe revela que a repgunante campanha anti-RPDC liderada pelos EUA e outras forças hostis nessa matéria, é justamente uma ação contra os Direitos Humanos que impede a proteção dos mesmos.

- O informe deixa claro os esforços e a posição da RPDC sobre a cooperação internacional para fomentar os Direitos Humanos.

- É invariável a posição da RPDC de realizar o diálogo sincero e a cooperação no que diz respeito aos Direitos Humanos, bem como contribuir ao desenvolvimento do mesmo em escala mundia. A RPDC nunca rechaçou o diálogo sobre os Direitos Humanos e tem a vontadade de discutir e cooperar francamente com os países que estão interessado de verdade no problema dos Direitos Humanos.

- Porém, isso não se logra devido as forças que utilizam equivocadamente o problema dos Direitos Humanos como meio para alcançar seu sujo objetivo político como a intervenção em assuntos internos e a derrubada do regime.
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- O mesmo ato de publicar o informe de estudo sobre a situação dos Direitos Humanos de nosso país significa expor a vontade da RPDC por cumprir a responsabilidade no campo de Direitos Humanos e a medida positiva orientada a promover a cooperação internacional.

- Ao ler o informe, se pode saber bem o quão absurdo são os rumores anti-RPDC que circulam no exterior e se baseiam em dados inventados por forças hostis.

- A fonte desses dados são os testemunhos dos fanáticos pela campanha anti-RPDC conhecidos como “fugitivos nortecoreanos”.

- Esses tipos são delinquentes que fugiram para o Sul da Coreia para fugir de algum tipo de castigo legal e não possuem a qualidade moral e pessoal para falar sobre os Direitos Humanos.

- Logo será revelado a face inumana de tais tipos.

- Se existem forças que repetem os embustes ainda depois de lerem este informe, que reflete corretamente a situação de Direitos Humanos da RPDC, seria correto dizer que ellas não tem a capacidade de julgar a realidade ou tratam de alcançar seus sinistros objetivos insistindo no erro.

- EUA e os países ocidentais não devem criticar a outros mencionando os Direitos Humanos, mas sim devem ver corretamente a realidade e refletir sobre os seus próprios defeitos nessa matéria.

- A RPDC irá acelerar a construção da economia de caráter pacífico frustrando a campanha de Direitos Humanos e desafios de todo o tipo, promovido pelas forças hostis. Também fará tudo para para melhorar sem parar as condições de vida do povo, ofrecendo melhores condições para disfrutarem dos direitos humanos.

- O informe apresenta amplamente a política de Direitos Humanos e sua situaçao na RPDC e contribuirá para corrigir a opinião erronea, promovendo a cooperação verdadeira no que diz respeito aos Direitos Humanos.

- O texto completo do informe pode ser lido nas páginas www.kcna.kp e www.naenara.com

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Carta do CEIJ enviada ao camarada Kim Jong Un

Estimado camarada Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Primeiro Presidente da Comissão de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia,

O Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil envia a você, ao Partido do Trabalho da Coreia, e a todo o povo coreano nossas saudações mais calorosas e combativas por ocasião do 66º aniversário da gloriosa República popular e democrática, fundação esta que é fruto da culminação das várias décadas de luta do povo coreano por sua independência, pela libertação nacional, pela democracia e o socialismo. Heróis patrióticos do povo trabalhador e explorado como Kim Hyon Jik, Kang Ban Sok, Chol Ju, Kim Hyong Gwon, Ang Jung Gun, Chang Wei Hua e vários outros não deram suas vidas em vão. Foi graças ao esforço obstinado destes e de milhões de outros patriotas, democratas e comunistas que o povo coreano pôde, nos dias de hoje, desfrutar das benesses e da vida sem igual dada pelo grande sistema socialista estabelecido pelo Partido do Trabalho da Coreia. A luta de séculos do povo coreano pela libertação nacional e o socialismo produziu também líderes sem igual do povo coreano e dos povos do mundo, como o Grande Líder Camarada Kim Il Sung e o Dirigente Kim Jong Il.

A grande Revolução democrática, antiimperialista e antifeudal fundou uma grande república democrática e popular representando os interesses mais amplos de todo o povo coreano, como os operários, camponeses, pequenos e médios empresários e comerciantes, capitalistas com consciência nacional, religiosos patrióticos e vários outros estratos. A República Popular e Democrática da Coreia ostenta, desde sua fundação em 1948, brilhantes méritos e vitórias na revolução e construção socialistas. Um pequeno país com um povo heróico e revolucionário foi capaz de impor humilhantes derrotas contra o imperialismo mais assassino de toda a história, o imperialismo japonês, e ostenta até hoje ter sido o país a impor a primeira derrota militar da história contra o todo-poderoso imperialismo norte-americano.

Hoje, passados 66 anos da fundação da RPDC, o povo coreano segue firme na luta pela construção de um Estado poderoso e próspero, erguendo bem alto a bandeira do socialismo e resistindo bravamente a todas as ameaças e maquinações tramadas pelo imperialismo norte-americano e os fantoches que governam a Coreia do Sul. Sabemos que, sob sua direção, o povo norte-coreano continuará levantando bem alto a bandeira da luta revolucionária, apoiando todos os povos que lutam pela independência e pelo socialismo. Mantendo-se fiel a bandeira revolucionária do Kimilsunismo-Kimjongilismo o Partido do Trabalho da Coreia e o povo coreano lograrão a reunificação pacífica e independente da pátria, colocando fim à dominação colonial exercida pelos Estados Unidos na parte sul da península.

Receba nosso solidário e sincero apoio internacionalista à causa do povo coreano e do Partido do Trabalho da Coreia.

São Paulo, 9 de Setembro de 2014

Gabriel Martinez – Presidente do Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil

Alexandre Rosendo – Secretário Geral do Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil

Kim Il Sung e o 66º aniversário da RPDC



Kim Il Sung (1912-1994), eterno Presidente da República Popular Democrática , figura enaltecida pelo povo coreano.

Desde cedo, com o propósito de levantar um país para os explorados e oprimidos, sem se restringir nem pelas teorias existentes, nem pelas experiências alheias, aclarou o caminho de construção de um poder que defendesse os interesses dos operários, camponeses, soldados, intelectuais e outros setores de trabalhadores. 

De sua direção, sobre a contrução do Poder popular o que merece mais atenção é a instituição, no período da Luta Armada para libertar o país da ocupação militar (1905-1945) japonesa, do governo popular que defendia os direitos e a liberdade das pessoas nas bases guerrilheiras. 

Apoiando-se nele, imediatamente depois da libertação do país (agosto de 1945), Kim Il Sung planteou uma linha de construção do Estado conveniente com a realidade do país e em fevereiro de 1946 instaurou um poder de novo tipo, democrático, baseado na aliança operário-camponesa dirigida pela classe operária e apoiada na Frente Única dos amplos setores do povo: o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte. Como poder popular democrático que cumpria a tarefa imediata da revolução democrática, anti-imperialista e anti-feudal, o qual tornou possível que o povo coreano, exercendo com firmeza o poder como dono da sociedade, impulsionasse vigorosamente o empenho para realizar reformas democráticas. 

Visando satisfazer as necessidades e desejo secular dos camponeses que por aquele tempo representavam a esmagadora maioria da população, proclamou no dia 5 de Março de 1946 a Lei da Reforma Agrária, de transcendência história e, em seguida, a Lei do Trabalho, a Lei de Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher, a Lei da Nacionalização das Principais Industrias, etc., e aplicou políticas democráticas nos setores da educação, cultura, administração jurídica, fiscalização.  Como resultado, na Coreia do Norte, as reformas democráticas foram realizadas em um curto espaço de tempo, graças a qual em todas as esferas da vida social os remanescentes coloniais e feudais foram liquidados, a industria nacional começou a crescer e se estabeleceu regimes democráticos na educação e na cultura. Em outras palavras, se preparou o terreno sócio-economico da nova Coreia democrática. 

Com o exitoso cumprimento da tarefa da revolução democrática, antiimperialista e anti-feudal, o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte foi transformado em fevereiro de 1947 no Comitê Popular da Coreia do Norte, que cumpriu a tarefa de transição gradual ao socialismo e que serviu de fundamento para a RPD da Coreia, tarefa que foi comprida arduamente. 

Imediatamente depois da libertação da Coreia, a situação interna e externa do país era muito complexa e tensa. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, Estados Unidos, utilizando o pretexto do “desarmamento” do derrotado exército japonês, ocupou o Sul da Coreia, e como consequência a nação coreana passou a correr o risco de ser divida. Estados Unidos dissolveu a força os comitês populares estabelecidos segundo a vontade da população e praticou a administração militar como um novo meio de dominação colonial. 

Frente a esta grave situação, Kim Il Sung se esforçou para frustrar as maquinações de divisão nacional dos Estados Unidos e agrupar estreitamente todas as forças patrióticas do Norte e Sul sob a bandeira da independência nacional. Em virtude disso, em abril de 1948 teve lugar em Pyongyang a Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e Organizações Sociais do Norte e Sul da Coreia. A união dos democratas patrióticos de ambas as partes serviu de terreno sócio-politico para a instauração de governo central unificado. 

Em maio de 1948 os Estados Unidos fabricou as “eleições separadas” na Coreia do Sul e agravou mais a crise de divisão da nação coreana. Em junho do mesmo ano Kim Il Sung convocou os dirigentes dos partidos políticos e as organizações sociais da Coreia do Norte e do Sul para uma reunião consultiva, onde planteou uma orientação de realizar sem demora as eleições gerais da Coreia do Norte e do Sul para instituir um governo de todo o país. Em agosto do mesmo ano se efetuou eleições gerais da Coreia do Norte e Sul e em setembro a histórica primeira sessão da Assembléia Popular Suprema. Em 9 de Setembro foi instaurado a RPD da Coreia, primeiro Estado democrático popular no oriente. 

Kim Il Sung, fundador da RPD da Coreia, ocupou o supremo cargo desta durante quase meio século, orientando o país e o povo. Sob sua direção a RPD da Coreia, a menos de dois anos de fundada, venceu o agressor norte-americano que se gabava de sua “supremacia” na guerra coreana (1950-1953) e defendeu honrosamente a soberania e a dignidade nacionais e depois do cessar fogo, terminou em curto tempo a reabilitação da economia e sua construção sobre os escombros, a revolução socialista e em seguida efetuou com êxito a construção socialista de várias etapas. 

Por motivo do 66º aniversário da fundação da RPD da Coreia, invencível país socialista, rendemos homenagens a Kim Il Sung.

Fonte: Embaixada da RPDC no Brasil