terça-feira, 28 de julho de 2015

Atrocidades de guerra bioquímica perpetrada pelos EUA


Nesses dias, na Coreia do Sul causou um grande escândalo o caso da introdução de bacilos de antraz por parte dos Estados Unidos. Isto faz que o povo coreano volte a recordar as atrocidades da guerra bioquímica dos imperialistas ianques perpetradas na passada guerra da Coreia (25 de junho de 1950 até 27 de julho de 1953).

Durante esse conflito, os agressores ianques empregaram sem vacilação, armas bacteriológicas e químicas para assassinar os coreanos inocentes. Desde fevereiro de 1951 até julho de 1953, os ianques usaram amplamente as armas químicas contra 24 cidades, distritos e zonas da frente da República Popular Democrática da Coreia.

Dispararam numerosas bombas de gás tóxico não só nas bases do Exército Popular da Coreia, mas também nas cidades e aldeias pacificas e lançaram por aviões comida e dinheiro contaminados com substâncias venenosas causando muitas perdas humanas.

Os ianques assassinaram cruelmente os prisioneiros de guerra utilizando-os como cobaias de produtos tóxicos. Muitas pessoas foram exterminadas e invalidadas pelos testes de gás lacrimogêneo e outros produtos tóxicos com corpos vivos perpetrados nos campos de concentração de várias localidades inclusive as ilhas Koje em 1952.

Em 1951 e 1952, os grupos de investigação integrados pela Federação Democrática Internacional de Mulheres, a Associação Internacional de Juristas Democráticos e os cientistas progressistas do mundo percorreram os terrenos afetados na Coreia e publicaram em muitos meios de imprensa artigos, informes, comunicações, chamados, as cartas de protesto, etc. Por isso, foram reveladas plenamente ante o mundo as atrocidades dos imperialistas ianques que usaram armas químicas na Coreia.

Um membro do grupo de investigação da Federação Democrática Internacional de Mulheres disse que as barbaridades dos ianques perpetradas na Coreia superam os crimes do bando de Hitler e que os gringos são assassinos mais brutais do mundo condenando severamente os assassinos imperialistas norte-americanos.

Hoje em dia, os EUA que na passada guerra da Coreia intentou exterminar com a premeditada guerra bioquímica a nação coreana e ocupar toda a Península Coreana atua descaradamente para induzir a censura internacional a RPDC.

Mas os EUA estão equivocados. O exército e o povo coreano não esquecerá jamais os crimes históricos dos assassinos norte-americanos e receberão sem falta o preço do sangue.

Pyongyang, 25 de julho ACNC

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Méritos das mulheres coreanas realizados pela vitória na guerra

Pyongyang, 25 de julho ACNC

Durante a Guerra de Libertação da Pátria (de 25 de junho de 1950 até 27 de julho de 1953), as mulheres coreanas fizeram grandes esforços para a vitória na guerra, mostrando o espírito de sacrifício heroico e a abnegação patriótica.

Entre elas figura a veterana de guerra, To Yun Ok, quem havia avançado até a linha do rio Raktong.

Ela disse que durante o período da guerra as coreanas realizaram méritos como homens na luta decisiva contra os imperialistas ianques e continua:

“durante os 5 anos depois da libertação, as mulheres coreanas se tornaram pela primeira vez de uma vida verdadeira como donas do país, fábricas e terra graças ao Presidente Kim Il Sung.

Não podemos permitir que nosso poder da república preparado pelo Presidente seja arrebatado pelos agressores.

Por isso, quando os ianques começaram a guerra de agressão contra a República Popular Democrática da Coreia, as mulheres coreanas empurraram sem vacilação a seus carinhosos maridos e filhos a luta sagrada para defender a pátria e nós mesmas saímos para a frente.”

Numerosas combatentes conhecidas e desconhecidas lutaram valentemente pela pátria incluindo a heroína An Yong Ae que é conhecida como filha do Partido do Trabalho da Coreia entre os coreanos, a heroína Jo Sun Ok que gravemente ferida se lançou com um pacote de granadas de mão contra o tanque inimigo, a heroína Thae Son Hui que como a primeira pilota de combate realizou proezas na luta contra piratas aéreos norte-americanos, a heroína Jo Ok Hui que mesmo presa pelos inimigos durante a luta na guerrilha não se ajoelhou e manteve-se leal a sua pátria.

As mulheres da retaguarda se levantaram como uma pessoa no aumento da produção bélica sob o slogan de “retaguarda também é frente!” e ajudaram com sinceridade o exército transportando as cotas de munições e provisões sob a chuva de balas e o cheiro de pólvora.

As operarias de Rakwon e a comuna de Kunja que asseguraram a produção de materiais bélicos superando todas as dificuldades, as mulheres da comuna de Jangsan (comuna de Hajang naquela época) do distrito de Ryongchon e da aldeia em torno do rio Nam quem estava a frente do aumento da produção de cereais no tempo da guerra e da assistência a frente, e outras mulheres da retaguarda tinha em seus corações a convicção de que por contar com o Presidente Kim Il Sung se logrará sem falta a vitória na guerra.

Embora se passaram 62 anos desde o cessar-fogo o espírito de defesa convicta ao líder e o espírito de defesa a pátria das mulheres da década de 1950 se herdaram firmemente do século passado pelas pessoas das novas gerações.

A derrota dos EUA na Guerra da Coreia

O dia 27 de julho de 42 (1953) da Era Juche está registrado na história coreana como o dia da vitória na guerra em que o povo coreano rechaçou os agressores imperialistas ianques e fez brilhar a dignidade e honra da pátria.

Enquanto isso, os Estados Unidos lembra esse dia como o dia trágico em que sofreu a mais amarga e vergonhosa derrota da história.

Nesse dia, o comandante das tropas ianques no Extremo Oriente e das “forças da ONU”, Clark, permanecia 10 minutos apertando as mãos e assinou a duras penas o Acordo de Armistício da Coreia em Phanmunjom.

E confessou:

“Sinto que tudo foi um fracasso. Penso que também meus antecessores MacArthur e Ridgway teriam os mesmos sentimentos.”

Um parlamentar estadunidense reconheceu sua situação trágica dizendo que seu país sofreu uma grave derrota na Coreia.

Ninguém imaginou que a jovem República Popular Democrática da Coreia com menos de 2 anos depois de sua fundação pudera lograr o triunfo derrotando os EUA que se vangloriava sempre da “vitória na guerra”.

Os imperialistas norte-americanos mobilizaram na guerra da coreia um terço das forças terrestres norte-americanas, um quinto das forças aéreas ianques, a maior parte da frota do pacífico, mais de 2 milhões de efetivos incluindo os exércitos de 15 países aliados, o exército fantoche sul-coreano e os militaristas japoneses além de equipamentos de combate ultramodernos de grande quantidade.

O número de materiais bélicos chegou a mais de 73 milhões de toneladas.

Mas, sob o sabia direção do presidente Kim Il Sung, invencível e genial comandante de aço, o exército e o povo da Coreia rechaçaram a invasão armada dos imperialistas ianques e lograram o brilhante triunfo na Guerra de libertação da Pátria.

A revista norte-americana US News and Word Report transmitiu que as perdas das tropas estadunidenses sofridas na guerra da coreia chegam a mais de duas vezes as sofridas nas 5 grandes guerras passadas.

Marshal, ex-secretário de estado norte-americano, disse: “se fez em pedaços o mito. EUA não era um país tão poderoso como nós pensávamos”.

Um jornal do Ocidente escreveu que EUA sofreu a grave derrota na guerra de três anos e se viu obrigado a curvar-se ante o povo coreano e prosseguiu que o mito da supremacia dos EUA se fez em pedaços por completo e assim EUA se colocou no caminho da decadência.

EUA faz esforços desesperados para provocar a segunda guerra da coreia esquecendo as lições históricas da década de 1950.

Mas, por contar com a direção do Marechal Kim Jong Un e do invencível exercito revolucionário, se continuará invariavelmente a história da vitória na guerra do povo coreano.

Pyongyang, 25 de julho ACNC

domingo, 26 de julho de 2015

Rodong Sinmun condena repressão às forças progressistas na Coreia do Sul

 


Nesses dias na Coreia do Sul se perpetraram um atrás do outro, vários atos repressivos.

Há pouco, foi emitida uma ordem de prisão ao presidente da Confederação de Sindicatos da Coreia (na Coreia do Sul), que se opõem ao desgoverno das autoridades fantoches sul-coreanas e luta pelo direito de existência. A polícia sul-coreana também invadiu o escritório do movimento Solidariedade 16 de Abril que luta para descobrir a verdade sobre tragédia do barco “Sewol”. A repressão também está perseguindo 30 pessoas relacionadas com o Sindicato Nacional dos Professores.

Tudo isso é por culpa do fascista Hwang Kyon An, nomeado como “premier” pela mandatária sul-coreana Park Geun-hye.

Assim insiste Rodong Sinmun em um comentário divulgado no dia 25 e continua:

A mandatária Park Geun-hye que sabe bem a natureza cruel e gangsteril de Hwang, intenta por meio dele acabar com as forças progressistas democráticas, encobrir a crise de seu governo e preparar as bases favoráveis para que o “Partido Saenuri” permaneça no poder.

A realidade demonstra claramente que a tremendamente repressiva situação política criada na Coreia do Sul é um produto inevitável da política ditatorial e da dominação do terror de Park Geun-hye.

O bando fantoche sul-coreano deve ter claro em mente de que o fascismo e a repressão lhe trará somente a severa condenação da nação e vai lhes pôr fim a suas barbaras manobras de repressão as forças progressistas e democráticas.

Pyongyang, 25 de julho ACNC 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Porta-voz do MINREX da RPDC denuncia a fúria hostil dos EUA

Pyongyang, 16 de Julho ACNC

Em relação a que os EUA recorre mais uma vez a hostilidade contra a República Popular Democrática da Coreia falando de novas “sanções” a pretexto do inexistente “problema de direitos humanos” desta, o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da RPDC publicou uma declaração como segue:

No seminário organizado no passado dia 8 pela Fundação Heritage, o representante especial de política sobre a RPDC do departamento de estado dos EUA disse que se elevou a “atenção internacional sobre o estado rigoroso de violação de direitos humanos da Coreia do Norte” segundo o “informe do comitê de averiguação” e outros referentes a situação de direitos humanos da RPDC e agregou que “está examinando as medidas necessárias inclusive sanções”.

Coincidindo com isso, EUA incutem persistentemente um ambiente hostil a RPDC divulgando através de seus desonestos meios de comunicação o “informe do comitê de averiguação”, feito por sórdidos testemunhos mentirosos.

A presente campanha dos EUA não tem nenhuma relação com a defesa dos verdadeiros direitos humanos e só tem como objetivo manchar a imagem da RPDC e derrubá-la valendo-se de todos os meios e métodos.

É uma piada e um insulto insuportáveis aos direitos humanos a difamação e a calunia ao governo socialista da RPDC que é um governo de todos, onde o povo desfruta de amplos direitos independentes e realiza seus sonhos e ideais.

EUA entrega em toda a parte do mundo a agressão e a intervenção e impõe aos habitantes inocentes incontáveis desgraças e matanças, e vem fazendo sistematicamente interceptação e vigilância ilegal tanto aos seus habitantes como também os cidadãos de outros países ao mesmo tempo que mata a tiros os negros. Os EUA é que devem sentar-se no banco dos réus do tribunal internacional dos direitos humanos como cabeça de violações de direitos humanos e país criminoso.

O recrudescimento da “sanção” anti-RPDC com o “problema dos direitos humanos” e a intenção da “derrubada” não passa de uma ilusão anacrônica dos fanáticos enlouquecidos pela política hostil anti-RPDC.

Quanto mais recorre EUA ao alvoroço de pressão a RPDC, tanto mais se revelará o caráter reacionário de sua política hostil a RPDC e redobrará a vontade rotunda de enfrentamento.

Consolidaremos mais o governo socialista ao nosso estilo, optando pelo povo coreano sem tomar em consideração a difamação de alguém.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Kim Jong Un participa das eleições de deputados

O marechal Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Primeiro Presidente do Comitê de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia, participou no dia 19 das eleições dos deputados das Assembleias Populares das províncias, cidades e dos distritos, no subdistrito nº102 do distrito nº107 para as eleições de deputados da Assembleia Popular da Cidade de Pyongyang e no distrito nº102 para as eleições de deputados da Assembleia popular do município de Sosong.

O Marechal recebeu as cédulas eleitorais que lhe entregou o presidente do subdistrito nº102 do distrito nº107 para as eleições de deputados da Assembleia Popular da Cidade de Pyongyang e votou a favor da candidata a deputada da Assembleia Popular da Cidade de Pyongyang, Ho Myong Gum, condutora do batalhão da estação ferroviária de Pyongyang, pertencente a Empresa de trolebus de Ryonmot, e no candidato a deputado da Assembleia Popular do município de Sosong, Sin Sun Thae, chefe da oficina de elaboração nº2 do Complexo de Locomotivas Elétricas Kim Jong Thae.

O Marechal conversou com os candidatos a deputados.

Avaliou os méritos deles que dedicaram a fidelidade ardente, o entusiasmo patriótico e toda a abnegação pelo fortalecimento e desenvolvimento da RPDC, com o verdadeiro espírito revolucionário a serviço do partido, do líder, da pátria e do povo, e lhes estimulou a cumprir, como dignos representantes do povo, com sua nobre missão e obrigação assumidas no esforço para transformar nosso país na melhor potência do mundo e paraíso do povo.

Lhe acompanharam Hwang Pyong So, Pak Pong Ju, Ri Jae Il e Kim Yo Jong.

Pyongyang, 20 de julho ACNC

terça-feira, 21 de julho de 2015

Realizado seminário central para intensificar a educação anti-imperialista e classista

Pyongyang, 15 de julho ACNC

Teve lugar no dia 15 no Palácio Cultural do Povo na capital o seminário central para estudar e aprender os assuntos teórico-práticos que são necessários para se aprofundar ainda mais a educação anti-imperialista, classista e a luta de classes conforme a situação criada e a demanda da realidade em desenvolvimento.

Estiveram presentes os funcionários das instituições do partido e da administração, as entidades de trabalhadores no centro e da capital, os setores da ciência, educação, literatura e arte, imprensa e de informação, os órgãos de formação dos funcionários do partido e do ramo da história revolucionaria.

No seminário apresentaram as dissertações que explicaram e argumentaram a necessidade de intensificar a educação anti-imperialista, classista e da luta de classes entre os funcionários, militantes do partido, trabalhadores, jovens e crianças, as tarefas e os meios para elevar a intensidade da educação classista para que com a firme concepção do inimigo principal todos se levantem na batalha decisiva antiyanqui.

Os oradores assinalaram que intensificar a educação anti-imperialista e classista torna-se um importante elemento para determinar se os militares e civis coreanos viverão como vanguardistas e povo independente ou se serão subjugados e escravizados. Acrescentaram também que constituem o problema vital que decide a vitória ou a derrota na confrontação com o imperialismo estadunidense e outras forças hostis.

Insistiram em que ter em mente a firme concepção do inimigo principal é a premissa para formar todo o exército e o povo como soldados valentes que derrotem sem piedade as forças hostis com as armas da revolução e a classista.

O movimento juvenil de alguns países socialista deram a séria lição de que se deve intensificar mais a educação classista e anti-imperialista entre as novas gerações a medida que mude as gerações da revolução, aclararam.

Destacaram a necessidade de consolidar mais monoliticamente a trincheira classista socialista como a fortaleza de inabalável convicção para coroar com brilhantismo a história de confrontação antiyanqui com a derrota final do imperialismo norte-americano e demonstrar claramente a justeza e a invencibilidade da causa socialista

RPDC realiza eleições para as assembleias populares locais

A República Popular Democrática da Coreia realizou no último domingo (19) eleições para as 28.452 vagas nas assembleias populares municipais, distritais, provinciais, das regiões especiais e cidades diretamente governadas.

O pleito teve ampla e entusiástica participação popular de 99,97% segundo o comitê central de direção eleitoral, sendo que só não conseguiram participar do pleito os cidadãos que estavam fora do país e os que estavam em alto-mar. O chefe de estado da RPDC Kim Yong-nam votou no subdistrito 62 do distrito 117 da cidade de Pyongyang. Votaram ainda os Presidentes dos CC do Partido Social-democrata da Coreia e do CC do Partido Chondoista Chong-u nos respectivos distritos.

Já Kim Jong-Un, primeiro-secretário do Partido do Trabalho da Coreia e comandante supremo do Exército Popular da Coreia votou no subdistrito 102 do distrito 107 da assembleia popular de Pyongyang e no distrito 102 da assembleia popular de Sosong. Revelou que votou em Pyongyang para Ho Myong Gum, condutora do batalhão da estação ferroviária de Pyongyang, pertencente a empresa de trólebus de Ryonmot, e o seu candidato de Sosong é Sin Sun Thae chefe da oficina de elaboração nº2 do complexo de locomotivas elétricas Kim Jong Thae.

Em todo o país, os eleitores da Coreia popular cumpriram o seu dever revolucionário de forma festiva e consciente em seus representantes nas assembleias populares locais, convictos e firmes na construção e consolidação do poder popular e do socialismo na Coreia, dando um exemplo firme de que a única e verdadeira democracia é a democracia proletária, o socialismo.

sábado, 18 de julho de 2015

Movimentos publicam sobre a situação dos Direitos Humanos na Coreia do Sul


Movimentos de defesa dos Direitos Humanos na Coreia do Sul publicou relatório sobre os crimes de lesa humanidade cada vez mais atrozes dos fantoches sul-coreanos. O relatório mostra que a Coreia do Sul é um dos países que mais descumprem os Direitos Humanos em todo o mundo e continua:

Agora, na Coreia do Sul retrocede a época tenebrosa fascista que supera o período da ditadura da “renovação” e a infame “lei de segurança” leva toda a sociedade grande inquietude e pavor.

As autoridades sul-coreanas perpetram a repressão medieval contra todas as pessoas incluindo os habitantes sul-coreanos, os compatriotas no estrangeiro e estrangeiros que produzem músicas, artigos, canções e panfletos que não lhes são de agrado.

Oprimem a luta dos sul-coreanos pelo direito de viver qualificando-a de “atividade ilegal” e lançam o tóxico liquido lacrimogêneo nos familiares das vítimas do acidente do barco “Sewol” e outros habitantes que demandam a averiguação da verdade do caso.

Na Coreia do Sul circula uma palavra de ordem segundo a qual a graduação na universidade é precisamente o desemprego, sendo que muitos jovens deixam de amar, casar e ter relações humanas, por tamanha a gravidade do problema do desemprego entre os jovens.

Também, as mulheres, as crianças, as pessoas com necessidades especiais e os idosos têm seus direitos violados pela sociedade.

Na Coreia do Sul se violam gravemente o direito a existência e a segurança de vida, os suicídios chegam a 40 por dia em media. A Coreia do Sul é conhecida mundialmente como o “reino dos suicídios”.

Ocorrem uma atrás da outra, grandes tragédias como do ferry “Sewol”, o desabamento de parte de um auditório em Kyongju, o incidente do choque de trens no metro de Seul e outros incidentes escandalosos que deixaram muitos mortos.

Nesses dias, o MERS se estende por toda a Coreia do Sul, contagiando mais de 180 pessoas, deixando 36 mortos e 15 mil em quarentena, devido a qual a Coreia do Sul está encurralada em pavor, ansiedade e estagnação.

A Coreia do Sul é uma sociedade colonial convertida num cenário caótico de lesa humanidade do imperialismo estadunidense.

Os soldados estadunidenses estupraram coletivamente uma mulher sul-coreana em plena luz do dia, agridem a população e até os policiais que entram em seu caminho. Inclusive ameaçam com armas taxistas que os cobram pelas corridas e disparam sem piedade nos transeuntes no centro de Seul. Mas os governantes fantoches toleram e amparam tais crimes contra o povo.

Os treinamentos de guerra anti-RPDC dos EUA, que se desenvolvem a cada dia, ameaçam sempre a segurança e o direito de viver dos sul-coreanos.

Recentemente, foi revelado que os EUA introduziu em segredo bacilos vivos de antraz nas bases da força aérea norte-americana em Osan na Coreia do Sul e fez experimentos de guerra bacteriológicas em Kunsan, Phyongthaek e outras, os quais causam grande indignação dentro e fora do país.

Com a conclusão do humilhante “tratado de livre-comércio” com os EUA e a abertura do mercado ao imperialismo, o bando sul-coreano aprofunda mais a dependência colonial pró-ianque de sua economia e vende sem excitação até o direito de viver da população.

Agora os fantoches sul-coreanos se entregam a vil campanha anti-RPDC difamando nossa dignidade e regime com o objetivo de lograr a ambição de “unificação mediante a fusão de regimes”.

Para esse fim, seguem soltando disparates tais como “gravidade dos Direitos Humanos” e “piora da qualidade de vida” para incitar a confrontação fratricida.

Organizam no interior e exterior do país reuniões internacionais, seminários, audiências, foto exposições, etc. Relativos ao inexistente “problema de Direitos Humanos do Norte” e apresentam como “testemunhas” as escórias humanas que fugiram pra Coreia do Sul para difamar e prejudicar a situação dos Direitos Humanos da RPDC.

Impuseram aos habitantes, proibição a acessos as páginas web da RPDC e censuram a sites da internet que apresentam a nossa realidade qualificando-os de “sites pró-Norte” insistindo que eles “são usados como aparato de propaganda do regime do Norte”.

Tais atos provocativos dos fantoches sul-coreanos consternam a todos os compatriotas e todo o mundo.

Mas, por mais que se entreguem a campanha de Direitos Humanos anti-RPDC, os fantoches sul-coreanos não poderão desonrar a superioridade de nosso governo socialista admirado em todo o mundo.

Pyongyang, 11 de julho ACNC

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Pescadores Norte-coreanos foram sequestrados pela Coreia do Sul


No dia 22 de Junho, 5 pescadores da RPDC zarparam com seu barco para pescar no mar. Durante a pesca, o barco enfrentou condições meteorológicas severas, o motor falhou ficando a deriva no mar. As correntes levaram o barco para águas sul-coreanas, onde foram capturados por um navio que os levou pra terra firme na Coreia do Sul. Na terça-feira (14), o governo fantoche da Coreia do sul liberou para voltarem a sua pátria 2 dos 5 pescadores por Panmunjom, retendo os outros 3 alegando que eles pediram “asilo político”, sem mostrar quaisquer provas que eles o realmente pediram.

Os familiares dos pescadores foram tentar obter noticias sobre seus parentes retidos com os representantes do governo fantoche da Coreia do Sul, mas além de não darem mais detalhes, disseram que não permitiriam que os parentes os vissem, o que os deixou revoltados. Os familiares não creem que seus parentes traíram a RPDC e exigem vê-los pessoalmente. (vídeo abaixo)

No ano passado outro barco de pescadores também ficou a deriva, foi levado pelas correntes marítimas até águas sul-coreanas, foram capturados por um barco da Coreia do Sul, e lá foram obrigados a pedir “asilo político”.

O governo fantoche da Coreia do Sul nessa ação criminosa para difamar e caluniar a RPDC, atenta contra os direitos humanos que eles fingem “advogar” ao separar os pescadores de suas famílias não dando direito a sequer se encontrar, mostrando a crueldade e frieza do covarde regime fantoche sul-coreano em sua insano intento anticomunista e pró-imperialista.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Porta-voz do departamento de politica da CDN da RPDC condena difamação de EUA e fantoches sul-coreanos


Nestes dias, Estados Unidos e seus lacaios acusam a cegas o Instituto de Biotecnologia de Pyongyang, base de pesquisa científica e produção da República Popular Democrática da Coreia, de “instalação ultramoderna de produção de bacilos de antraz de forte toxicidade” e de “fabrica de armas biológicas disfarçada de uma empresa civil”.

Os provocadores dos EUA difundem esse absurdo, segundo a qual a maioria das instalações do instituto mencionado anteriormente são mercadorias proibidas na exportação de materiais bioquímicos que definiu um “grupo” composto por mais de 40 países da União Europeia na década de 1980 e o instituto consta como “instalações de produção de bacilos de antraz regulares com possíveis usos militares” iguais as fábricas de armas biológicas do Iraque e da Ex-União Soviética.

Ainda por cima, caluniam dizendo que os “artigos de biotecnologia de ponta” da RPDC, cuja a tecnologia de produção é monopolizada somente por alguns países desenvolvidos no mundo, que são “armamentos ultramodernos de bacilos de antraz”.

Inventam sem nenhuma vacilação que o fato de que os produtos agroquímicos produzidos pelo instituto podem matar quase 100% das enfermidades e insetos nocivos incluindo carrapatos difíceis de exterminar, “tem em consideração os bacilos de antraz que podem matar até 900 mil pessoas com só 10 quilos de pulverização em zona de alta densidade populacional” e o “anuncio intencional da ‘instalação de bacilos de antraz’ foi feito pelo Norte para ameaçar os EUA e a Coreia do Sul”.

Sobre isso, o porta-voz do Departamento de Política do Comitê de Defesa Nacional da RPDC publicou no dia 13 uma declaração condenando que EUA prossegue com sua campanha hostil contra ela negando persistentemente até realidade evidente e continua:

Tudo isso se deve aos vícios deles habituados a conspirações e falsificações como meio de existirem.

Também o bando de Park Geun-hye adere ativamente a farsa provocadora dos EUA.

Esse é o destino dos fantoches que vivem sob a proteção dos EUA.

Os complôs e intrigas destinadas a exterminar a justiça e a verdade são os últimos esforços dos moribundos.

Agora, os EUA e os fantoches sul-coreanos devem ter em mente que as intrigas e complôs não podem deter a corrente da era da independência nem dar marcha ré na história, mas darão o golpe demolidor na Casa Branca e Chongwadae.

Os complôs e intrigas dos EUA e a horda sul-coreana de Park Geun-hye são uma farsa pueril ignorante e não podem resultar em outra coisa se não o fracasso.

Os que se desesperam por denegrir o prestígio da RPDC, desafiando a demanda da época, as aspirações nacionais, a justiça e a verdade, pagaram um preço caro.

Pyongyang, 13 de julho ACNC

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Fraternidade entre Kim Il Sung e Salvador Allende Gossens

 
Pyongyang, 8 de Julho ACNC

Entre numerosas personalidades de alto nível com quem o Presidente Kim Il Sung teve estreitos vínculos no caminho pela paz no mundo e a causa da independência da humanidade e ofereceu-lhes a nobre obrigação, figura o ex-presidente do Chile, Salvador Allende Gossens.

Depois de visitar vários países orientais e ocidentais para buscar a justiça e a verdade, Allende leu as obras do Presidente coreano, criador da ideia Juche, e decidiu encontrar-se com ele.

Durante sua visita a Cuba, ele disse aos jornalistas que encontrar-se com o Presidente Kim Il Sung era seu desejo.

Em 1969, 58 da Era Juche, o Presidente concedeu audiência a Allende de visita a Coreia, ocasião na qual lhe disse que se encontrou com um companheiro de armas que lutava na mesma trincheira contra o imperialismo e estava muito satisfeito por ter no Chile um amigo tão bom como ele.

Ao terminar a audiência, lhe disse tomando suas mãos que venha outra vez a Coreia e se torne amigo eterno na frente de luta anti-imperialista.

Depois de regressar a sua pátria, Allende elogiou o Presidente como a personificação da independência e da justiça e lutou tomando como verdade absoluta e lema de sua vida as nobres instruções dadas pelo Presidente sobre a revolução latino-americana.

Logo ao ser eleito como presidente do Chile, se empenhava pelos interesses e as demandas das massas populares trabalhadoras e pelo fim da dominação do capital monopolista nacional associado com o imperialismo e lutou heroicamente até o último momento da sua vida quando se deu um golpe de estado pelas manobras dos inimigos internos e externos.

Ao receber no caminho de uma visita de orientação a triste notícia da queda de Allende, o Presidente enviou em seu nome uma mensagem de condolências e uma coroa de flores a sua esposa e a embaixada chilena na Coreia, decretou dia nacional de luto e tomou as medidas funerais como a radioemissão de condolências, a publicação das declarações de distintos estratos, comícios, etc.

Convidou a comer os cônjuges do encarregado A.I. da embaixada chilena e ofereceu a irmã mais velha de Allende, que estava no exterior, assistência médica na Coreia.

Em 1974, se reuniu com o secretário-geral do Partido Socialista do Chile e sua comitiva, que estavam no exílio, ocasião na qual recordou que Allende lutou heroicamente e o povo coreano o considerava não só como herói do povo chileno mas também como o da classe operária do mundo inteiro.

Verdadeiramente, Kim Il Sung é o eterno sol da humanidade que viverá para sempre no coração dos combatentes anti-imperialistas.