sábado, 4 de julho de 2015

Presidente Kim Il Sung, afetuosa imagem

Já transcorreram 21 anos desde o falecimento do presidente Kim Il Sung (1912-1994), fundador da Coreia socialista.

Quando o evocamos, nos vem a memória antes de mais nada sua afetuosa imagem com um amplo sorriso no rosto.

O seu sorriso refletia a todo o momento quando falava com os camponeses, os operários, e até com os funcionários que sentiam peso na consciência pelos seus erros no trabalho, com os que haviam errado ante o país e o povo.

Seu sorriso tranquilizador que alegra a qualquer um, não era mais senão a expressão de seu amor mais sincero que estava num homem de extraordinário humanismo.

Por ter essa característica distinta, no longo tempo que conduzira a revolução coreana, que tinha que superar calado inimagináveis vicissitudes, contratempos, tristezas e dores, não mudou nenhuma vez sua expressão diante das pessoas. Sempre com o rosto sorridente tratou cordialmente as pessoas, que é sua singularidade, virtude mais bela.

Se mostrou afável não só com os norte-coreanos, mas também com sul-coreanos, compatriotas no estrangeiro e os tratou com franqueza, amabilidade e sem nenhuma formalidade, encantando-os.

“Me encontrei com muitos chefes de estado, mas com o Presidente Kim Il Sung nos entendemos e ficamos amigos quando nos vimos”, disse Tito, ex-presidente iugoslavo e um dos promotores do movimento dos não-alinhados, que sem razão especial no 85º ano de idade não foi pra nenhum outro país exceto a Coreia, geograficamente distante, para encontrar-se com o Presidente.

O presidente Kim Il Sung, prova de que forte afinidade que esse tinha.

Acima das diferenças ideológicas, politicas e religiosas, qualquer um que se encontrou ao menos uma vez com ele ficou encantado com a sua personalidade.

“O Presidente Kim Il Sung se mostrou sorridente em todo momento em que conversava, o qual me deu impressão de que tinha um bom coração.”, disse o presidente do subcomitê da Ásia e pacífico do comitê diplomático da câmara dos representantes dos EUA que como um político de um país hostil da Coreia, havia pela primeira vez visitado Pyongyang e encontrado com ele. Também Selig Harrison, acadêmico chefe da fundação internacional pela paz, instituto Carnegie que havia visitado ele, afirmou: “o Presidente Kim Il Sung era amável e possuía uma poderosa força de atração.”, “me atrevendo-me a avaliar o Presidente Kim Il Sung, queria manifestar que ele tinha um forte humanitarismo.”

Em 1994 Carter, ex-presidente estadunidense, que visitou a Coreia expressou: “fiquei muito comovido com o Presidente Kim Il Sung”, “ele era franco e modesto e a conversa com ele foi boa”. O pastor Billy Graham, ex-líder religioso estadunidense, afirmou que os que se encontraram diretamente com o Presidente Kim Il Sung, fosse quem fosse, puderam conhecer com clareza sua sincera humanidade.

Luise Rinser, a celebre escritora alemã, que encantada com o Presidente Kim Il Sung, quase todos os anos visitou a Coreia, manifestou que “o Presidente Kim Il Sung, queira ou não, é um ser divino”.

O Presidente Kim Il Sung, desde a libertação da Coreia (em agosto de 1945) da ocupação militar do imperialismo japonês até o último momento da sua vida (em Julho de 1994) viu mais de 70 mil estrangeiros de vários setores procedentes de 136 países, incluindo chefes de partidos e de estado, que unanimemente tem uma grande estima por ele. Isso se deve porque ele tinha não só extraordinária ideologia e capacidade de mando, mas também excepcionais qualidades que encantava a todos.

O Presidente Kim Il Sung com sua afetuosa imagem sempre viverá na alma de muitas pessoas do mundo.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Coreia Popular inaugura novas instalações de cooperativa agrícola


A Coreia Popular no seu inabalável desenvolvimento socialista inaugurou na segunda-feira (29) novas instalações da Fazenda Cooperativa especializada em verduras de Jangchon no distrito de Chadong na cidade de Pyongyang.

Em junho do ano passado, o Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia, Marechal Kim Jong Un, durante sua visita a fazenda cooperativa, deu a tarefa de convertê-la em modelo na produção de hortaliças em estufas.

Para alcançar esse fim foram remodeladas e construídas várias estufas cobrindo dezenas de hectares, uma escola técnica além de centro cultural, jardim de infância, berçário, centro desportivo e moderníssimas habitações contando com aquecedores solares e placas fotovoltaicas. Tudo isso entregue gratuitamente aos trabalhadores da Cooperativa.

Mesmo enfrentando um forte bloqueio econômico imposto pelo imperialismo, Coreia popular continua progredindo firme e forte no caminho socialista, aumentando e melhorando a produção de alimentos e de vários outros produtos, garantindo o bem estar dos trabalhadores que dirigem e constroem a RPDC sob a direção da Ideia Juche.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Comité Conjunto Nacional para Execução da Declaração Conjunta de 15 de Junho chama toda a nação

Pyongyang, 15 de Junho ACNC

O Comitê Conjunto Nacional para a Execução da Declaração Conjunta de 15 de Junho publicou no dia 14 um chamado a todos os coreanos no Norte, Sul e no ultramar com a decisão de eliminar todos os obstáculos no caminho da reunificação e abrir sem falta a segunda época da reunificação independente do 15 de junho, pelo 70° aniversario da libertação da Coreia.

O documento destaca que a aprovação da Declaração Conjunta de 15 de Junho foi um acontecimento que prometeu diante de toda a nação e ao mundo acabar com a hostilidade e a confrontação entre o Norte e o Sul e resolver de maneira independente o problema da reunificação do país com as forças unidas da nação coreana e que mudou totalmente as relações intercoreanas no  caminho da reconciliação, da cooperação, da paz, da reunificação e da prosperidade comum.

Entretanto, se nega abertamente o espírito das declarações conjuntas Norte-Sul e se interromperam até os contatos e viagens entre as entidades civis, ao contrário da aspiração de toda a nação a reconciliação e a unidade nacional, aponta.

A realidade do fracasso do ato conjunto nacional pelo 15° aniversario da publicação da Declaração Conjunta de 15 de Junho torna mais firme a vontade de toda a nação de abrir com as forças unidas a brecha da paz e da reunificação, assinala a nota e continua:

Resolvamos de maneira independente o problema da reunificação do país com as forças unidas da nação coreana, segundo a Declaração Conjunta Norte-Sul!

Retomemos e ativemos todos os movimentos pela execução da declaração que se realizava na época de 15 de junho!

Ativemos as viagens, o contato, a cooperação e o encontro da reunificação de todos os estratos, segundo o espírito das declarações Norte-Sul para religar os laços da nação!

Lutemos rotundamente contra qualquer intenção de violar a dignidade e a soberania da nação, negar a história da agressão e saquear nosso sagrado território!

Levantemo-nos unanimemente no movimento pela paz, contra a guerra, para deter todo tipo de atos hostis, os exercícios militares conjuntos e as manobras imprudentes de aumento das forças armadas que agravam a tensão militar e acarretam o perigo da guerra na Península Coreana!

Vamos juntos toda a nação no Norte, Sul e ultramar a superar as diferenças de grupo, lugar e ideal no princípio de priorizar a demanda e o interesse comum da nação e antepor a grande obrigação nacional!

Elevemos mais o papel orientador do Comitê Conjunto Nacional para a Execução da Declaração Conjunta de 15 de Junho, organização de solidariedade do movimento pan-nacional pela reunificação, para realizar a grande unidade da nação!

Desempenhemos ativamente vários contatos, intercâmbios e encontros de reunificação de vários estratos no “período do movimento conjunto 15 de junho-15 de agosto” para impulsionar a reconciliação, a unidade e a reunificação da nação e abrir a segunda época da reunificação de 15 de junho, segundo o acordo do Norte, o Sul e ultramar!

Escrevamos uma nova história das relações intercoreanas e abramos sem falta um amplo caminho para a reunificação independente neste ano significativo do 15° aniversario da publicação da Declaração conjunta de 15 de junho e do 70° aniversario da libertação da pátria, ao manifestar plenamente a firme vontade pela reunificação e do entusiasmo patriótico de toda a nação no interior e exterior do país!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Governo da RPDC chama para abrir ponto de virada nas relações Norte-Sul

Pyongyang, 15 de Junho ACNC

Pelo motivo do 15° aniversario da cúpula Norte-Sul celebrada pela primeira vez na história da divisão nacional e da publicação da declaração conjunta de 15 de junho, o governo da República Popular Democrática da Coreia publicou no dia 15 uma declaração.

A nota assinala que o dirigente Kim Jong Il preparou a Cúpula Norte-Sul em Pyongyang, em acato ao nobre propósito do presidente Kim Il Sung que dedicou toda a vida pela reunificação da pátria, aprovou e publicou a Declaração Conjunta de 15 de Junho, o qual foi um acontecimento histórico que traçou uma mudança transcendental na melhora das relações entre ambas partes da Coreia e no cumprimento da causa da reunificação da pátria.

A publicação da Declaração Conjunta de 15 de Junho permitiu a ambas partes da Coreia percorrer uma nova era para eliminar a desconfiança e a confrontação que perdurou por mais de meio e dirigindo-se a reconciliação, a unidade e a reunificação com as forças unidas nacionais, salienta e continua:

Se as relações inter-coreanas tivessem marchado ininterruptamente de acordo com a Declaração Conjunta de 15 de Junho, seriam alcançados relevantes mudanças e êxitos na solução do problema de reunificação, anseio nacional.

Mas, devido as manobras do bando conservador sul-coreano de Lee Myung Bak, que negou totalmente as declarações conjuntas Norte-Sul, as relações inter-coreanas retrocederam a era da confrontação do passado e se encontram hoje num dilema sem saída.

Com a vontade de salvar as relações inter-coreanas em grave crise e abrir um ponto de virada no caminho da reconciliação e da unidade nacional, o governo da RPDC esclarece sob autorização as seguintes posições:

1. Devem ter a firme posição de resolver o problema das relações Norte-Sul e a reunificação do país de forma independente com as forças unidas nacionais.

Isto é o espírito fundamental da Declaração Conjunta de 15 de Junho.

Ambas as partes coreanas devem resolver com forte espírito nacional e conforme os interesses e aspirações nacionais todos os problemas que se apresentam na melhora das relações inter-coreanas e na solução do problema da reunificação.

As autoridades sul-coreanas não devem recorrer a “cooperação internacional”, que entrega as forças  estrangeiras o problema nacional e prejudica a parte compatriota sob o amparo das forças estrangeiras, mas resolver o problema das relações inter-coreanas e da reunificação sob o ideal “entre nós, compatriotas”.

2. Não devem perseguir a “unificação mediante a fusão de regimes” que causa a desconfiança entre ambas as partes.

Dado que no Norte e no Sul existem diferentes ideais e regimes durante 70 anos, a unificação sob um único sistema não trará nada mais que a confrontação e a guerra. Na Declaração Conjunta de 15 de Junho, ambas as partes já haviam acordado fazer esforços pela reunificação reconhecendo a linha característica comum do projeto do Norte sobre o sistema federal em etapas sob a proposta da parte Sul sobre o sistema confederado.

As autoridades sul-coreanas devem conceber que a solução mais racional e realista para a reunificação é lograr a coexistência e a coo prosperidade de ambas as partes por cima das diferenças de ideológicas e de regimes.

3. Devem parar os exercícios de guerra anti-RPDC em conluio com os EUA.

Ao desenvolver incessantemente os simulacros conjuntos Key Resolve, Foal Eagle e outros exercícios bélicos anti-RPDC em conluio com os EUA, as autoridades sul-coreanas congelaram o fervor da nação pela reunificação e perderam boas oportunidades para a melhora das relações inter-coreanas.

Mas continuando tais provocações e ameaças militares, não se melhorará nunca os vínculos Norte-Sul e nem liberará a Península Coreana do perigo da guerra nuclear.

As autoridades sul-coreanas não devem entregar a vida e a segurança da nação aos invasores atuando como brigada de choque para o cumprimento da estratégia hegemônica dos EUA sobre a região da Ásia-Pacífico.

Não tem motivos para ficar inquieto pela força dissuasiva de autodefesa nacional de nossa parte que serve para defender a dignidade, a estabilidade e a paz da nação e não devem caluniá-lo nunca mais.

Devem deixar todos os exercícios militares de caráter agressivo junto com os EUA e dirigir-se a defender a paz e a estabilidade da Península Coreana com as forças unidas nacionais.

4. Devem preparar o ambiente favorável para a melhoria das relações inter-coreanas.

A calunia é um veneno que fomenta a desconfiança e a cólera entre os compatriotas e pode se estender ao choque físico e a guerra.

As autoridades sul-coreanas devem parar com todas as provocações que insultam e denigrem a RPDC, sem dizer de boca a “confiança” e a “melhora das relações bilaterais”.

Devem cancelar com audácia os aparatos jurídicos e institucionais que impedem os contatos, as visitas, o intercambio e a cooperação entre ambas as partes e criar o ambiente favorável a melhora das relações inter-coreanas.

5. Devem tomar as medidas praticas para executar as históricas declarações conjuntas Norte-Sul.

A Declaração Conjunta de 15 de Junho e a Declaração de 4 de outubro são acordos preciosos preparados na Cúpula Norte-Sul para o desenvolvimento das relações inter-coreanas e da coo prosperidade nacional e são promessas das autoridades Norte-Sul dadas ante a nação.

Se não cumprem as declarações conjuntas Norte-Sul e suspendem sua execução em favor da mudança de “poder”, não se resolverá nenhum problema nas relações inter-coreanas.

As autoridades sul-coreanas não devem dizer só com palavras que respeitam a Declaração Conjunta de 15 de Junho e a Declaração de 4 de outubro sem mostrar sua vontade com as ações praticas.

Devem ter em mente que eles mesmos estão no dilema de melhorar as relações inter-coreanas ou se enfrentar com a RPDC e sofrer com um fim trágico como seus antecessores.

É invariável nossa posição de lograr uma grande mudança nas relações Norte-Sul e abrir o amplo caminho para a reunificação independente.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Camarada Kim Jong Il, eterno dirigente do Partido do trabalho da coreia

Neste mês, faz 51 anos que o camarada Kim Jong Il, eterno Secretário-geral do Partido do Trabalho da Coreia começou seu grandioso trabalho no Comitê Central do Partido.

O Partido do Trabalho da Coreia tem como seu eterno Secretário-geral o camarada Kim Jong Il que faleceu inesperadamente em dezembro de 2011, o qual não é algo simbólico de modo algum.

A ideologia e a linha do camarada Kim Jong Il servem ao Partido do Trabalho da Coreia como eterno guia diretriz.

Desde que iniciara seu trabalho em 19 de junho de 1964 no Comité Central do Partido, se empenhou para aprofundar e enriquecer de acordo com as exigências da época e da revolução no desenvolvimento da ideia Juche do camarada Kim Il Sung, fundador da Coreia socialista.

Precisou esta ideia reitora do Partido como a integridade do pensamento, teoria e metodologia de Juche, fazendo grande contribuição ao campo da ideologia e teoria do Partido.

A comunidade internacional qualifica de eminente e grande homem o camarada Kim Jong Il, dirigente da República Popular Democrática da Coreia.
O camarada Kim Jong Il foi um destacado ideólogo e teórico.

Formulou a ideologia revolucionaria do Presidente Kim Il Sung, fundador da Coreia socialista, com a integridade das ideias, teorias e metodologia original.

Sua obra “Sobre a Ideia Juche”, é considerada por inúmeros partidários de sua ideologia, a Juche, como um documento de leitura necessária.

Enriqueceu e desenvolveu constantemente a ideologia Juche a altura da exigência da época e da revolução em desenvolvimento.

Apresentou a original filosofia da revolução, teoria de transformar toda a sociedade segundo os postulados da ideologia Juche, a da continuidade da causa revolucionaria, a do socialismo centrado nas massas populares, na construção do partido e das forças armadas revolucionarias, etc.., as quais abarcam tanto as estratégias para preservar a independência e soberania nacional, levar adiante e elevar a causa socialista com todos os campos da vida social: a política, a economia, a militar, a literatura, as artes, as ciências e o ensino.

Embora estando ocupado em orientar o país, e o povo, esclareceu integralmente os problemas teórico-práticos que requeria a realidade da época.

Na época da queda do socialismo nos países da Europa oriental quando este ideal estava sendo difamado, publicou trabalhos como “Lições Históricas da Construção Socialista e da Linha Geral de Nosso Partido”, “A Difamação do Socialismo Não Será Tolerada” e “O Socialismo é Ciência”, alentando e estimulando grandiosamente aos povos progressistas do mundo, dando contundentes golpes no imperialismo e renegados do socialismo.

De suas atividades teóricas, a de especial importância é o aprofundamento e desenvolvimento da ideia Songun (dar prioridade aos assuntos militares), emanada da ideologia Juche.

Ao fazê-lo à altura da nova época, ao defini-lo como a política fundamental do socialismo, preparou a firme garantia teórica que permitira que a causa socialista avançasse sempre vitoriosa por cima rigorosas circunstâncias e condições.

O camarada Kim Jong Il foi gigante na direção.

Logrou a unidade monolítica de toda a sociedade, nunca conhecida na história da política mundial.

Identificou plenamente a todos os membros da sociedade com a ideologia Juche e praticou políticas de virtudes e de magnanimidade, fazendo da tradicional unidade da sociedade coreana a ideio-volitiva, a ética e de obrigação moral.

Recorreu ao método de antepor com toda a segurança a formação ideológica as demais tarefas e despertar ideologicamente as pessoas para fazer qualquer coisa.

Lançando exortativas consignas que comovem as pessoas, anima os militares e outros setores do povo, logrando desenvolver com força vários tipos de movimentos massivos, pondo em pleno emprego a inesgotável iniciativa criadora das massas populares.

No século passado, a Coreia construiu o Complexo hidráulico do Mar Oeste com barragem de 8 quilômetros e defendeu firmemente o socialismo mesmo enfrentando bloqueio e sanções econômicas extremas das forças imperialistas e devastadoras catástrofes naturais, o qual se deve ao camarada Kim Jong Il que considerou importante o poderio da ideologia e o colocou em plena atividade. E também é a chave que permitiu terminar nos últimos três anos na Coreia a construção da Central hidrelétrica de Huichon, de grande dimensão, que requereria 10 anos.

Através da ininterrupta visita de trabalho, sempre se reuniu com as pessoas e compartilhou o mesmo destino, convocando-as energicamente a realização da causa socialista.

Começou na direção sobre a revolução adiante Songun por uma visita de orientação, em 25 de agosto de 1960, a uma unidade do Exército Popular da Coreia, não deixando de encontrar-se com os militares e civis mesmo nos domingos e festas, inclusive em seus aniversários.

Sua extraordinária capacidade de mando e apaixonada direção lograram que a Coreia se tornasse um poderoso país ideológico, político e militarmente e registrando a cada dia maravilhoso progresso na construção econômica.

O camarada Kim Jong Il foi gigante na política de independência.

Seguindo sua ideia e iniciativa, foi publicada em nome de dezenas de partidos políticos aspirantes ao socialismo, no final do século passado quando o socialismo foi derrubado em vários países, uma declaração, a de Pyongyang, “Defendamos e Fazemos Avançar a Causa Socialista”, a qual desempenhou um grande papel em prevenir um estancamento do movimento socialista e construí-lhe um novo auge no mundo.

O socialismo, longe de ser extinto tal como os imperialistas cacarejavam, se propagou por vários países da América Latina qualificada como quintal dos Estados Unidos.

É natural que o povo coreano o tenha como seu grande pai, como seu eterno dirigente.

Hoje, o camarada Kim Jong Un Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia dirige sabiamente a luta do Partido do Trabalho da Coreia, o exército e o povo pela construção de um país socialista, poderoso e próspero, e pela reunificação do País.

O camarada Kim Jong Il vive sempre junto com o invencível Partido do Trabalho da Coreia encabeçado pelo camarada Kim Jong Un.

sábado, 6 de junho de 2015

Comité norte-coreano para a execução da declaração conjunta denuncia autoridades sul-coreanas

Pyongyang, 6 de junho (ACNC)

Neste ano do 15° aniversario da publicação da Declaração Conjunta de 15 de Junho e do 70° aniversario da libertação da pátria, os comitês do norte, sul e ultramarinos para a execução da Declaração Conjunta de 15 de Junho acordaram celebrar com significado político os atos conjuntos nacionais com grandes festivais pan-nacionais e a discussão dos assuntos em geral desde os primeiros dias do ano em curso.

Entretanto, as autoridades fantoches do sul, que vinham negando a dita declaração e rechaçado sua execução, orquestraram abertamente a jogada de estorvar de antemão a celebração desses atos dizendo que permitiriam os atos como resultado do contato do trabalho tripartite.

Intrometendo-se no debate do trabalho das entidades civis do norte, sul e ultramar para o consentimento dos atos conjuntos, as autoridades fantoches do sul impuseram aos comitês preparatórios do sul a mudança de lugar dos atos já acordados e a “não politização” dos atos para frustrá-los.

Respondendo no dia 5 a pergunta formulada por um repórter do ACNC, o porta-voz do comitê do norte para a Execução da Declaração Conjunta do 15 de Junho qualifica tais atitudes como desafio brutal as aspirações e ao desejo de todos os compatriotas e um intolerável ato criminoso antinacional e prossegue:

Os fantoches sul-coreanos impediram vilmente a celebração desses atos falando ruidosamente da “não politização” dos atos, com o qual demonstraram seguramente que eles mesmos não tem a vontade de executar as declarações inter-coreanas.

Como resultado, não se realizou mais o debate de trabalho entre as entidades civis do norte, do sul e do ultramar e essas três partes se viram obrigadas a celebrar separadamente os atos.

Ao deixar intactos aos traidores servis as grandes potências como Park Geun-hye que perseguem a confrontação fratricida, é impossível melhorar as relações inter-coreanas nem evitar a guerra.

Não evitarão a censura e a condenação de todos os compatriotas aos fantoches que frustraram os atos conjuntos nacionais de 15 de junho e levam a fase catastrófica as relações inter-coreanas.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

MINREX denuncia novo disparate anti-RPDC de secretário de estado de EUA

Pyongyang, 20 de maio ACNC

A respeito que os Estados Unidos acusa a República Popular Democrática da Coreia a fim de acabar com sua situação trágica causada pelo fracasso total da política hostil a esta, o porta-voz do ministério de relações exteriores da RPDC publicou no dia 20 uma declaração.

No passado dia 18, o secretário de estado norte-americano, Kerry, em visita a Coreia do Sul, caluniou a RPDC dizendo que ela aumenta a ameaça perseguindo continuamente o desenvolvimento das armas nucleares e misseis balísticos, e que é necessário intensificar a pressão internacional anti-RPDC para fazer-lhe mudar suas ações e a comunidade internacional deve fazer frente a um estado que comete ataques cibernéticos, assinala o documento e prossegue:

Ele pretendeu manchar o prestígio da RPDC e justificar o alvoroço da pressão de direitos humanos anti-RPDC disparatando que “o governo da Coreia do Norte é um dos mais virulentos que depreciam os direitos humanos e aos seres humanos”.

Tais disparates de Kerry não passam de esforços agônicos para contornar a culpa da ruptura das relações RPDC-EUA atualmente, é uma queixa de vencido que reconhece o fracasso total da política sobre a RPDC da administração Obama.

Os EUA já perderam a qualificação para falar de dialogo e do problema nuclear, devido a suas anacrônicas manobras de aplainamento anti-RPDC.

No passado, a RPDC preparou várias oportunidades para realizar a desnuclearização da península coreana, mas os EUA desperdiçaram todas as ocasiões sem abandonar até o fim a inveterada política hostil contra ela.

Embora em janeiro passado, a RPDC demonstrou a disposição de interromper os testes nucleares se EUA cessasse os exercícios militares conjuntos de caráter provocativo contra ela, este o negou perdendo até a última oportunidade para a solução do problema nuclear.

Enquanto EUA não abandonar o arraigado sentimento de veto e a política hostil contra a RPDC, não fará nenhum avanço nas relações entre ambos os países.

Para mudar a corrente da atualidade em que segue o círculo vicioso de confrontação e agravamento de tensão, EUA deve se corrigir radicalmente o seu ponto de vista sobre a RPDC.

A administração Obama desaparecerá da cena deixando como “herança”, ou seja como autor, a frustração cabal da desnuclearização da península coreana e o agravamento da situação da península.

EUA deve ter em mente que quanto mais ofensivo for com a RPDC, mais ofensiva ela será.

Lançamento de prova de projetil balístico é Exercício de soberania, aponta DP de CDN de RPDC

Pyongyang, 20 de maio ACNC

A respeito que os reacionários norte-americanos, japoneses, sul-coreanos e outras forças hostis questionam cada dia o lançamento de prova de projétil balístico de submarino estratégico da República Popular Democrática da Coreia, o porta-voz do departamento de política do comitê de defesa nacional da RPDC publicou no dia 20 uma declaração expondo a posição de princípios do exército e do povo coreano.

Não podemos fazer vista grossa as más-línguas e a atitudes provocativas das forças hostis que questionam tanto a medida de fortalecimento da capacidade de autodefesa de um estado soberano, assinala a nota e continua:

O lançamento de prova de projétil balístico de submarino estratégico da RPDC é uma parte de suas medidas para o fortalecimento da capacidade de autodefesa nacional, de acordo com a linha de desenvolvimento paralelo da construção dos meios de ataque estratégicos.

Já faz muito tempo a RPDC realizou a minimização e a diversificação dos meios de ataque nuclear.

Não ocultamos qual o nível intelectual e de precisão dos foguetes de longo alcance, para não falar dos outros de médio e curto alcance, podem garantir uma ótima porcentagem de impacto.

Não podemos renunciar o fortalecimento da capacidade de autodefesa nacional, mesmo que alguém o acuse de “provocativo” e demande “suspendê-lo” porque é um exercício da soberania nacional.

No mundo atual seguem a “ameaça” e a “chantagem” anti-RPDC de EUA e outras forças hostis e se tornam cada dia mais abertas suas agressões e manobras gangisteris tendendo a “derrubar o regime” norte-coreano.

Em tal circunstância, o plano de fortalecimento da capacidade de defesa nacional de nosso exército e povo, aumentado para fortalecer a defesa nacional do país e defender a segurança e a dignidade da nação, se promoverá vertiginosamente sem qualquer vacilação.

EUA e outras forças hostis servis ao império não devem questionar atrevidamente como “provocativo” e “ameaçador” todas as medidas da RPDC pelo fortalecimento da capacidade de autodefesa nacional.

A RPDC tem a posição de não tolerar nunca o proceder dos EUA e de seus satélites que questionam o lançamento de prova do projétil balístico de submarino estratégico como “provocativo” e “ameaçador” a paz da região tomando como “norma” a “resolução” do conselho de segurança da ONU.

É porque o CS da ONU se converteu num aparato que atua segundo o despotismo e as arbitrariedades dos EUA esquecendo sua missão de assegurar a paz e a segurança do mundo e seu dever escrito na Carta que abandonou por si mesmo a imparcialidade, o equilíbrio, os princípios de respeito e de não intervenção nos assuntos internos.

Os reacionários yanques e japoneses, inimigos jurados do povo coreano, os fantoches sul-coreanos e todas as forças sujas não devem esquecer nem um momento que nossos poderosos meios de ataque preparados para frustrar as manobras dos agressores que tem a ilusão da “derrubada do regime” apontando nosso sagrado território, mar e espaço aéreo jurisprudenciais e para defender a dignidade e a soberania da nação, estão em estado de guerra para atirar balas certeiras em qualquer lugar tanto pela frente e pelo flanco como pela retaguarda.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Associação de amizade Coreia-Japão denuncia repressão política anti-Chongryon

Pyongyang, 14 de março ACNC

No dia 12, os reacionários japoneses mobilizaram os gangsters da polícia da prefeitura de Kyoto e dos departamentos de Kanagawa, Yamaguchi e Shimane, prenderam em plena luz do dia os 3 funcionários da Chongryon (Associação Geral de Coreanos no Japão) e registraram a força a casa dos detidos.

Em uma declaração no dia 14, a Associação de Amizade Coreia-Japão denunciou rotundamente a repressão desumana sem precedente dos reacionários japoneses contra a Chongryon e os coreanos residentes no solo japonês.

Através do presente caso, o país ilha mostrou o verdadeiro aspecto do país bárbaro e o estado banditista, caindo a máscara de “estado constitucional” e “estado democrático”, adianta o documento e prossegue:

As autoridades policiais do Japão dizem que os funcionários detidos estão vinculados com a “violação de lei comercial” ao “importar para o Japão cogumelos de pinheiros produzidos na RPDC”. Mas isso não passa de uma mentira e uma invenção sem fundamento legal.

Desde os primeiros dias da fundação da Chongryon até hoje, os reacionários japoneses não cessaram as manobras contra a Chongryon e os coreanos residentes no Japão, que se tornam agora mais brutais e frequentes.

As autoridades japonesas tentam preparar o trampolim favorável a realização da ambição de converter a seu país em uma potência militar com a emenda da “diretriz de cooperação de defesa EUA-Japão”, por uma parte e por outra, tratam de exterminar a Chongryon, entidade dos cidadãos da RPDC no Japão, somando-se a política hostil de EUA anti-RPDC.

Más mesmo com a enlouquecida repressão dos reacionários japoneses contra Chongryon e os coreanos residentes no Japão, que se valem de mentiras e invenções, não podem deter as justas atividades de Chongryon.

As autoridades japonesas devem cessar a repressão política anti-Chongryon e a violação de direitos humanos contra os coreanos residentes no Japão e libertar de imediato os presos políticos.

domingo, 10 de maio de 2015

Desenvolvimento espacial com fins pacíficos é direito legítimo da RPDCoreia, aponta ANDE

Pyongyang, 8 de maio ACNC


O desenvolvimento espacial é o espírito inflexível da Coreia da era Juche, a aspiração a prosperidade e a demonstração de força inesgotável para superar o nível mundial.
 

Mas os EUA, cheio de injustiça e teimosia, e seus satélites hostis induzem em erro a imparcial opinião pública do mundo com seus sofismas e opiniões injustas.

Uma delas é a cimas de que a construção do Centro de Controle Geral de Satélites da Administração Nacional de Desenvolvimento Espacial da República Popular Democrática da Coreia é uma “parte dos preparativos do iminente lançamento de misseis balísticos” e uma “provocação que infringe a paz e a segurança mundial” e “agravará o conflito com a comunidade internacional”.

Para piorar, eles dizem sem escrúpulos que a “capacidade de controle de lançador de satélite artificial é precisamente a de controle de misseis nucleares” e a RPDC “tentará usar como carta(...) para as negociações com os EUA”.

Acostumados a vetar a RPDC, a mentir e com mania de perseguição, advogam por incluir o Centro de Controle Geral de Satélites na lista de sanções da ONU, descrevendo-o como “instalação de controle de misseis balísticos de longa distância” e “estabelecimento disfarçado” para o desenvolvimento de misseis.

Em respeito disso, o porta-voz da Administração Nacional de Desenvolvimento Espacial da RPDC publicou no dia 8 uma declaração que expôs a seguinte posição de princípios da sua entidade:
 

Nada deve acusar mais ou interpretar erroneamente, nem falar a seu capricho sobre o justo desenvolvimento do cosmos da RPDC.
 

Alcançar a sofisticação tecnologia no domínio do desenvolvimento do cosmos é um importante trabalho que nossos cientistas, técnicos e operários realizam com dignidade e honra a nação.

Si EUA e outras malignas forças seguidoras armam alvoroços desnecessários dando as costas a realidade, isto se considerará como um vão ladrar de um cachorro.

Lançar ininterruptamente satélites com fins pacíficos no tempo necessário e no tempo fixado é a invariável posição da RPDC.

Lançar ao cosmos satélites artificiais fabricados com nossas próprias forças e tecnologias é nosso direito independente.

Mesmo que as forças hostis nos desafiem, os satélites da Coreia da era Juche seguirá sendo lançado ao cosmos no tempo e no lugar exigidos pela direção suprema da revolução coreana.

Se elevará cada dia mais o prestígio digno da RPDC, fabricante e lançadora de satélites, independente que alguém o reconheça ou não.

O desenvolvimento cósmico com fins pacíficos é o justo direito da Coreia de Songun optado pelo partido, o exército e o povo da RPDC.

Não mudará nunca a posição da RPDC, fabricante e lançadora de satélites mesmo que EUA e outras forças hostis neguem, e não será abandonado o desenvolvimento cósmico com fins pacíficos que se promovem segundo a ambiciosa meta estabelecida, mesmo que alguém negue.

Reafirmamos que nossos satélites seguirão sendo lançados ao céu de nosso planeta levando o temperamento inflexível da inteligente nação coreana e fazendo minúsculas as manobras das forças hostis.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Coreia em festa comemora o 103º aniversário de Kim Il Sung

Foi marcada com grande gala as comemorações em Pyongyang e em toda a Coreia do 103º aniversário de Kim Il Sung.

Entre as várias atividades realizadas o Marechal Kim Jong Un, máximo líder do pais, além de homenagear seu avô e ao seu pai Kim Jong Il no Memorial Kunsussan, recebeu na sede do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia cientistas, técnicos, operários e funcionários da fábrica de aviões que contribuíram para o aumento da produção de aviões.

Apontando que a construção de aviões ao estilo coreano é digna de orgulho de toda a Coreia socialista e uma vitória conquistada para homenagear os grandes líderes imortais e seus méritos acumulados no desenvolvimento da indústria aérea nacional para edificar um Estado próspero Kim Jong Un cumprimentou e parabenizou por seus méritos a todos os que participaram da fabricação dos aviões com recursos genuinamente nacionais.

Essa vitória demonstrou também a justeza e vitalidade da ideia do PTC de alcançar níveis sofisticados de poder da ciência e da técnica de Juche com competitividade mundial, assentando-se assim as bases para se desenvolver rapidamente a indústria aérea nacional. Ao trabalhar com o espírito Kunjari da década de 1950 vocês comprovaram que uma decisão tomada pela Coreia, se cumpre, e prepararam assim esse presente neste ano em que comemoramos os 70 anos de fundação do Partido do Trabalho da Coreia, afirmou também Kim Jong Un.

No imponente Palácio da Cultura do Povo foi oferecido um grande banquete comemorativo ao aniversário de nascimento do grande líder Kim Il Sung aos quadros de direção do Partido e do Estado, aos presidentes dos partidos amigos, membros das forças armadas, do Conselho de Ministros, das entidades de massas, à delegação da Associação de Coreanos Residentes no Japão, aos delegados da Associações de Coreanos de Ultramar, representantes diplomáticos de vários países, adidos militares, associações internacionais e hóspedes estrangeiros que contou com a participação de Kim Yong Nam, presidente da Assembleia Popular Suprema que se fez acompanhar por Pak Pong Ju entre outros destacados membros do governo.

Ao fazer uso da palavra o Ministro Choe Thae Bok, membro do Bureau Político do Comitê Central e do Secretariado do C.C. do PTC afirmou que na história política da humanidade não houve um tão jovem líder e decano político tão eminente e extraordinário com o Presidente Kim Il Sung que personificou no mais alto nível as características e qualidades de grande homem que dirigiu a revolução desfrutando de absoluto apoio e confiança do povo. Graças a nobre obrigação moral revolucionária do Dirigente Kim Jong Il e do PTC, o Presidente Kim Il Sung vive para sempre como sol de Juche e como eterno Presidente da República Popular Democrática da Coreia. Junto com a era da Ideia Juche continuam a sagrada vida e história revolucionárias do Presidente, sublinhou. E ergueu um brinde em honra do grande líder traduzindo o sentimento unânime dos oficiais e soldados do Exército Popular da RPDC, do povo coreano e da humanidade progressista do mundo.

Choe Thae Bok reafirmou também a posição do Partido do Trabalho da Coreia e do governo da RPDC de acelerar com vigor os trabalhos pela causa da reunificação da Pátria em acato ao legado dos grandes líderes do país e esforçar-se ativamente para a realização da independência do mundo e pela prosperidade da humanidade.

Foram realizadas também como parte das comemorações da importante data, manifestações culturais de massas nas ruas de Pyongyang e outras cidades, apresentações teatrais, o Festival Cultural Internacional Abril em Primavera, apresentações de concertos, comemorações em órgãos de governo, nos sindicatos, na Juventude Kim Il Sung, na Associação Democrática das Mulheres da Coreia e outras instituições da sociedade civil. Banquetes foram oferecidos pelas embaixadas de vários países acreditados na RPDC em homenagem ao grande líder Kim Il Sung.

Em muitos países do mundo o aniversário de Kim Il Sung é comemorado com inúmeras atividades. No Brasil um grande ato comemorativo será realizado em Goiânia no próximo dia 27 de abril com abertura de exposição de Arte Coreana na Assembleia Legislativa de Goiás e lançamento do livro de Kim Il Sung Memórias No Transcurso do Século volume 3 publicado em português pela editora Alfa Ômega.

ROSANITA CAMPOS

Fonte: Jornal Hora do Povo

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Camarada Kim Il Sung, eterno sol do Juche


Kim Il Sung, fundador e presidente da república popular democrática da Coreia, é enaltecido como eterno sol do Juche pelos povos progressistas.

Apresentou a ideia Juche, grande ideia reitora da causa da independência.

Nos anos 1920 no mundo, a luta revolucionaria da classe operaria contra a exploração do capital e a libertação das nações oprimidas contra a dominação colonial do imperialismo alcançava brusco auge. Também na Coreia sob a ocupação militar do imperialismo japonês o movimento de libertação nacional antijaponês entrava numa fase nova e maior número de diversos setores se engajavam na luta.

Justamente nisso Kim Il Sung que havia empreendido a luta revolucionaria para liberar o país , a nação, mas buscava um novo caminho da revolução, concebeu a ideia de que o dono desta são as massas populares e que fazer com suas próprias forças e se apoiar nelas, e na conferência de Kalun de junho de 1930 a enunciou, e a partir dela, iluminou o caminho da revolução coreana, o qual constituiu a declaração de apresentação da ideia Juche, um acontecimento histórico.

Com a criação da mencionada ideia se abriu uma nova era histórica, a da independência, na que as massas populares que outrora aceitavam a escravidão como seu destino e estavam fora da historia, se fazem donas do mundo e de seu destino e orientam de maneira independente e criadora a era e a revolução.

A declaração de Pyongyang adotada na conferência mundial da ideia Juche efetuada com solenidade em abril de 2012 pelo centenário de Kim Il Sung, estipula:

“hoje a ideia Juche enraizada no fundo do coração dos povos progressistas do mundo se faz uma reconhecida ideia reitora que representa nossa era e todas as históricas da humanidade.
Triunfará indubitavelmente a luta das massas populares por construir sob a bandeira da ideia Juche um novo mundo independente, livre da dominação e da submissão, da ingerência e pressão.”

Kim Il Sung praticou a política Songun (priorizar os assuntos militares), estreou a causa da independência e conduziu-a a vitória.

No dia 25 de abril de 1932, foi fundada a guerrilha popular Antijaponesa (antecessora do exército popular da Coreia), a força do fuzil derrotou o imperialismo japonês e libertou o país, para logo construir um partido e um estado.

Defendeu fidedignamente a soberania nacional na guerra da Coreia (1950-1953) que estourou com a invasão dos Estados Unidos, o qual ocupa um lugar singular na sua direção sobre a revolução sob a política Songun. Valendo-se de destacada ideia militar, estratégias e táticas, conduziu o exército e o povo da Coreia até a vitória, derrotou pela primeira vez na história os EUA, que se vangloriava de sua “supremacia” no mundo.

Também durante a reconstrução do pós-guerra e a revolução e construção socialista sempre executando a linha de conceder importância ao fuzil, ao militar, levantou um poderoso estado socialista, plenamente soberano na política, auto-sustentando-se na economia e auto-defendendo-se na segurança nacional.

As grandes vitórias e êxitos que ele logrou aplicando a política Songun na direção da revolução: duas guerras revolucionarias contra as potências imperialistas estadunidense e japonesa, duas revoluções sociais (a democrática aintiimperialista e antifeudal e a socialista) e a construção socialista em várias etapas, estimularam com força a luta dos povos revolucionários pela independência. Os países da África (anteriormente considerado “continente colonial” “continente obscuro”) alcançaram sua independência nacional e entraram na construção de uma nova sociedade e também na América latina, que consideravam como “feudo hereditário” e “quintal” dos EUA, se desenvolve em grande escala a luta aintiimperialista e de independência e pelo socialismo.

Kim Il Sung abriu uma nova era de desenvolvimento das relações internacionais baseadas na independência.

Definiu manter a independência como o princípio fundamental das relações estatais e o exercício da plena igualdade e soberania nas atividades exteriores, como uma lei imutável.

Seus princípios e vigorosas atividades lograram que a declaração da conferência dos delegados dos partidos comunistas e operários dos países socialistas de novembro de 1957 definira a completa igualdade e independência, o respeito mutuo e a não ingerência nos assuntos internos e a cooperação amigável como princípio que os partidos revolucionários deveriam manter em sua inter-relações e a da conferência dos delegados dos partidos comunistas e operários dos países de novembro o reafirma e o reitera.

Kim Il Sung orientou o país que exercera com todo direito sua soberania na solução de qualquer problema internacional.

Em 1962 quando os EUA criou a crise dos misseis contra Cuba e também em 1964 quando o imperialismo fabricou o incidente do golfo de Tonkin contra Vietnã, não mudou suas convicções de uma hora pra outra nem seguiu a posição das potências, mas manteve a independência e manifestara sua posição de princípios a respeito.

Kim Il Sung foi o mais íntimo camarada e amigo dos revolucionários e personalidades progresistas de todo o mundo. Durante sua existência se encontrou com mais de 70 mil estrangeiros, incluindo chefes de partido, estado e governo de 136 países e discutiu com sinceridade junto com eles sobre os temas de maneira independente os processos revolucionários e da construção de um novo mundo, independente. E vários povos que passavam contratempos e dificuldades na construção de uma nova sociedade ou eram vítimas das invasões e interferências imperialistas, ele não excitou em ajudá-los espiritual e materialmente.

Kim Il Sung que abriu a era da independência e consagrou toda sua vida para o vitorioso avanço da causa da humanidade pela independência vive como eterno Sol do Juche no coração de todos os que clamam a independência.