quinta-feira, 7 de julho de 2016

O Líder e o povo


Se passaram 20 anos desde que faleceu o grande camarada Kim Il Sung. O povo coreano guarda profundamente em sua memória sua vida revolucionária dedicada ao povo.

O povo é céu e professor

Iminwichon (considerar o povo como o céu) era a teoria e máxima de Kim Il Sung, sua firme crença política e seu princípio básico da vida.

Ele acreditou que à margem do povo é inconcebível tudo, ou seja, a Filosofia, a Economia, a Literatura, etc., e que não nada irrealizável se confiar nele ainda que se apresentem tarefas difíceis e complicadas.

No começo de suas atividades revolucionárias concebeu a Ideia Juche de que as massas populares são artífices da revolução e sua construção e possuem a força capaz de impulsioná-las e, apoiando-se em sua inesgotável força, conduziu vitoriosamente as duas guerras e restaurações, as duas etapas da revolução social e a construção socialista.

Tomou com sua invariável convicção o princípio de que o povo é a razão de existência do partido, Estado e exército e aplicou plenamente a política de valorização daquele. Por esta razão, numerosas organizações e estabelecimentos como órgãos estatais, econômicos e culturais e hospitais levam o nome de “povo”, para não falar dos casos do país e das forças armadas. O fato de que se estabeleceu o regime socialista centro nas massas populares onde estas são donas de tudo e tudo está a seu serviço é o resultado do sublime conceito do Presidente sobre as mesmas.

Sempre entre o povo
Kim Il Sung sentiu sua maior alegria compenetrando-se com a população e durante toda sua vida realizou incessante visitas de trabalho em seu benefício.

Nesta trajetória, ora empurrou o carro afundado no lamaçal para continuar a viagem, ora entrou no arrozal inundado para analisar o trabalho de ar, ora se internou na galeria de uma mina onde caíam gotas de água para reunir-se com os mineiros. Caminhando ao longo do caminho acidentado, ele escolheu o terreno do reservatório de uma fazenda e abriu uma estrada na zona pantanosa para arar.

Nas fazendas debateu com os camponeses sobre os métodos de cultivo ajudando-os a transplantar mudas de arroz e outras tarefas, e nas fábricas tratou com simplicidade aos operários, tomando suas mãos empoeiradas. Em uma ocasião adiou uma reunião de consulta com funcionários diretivos para conversar com os trabalhadores e escutou as opiniões firmes das mulheres e as anotou em seu caderno.

O percorrido por ele desde a libertação do país até os últimos momentos de sua vida chega a 578 mil quilômetros. Assim sua abnegação e direção em benefício do povo trouxeram um grande salto na construção socialista e abriram uma nova era da prosperidade do país.

Pai do povo
Nascido em uma pobre família camponesa, Kim Il Sung cresceu experimentando na própria pele o que padeciam os trabalhadores agrícolas. Sempre prestava profunda atenção na vida da população, dizendo que o maior desejo que teve em sua vida era fazê-la desfrutar de uma vida feliz em casa de telhas, alimentando-se de arroz e sopa de carne e vestindo trajes de seda.

Seu amor ao povo chegou a todos os rincões do país.

Durante sua passagem pelas fábricas se informava sobre as condições da vida dos operários antes de analisar o estado de produção, e nos campos se inteirava, antes de tudo, sobre o rendimento em dinheiro dos camponeses. 

Em sua vista aos lares dos trabalhadores se interessava até pelos detalhes de sua vida econômica destapando tigelas de cereais e potes ou saboreando massas e molhos feitos de soja. Houve casos em que esperou até o amanhecer um camponês que dormia, no pátio de sua casa, e abriu lancheiras dos alunos que iam à escola, para conhecer a situação de sua vida.

Graças a seu amor e solicitude se levantaram em toda parte numerosas criações à serviço do povo e se aumentaram notadamente as riquezas do país.

Hoje os coreanos vivem felizmente disfrutando dos benefícios sociais como a assistência médica e a educação gratuitas e exercendo a liberdade e os direitos autênticos como donos do poder estatal e dos meios de produção em todos os setores político, econômico e social.

Portanto, recordam com profunda emoção as eternas proezas realizadas por Kim Il Sung pela causa do povo e o enaltecem como Líder do povo, como eterno Sol.
Do Naenara

sexta-feira, 1 de julho de 2016

MINREX condena hostilidades contínuas dos Estados Unidos


O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia publicou no dia 29 a seguinte declaração:

Prosseguem os atos hostis dos EUA que querem criar um ambiente internacional de pressão contra a RPDC questionando as medidas de autodefesa desta para elevar a capacidade de defesa nacional.

Os EUA acusam o lançamento da prova de “Hwasong-10”, foguete balístico estratégico terra-terra de médio e longo alcance, descrevendo-o como “provocação”, “ameaça” e “violação”. Mas, na realidade, os EUA é o autor que provoca e ameaça a RPDC e viola flagrantemente a lei internacional.

Significa uma provocação a entrada no Sul da Coreia e seu contorno do submarino nuclear Mississippi, os bombardeiros estratégicos B-52H e outras muitas propriedades estratégicas dos EUA e a ameaça está nos sucessivos exercícios de guerra nuclear para atacar a RPDC que tem lugar sob o rótulo da “operação de decapitação”, que toma como objetivo a Direção da RPDC, e a “ocupação de Pyongyang”, etc.

Como já esclarecemos na carta enviada ao Secretário Geral da ONU, onde está a lei internacional que estipula que a prova nuclear e o lançamento de foguete balístico constituem ameaça para a apz e a segurança do mundo?

Estamos tomando medidas para o fortalecimento do dissuasivo nuclear ante os EUA que recorrem à ameaça nuclear e provocação contra nosso país violando flagrantemente a Carta da ONU e as leis internacionais. Isto é um natural e justo procedimento de auto defesa.

Por esta razão, não causa boa imagem na arena internacional o escândalo que é armado pela Casa Branca, o Departamento de Estado e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Então, os EUA lançam agora a campanha internacional para expressar "preocupação" pelo lançamento de "Hwasong-10" instigando seus países satélites.

Alguns países se somam "publicando a posição" sem critério próprio e com atitude confusa.

Assim eles não sabem guardar o decoro de Estado soberano e cometem tal ato totalmente inútil para a paz e a segurança da Península Coreana.

Observamos a conduta miserável destes países.

A responsabilidade das catastróficas consequências recairá totalmente sobre os EUA e seus satélites.

É absurda a atitude dos EUA que menciona o problema do diálogo, enquanto que, por outro lado, obstina-se na campanha internacional para isolar e esmagar a RPDC.

A política de hostilidade não é compatível com nenhum diálogo. Esta é a posição do nosso país.

Daqui por diante, a RPDC fortalecerá continuamente no quantitativo e qualitativo o dissuasivo nuclear auto defensivo em correspondência às hostilidades dos Estados Unidos.

Da KCNA

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Sobre a Ideia Juche - Kim Jong Il



A obra "Sobre a Ideia Juche" do revolucionário coreano Kim Jong Il, publicada originalmente em 1982 trata-se de um texto fundamental para a compreensão do grandioso processo revolucionário desenvolvido na Península Coreana sob a liderança do camarada Kim Il Sung. Nesta obra, Kim Jong Il demonstra como a Ideia Juche se desenvolveu, a partir dos princípios do marxismo-leninismo aplicado à realidade coreana, e como pode elevar-se a um novo patamar, como a ideologia dirigente da Revolução Coreana. A publicação conjunta do selo Edições Nova Cultura e do Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil visa dar mais uma contribuição para a compreensão da valorosa experiência da República Popular Democrática da Coreia, que segue até hoje levantando a bandeira do socialismo e da autodeterminação dos povos na luta anti-imperialista.

Veja mais sobre a edição neste link: goo.gl/AfWTch

domingo, 26 de junho de 2016

EUA não podem fugir da responsabilidade de ter provocado a guerra coreana


Hoje [25 de junho] se completam 66 anos desde quando os imperialistas ianques provocaram a guerra coreana instigando o bando títere de Syngman Rhee. A guerra coreana foi uma confrontação entre um país jovem e as forças aliadas encabeçadas pelos EUA que sonhava com a hegemonia mundial.

Naquele tempo, antes de provocar a guerra, o país norte-americano abusou do nome da ONU para “legalizar” sua intervenção armada total.

O plano traçado de antemão pelos EUA definiu que o exército sul-coreano atacou o Norte da Coreia porque o exército norte-coreano “invadiu” o Sul da Coreia e se estala a guerra coreana se submetesse a consideração da ONU para que se mobilizem na guerra as tropas agressoras estadunidenses e os exércitos dos países satélites.

Para levar a cabo isto, os EUA fizeram o Departamento de Estado organizar o “grupo de elaboração de documento” e preparar até o documento base e o projeto de resolução para apresentar ante a Assembleia Geral e o Conselho de Segurança da ONU.

Ao provocar a guerra em 25 de junho de 1950, o imperialismo ianque impôs ao Conselho de Segurança da ONU aprovar a “resolução” que imputa a RPDC a responsabilidade da provocação da guerra e o outra que permitiu a intervenção armada.

No dia 7 de julho instigou a Grã-Bretanha e França a apresentar um projeto de resolução com o objetivo de realizar suas ações militares com a bandeira da ONU e por sob seu comando os exércitos dos países satélites.

Designou MacArthur, comandante das forças armadas estadunidenses no Extremo Oriente como “comandante das forças da ONU”, mudou o “Comando das Forças Armadas dos EUA no Extremo Oriente” para “Comando das Forças da ONU” e colocou sob a bandeira de forças da ONU as tropas norte-americanas e exércitos satélites participantes da guerra coreana.

Assim, o imperialismo ianque embelezou a guerra coreana como se fosse do tipo “defensiva” desenvolvida pela ONU.

Nunca se poderá ocultar nem encobrir a verdade da história.

Os Estados Unidos não podem fugir da responsabilidade criminal de ter provocado a guerra na Coreia abusando do nome das Nações Unidas para tal. 

Da KCNA

segunda-feira, 20 de junho de 2016

MINREX denuncia Estados Unidos por impedir relações econômicas entre a RPDC e países africanos


A respeito da pergunta da ACNC formulada em relação com as manobras absurdas dos Estados Unidos para impedir o intercâmbio e cooperação econômicos entre a República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e os países africanos, o porta-voz do Ministérios das Relações Exteriores da RPDC deu no dia 19 a seguinte resposta:

Há pouco tempo, o assistente do secretário do Departamento de Estado estadunidense viajou para alguns países africanos, ocasião na qual pronunciou os sofismas de que “não estamos distantes da ameaça nuclear da Coreia do Norte”, “devido ao norte, chegou após 70 anos à época capaz de usar armas nucleares” e vociferou que os países africanos devem romper todas as relações com a RPDC para evitar a “ameaça nuclear”.

Como é conhecido pelo mundo todo, os Estados Unidos é o primeiro fabricante de armas nucleares e o único que as usou no mundo, assim como é o autor principal que recorre habitualmente ao despotismo e a arbitrariedade se apoiando na base da ameaça e chantagens nucleares. E é justamente este criminoso nuclear que fala absurdamente de “ameaça nuclear” da RPDC contra os países africanos.

As armas nucleares da RPDC possuem como seu alvo não os países africanos, mas sim os Estados Unidos enlouquecido com sua política hostil a Coreia e servem de remédio de justiça para eliminar pela raiz os EUA, o ninho de todos os males.

Não passa de uma artimanha boba a intenção dos Estados Unidos de manchar a imagem da RPDC mediante uma intriga de desunião e semear uma discórdia entre esta e os países africanos.

A longa e histórica tradição de amizade e cooperação entre a RPDC e os países africanos foi preparada e desenvolvida desde os princípios da luta pela independência e a construção da nova sociedade destes e se consolidam mais ainda através das cooperações de benefício mútuo baseadas na independência, igualdade e respeito recíprocos.

As cooperações com Uganda foram iniciadas fazem muito tempo pela petição do governo ugandês e ofereceram assistência real. Agora, os coreanos estão se retirando voluntariamente deste país segundo o acordo de ambas as partes ao vencer o contrato correspondente.

Em tal situação, os EUA fala como se Uganda deixou de cooperar conosco pela pressão deles, o que não passa de uma mentira.

Tais atos do país norte-americano que instiga abertamente os países africanos a romper as relações com a RPDC escancaram a intervenção sobre os assuntos internos dos Estados soberanos independentes e não se poderá evitar o fracasso pela condenação e repúdio árduos dos países regionais.

O governo da República Popular Democrática da Coreia amplificará e desenvolverá invariavelmente as relações tradicionais de amizade e cooperação com os países africanos segundo o ideal da política exterior baseada nos princípios da independência, paz e amizade.

Da KCNA

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Sessões plenárias são realizadas pelos religiosos da RPDC


Ocorreram nos dias 15 e 16 nesta capital as sessões plenárias dos comitês centrais da Federação de Budistas da Coreia, a Federação de Cristãos da Coreia e a Associação de Católicos da Coreia com a participação dos presidentes das respectivas religiosas, os membros dos comitês da central e das localidades, os clérigos e crentes.

Nas ocasiões foram abordados os problemas referentes às medidas para apoiar e realizar a linha e a orientação sobre a reunificação da pátria apresentadas pelo Marechal Kim Jong Um ante o Sétimo Congresso do Partido do Trabalho da Coreia.

Foram dados informes dos presidentes e as intervenções.

Os oradores destacaram que a linha e a orientação apresentadas pelo Marechal para realizar a independência nacional, a grande unidade nacional, a garantia da paz e a reunificação mediante o sistema federal refletem a unânime aspiração e a vontade de todos os compatriotas e oriundos de um projeto de reunificação mais justo e realista e grande e imortal programa de reunificação, baseado na análise científica sobre a história da divisão nacional que perdura há mais de 70 anos e a realidade interna e externa, e prosseguiram:

As entidades religiosas e crentes do Norte, do Sul e do ultramar devem solidarizar-se entre si e não perdoar por mais tempo a horda malvada dos capangas de Park Geun-hye que pisoteiam brutalmente o sentido principal dos crentes levantados para a reconciliação, a unidade e a reunificação da nação.

Será definitiva a vitória final da reunificação independente graças ao enaltecer ao Marechal como salvador nacional. Ninguém poderá impedir a grande marcha pela reunificação dos compatriotas que avançam frustrando com a convicção invicta e o otimismo quaisquer desafios das forças anti-reunificação internas e externas.

Chamaram a todas as entidades religiosas e os crentes do solo sul-coreano esforçar-se à frente da abertura do grande ato pan nacional da reunificação, promover a reconciliação e unidade nacionais e mobilizar-se ativamente no movimento patriótico para abrir a segunda era de reunificação do 15 de junho.

Foram adotadas as resoluções correspondentes e acordaram enviar as cartas às entidades religiosas do Sul da Coreia.

Da KCNA

quarta-feira, 15 de junho de 2016

RPDC se solidariza com Venezuela ante tentativa de desestabilização imperialista


Ultimamente, os reacionários direitistas venezuelanos exigem um plebiscito para a destituição do presidente gerando a desordem social.

Em um artigo publicado no dia 15, o diário Rodong Sinmun qualificou como justas as medidas tomadas pelo governo venezuelano para enfrentar a situação com a declaração de emergência.Ainda que muitos países expressem apoio e solidariedade a tais medidas, os Estados Unidos as descrevem como "ato antidemocrático" e recrudesce a sanção contra a Venezuela.

Agora, EUA tenta eliminar por todos os meios os poderes de esquerda da América Latina, para torná-la novamente seu "traspatio tranquilo"Os EUA são o principal culpado pela piora da situação regional da América Latina.
O governo estadunidense deve deixar de instigar as forças reacionárias direitistas da Venezuela e de outros países latinoamericanos e parar de imediato seus atos intervencionistas nestes.
O problema da América Latina deve ser resolvido pelos próprios povos latinoamericanos.
Desejando que se estabeleça o mais rápido possível a situação regional, o povo coreano envia apoio e solidariedade invariável à luta das forças de esquerda da Venezuela e esta região mantém a posição independente anti-imperialista e socialista e aprofunda a cooperação mútua.

Da KCNA

Para dar boas-vindas ao novo amanhecer da reunificação


A cada ano, quando chega o mês de junho, eu, vindo da ilha Jeju do sul da Coreia, recordo dos que sacrificaram suas vidas sem vacilação pela causa da reunificação da pátria. Neste caminho faleceram meu pai e o marido de minha tia.

Meu tio Kang Kyu Chan, participou na luta antijaponesa antes da libertação do país (15 de agosto de 1945) e depois da emancipação nacional se dedicou ao trabalho partidário na ilha Jeju. Junto com minha tia, participou como delegado na Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e das Organizações Sociais da Coreia do Norte e do Sul, realizada em Pyongyang a abril de 1948. Posteriormente, durante o período da Guerra de Libertação da Pátria (junho de 1950 até julho de 1953) lutou no monte Jiri do sul da Coreia pela reunificação do país e caiu em combate. Sua esposa Ko Jin Hi lutou no monte Jiri e, detida, infelizmente, pelos inimigos, cometeu suicídio na prisão de Kwangju. Meu pai Ko Pong Hyo, que retornou para sua terra natal logo após ter abandonado os estudos no Japão, lutou para reunificar a pátria na ilha Jeju sob a direção dos cônjuges de sua irmã e foi capturado e assassinado cruelmente pelos inimigos.

O único desejo deles foi viver em felicidade numa pátria reunificada.

O imperialismo estadunidense que, depois da libertação, ocupou a parte sul do país em substituição do imperialismo japonês, tentou levar a cabo eleições separadamente, a fim de reprimir a luta do povo sul-coreano pelo estabelecimento de um governo provisório democrático e unificado.
Contra tal manobra, o povo da ilha Jeju revoltou-se. Nesta resistência de salvação nacional anti-norte-americana conhecida na história como o Levante Popular de 3 de abril, participaram todos os membros de minha família incluindo meu pai e o marido de minha tia.

O povo da ilha, sob a palavra de ordem “Abaixo ao imperialismo estadunidense!”, “Nós faremos oposição até a morte contra as eleições separadas e o governo separado”, “Fora a Comissão Provisória da ONU para a Coreia” e “Poder aos comitês populares”, assaltaram os postos policiais em toda a parte, executaram policiais e seus lacaios e restauraram os comitês populares dissolvidos forçadamente pelos ianques.

As massas sublevadas, que eram constituídas de 240.000 habitantes do total de 300.000 na ilha, combateram ativamente até frustrar totalmente as eleições e paralisaram completamente a ordem da dominação. O imperialismo estadunidense, a fim de reprimir o motim, organizou o “Comando de Guarda de Emergência da Ilha Jeju” e mobilizou um grande número de efetivos, que queimaram mais da metade das aldeias da ilha e assassinaram mais de 70.000 pessoas inocentes. O levante foi frustrado impiedosamente pelo imperialismo estadunidense e seus fantoches que não desejavam a reunificação do país.

Apesar de terem se passado mais de 70 anos, desde então não se realizou ainda a vontade do povo de Jeju, que se sacrificaram pela reunificação da pátria, o desejo da nação coreana. Devido aos Estados Unidos da América, as forças vende-pátria e os servos das potências que não desejavam a reintegração da Coreia, hoje também continua a história da divisão nacional. Houve a oportunidade de acabar com essa história, pois a junho de 2000 os dirigentes máximos do Norte e do Sul aprovaram em Pyongyang a Declaração Conjunta Norte-Sul que constituía o marco para a reunificação da pátria. Depois de sua publicação, as conversações Norte-Sul abriram um novo capítulo de confiança e colaboração que permitia resolver realmente os problemas pendentes, libertando-se das velhas fórmulas do passado.

Ao se conectar as ferrovias e rodovias que estavam cortadas durante mais de meio século e se abrirem as rotas aéreas e marítimas, se fez uma grande abertura na muralha da divisão. Penso que esses sucessos deram uma grande contribuição para a eliminação da desconfiança e a ampliação da colaboração e intercâmbio bilaterais.

Não posso esquecer-me daqueles momentos em que, em virtude da aprovação da Declaração Conjunta de 15 de Junho, os compatriotas do Norte e do Sul, cheios de ânimo pela reconciliação e unidade, visitavam-se abraçando mutuamente uns aos outros em meio de tantas lágrimas e risos. Não somente eu, mas também toda a nação coreana desejamos que se dê continuidade a esta época.
Ainda que a noite seja longa, possui um fim. Da mesma maneira, por mais difícil e complicado que seja a reintegração nacional, estou seguro de que chegará sem falta o dia da reunificação se todos nós, os compatriotas, juntarmos verdadeiramente nossas forças.

Eu, com mais de 70 anos de idade, dedico tudo o que tenho para a investigação científica a fim de adiantar o dia de ligar as ferrovias do Norte e do Sul com os trilhos pesados desenvolvidos por mim e assim, retornar a ilha Jeju, minha terra natal.

por Ko Yong Chol, dr. do Instituto Universitário Politécnico Kim Chaek
do Naenara

sábado, 11 de junho de 2016

Mensagem aberta aos Estados Unidos


Os participantes da conferencia conjunta do governo, dos partidos políticos e das entidades da República Popular Democrática da Coreia enviaram no dia 10 uma carta aberta aos Estados Unidos da América que destaca:

Alcançar a eterna prosperidade nacional e construir a pátria próspera reunificada no mundo pacífico é a aspiração invariável e a demanda do povo coreano.

A linha e as orientações de reunificação da pátria, apresentadas novamente no recém VII Congresso do Partido do Trabalho da Coreia, é a declaração histórica que tem grande significado na solução do problema da Península Coreana e a garantia da paz do mundo.

Todos os homens que tem o correto pensamento e juízo simpatizarão com a posição da RPDC de solucionar o problema da reunificação do país com as próprias forças unidas conforme a vontade e a demanda da nação coreana e reconhecerão sua justeza.

Mas, ao invés de aceitar nossa justa demanda, os EUA impedem obstinadamente a corrente da história rumo a paz e a reunificação com a injusta insistência e ação bélica e introduz até mesmo forças seguidoras.

Sobre a situação criada na conferência conjunta do governo, dos partidos políticos e das entidades da RPDC, convocada no dia 9 de junho decidiu enviar aos EUA uma mensagem aberta com nossa posição dos seguintes princípios:

1. Os EUA devem tomar a decisão de abandonar sua política hostil contra a RPDC, que não deve ser mantida por mais tempo.

Esta política, que perdura da fundação da RPDC até hoje, constitui um brutal desafio à aspiração, a vontade e a causa justa do povo coreano para defender sua ideia e regime e salvaguardar sua soberania e seu direito à existência.

Ainda que seja tarde, os Estados Unidos devem fazer um juízo racional para si mesmo e tomar uma decisão política de erradicar a hostilidade contra a RPDC, incorreta desde o início e que pode gerar consequências gravíssimas.

Tomar o novo pensamento e nova prática libertando-se da anacrônica política hostil à RPDC que oprimiu durante longo tempo o pensamento e ação dos EUA, será o mais sábio procedimento que pode ser efetuado somente pelos EUA e que seria digno de aplausos.

2. Os EUA devem cessar agora mesmo as tentativas de aumento armamentista no Sul da Coreia e os exercício de guerra anti-RPDC, que geraram a tensão da situação atual, e entrar em nova trajetória para garantir a paz e a segurança verdadeiras da Península Coreana.

Não são os EUA, mas a RPDC quem saiu vitoriosa no aspecto político, militar, espiritual e moral no confronto histórico de século em século.

O império norte-americano, que esperou ansiosamente a “queda” da RPDC concentrando toda a força no isolamento, bloqueio, esmagamento militar e provocação de guerra contra esta, poderia entender hoje em dia quanto absurdo e ignorante o é.

O mesmo EUA tem que apresentar o método de solução à contraparte, possuidora de armas nucleares.

Será melhor que recorde a lição da história refletida nas palavras de um comandante estadunidense derrotado: a guerra coreana foi a travada em um lugar inapropriado e em um tempo inadequado contra o rival equivocado, e que aceite de bom coração a justa iniciativa e proposta pacífica da RPDC antes de perder esta oportunidade.

3. Os EUA não devem intervir nos assuntos internos da nação coreana para incitar a confrontação e por obstáculos ante a reunificação independente da Coreia.



O perturbador principal da reunificação da Coreia são os EUA, que intervém nos assuntos internos da nação para instigar a hostilidade e confronto e agravar a tensão entre o Norte e o Sul da Coreia.

A regra e a pauta para resolver o destino da nação coreana e a reunificação da pátria vem do desejo, aspiração e demanda da mesma nação coreana e os Estados Unidos não tem nenhuma relação nem direito de meter-se nisto.

Os EUA devem dar uma resposta clara a esta pergunta séria da nação coreana: Se impulsionará vergonhosamente após ser castigado ante o mundo? Ou se retirará por si mesmo deixando de se intrometer nos assuntos coreanos, sendo “cavalheiro” americano?

O império não deve mais frear o curso da história nacional rumo a independência, paz, reconciliação, unidade, reunificação e prosperidade e deixar de colocar joio entre os compatriotas e promover a confrontação, instigando um punhado de lacaios pró-ianques.

Não é uma palavra vã nossa advertência aos EUA.

O comprovará a história e o tempo.

Aproveitando esta oportunidade, expressamos a esperança de que as personalidades de diversos estratos e habitantes conscientes e justos dos EUA respondam ao chamado da RPDC de caráter imparcial, pacifista e sincero.

Da KCNA