quarta-feira, 22 de outubro de 2014

AEDH denuncia política de "direitos humanos" levado a cabo por forças hostis anti-RPDC

Pyongyang, 18 de octubre (ACNC) -- El portavoz de la Asociación de Estudio de Derechos Humanos (AEDH) de la República Popular Democrática de Corea publicó el día 17 una declaración como sigue:

El informe de la AEDH de la RPDC fue distribuido como documento oficial de la Asamblea General, el Consejo de Seguridad y el Consejo de DDHH, de la ONU.
    
Tan pronto como se publicara este informe que narra histórica, sistemática y generalmente sobre las características del régimen socialista de nuestro país centrado en las masas populares, la política de aseguramiento de DDHH y el estado de disfrute de DDHH de los habitantes, provoca gran apoyo y simpatía de la sociedad internacional.
    
Numerosos medios de prensa del mundo transmiten ampliamente el texto completo y el contenido principal del informe y el hecho de que tuvieron lugar en Nueva York y otros lugares los actos de información para dar a conocer la situación de DDHH y la posición de la RPDC en esta rama.
    
Muchos países califican el informe de un documento que muestra globalmente el ventajoso estado de DDHH de la RPDC y prestan atención a los esfuerzos de la RPDC por fomentar más el disfrute de DDHH de las masas populares y fortalecer la cooperación internacional.
    
Por otra parte, ridiculizan y denuncian el "informe del comité de investigación" sobre la situación de DDHH en la RPDC inventado con presunciones y malevolencia a base de "testimonios" individuales de los estafadores "fugitivos norcoreanos" sin hablar nada de la política estatal, el régimen, la voluntad y los esfuerzos de cooperación internacional de la RPDC por la protección y el fomento de DDHH.
    
El "proyecto de resolución de DDHH" anti-RPDC que la EU, Japón y otras fuerzas hostiles intentan someter a la consideración de la Asamblea General de la ONU es el modelo de la politización, la selectividad y la pauta de doble rasero en el trato de DDHH.
    
Por tanto, se oyen las voces de que los países que desean la protección y el fomento de verdaderos DDHH deben o deberán rechazarlo merecidamente.
    
Pero, las fuerzas hostiles anti-RPDC encabezadas por EE.UU. actúan obstinadamente para despreciar intencionalmente el informe de la RPDC y enfocar al "informe del comité de investigación".
    
Esto partió de vil propósito de prevenir la propaganda de la realidad y la justa insistencia de la RPDC, manchar la imagen de ella y realizar la intención de derribar el régimen de la RPDC y prueba otra vez la verdad de que DDHH son precisamente la soberanía estatal.
    
Sacamos la conclusión de que para ofrecerles a las masas populares los verdaderos DDHH, se debe defender firmemente la soberanía del país y enfrentarse fuertemente a las fuerzas hostiles que intentan intervenir en los asuntos internos bajo el rotulo de la "defensa de DDHH".
    
Son intolerables la politización, la selectividad y la pauta de doble rasero para usar DDHH, valor universal de la humanidad, en malsanos propósitos políticos.
    
La campaña de "DDHH" anti-RPDC de las fuerzas hostiles provoca gran cólera de los habitantes de la RPDC.
    
La RPDC seguirá esforzándose por frustrar rotundamente las maquinaciones de "DDHH" anti-RPDC de las fuerzas hostiles, defender firmemente el régimen socialista al estilo coreano más ventajoso y asegurar a los habitantes las más excelentes condiciones de disfrute de DDHH. 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Inquebrável unidade e coesão do Partido do Trabalho da Coreia


Nossa causa certamente triunfará desde que haja a liderança do grande partido que conquistou uma inquebrável unidade, fonte esta de inacabável força para conquistar vitórias na luta e trazer mudança.

Os quase setenta anos de história do Partido do Trabalho da Coreia é uma história gloriosa em que este conquistou a unidade, vitórias, e avançou graças às ideias do Presidente Kim Il Sung e do Dirigente Kim Jong Il, bem como seus imortais nomes. 

Os revolucionários coreanos deram origem à genuína unidade centrada em torno do líder pela primeira vez na história, no período mais negro da desgraça nacional. 

As fileiras da vanguarda de novo tipo unidas sob a bandeira da União para Derrotar o Imperialismo (UDI) foram formadas, tendo o grande homem Kim Il Sung como o sol da nação, guiados pela verdade de que a luta das massas populares pela independência deveria ser iniciada e dirigida pelo líder. Estas se tornaram o núcleo medular do Partido do Trabalho da Coreia.

A base orgânica e ideológica para fundar o Partido foi consolidada por obstinados combatentes de tipo jucheano, que levaram a cabo uma luta contra o seguidismo, o dogmatismo e o fracionismo, guiados pela ideia e a linha política unívocas do líder Kim Il Sung.

Está entre os maiores méritos dos revolucionários coreanos haver dado um exemplo de unidade revolucionária sem precedentes na história pela construção do Partido da classe operária, enquanto seguiam por um caminho desconhecido até então, a despeito de enormes dificuldades.

A grande unidade que foi conquistada nos períodos iniciais da revolução se tornou mais forte nas duas guerras revolucionárias antiimperialistas; nas duas etapas da revolução social e na construção socialista.

A história do PTC é sem precedentes dado sua natureza prolongada, difícil e combativa. É, de fato, uma história em que a unidade e a coesão se temperaram como aço, tendo estas o grande líder como centro unitário. Conquistaram a unidade monolítica nas fileiras revolucionárias e o triunfo da causa socialista.

A postura de um digno partido que conquistou uma unidade e coesão inquebrantáveis convence o exército e o povo da RPDC do futuro de um próspero país e da vitória final da revolução.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Informe da RPDC sobre os Direitos Humanos

Pyongyang, 13 de setembro (ACNC) – No dia 13 de setembro foi publicado o informe da Associação de Estudos de Direitos Humanos da Coreia, que apresenta com fatos as características do regime socialista, centrado nas massas populares, da República Popular Democrática da Coreia, bem como sua política de Direitos Humanos e a situação atual dos direitos dos habitantes do país.

- Hoje em dia, na arena internacional, cresce mais do que nunca a atenção sobre os direitos humanos e se redobram em todos os domínios da vida social os esforços para garanti-los.

- Por outro lado, torna-se cada vez mais grave a tentativa de se exercer pressão política e intervir em assuntos internos de países específicos abusando do problema dos Direitos Humanos.

- Em particular, se promove uma feroz e suja campanha contra a RPDC no campo dos Direitos Humanos.

- As forças hostis pretendem manchar a imagem da RPDC e eliminar o regime e ideologia escolhidos pelo povo coreano acusando-a sobre o inexistente “problema dos Direitos Humanos”.

- Por culpa de tais forças, circulam na sociedade internacional rumores e opiniões tergiversadas sobre a RPDC.

- Em tais circunstâncias, a Associação de Estudo de Direitos Humanos torna público o informe sobre a verdadeira situação de Direitos Humanos na RPDC com o propósito de apresentar corretamente os esforços que o país faz para formentá-los, como o povo coreano se beneficia de tais direitos, revelando o caráter fraudulento e reacionário da campanha de “Direitos Humanos” anti-RPDC, corrigindo assim todos os preconceitos.

- O documento foi elaborado graças a cooperação ampla de vários órgãos, entidades não governamentais, instituições acadêmicas e os especialistas em Direitos Humanos de vários setores.
- O informe é composto por 5 capítulos.

- O capítulo I se refere a base ideológica do regime estatal de asseguramento de Direitos Humanos da RPDC e o curso de sua formação e desenvolvimento.

- O capítulo II apresenta as medidas jurídicas e práticas tomadas históricamente pelo Estado depois da fundação da RPDC até os dias de hoje, para garantir, proteger e formentar os Direitos Humanos dos habitantes.

- Os capítulos III e IV indicam a posição e os eforços da RPDC relacionados ao asseguramento de Direitos Humanos em escala internacional e os obstáculos fundamentais que impedem este trabalho da RPDC.

- O último capítulo, V, contém os dados por setores recolhidos pela associação sobre as perspectivas de garantia de Direitos Humanos na RPDC.
- Como demonstra o informe, a RPDC aplica desde o primeiro dia de sua fundação as políticas para o povo com o princípio de dar prioridade aos direitos e interesses das massas populares, realizando todos os esforços possíveis para que as massas disfrutem de Direitos Humanos.

- Portanto, hoje em dia, todo o povo coreano está orgulhoso do mais superior regime e política de asseguramento de Direitos Humanos, inclusive o direitao a educação, tratamento médico e moradia gratuita, que se esforça para consolidar e desenvolver ainda mais o regime socialista centrado nas massas populares.

- Ao testemnunhar o regime de asseguramento de Direitos Humanos e o estado de disfrute dos mesmos na RPDC, o informe revela que a repgunante campanha anti-RPDC liderada pelos EUA e outras forças hostis nessa matéria, é justamente uma ação contra os Direitos Humanos que impede a proteção dos mesmos.

- O informe deixa claro os esforços e a posição da RPDC sobre a cooperação internacional para fomentar os Direitos Humanos.

- É invariável a posição da RPDC de realizar o diálogo sincero e a cooperação no que diz respeito aos Direitos Humanos, bem como contribuir ao desenvolvimento do mesmo em escala mundia. A RPDC nunca rechaçou o diálogo sobre os Direitos Humanos e tem a vontadade de discutir e cooperar francamente com os países que estão interessado de verdade no problema dos Direitos Humanos.

- Porém, isso não se logra devido as forças que utilizam equivocadamente o problema dos Direitos Humanos como meio para alcançar seu sujo objetivo político como a intervenção em assuntos internos e a derrubada do regime.
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- O mesmo ato de publicar o informe de estudo sobre a situação dos Direitos Humanos de nosso país significa expor a vontade da RPDC por cumprir a responsabilidade no campo de Direitos Humanos e a medida positiva orientada a promover a cooperação internacional.

- Ao ler o informe, se pode saber bem o quão absurdo são os rumores anti-RPDC que circulam no exterior e se baseiam em dados inventados por forças hostis.

- A fonte desses dados são os testemunhos dos fanáticos pela campanha anti-RPDC conhecidos como “fugitivos nortecoreanos”.

- Esses tipos são delinquentes que fugiram para o Sul da Coreia para fugir de algum tipo de castigo legal e não possuem a qualidade moral e pessoal para falar sobre os Direitos Humanos.

- Logo será revelado a face inumana de tais tipos.

- Se existem forças que repetem os embustes ainda depois de lerem este informe, que reflete corretamente a situação de Direitos Humanos da RPDC, seria correto dizer que ellas não tem a capacidade de julgar a realidade ou tratam de alcançar seus sinistros objetivos insistindo no erro.

- EUA e os países ocidentais não devem criticar a outros mencionando os Direitos Humanos, mas sim devem ver corretamente a realidade e refletir sobre os seus próprios defeitos nessa matéria.

- A RPDC irá acelerar a construção da economia de caráter pacífico frustrando a campanha de Direitos Humanos e desafios de todo o tipo, promovido pelas forças hostis. Também fará tudo para para melhorar sem parar as condições de vida do povo, ofrecendo melhores condições para disfrutarem dos direitos humanos.

- O informe apresenta amplamente a política de Direitos Humanos e sua situaçao na RPDC e contribuirá para corrigir a opinião erronea, promovendo a cooperação verdadeira no que diz respeito aos Direitos Humanos.

- O texto completo do informe pode ser lido nas páginas www.kcna.kp e www.naenara.com

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Carta do CEIJ enviada ao camarada Kim Jong Un

Estimado camarada Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Primeiro Presidente da Comissão de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia,

O Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil envia a você, ao Partido do Trabalho da Coreia, e a todo o povo coreano nossas saudações mais calorosas e combativas por ocasião do 66º aniversário da gloriosa República popular e democrática, fundação esta que é fruto da culminação das várias décadas de luta do povo coreano por sua independência, pela libertação nacional, pela democracia e o socialismo. Heróis patrióticos do povo trabalhador e explorado como Kim Hyon Jik, Kang Ban Sok, Chol Ju, Kim Hyong Gwon, Ang Jung Gun, Chang Wei Hua e vários outros não deram suas vidas em vão. Foi graças ao esforço obstinado destes e de milhões de outros patriotas, democratas e comunistas que o povo coreano pôde, nos dias de hoje, desfrutar das benesses e da vida sem igual dada pelo grande sistema socialista estabelecido pelo Partido do Trabalho da Coreia. A luta de séculos do povo coreano pela libertação nacional e o socialismo produziu também líderes sem igual do povo coreano e dos povos do mundo, como o Grande Líder Camarada Kim Il Sung e o Dirigente Kim Jong Il.

A grande Revolução democrática, antiimperialista e antifeudal fundou uma grande república democrática e popular representando os interesses mais amplos de todo o povo coreano, como os operários, camponeses, pequenos e médios empresários e comerciantes, capitalistas com consciência nacional, religiosos patrióticos e vários outros estratos. A República Popular e Democrática da Coreia ostenta, desde sua fundação em 1948, brilhantes méritos e vitórias na revolução e construção socialistas. Um pequeno país com um povo heróico e revolucionário foi capaz de impor humilhantes derrotas contra o imperialismo mais assassino de toda a história, o imperialismo japonês, e ostenta até hoje ter sido o país a impor a primeira derrota militar da história contra o todo-poderoso imperialismo norte-americano.

Hoje, passados 66 anos da fundação da RPDC, o povo coreano segue firme na luta pela construção de um Estado poderoso e próspero, erguendo bem alto a bandeira do socialismo e resistindo bravamente a todas as ameaças e maquinações tramadas pelo imperialismo norte-americano e os fantoches que governam a Coreia do Sul. Sabemos que, sob sua direção, o povo norte-coreano continuará levantando bem alto a bandeira da luta revolucionária, apoiando todos os povos que lutam pela independência e pelo socialismo. Mantendo-se fiel a bandeira revolucionária do Kimilsunismo-Kimjongilismo o Partido do Trabalho da Coreia e o povo coreano lograrão a reunificação pacífica e independente da pátria, colocando fim à dominação colonial exercida pelos Estados Unidos na parte sul da península.

Receba nosso solidário e sincero apoio internacionalista à causa do povo coreano e do Partido do Trabalho da Coreia.

São Paulo, 9 de Setembro de 2014

Gabriel Martinez – Presidente do Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil

Alexandre Rosendo – Secretário Geral do Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil

Kim Il Sung e o 66º aniversário da RPDC



Kim Il Sung (1912-1994), eterno Presidente da República Popular Democrática , figura enaltecida pelo povo coreano.

Desde cedo, com o propósito de levantar um país para os explorados e oprimidos, sem se restringir nem pelas teorias existentes, nem pelas experiências alheias, aclarou o caminho de construção de um poder que defendesse os interesses dos operários, camponeses, soldados, intelectuais e outros setores de trabalhadores. 

De sua direção, sobre a contrução do Poder popular o que merece mais atenção é a instituição, no período da Luta Armada para libertar o país da ocupação militar (1905-1945) japonesa, do governo popular que defendia os direitos e a liberdade das pessoas nas bases guerrilheiras. 

Apoiando-se nele, imediatamente depois da libertação do país (agosto de 1945), Kim Il Sung planteou uma linha de construção do Estado conveniente com a realidade do país e em fevereiro de 1946 instaurou um poder de novo tipo, democrático, baseado na aliança operário-camponesa dirigida pela classe operária e apoiada na Frente Única dos amplos setores do povo: o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte. Como poder popular democrático que cumpria a tarefa imediata da revolução democrática, anti-imperialista e anti-feudal, o qual tornou possível que o povo coreano, exercendo com firmeza o poder como dono da sociedade, impulsionasse vigorosamente o empenho para realizar reformas democráticas. 

Visando satisfazer as necessidades e desejo secular dos camponeses que por aquele tempo representavam a esmagadora maioria da população, proclamou no dia 5 de Março de 1946 a Lei da Reforma Agrária, de transcendência história e, em seguida, a Lei do Trabalho, a Lei de Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher, a Lei da Nacionalização das Principais Industrias, etc., e aplicou políticas democráticas nos setores da educação, cultura, administração jurídica, fiscalização.  Como resultado, na Coreia do Norte, as reformas democráticas foram realizadas em um curto espaço de tempo, graças a qual em todas as esferas da vida social os remanescentes coloniais e feudais foram liquidados, a industria nacional começou a crescer e se estabeleceu regimes democráticos na educação e na cultura. Em outras palavras, se preparou o terreno sócio-economico da nova Coreia democrática. 

Com o exitoso cumprimento da tarefa da revolução democrática, antiimperialista e anti-feudal, o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte foi transformado em fevereiro de 1947 no Comitê Popular da Coreia do Norte, que cumpriu a tarefa de transição gradual ao socialismo e que serviu de fundamento para a RPD da Coreia, tarefa que foi comprida arduamente. 

Imediatamente depois da libertação da Coreia, a situação interna e externa do país era muito complexa e tensa. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, Estados Unidos, utilizando o pretexto do “desarmamento” do derrotado exército japonês, ocupou o Sul da Coreia, e como consequência a nação coreana passou a correr o risco de ser divida. Estados Unidos dissolveu a força os comitês populares estabelecidos segundo a vontade da população e praticou a administração militar como um novo meio de dominação colonial. 

Frente a esta grave situação, Kim Il Sung se esforçou para frustrar as maquinações de divisão nacional dos Estados Unidos e agrupar estreitamente todas as forças patrióticas do Norte e Sul sob a bandeira da independência nacional. Em virtude disso, em abril de 1948 teve lugar em Pyongyang a Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e Organizações Sociais do Norte e Sul da Coreia. A união dos democratas patrióticos de ambas as partes serviu de terreno sócio-politico para a instauração de governo central unificado. 

Em maio de 1948 os Estados Unidos fabricou as “eleições separadas” na Coreia do Sul e agravou mais a crise de divisão da nação coreana. Em junho do mesmo ano Kim Il Sung convocou os dirigentes dos partidos políticos e as organizações sociais da Coreia do Norte e do Sul para uma reunião consultiva, onde planteou uma orientação de realizar sem demora as eleições gerais da Coreia do Norte e do Sul para instituir um governo de todo o país. Em agosto do mesmo ano se efetuou eleições gerais da Coreia do Norte e Sul e em setembro a histórica primeira sessão da Assembléia Popular Suprema. Em 9 de Setembro foi instaurado a RPD da Coreia, primeiro Estado democrático popular no oriente. 

Kim Il Sung, fundador da RPD da Coreia, ocupou o supremo cargo desta durante quase meio século, orientando o país e o povo. Sob sua direção a RPD da Coreia, a menos de dois anos de fundada, venceu o agressor norte-americano que se gabava de sua “supremacia” na guerra coreana (1950-1953) e defendeu honrosamente a soberania e a dignidade nacionais e depois do cessar fogo, terminou em curto tempo a reabilitação da economia e sua construção sobre os escombros, a revolução socialista e em seguida efetuou com êxito a construção socialista de várias etapas. 

Por motivo do 66º aniversário da fundação da RPD da Coreia, invencível país socialista, rendemos homenagens a Kim Il Sung.

Fonte: Embaixada da RPDC no Brasil

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O dirigente Kim Jong Il e a Política Songun


O dia 25 de agosto não é, para a República Popular Democrática da Coreia, um dia qualquer. Neste mesmo dia, no ano de 1960, o camarada Kim Jong Il, presidente da Comissão de Defesa Nacional da RPDC, realizou uma visita à orientação à Divisão de Tanques 105 "Seul" Ryu Kyong Su do Exército Popular da Coreia, iniciando sua direção política na Revolução Coreana por meio da política Songun, de priorização das questões militares.

Desde então, durante mais de meio século sob sua liderança, a Coreia Popular, em seu interminável enfrentamento contra os Estados Unidos, autodenominado "superpotência", sempre defendeu com êxito sua soberania e dignidade.

Em janeiro de 1968, o navio espião armado norte-americano "Pueblo" invadiu as águas soberanas da RPDC, e foi devidamente capturado pela Marinha do Exército Popular da Coreia.

O imperialismo norte-americano, usando como pretexto o incidente do navio Pueblo, concentrou enorme contingente de suas forças armadas na Península Coreana e esperneou em se vingar. O mundo se manteve alerta quanto a uma possível nova Guerra da Coreia. A União Soviética suplicou ao governo da RPDC para que devolvesse o barco espião.

Kim Jong Il se manifestou, dizendo que, enquanto os Estados Unidos não apresentassem um ato de rendição, não colocaria jamais dos tripulantes do Pueblo em liberdade e, ainda que os Estados Unidos manifestassem abertamente sua capitulação, não devolveriam jamais a embarcação, da feita que se tratava de um troféu. A Coreia Popular declarou que responderia à "represália" com represálias e à guerra total com guerra total.

Surpreendido ante à resoluta reação da Coreia, os Estados Unidos assinaram em dezembro do mesmo ano a carta de desculpas em que reconheceram sua atitude hostil, e garantiram que barco nenhum se infiltraria jamais nas águas territoriais da Coreia. Ao se referir a esta carta, o presidente norte-americano Lyndon Johnson disse que esta havia sido "a primeira carta histórica de pedido de desculpas dos Estados Unidos."

Nos tempos posteriores também, como em abril de 1969, o avião espião norte-americano EC-121 adentrou no espaço aéreo da República Popular Democrática da Coreia e foi prontamente derrubado. Em agosto de 1976, quando os provocadores norte-americanos fizeram provocações armadas em Panmunjom, a Linha de Demarcação Militar que divide o Norte e o Sul da Coreia, disparando contra soldados do Exército Popular da Coreia, acabaram por ser duramente castigados. O imperialismo norte-americano fez alardes como se uma guerra viesse a estourar prontamente. Porém, atemorizado diante da dura reação da Coreia, bem como de seu poderoso potencial militar, não pôde fazer menos que renunciar a suas intenções.
Durante a "primeira crise nuclear da Península Coreana" de 1993-1994, os Estados Unidos, colocando em questão do infundado "problema nuclear" da Coreia, instigou a Agência Internacional de Energia Atômica a impor sobre a Coreia a "inspeção especial" sobre seus importantes objetos militares e, junto com isso, impôs sobre a Coreia do sul que realizasse simulações de guerra de grande envergadura.

Então, Kim Jong Il, na qualidade de Comandante Supremo do EPC, proclamou em todo país o estado de pré-guerra. Em seguida, a Coreia Popular publicou a declaração de que o governo, para preservar o interesse supremo do país, retirar-se-ia do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.

As sucessivas e contundentes dissuassões da Coreia Popular obrigaram os Estados Unidos a assinarem o Acordo Básico RPDC-EUA, onde estes se comprometiam a resolver de maneira pacífica a questão nuclear na Península Coreana. Até mesmo Clinton, que era então o presidente norte-americano, enviou a Kim Jong Il a mensagem de garantia em que este prometia cumprir honestamente com este dever de sua parte.

No ano de 1998, os Estados Unidos novamente fizeram alarde quanto ao desenvolvimento de instalações nucleares com fins pacíficos por parte da RPDC. De um lado e de outro, publicaram o "OPLAN 5027" (Plano Operacional 5027), plano de ataque preventivo com armas nucleares, intensificando a pressão sobre a RPDC. Quanto a isso, o país socialista declarou que frente a isso somente poderia elevar sua capacidade de dissuassão nuclear. Diante da firmeza da RPDC, que resistia cada vez mais à pressão e intimidação, a gerência Clinton não teve outra alternativa que não a de reconhecer sua derrota. 

Com o advento do novo século, a nova gerência norte-americana qualificou à RPDC como parte do "Eixo do mal", publicou-a como objeto do ataque antecipado com armas nucleares e levou a cabo loucuras de provocação de uma insensata guerra nuclear. Frente a isso, a Coreia se retirou oficialmente do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares e declarou abertamente que possuía armas nucleares. Executou o lançamento de mísseis, causando golpes decisivos contra a coação norte-americana e de sua intimidação com armas nucleares.

A administração Bush, frente a capacidade dissuassiva da RPDC, proclamou oficialmente que retiraria a Coreia da lista de países patrocinadores do terrorismo. Nesta ocasião, o periódico News Week, em um artigo entitulado "Renovação da definição dos países patrocinadores do terrorismo, símbolo da rendição dos Estados Unidos", comentouL "Bush disse ao congresso que excluiría a Coreia do norte da lista de países que apoiam o terrorismo, e isso simboliza a rendição de Bush ao país asiático."

Isso não é tudo.

Em abril de 2009, a Coreia declarou que lançaria o satélite artificial Kwangmyongsong-2. Os Estados Unidos receberam a notícia como se houvesse ocorrido uma desgraça. O Japão, inclusive, definiu a "interceptação do satélite" como uma política estatal, e notificou nos navios de guerra, na tentativa de frear a todo custo o lançamento do satélite artificial por parte da Coreia.

O dirigente coreano Kim Jong Il declarou que o satélite seria lançado rigidamente conforme os planos, e declarou que, caso as forças anti-RPDC tentassem interceptar o satélite, seriam destruídas não somente a sede da interceptação como também a sede dos provocadores.

O dirigente Kim Jong Il é, de fato, um Comandante sem igual que enfrentou bravamente os sucessivos presidentes e generais norte-americanos, de Nixon e Carter a Bush e Obama, sempre se utilizando da poderosa política Songun.

Kim Jong Il expressou que sua coragem e ousadia com as quais havia enfrentado os Estados Unidos, autodenominado "única superpotência" do mundo, estavam sustentados na poderosa força militar. Por ter um exército forte e uma potente indústria militar, disse ele, sentimo-nos seguros e alardeamos nossa invencibilidade, continuou, dizendo que até os dias de hoje isso garante o respeito do país perante a comunidade internacional.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Crônica de atividades do Presidente Kim Il Sung pela vitória na Guerra de Libertação da Pátria



Artigo enviado pela Embaixada da República Popular Democrática da Coreia no Brasil.

En los encarnizados días de guerra, el Presidente Kim Il Sung visitó más de un millar de unidades recorriendo un trayecto de más de 51 mil 200 ries (10 ries equivalen a 4 kilómetros).
     
Compartiendo las buenas y las malas con los oficiales y soldados del Ejército Popular de Corea y los habitantes, condujo a la victoria la Guerra de Liberación de la Patria con su extraordinaria perspicacia militar, estrategias y tácticas y gran confianza y amor.
     
La guerra de 3 años, desatada por el imperio yanqui, fue la confrontación político-militar entre la República Popular Democrática de Corea, que no llevaba entonces ni 2 años de fundación, y Estados Unidos, ufano de su historia de agresión de ciento y decenas de años y de su superioridad numérico-técnica, los mercenarios de 15 países satélites, los títeres surcoreanos y los militaristas japoneses.
     
El 25 de junio del 1950, los agresores yanquis invadieron de manera sorpresiva a la RPDC.
     
Ese mismo día, el Presidente Kim Il Sung presentó la orientación estratégica de la primera etapa de guerra de frustrar tajantemente la invasión armada y pasar al contraataque inmediato. Al día siguiente, pronunció su histórico discurso radial llamando a todo el partido, ejército y pueblo a movilizarse en la sagrada batalla para barrer del territorio nacional a los imperialistas norteamericanos y sus lacayos.
     
La inspección a Seúl, realizada varias veces por él desde el 15 de julio hasta el 14 de agosto del 39 (1950) de la Era Juche, fue la trayectoria histórica que preparó la fase trascendental de la primera etapa de guerra.
     
A bordo de su modesto carro de campaña, llegó a mediados de julio a la comandancia del frente en Seúl cruzando el inseguro puente ferroviario del río Rimjin y presentó el proyecto estratégico sobre la operación de asedio de Taejon sin recuperarse de las fatigas acumuladas en el viaje.
     
A finales del mismo mes, volvió a emprender el camino al frente bajo la lluvia de bombas y balas.
     
Acudió hasta a Suanbo en la primera línea del frente y presentó ahí la orientación operacional de aniquilar a los enemigos, que se encontraban en Masan, Taegu, Yongchon y Phohang, al cruzar rápido el río Rakdong.
     
En agosto y septiembre, salió a Seúl y enseñó la clave para liberar cuanto antes todo el suelo surcoreano.
     
Gracias a su incansable y abnegada inspección, el EPC pudo crear el milagro de liberar más de 90% del territorio surcoreano y más de 92% de la población surcoreana en un mes y pico desde el inicio de guerra.
     
En septiembre del 1950, cambió bruscamente la situación del frente.
     
Con gran número de efectivos reforzados, los enemigos intentaron la desesperada "ofensiva general" en la línea del río Rakdong y realizaron la operación de desembarco de gran dimensión en la zona de Inchon. Percatándose de modo científico el cambio de las relaciones entre nuestras fuerzas y las enemigas y la situación del frente, el Presidente Kim Il Sung presentó a mediados de septiembre la orientación estratégica de segunda etapa de la guerra de asegurar la retirada temporal estratégica de las unidades principales del EPC retrasando al máximo a los enemigos y de formar el poderoso colectivo de contraataque.
     
Para superar la situación difícil, el Presidente fijó del 16 al 20 de octubre en el cantón de Okchon del distrito Maengsan (en aquel tiempo) el puesto de mando de la Comandancia Suprema, en que mandó el aseguramiento exitoso de la retirada e ideó el plan operacional de formar el segundo frente con las unidades combinadas del EPC.
     
Al analizar los preparativos de contraataque del EPC, los puntos débiles de los enemigos y las relaciones entre las fuerzas enemigas y las nuestras, presentó la orientación estratégica de la tercera etapa de la guerra y para llevarla a cabo hizo el camino de orientación sobre más de 310 unidades cuya distancia era más de 12 mil 800 ríes (10 ríes equivalen a 4 km).
     
Estando del 4 de noviembre al 18 de diciembre en Kosanjin (en aquel tiempo) abrió la fase de cambio de la guerra dirigiendo a la victoria la nueva operación de contraataque.
     
A finales de noviembre de 1950 el Presidente ordenó a las unidades pasar al decisivo contraataque en toda la extensión del frente.
     
Fue otra vez el día 28 al barrio Taeyu del distrito Tongchang, en que organizó y dirigió las operaciones para asediar y aniquilar al colectivo principal de los enemigos acantonados en los alrededores del río Chongchon y el lago Jangjin y en la región de Chongjin y Hamhung.
     
Las unidades combinadas del EPC y las del segundo frente frustraron la "ofensiva general de Navidad" de los enemigos y liberaron toda la región del Norte de Corea.
     
A mediados de diciembre, el Presidente convocó en el barrio de Yonphung de la ciudad de Kanggye el XXX pleno del Consejo de Ministros y dejó en Hyangha del distrito Janggang las imborrables huellas.
     
En el histórico informe y el discurso en resumen "La situación actual y las tareas inmediatas" pronunciados en el tercero pleno del Comité Central del PTC efectuado del 21 al 23 indicó las tareas programáticas para mantener la victoria lograda con las propias cuentas en el combate de contraataque, fortalecer el partido y elevar su papel.
     
Desde enero del 40 (1951) de la Era Juche trasladó la Comandancia Suprema a la comuna Konji (en aquel entonces), donde dirigió, hasta terminar la guerra, las importantes reuniones del partido, el ejército y el Estado en más de 200 ocasiones y condujo al ejército y el pueblo a la victoria visitando sin cesar el frente y la retaguardia.
     
A mediados de 1951 presentó la orientación estratégica de cuarta etapa de la guerra para tomar firmemente la iniciativa de la contienda y lograr la victoria final.
     
La trayectoria de más de 31 mil 600 ríes sobre más de 600 lugares de combate, fábricas y campos fue el camino largo que trajo la victoria final de la guerra.
     
Gracias a la sabia dirección del Presidente, a principios de noviembre de 1951 fue fracasada por completo la "ofensiva otoñal" de los enemigos. En junio de 1952 cuando los imperialistas yanquis trataban de lograr "negociaciones honorables" aumentando en gran escala sus fuerzas armadas detrás de la cortina de las negociaciones de armisticio, el Presidente volvió a dirigir sobre el terreno la provincia de Phyong-an del Norte para incrementar la combatividad del Ejército Popular de Corea y consolidar la retaguardia.
     
En otoño del mismo año, inspeccionó la comandancia del frente situada en la comuna de Sungap del distrito de Kumgang y la unidad combinada asentada en la comuna de Soksa del mismo distrito aclarando las orientaciones operacionales para frustrar la "ofensiva Kimhwa" de los enemigos usando los métodos de combate al estilo coreano.
     
En febrero de 1953, realizó sin parar una travesía por el monte Masik de la zona oriental, la cuesta Myongmun de la zona norte y otras montañas cubiertas de nieve para movilizar para la victoria final a los soldados de las unidades en la primera línea del frente y los obreros de las provincias de Jagang y Phyong-an del Sur.
     
A principios de mayo, acudió personalmente hasta al lugar de negociaciones de armisticio y enseñó ideas y remedios ingeniosos para obtener el acta de capitulación de la parte enemiga. Y dirigió 3 operaciones de fuerte contraataque que favorecerían la victoria decisiva.
     
El 27 de julio del 42 (1953) de la Era Juche, llegó por fin el momento en que los imperialistas yanquis, que se jactaban de la "supremacía" mundial, se arrodillaron ante el pueblo coreano y firmaron el acta de capitulación.
     
El Comandante de acero examinó finalmente y firmó el documento del Acuerdo de Armisticio desde el lugar de interés histórico-revolucionario Jonsung.
     
La victoria fulminante del pueblo coreano en la trienal y encarnizada Guerra de Liberación de la Patria fue gran triunfo de la destacada idea, estrategia y tácticas del Generalísimo Kim Il Sung y de su cálido amor por el pueblo. 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

domingo, 22 de junho de 2014

O Partido do Trabalho da Coreia e o Secretário Geral Kim Jong Il


El 19 de junio es un día significativo del Partido del Trabajo de Corea (PTC).  En esta fecha de hace 50 años el Dirigente Kim Jong Il inició su labor en el Comité Central del PTC.  Al margen de él es inimaginable el poderío del PTC, organizador y orientador de todas las victorias del pueblo coreano.

El Dirigente Kim Jong Il fortaleció y desarrolló el Partido del Trabajo de Corea como el partido del camarada Kim Il Sung en el verdadero sentido de la palabra.

El Partido del Trabajo de Corea tiene como su eterno Secretario General al Dirigente Kim Jong Il que falleció inesperadamente en diciembre de 2011, lo cual no es algo simbólico en modo alguno.

La ideología y el lineamiento del camarada Kim Jong Il le sirven al PTC de sempiterna guía directriz.

Desde que iniciara su trabajo el 19 de junio de 1964 en el CC del Partido se empeñó para profundizar y enriquecer de acuerdo con la exigencia de la época y la revolución en desarrollo la idea Juche del camarada Kim Il Sung, fundador de la Corea socialista. Precisó esta idea rectora del Partido como la integridad de la idea, teoría y metodología del Juche, haciendo gran contribución al campo de la ideología y teoría del Partido. En todas las etapas de la construcción socialista publicó muchas obras que dan profundas aclaraciones a los problemas teórico-prácticos planteados. Sus pensamientos y doctrinas son los enciclopédicos que abarcan todos los dominios de la vida social como la construcción del partido, el Estado, el ejército, la economía, la enseñanza, la salud pública, la literatura, el arte, el deporte, etc. Sus ideas y teorías enunciadas en El socialismo es ciencia, Priorizar la labor ideológica es requisito indispensable para el cumplimiento de la causa socialista, Para mantener el espíritu Juche y la nacionalidad en el proceso revolucionario y constructivo y muchas otras obras tienen gran significado para fomentar e impulsar la causa socialista y la de independencia en el mundo.

Sobre todo, su original doctrina política Songun hace posible defender fidedignamente la soberanía nacional y mantener firmemente la independencia de las masas populares hoy cuando los imperialistas recurren cada día más a la política de fuerza, y cuya justeza y vitalidad fueron comprobadas patentemente por la actualidad de Corea. 

El Secretario General Kim Jong Il, al presentar la teoría de la construcción de un país socialista, poderoso y próspero, a base del fortalecimiento de la capacidad defensiva del país en todos sus aspectos, le abrió a la población un porvenir más espléndido.

Sus pensamientos y doctrinas son invariable verdad y eterna bandera de la victoria para el PTC y el pueblo coreano que avanzan todos para la construcción de un país socialista, poderoso y próspero, para la victoria final.

Los extraordinarios méritos del Secretario General Kim Jong Il que realizó liderando decenas de años el PTC le sirven al pueblo coreano de perdurable fuerza motriz para impulsar con dinamismo la causa socialista.

El Secretario General Kim Jong Il orientó al PTC a que junto con las masas populares se confundiera en un solo cuerpo con una idea y voluntad y les sirviera y que tuviera recia disciplina y gran combatividad, lo cual es uno de sus extraordinarios méritos.

Condujo correctamente el empeño del pueble coreano para el socialismo, produciendo saltos trascendentales que serían registrados en la historia. Aplicando la original política Songun elevó al país que antes de un siglo por ser débil en lo militar, se vio caer bajo la ocupación del imperialismo japonés, a la posición de la potencia militar mundial. Aun haciendo frente a las extremadas sanciones y bloqueos económicos de las fuerzas aliadas imperialistas capitaneadas por Estados Unidos, presentó un gran proyecto de la construcción de un país socialista, poderoso y próspero, y promovió una revolución industrial de la nueva centuria, asentando una base de eterna duración para la construcción de la potencia económica.

Se debe enteramente a su sabia dirección el que hoy Corea hace gala de su dignidad y poderío como uno de los contados países de satélite y nucleares del mundo.

El Secretario General Kim Jong Il que en toda su vida tomaba como su divisa considerar al pueblo como el cielo, definió fomentar continuamente el bienestar del pueblo como supremo principio de las actividades del Partido y se empeñó para lograrlo. Todos sus pensamientos y actividades propendían a asegurarle felicidad al pueblo. Orientó con escrupulosidad que el PTC cumpliera debidamente su misión como partido en servicio al pueblo y todos los funcionarios partidistas, como sus fieles servidores. En el viaje de trabajo siempre visitaba sin cumplido casas de las gentes, analizaba su vida y leía en su alma, atendiéndolas solícitamente como el padre carnal. En todo momento estaba entre las personas y prestaba oído a sus opiniones, para reflejarlas en las líneas y políticas del Partido y el Estado que establecieran. Era para los coreanos el PTC, madre que se encarga tanto de su destino como de su porvenir.

Consagró todo lo suyo para el enriquecimiento y la prosperidad del país y la felicidad del pueblo. Si era para esto, no hizo caso de su cansancio que sentía y del rigor de la nevasca, el frío, el chubasco y el bochorno al que se exponía. Sin tomar ni un momento de descanso hasta el último momento de su vida recorrió a lo largo y ancho del país para orientar el empeño del pueblo coreano para la construcción de la potencia económica. Lo siguió a pesar de las disuasiones de los doctores, hasta caer en el tren vencido de la acumulación de las fatigas y desvelos.

Es demasiado natural que el pueblo coreano lo tiene como su gran padre, como su eterno Dirigente.

El Secretario General Kim Jong Il vive siempre junto con el invencible PTC que orienta la marcha general del pueblo coreano para la construcción de un país socialista, poderoso y próspero.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Brigadas Populares sobre a solidariedade à Coreia Popular



Recentemente, a página de solidariedade à Coreia Popular realizou uma entrevista com o professor João Cláudio, dirigente das Brigadas Populares, onde ele comenta sobre a solidariedade de sua organização à Coreia socialista, bem como as identidades ideológicas desta com a Ideia Juche, ideologia diretriz do Partido do Trabalho da Coreia e da Revolução Coreana.

1) João, as Brigadas Populares são uma organização que vêm dando forte apoio à luta da povo coreano pela construção do socialismo. O que leva tal organização a apoiar o processo revolucionário da Coreia Popular.

Acreditamos que a Coréia socialista é um exemplo de luta, primeiro passou por uma guerra de libertação nacional e depois construiu o socialismo nos seus moldes. Mesmo depois do desaparecimento da URSS, a RPDC continua a existir com dignidade. Isso mostra que produz um processo revolucionário coerente, por isso deve ser apoiada.

2) Na opinião das Brigadas, qual a melhor forma de apoiar a luta dos coreanos daqui do Brasil?

Divulgando a realidade da Coréia popular, combatendo as mentiras da imprensa golpista e mostrando ao mundo que a mesma não está só.

3) Você acha que esse exercício de solidariedade internacional pode impulsionar a luta de classes no próprio Brasil? Explicando de forma mais clara: A luta do povo coreano pode ensinar algo ao povo brasileiro?

Claro, se conseguirmos traduzir a história de luta do povo coreano socialista para a nossa gente, com certeza servirá de exemplo a ser seguido. O povo brasileiro precisa conhecer a experiência de lutas e conquistas que a Coréia popular trilhou, isso tem um poder mobilizador e com certeza o nosso povo se identificará.

4) Os grandes meios de comunicação insistem cada vez mais em sua cruzada de mentiras contra a República Popular e Democrática da Coreia (RPDC). Como as Brigadas Populares têm atuado nessa batalha em prol da verdade?

Primeiro, aprovamos em nosso congresso nacional o apoio total a Coréia socialista, e depois definimos na brigada de solidariedade internacional participar ativamente na defesa da Coréia socialista e tratar como tarefa prioritária divulgar a luta do povo coreano socialista. Mostrar que para além dos clichês reacionários a história da Coréia socialista é de suma importância para o proletariado do mundo todo. 

5) É interessante (e triste) notar que o tema "Coreia" não é um assunto em que haja consenso nem entre a própria esquerda, pois muitos setores autoproclamados populares acabam repetindo esses clichês midiáticos pró-imperialistas. Como as Brigadas Populares, por defenderem a RPDC, lidam com tal situação?

As brigadas populares são uma organização de nova monta, não tem nada haver com a esquerda pequeno-burguesa trotskista, nem tão pouco compactuamos com o revisionismo.

Vemos muita semelhança no paradigma socialista coreano com o nacionalismo revolucionário que norteia a nossa organização. A esquerda institucional brasileira presta o desserviço ao movimento comunista internacional e não consegue produzir um programa libertário para nosso país. Por isso não temos nenhum problemas em estarmos ao lado da RPDC contra esses pelegos. Eles não conseguem reconhecer a luta de figuras como Brizola, Darcy Ribeiro e Prestes, que dirá ter alcance para compreender a realidade coreana. O eleitoralismo em que estão imersos não permite que avancem.

6) Como você e as Brigadas vislumbram o exercício dessa solidariedade internacional nesse 2014 que temos pela frente? 

A ideia é fazer o máximo de atividades de solidariedade não só pela RPDC, mas também por Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Palestina, pelos revolucionários da Colômbia e por todos que estão em luta contra o imperialismo. Essa solidariedade deve ser militante e não de gabinete. Faremos o máximo de atividades de rua e de conscientização. 

7) Um dos pontos em que sua organização dá mais ênfase é a questão do anti-imperialismo. Dê um panorama geral dos demais elementos dessa luta e como o processo coreano se insere nesse quadro mais amplo.

A RPDC tem combatido o imperialismo a mais de 50, pois foi o mesmo que levou os estadunidenses a invadirem seu território. Nesse contexto, as brigadas populares têm o dever de divulgar o papel exemplar do povo coreano socialista, que de arma em punho expulsou os invasores de suas terras. Compreendemos que o nacionalismo revolucionário necessariamente travará duras lutas na América latina para construir o socialismo em nosso continente e o caráter dessa luta começa no anti-imperialismo. Contudo, não diferenciamos a luta anti-imperialista da busca pelo socialismo. A Ideia Juche nada mais é do que a adaptação coreana do marxismo-leninismo, ou seja, o nacionalismo revolucionário da Coreia popular.

8) Bom, para terminar, fale um pouco mais sobre as Brigadas Populares para os leitores do Blog de Solidariedade à Coreia Popular, para que todos possam conhecer melhor a organização revolucionária que vem prestando inestimável apoio ao povo coreano.

As brigadas populares são uma organização de nova monta, popular e de massa que tem como princípio a luta intransigente pelo socialismo. Acreditamos que o caminho brasileiro para tanto é o nacionalismo revolucionário. O mesmo congrega todas as experiências de luta de nosso povo e procura sintetizar a busca pelo socialismo a partir das particularidades que o Brasil tem, sem importar modelos ou se subordinar a dogmas.  As Brigadas Populares procura atuar junto ao povo brasileiro em suas demandas. As Brigadas Populares conclamam todos os brasileiros e brasileiras a cerram fileiras na luta por um Brasil socialista e revolucionário.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Jornalista dos Estados Unidos visita a República Popular Democrática da Coreia e “corrige” alguns equívocos que a mídia ocidental propaga sobre o país

06/05/2014

Marcel Cartier

Tive a oportunidade única de pas­sar vários dias em três partes diferentes da República Popular Democrática da Coreia, mais comumente referida apenas como Coreia do Norte. Aqui estão algu­mas coisas sobre o país que podem sur­preendê-lo.

1. Os americanos não são odiados, mas bem-vindos

O alto nível de consciência de classe dos coreanos faz com que eles não con­fundam o povo estadunidense com o seu governo. Os coreanos não fazem segredo quanto ao seu desprezo pelo imperialis­mo dos EUA, mas se você diz que é um estadunidense, a conversa geralmente gira muito mais em torno de temas cul­turais ou relacionados a esportes do que de política. Na biblioteca The Grand Pe­ople’s Study House, localizada em Pyon­gyang, o CD mais popular é o Greatest Hits, dos Beatles, embora Linkin Park também seja bastante solicitado entre a juventude local. Os jovens parecem fasci­nados pela NBA e sabem muito mais so­bre a liga de basquete e seu campeonato do que apenas sobre o ex-jogador Den­nis Rodman.

2. Fronteira e alfândega

Muitos dos ocidentais que viajaram de Pequim para Pyongyang comigo es­tavam preocupados que o procedimen­to de imigração seria longo e intenso. Todos pareciam muito surpresos que os passaportes foram carimbados, sem perguntas, e que apenas um punhado de passageiros teve alguns itens de su­as malas olhados. Antes de viajar, é al­tamente recomendável por empresas de turismo que as pessoas não tragam qualquer livro sobre a Guerra da Coreia ou itens que estampem bandeiras dos Estados Unidos. Este pode ser um con­selho sólido, mas a imigração realmente não parece muito preocupada com o que é trazido para o país.

3. Pyongyang é bonita, limpa e colorida

Provavelmente a cidade mais linda do mundo, Pyongyang está incrivel­mente bem conservada. Considerando­-se que toda a cidade foi bombardeada pelas forças dos EUA na Guerra da Co­reia (que eles chamam de Guerra de Li­bertação Pátria) e que apenas dois edi­fícios permaneceram em pé em 1953, é uma realização impressionante. As es­tátuas e grandes edifícios são inspira­dores, assim como são os grandes espa­ços verdes, onde você pode ver as pesso­as relaxando. Há muitos novos prédios surgindo em toda a cidade, mas mesmo os que são evidentemente mais antigos são bem mantidos. Costuma-se dizer que Pyongyang durante a noite é escura, e embora possa ser comparada a uma ci­dade ocidental, ela tem belas luzes que iluminam muito o centro da cidade.

4. Cabelo a la Kim Jong-Un

Quando eu estava a caminho do aero­porto para o centro da cidade, vi apenas um homem usando o “corte de cabelo a la Kim”, que, aliás, não me pareceu na­da bom. Os rumores quanto à obrigato­riedade de todos os homens da Coreia do Norte em idade universitária terem de usar o mesmo corte do líder norte-core­ano surgiram após a BBC e a Time vei­cularem a história de um tabloide sul-co­reano. Essa história não só não é verda­de, assim como também não é a alegação de que os homens no país só teriam um número seleto de cortes para escolher na barbearia, sancionado pelo Estado.

5. Norte-coreanos sorriem muito

A pergunta que você deve estar se per­guntando é: “Mas eles não sorriem por­que são forçados a isso?”. Isso seria um grande feito se para todos os risos genu­ínos que eu compartilhei com os corea­nos, eles estiverem apenas rindo “para inglês ver”.

6. Ideologia monolítica não significa personalidade monolítica

Este é um bom lembrete quanto ao fato de individualismo e individualidade não serem a mesma coisa. Na realidade, ob­servando as pessoas interagirem umas com as outras me deu a impressão que a diversidade de tipos de personalidade é tão forte quanto o é no “liberado” Oci­dente. As pessoas têm uma divergência de interesses, desde esportes à cultura, e são livres para escolher o que eles gostam e desgostam.

7. As pessoas se vestem incrivelmente bem no país todo

Até mesmo no campo, os coreanos se vestem de maneira muito digna. Não houve um só lugar que viajei onde as pes­soas parecessem malvestidas ou vestindo roupas que parecessem ser velhas. Ho­mens e mulheres também não vestem o mesmo estilo de roupa, como somos con­dicionados a pensar. É comum ver mu­lheres usando roupas bem brilhantes, in­cluindo ternos e vestidos tradicionais co­reanos de cor pink. Os homens usam gra­vata, camisas de cola e ternos, mas tam­bém não é incomum vê-los em roupas mais casuais, como moletons, dependen­do da ocasião.

8. As crianças começam a aprender inglês aos 7 anos

O domínio da língua inglesa, particu­larmente pela geração mais nova, im­pressiona. Nas décadas anteriores, a época de aprender inglês era no cole­gial. Mas isso foi mudado para a tercei­ra série do ginásio agora. Embora muitas crianças sejam tímidas (no final das con­tas, elas não veem muitos estrangeiros), muitas delas apertaram minhas mãos e até mesmo trocaram poucas palavras em inglês comigo. Entre as línguas popula­res estudadas no colegial estão o chinês e o alemão.

9. O turismo será incentivado num futuro próximo

Um dos aspectos da economia que se­rão priorizados no futuro parece ser o tu­rismo. No momento, todo o aeroporto de Pyongyang está em obras – e sendo ex­pandido. Os coreanos estão dispostos a se abrir para o mundo, mas também es­tão certos de fazerem isso de maneira di­ferente da dos chineses (após ter estado em Pequim e visto a onipotência de al­guns dos piores aspectos da cultural oci­dental, isso os dá toda a razão para te­rem cuidado a esse respeito). A compa­nhia Air Koryo, a qual foi concedida ape­nas 1-estrela pela companhia SkyTrax, na realidade, foi muito melhor em ter­mos de serviço e conforto do que ao me­nos um dúzia de outras companhias aé­reas que já voei. Eles têm uma nova fro­ta de aviões russos que voam entre Pyon­gyang e Pequim, proveem entretenimen­to a bordo ao longo de toda a viagem (o desenho para crianças Clever Raccoon Dog é hilário) e servem um “hambúr­guer” (que não é muito bom, mas comí­vel) e uma variedade de bebidas (café, chá, cerveja e suco). Toda a experiência valeria no mínimo 3 estrelas se tivésse­mos que avaliá-la para valer.

10. Coreanos estão dispostos a falar sobre seu país de maneira aberta

As pessoas estão bem abertas para fa­lar a respeito dos problemas que o país enfrenta e não se furtam em discutir al­guns dos mais difíceis aspectos da vida. Por exemplo, eles falam sobre a “Marcha Árdua” (pense no “Período Especial” em Cuba) quando seca, fome e enchentes so­madas à perda da maioria dos parceiros comerciais do país causaram grandes re­trocessos ao país que até os anos de 1980 tinha uma qualidade de vida mais alta do que a da sua vizinha Coreia do Sul. Eles também discutem as narrativas em rela­ção à Guerra da Coreia e estão dispostos a um melhor relacionamento com a Co­reia do Sul na esperança que aconteça a reunificação. Entretanto, também são bem firmes quanto ao fato de que nunca irão renunciar seus princípios socialistas para facilitar essa reunificação.

11. Cerveja e microcervejarias

Quase todos os distritos do país agora têm uma cervejaria local que provê cer­veja para os arredores. Há uma varieda­de de diferentes tipos que são bebidas por todo o país e a maioria das refeições são servidas com uma pequena quantidade de cerveja. No Kim Il Sung Stadium, on­de a maratona de Pyongyang começou e terminou não era incomum ver locais be­bendo cerveja enquanto observavam as partidas-exibição entre os times de fute­bol do país. Pense no estádio dos Yanke­es, sem a agressividade do público.

12. Tabloides

Havia ao menos 100 estaduniden­ses ao mesmo tempo que eu em Pyon­gyang, em grande parte devido aos cor­redores amadores estrangeiros que tive­ram a permissão de competir pela pri­meira vez na maratona. Um casal disse ser esta sua segunda visita ao país, após o terem visitado no ano passado. Eles mencionaram como estavam um pou­co asssustados quando vieram pela pri­meira vez porque isso foi bem depois de uma história que tinha ganhado as man­chetes sobre Kim Jong – um ter mata­do sua namorada e outras pessoas por terem aparecido em uma fita pornô. O casal falou de como eles entraram em uma ópera em Pyongyang e assim que sentaram perceberam que a mesma mu­lher que devia estar morta estava sen­tada bem na frente deles. De fato, uma walking dead. Outras histórias recentes que saíram na mídia ocidental via tab­lóides sul-coreanos em relação a execu­ções em massa em estádios ou ao tio de Kim Jong – um ter servido de alimen­to para um bando de cachorros famin­tos também são ditas como sem senti­do por ocidentais que viajam frequente­mente para lá e conhecem bem a situa­ção do país. Isto não é para nada dizer sobre a existência de campos de reedu­cação política ou prisões, mas para fa­lar sobre uma campanha de demoniza­ção contra o país que o distorce comple­tamente e que não ajuda em nada o po­vo coreano

13. Os coreanos não hesitaram em fazer com que você se divirta com eles

Aconteceu uma série de eventos orga­nizados em Pyongyang por ocasião do aniversário de Kim Il Sung, que é um fe­riado nacional quando as pessoas ficam dois dias sem trabalhar. Alguns foram or­ganizados publicamente, como as mass dances, em que centenas de pessoas dan­çam em grandes praças ao som de mú­sicas populares coreanas. Outros even­tos envolveram famílias no parque fazen­do piquenique enquanto crianças com­pravam sorvete e vovós bêbadas dança­vam de forma hilária porque tinham tido muito soju caseiro. Mas, como em qual­quer outro Estado autoritário, você tem que participar! Intimidar-se não é uma opção, já que eles vão te puxar pelo bra­ço e te ensinar a dançar todos os passos mesmo que eles próprios não os estejam fazendo de maneira correta.

Em resumo, eu achei os coreanos do Norte uns dos mais acolhedores e mais autênticos seres humanos que já tive a chance de interagir. Seria tolo referir-se ao país como um “paraíso dos trabalha­dores” devido à profundidade de pro­blemas que enfrenta. Como em todas as sociedades, existem aspectos positi­vos e negativos. Entretanto, consideran­do que eles têm superado séculos de do­minação imperial, a perca de quase um quarto de sua população na Guerra da Coreia e continuam a manter seu siste­ma social diante de um continuado esta­do de guerra, eles têm se dado tremen­damente bem. Os sucessos em educa­ção gratuita por meio da Universidade, a não existência de sem-teto e um po­vo orgulhoso e digno deveriam ser apre­sentados no sentido de se ganhar uma imagem do país mais completa e com mais nuances.

Tenho de dizer que a Coreia do Norte pintada pela mídia burguesa ocidental na verdade fala mais sobre a eficiência de nosso aparato de propaganda e de téc­nicas de lavagem cerebral do que do de­les. O fato que eu até tenho que escrever sobre as coisas surpreendentes que tes­temunhei é a evidência da séria falta de compreensão que temos sobre o país. Os problemas enfrentados pela Coreia nun­ca são contextualizados como deveriam ser – como uma nação oprimida com o objetivo de libertar-se da servidão das grandes potências que têm a intenção de devorar cada Estado restante livre de uma unipolaridade que morre.

Ah, e eu quase estava esquecendo so­bre as armas nucleares! Bem, vamos considerar se os militares norte-core­anos estivessem realizando exercícios militares anualmente ao largo da cos­ta de Nova Iorque, simulando o bom­bardeio de Manhattan e a ocupação da totalidade do país, o qual já controla a metade ocidental.

Não seria sensato dado o contexto pa­ra os estadunidenses desenvolverem um arsenal nuclear? Os coreanos não são fa­mintos por guerra ou até mesmo “obce­cados” com o exército ou forças militares. No entanto, dado a forma como a situa­ção na Líbia foi jogada, eles ainda estão mais convencidos – com razão – de que a única razão pela qual o seu Estado inde­pendente continua a existir é devido ao Songun (a política “militares em primei­ro lugar”) e a existência de capacidades nucleares. Para ter certeza, eles não têm a intenção de usá-lo a menos que os colo­quem na posição de ter de fazê-lo.

É meu desejo sincero que exista um continuado intercâmbio cultural e inter­pessoal no futuro próximo entre as pes­soas da Coreia do Norte e os países oci­dentais. Praticamente todas as pessoas que viajaram comigo de volta a Pequim estavam em êxtase de quão diferente sua experiência foi, comparado ao que eles esperavam. Eles – como eu – ganharam muito com a experiência humanizado­ra de interagir com os coreanos. Embora os ocidentais sejam relativamente livres para viajar muito mais do que os cida­dãos da Coreia do Norte, é irônico como os coreanos aparentemente sabem muito mais sobre nós do que nós sabemos so­bre eles. Isso terá que mudar nos próxi­mos anos. (LiberationNews.org)

Fonte: Brasil de Fato

terça-feira, 15 de abril de 2014

15 de Abril - Dia do Sol e o Kimilsunismo-Kimjongilismo


A ideologia revolucionária de Kim Il Sung e Kim Jong Il, reconhecida como grande doutrina diretriz da época da independência, foi formulada do Kimilsungismo-Kimjongilismo por Kim Jong Un. Tal ideologia significou um sucesso histórico para todos os que lutam pela independência e o socialismo, para o povo coreano e os povos progressistas do mundo. 

Durante o início da década de 1930, Kim Il Sung, fundador da atual Coreia socialista, observando profundamente a exigência da nova época em que as massas populares, antes oprimidas, apareciam agora como donas de seu destino, desenvolveu a Ideia Juche e o Songun (conceder prioridade aos assuntos militares). 

Kim Jong Il desenvolveu tais principios por meio de grandes atividades ideológico-teóricas. Aprofundou, enriqueceu e sistematizou a Ideia Juche, logrando que esta viesse a se converter em grande doutrina diretriz da época da independência. Ademais, formulou a Ideia Songun, desenvolveu-a e a enriqueceu até a etapa de consolidá-la como forma fundamental de política socialista. A ideologia de Kim Il Sung e Kim Jong Il aparecem como inseparáveis uma da outra, razão pela se mostra demasiado natural referir-se às mesmas como Kimilsungismo-Kimjongilismo. 

O Kimilsungismo-Kimjongilismo é, integralmente, a ideologia, teoría e o método do Juche. 

A ideia Juche forma a parte mais importante do Kimilsungismo-Kimjongilismo, e é sua coluna vertebral. Sendo o pensamento de que o dono do próprio destino é o homem, e a força que forja o próprio destino não é senão o próprio homem, se aclara principio filosófico e sócio-histórico de que a direção dos processos revolucionários e da construção socialista devem ser centrados no homem. 

A partir da nova análise filosófica do homem, enquanto ser social, de que seus atributos intrínsecos como independência, espírito criador e consciência, se estabeleceu uma nova visão de mundo centrada no homem, e se deu o principio filosófico de que o homem é dono de tudo e decide tudo. 

Segundo está visão de mundo centrada no homem, foram esclarecidas de maneira inovadora, também, a natureza da sociedade e as leis do movimento sócio-histórico, concepção original da história social, de que a sociedade é um conjunto de pessoas, que o sujito da história social são as massas populares e que o movimento sócio-histórico é um movimento independente, criador e consciente das massas populares. 

A Ideia Juche elucida de maneira global os principios de liderança que devem ser aplicados na revolução e na construção, bem como o principio de se manter a posição independente, aplicar métodos criadores e se ater de maneira prioritária à questão ideológica. 

O Kimilsungismo-Kimjongilismo, a partir da Ideia Juche, enuncia globalmente as teorias da Revolução na época da independência, as estratégias e táticas que sintetizam os principios gerais da Revolução, as tarefas que se apresentam em todas as etapas da revolução, as tarefas que se apresentam em todas as etapas da revolução pela independência e em todos os setores e vías para cumprir, bem como as estratégias e táticas da construção socialista e a Revolução mundial. 

O método de liderança baseado na Ideia Juche se caracteriza, essencialmente, por fazer as massas trabalhadoras manterem a posição de donas da revolução e da construção socialista – tal método contribuiu para esclarecer a essência e o principio da liderança sobre a revolução, o método de trabalho revolucionário, o estilo de trabalho popular, etc. 

Outro aspecto importante do Kimilsungismo-Kimjongilismo é sua teoria Songun, que reflete a exigência da revolução em desenvolvimento na atualidade, e a da construção de um país socialista, poderoso e próspero. 

A Ideia Songun tem como base a Ideia Juche, e se apóia no principio de que a Revolução se inicia, avança e triunfa por meio do fuzil, e de que o exército é principalmente o Partido, o Estado e o povo. Sua essência consiste principalmente em dar preferencia aos assuntos militares na revolução e na construção, e considerar o exército revolucionário como a força principal para impulsionar com força o movimento revolucionário em seu conjunto. 

A política Songun, baseada nesta ideia, torna possível defender a dignidade e a soberania nacionais, e impulsionar com dinamismo a construção de uma sociedade independente. A mesma, aplicada na Coreia, consiste em considerar os militares como a primeira tarefa do país e tomar o Exército Popular como núcleo para defender a revolução e o socialismo, e impulsionar com força a construção socialista em seu conjunto. 

Constitui a política principal do socialismo. Persegue o objetivo de se apoiar na poderosa força militar para, assim, salvar o país, a revolução e o socialismo, e lograr a vitória decisiva no enfrentamento com o imperialismo. 

A ideia Songun indica, também, um verdadeiro caminho para lográ-lo. 

Um país socialista poderoso e próspero é, como disse Kim Jong Il, uma potencia onde seus cidadãos vivem felizes sem ter nada a temer no mundo. 

De acordo com a teoria da construção de um país socialista poderoso e próspero, enunciada pela ideia Songun, a Coreia, consolidando sua posição como potencia ideológico-política e militar, impulsiona com força o desenvolvimento econômico. Kim Jong Un, que leva adiante a causa da construção de um país poderoso e próspero, iniciada por Kim Jong Il, deu a fórmula clássica: “Um Estado socialista, poderoso e próspero, é a somatória entre a unidade monolítica, invencível poderío militar e a revolução industrial do novo século”. 

A justeza e a vitalidade do Kimilsungismo-Kimjongilismo são comprovadas patentemente pelo passado e o presente da República Popular Democrática da Coreia, coroados por glórias e vitórias.

O povo coreano está disposto a seguir, em todo momento, o caminho da independência, Songun e o socialismo iluminado pelo Kimilsungismo-Kimjongilismo.