terça-feira, 15 de abril de 2014

15 de Abril - Dia do Sol e o Kimilsunismo-Kimjongilismo


A ideologia revolucionária de Kim Il Sung e Kim Jong Il, reconhecida como grande doutrina diretriz da época da independência, foi formulada do Kimilsungismo-Kimjongilismo por Kim Jong Un. Tal ideologia significou um sucesso histórico para todos os que lutam pela independência e o socialismo, para o povo coreano e os povos progressistas do mundo. 

Durante o início da década de 1930, Kim Il Sung, fundador da atual Coreia socialista, observando profundamente a exigência da nova época em que as massas populares, antes oprimidas, apareciam agora como donas de seu destino, desenvolveu a Ideia Juche e o Songun (conceder prioridade aos assuntos militares). 

Kim Jong Il desenvolveu tais principios por meio de grandes atividades ideológico-teóricas. Aprofundou, enriqueceu e sistematizou a Ideia Juche, logrando que esta viesse a se converter em grande doutrina diretriz da época da independência. Ademais, formulou a Ideia Songun, desenvolveu-a e a enriqueceu até a etapa de consolidá-la como forma fundamental de política socialista. A ideologia de Kim Il Sung e Kim Jong Il aparecem como inseparáveis uma da outra, razão pela se mostra demasiado natural referir-se às mesmas como Kimilsungismo-Kimjongilismo. 

O Kimilsungismo-Kimjongilismo é, integralmente, a ideologia, teoría e o método do Juche. 

A ideia Juche forma a parte mais importante do Kimilsungismo-Kimjongilismo, e é sua coluna vertebral. Sendo o pensamento de que o dono do próprio destino é o homem, e a força que forja o próprio destino não é senão o próprio homem, se aclara principio filosófico e sócio-histórico de que a direção dos processos revolucionários e da construção socialista devem ser centrados no homem. 

A partir da nova análise filosófica do homem, enquanto ser social, de que seus atributos intrínsecos como independência, espírito criador e consciência, se estabeleceu uma nova visão de mundo centrada no homem, e se deu o principio filosófico de que o homem é dono de tudo e decide tudo. 

Segundo está visão de mundo centrada no homem, foram esclarecidas de maneira inovadora, também, a natureza da sociedade e as leis do movimento sócio-histórico, concepção original da história social, de que a sociedade é um conjunto de pessoas, que o sujito da história social são as massas populares e que o movimento sócio-histórico é um movimento independente, criador e consciente das massas populares. 

A Ideia Juche elucida de maneira global os principios de liderança que devem ser aplicados na revolução e na construção, bem como o principio de se manter a posição independente, aplicar métodos criadores e se ater de maneira prioritária à questão ideológica. 

O Kimilsungismo-Kimjongilismo, a partir da Ideia Juche, enuncia globalmente as teorias da Revolução na época da independência, as estratégias e táticas que sintetizam os principios gerais da Revolução, as tarefas que se apresentam em todas as etapas da revolução, as tarefas que se apresentam em todas as etapas da revolução pela independência e em todos os setores e vías para cumprir, bem como as estratégias e táticas da construção socialista e a Revolução mundial. 

O método de liderança baseado na Ideia Juche se caracteriza, essencialmente, por fazer as massas trabalhadoras manterem a posição de donas da revolução e da construção socialista – tal método contribuiu para esclarecer a essência e o principio da liderança sobre a revolução, o método de trabalho revolucionário, o estilo de trabalho popular, etc. 

Outro aspecto importante do Kimilsungismo-Kimjongilismo é sua teoria Songun, que reflete a exigência da revolução em desenvolvimento na atualidade, e a da construção de um país socialista, poderoso e próspero. 

A Ideia Songun tem como base a Ideia Juche, e se apóia no principio de que a Revolução se inicia, avança e triunfa por meio do fuzil, e de que o exército é principalmente o Partido, o Estado e o povo. Sua essência consiste principalmente em dar preferencia aos assuntos militares na revolução e na construção, e considerar o exército revolucionário como a força principal para impulsionar com força o movimento revolucionário em seu conjunto. 

A política Songun, baseada nesta ideia, torna possível defender a dignidade e a soberania nacionais, e impulsionar com dinamismo a construção de uma sociedade independente. A mesma, aplicada na Coreia, consiste em considerar os militares como a primeira tarefa do país e tomar o Exército Popular como núcleo para defender a revolução e o socialismo, e impulsionar com força a construção socialista em seu conjunto. 

Constitui a política principal do socialismo. Persegue o objetivo de se apoiar na poderosa força militar para, assim, salvar o país, a revolução e o socialismo, e lograr a vitória decisiva no enfrentamento com o imperialismo. 

A ideia Songun indica, também, um verdadeiro caminho para lográ-lo. 

Um país socialista poderoso e próspero é, como disse Kim Jong Il, uma potencia onde seus cidadãos vivem felizes sem ter nada a temer no mundo. 

De acordo com a teoria da construção de um país socialista poderoso e próspero, enunciada pela ideia Songun, a Coreia, consolidando sua posição como potencia ideológico-política e militar, impulsiona com força o desenvolvimento econômico. Kim Jong Un, que leva adiante a causa da construção de um país poderoso e próspero, iniciada por Kim Jong Il, deu a fórmula clássica: “Um Estado socialista, poderoso e próspero, é a somatória entre a unidade monolítica, invencível poderío militar e a revolução industrial do novo século”. 

A justeza e a vitalidade do Kimilsungismo-Kimjongilismo são comprovadas patentemente pelo passado e o presente da República Popular Democrática da Coreia, coroados por glórias e vitórias.

O povo coreano está disposto a seguir, em todo momento, o caminho da independência, Songun e o socialismo iluminado pelo Kimilsungismo-Kimjongilismo. 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Na volta às aulas, Coreia socialista luta para consolidar novo sistema educacional


A última terça-feira (1 de abril) marcou a volta às aulas nas escolas da Coreia Popular. Por conta da ocasião, foram feitas cerimônias em diversas escolas por todo o país, celebrando os avanços feitos no decorrer da aplicação do sistema educacional socialista. A República Democrática e Popular da Coreia (nome oficial da Coreia do norte) foi o primeiro país asiático a erradicar por completo o analfabetismo, no ano de 1949. No ano de 1972, época de grandes sucessos da construção socialista na Coreia, o país estabeleceu a nível nacional o sistema educação universal, gratuito, obrigatório e compulsório de 11 anos. Após 40 anos, no ano de 2012, foi aumentado para doze anos o ensino obrigatório na Coreia do Norte. Atualmente, autoridades do país e quadros à frente do sistema educacional norte-coreano estimam que, até 2015, o sistema universal e gratuito de 12 anos de educação já estará consolidado e existirá a nível nacional.

Estiveram presentes durante as cerimônias recentes realizadas nas escola do país, professores, pais e dirigentes do Partido do Trabalho da Coreia.

Ri Kyong Hui, mãe de Kim Ho Ung, estudante da Escola Primária Ryusong, na região central de Pyongyang, elogiou Kim Jong Un pelos avanços feitos pelo país no trabalho para criar as crianças e jovens de modo que sejam suficientemente preparados para serem os genuínos sucessores da Revolução coreana.

So Sung Hyok, professora da Escola Secundária Junior Kinjae, no bairro de Sosong, explicou um pouco sobre o novo sistema educacional estabelecido em 2012, onde no período secundário junior os estudantes adquirem conhecimentos básicos sobre tecnologia, falando também sobre novos métodos que foram elaborados para garantir aos estudantes um bom aprendizado.

Crianças voltam às aulas na Coreia socialista
Kim Song Il, diretor do Ministério de Educação geral, prometeu trabalhar duro para transformar os estudantes em pilares do país, em calorosa resposta à política educacional levada a cabo pelo Partido do Trabalho da Coreia.

domingo, 23 de março de 2014

Entrevista: Movimento estudantil carioca presta apoio à Revolução Coreana

Em dezembro de 2013 o Centro Acadêmico de História da UERJ (CAHIS) com apoio do Centro de Estudos da Ideia Juche (CEIJ) realizou o debate "Coreia do Norte e Síria: Histórias que a academia não conta", que contou com a presença de Alexandre Rosendo, do CEIJ. A equipe do Blog de Solidariedade à Coreia Popular entrevistou Hugo Müller, que há três anos é um dos diretores do CAHIS (que segue uma estrutura horizontal.de direção). Confira o trabalho de solidariedade desenvolvido pelo movimento estudantil carioca:

Blog de Solidariedade à Coreia Popular (BSCP): Hugo, em dezembro de 2013 o Centro Acadêmico de História da UERJ (CAHIS) realizou um debate sobre as lutas anti-imperialistas da Coreia Popular e da Síria, o que levou o CAHIS a se solidarizar com estes povos?
Hugo: Nós do Centro Acadêmico de História acreditamos que o nosso papel é inserir debates pertinentes para os estudantes de História, o que a Universidade não faz por ser um aparato de reprodução da ideologia burguesa e quando o faz é apenas uma versão mais aprofundada das notícias que a grande mídia nos traz sobre esses países. Desta maneira, caso não debatermos sobre o dito “Eixo do Mal” trazendo a versão de estudiosos que creem que esses países não são “tão maus” assim e que isso não passa de um discurso imperialista reverberado pelo ocidente, os estudantes só terão acesso à versão dos oligopólios midiáticos que nos bombardeiam diariamente com a mesma opinião sobre esses países. Desta maneira, nós do CAHIS, procurando sempre ler para além da Historiografia oficial e ter contato com estudiosos como vocês do grupo do Centro de Estudos da Idéia Juche assumimos uma posição de solidariedade com esses países que sofrem com os incessantes ataques imperialistas, e acreditamos que temos que passar essa posição adiante para os demais estudantes através de debates e eventos.

BSCP: Ambos os processos são muito caluniados pela grande mídia, mas no caso coreano, por termos em curso uma revolução socialista (a primeira a derrotar o imperialismo, em 1953), me parece que há uma "cruzada ideológica" com muito mais força, inclusive pelo tempo, mais de meio século, de mentiras oriundas de Washington. Nesse contexto, qual foi a reação das pessoas (estudantes da UERJ, professores desta instituição, dirigentes políticos de fora da UERJ, enfim...) diante da posição assumida por vocês?
H: Os professores, com raras exceções, tratam de se silenciarem diante da nossa posição em apoio à Coréia do Norte, essa é uma forma de referendar o senso comum sobre tais países. A tradição acadêmica é de silêncio quando se trata de temas que abordam o imperialismo, na UERJ não é diferente. Temos até professores que acreditam que o conceito de Imperialismo está ultrapassado. Portanto estes não apoiam nossos eventos e tentam sempre esvazia-los da pior forma possível: não permitindo que os estudantes se ausentem das suas aulas para irem aos nossos eventos. Essa atitude é recorrente e no caso do evento sobre a Coréia do Norte essa tentativa ocorreu. Já os alunos se mostram interessados por terem contato com o outro lado da história, uma versão diferente do que eles estão acostumados a ler e a ouvir. No início é natural se mostrarem reticentes com a posição em apoio à Coreia do Norte, porém, acompanhando nosso evento os estudantes se mostraram muito mais interessados em divergirem das notícias que recebem da mídia e até mesmo cobrarem dos professores alguma abordagem sobre o tema. E esse processo é dialético: quanto mais eventos do CAHIS os estudantes vão, mais eles se sentem à vontade de faltarem a uma aula para assistirem um debate ou uma palestra feita por nós.

BSCP: O CAHIS optou por discutir a Revolução Coreana junto do processo de luta anti-imperialista do povo sírio. Por qual motivo, dentre tantos outros povos em luta no mundo, o movimento estudantil carioca escolheu estes dois e o fez num mesmo momento?
H: Pois acreditamos que o Imperialismo atua com métodos comuns a ambos os países: Com o apoio do aparato midiático ocidental, com a incessante coerção bélica, com covardes embargos econômicos e com infiltrações de mercenários para tentar dividir a nação.  Portanto, podemos facilmente abordar a História desses dois países em um mesmo evento. Além disso, planejamos o evento no período em que a Coreia do Norte e a Síria estavam em voga na mídia: a primeira por causa das operações intimatórias dos EUA no Mar Amarelo e respondido à altura pela Coreia do Norte, o que a mídia mal interpretou como o possível início de uma guerra; a segunda por causa de se tratar do ápice da ofensiva das tropas mercenárias contra o governo de Bashar Al Assad.

BSCP: Como você avalia o e evento ocorrido em dezembro?
H: O evento foi uma importante etapa na missão do CAHIS em levar para dentro da Universidade temas que atingem o cotidiano da população Brasileira e que ao mesmo tempo passam despercebidas. O Imperialismo, por exemplo, age pela América-Latina toda e a Universidade insiste em não debater isso. Portanto, utilizamos a universidade como espaço de disputa do conhecimento. Essa é uma das principais tarefas do nosso Centro Acadêmico de História.

BSCP: E posteriormente, como foi a repercussão?
H: Conseguimos uma boa repercussão entre os estudantes pela qualidade do debate e por tratar de um tema que eles nãos estão acostumados a ver dentro da Universidade. Cito o exemplo dos calouros de História no período desse evento que já entraram para universidade tendo a oportunidade de debater sobre o Imperialismo, História do Tempo Presente e História Contemporânea em um mesmo evento. Infelizmente isso é coisa raríssima dentro da Universidade.

BSCP: Antes de entrar em contato com a militância como você enxergava a Coreia Popular? E depois, quais mudanças ocorreram? O evento de dezembro somou no que concerne ao seu entendimento do processo revolucionário coreano?
H: Até entrar para o curso de História da UERJ meu entendimento sobre a Coreia do Norte era o mesmo que o da maioria da população que tem como única via de conhecimento sobre a Coreia os noticiários da TV e da Internet. Ou seja, uma visão negativa da Coreia do Norte. Recordo-me muito bem que assim que entrei para o curso de História, o Centro Acadêmico de História tinha publicado em seu jornal uma resposta do embaixador norte-coreano no Brasil sobre a situação política, econômica e as relações diplomáticas de seu país, desmentido as versões ocidentais. Ao ler eu comecei a me indagar sobre qual era a real situação da Coreia do Norte e o porquê do Ocidente satanizar tanto esse país e o seu povo. Esse processo de melhor compreensão sobre o povo Coreano e o processo revolucionário que ele passou me deu um aporte ideológico para compreender o quão importante é combater o Imperialismo, a começar pela nossa própria Universidade que se é um espaço de reprodução dos pensamentos mais conservadores do nosso país é por resultado da ação do Imperialismo norte-americano no Brasil. Quem tem dúvida sobre isso é só pesquisar sobre o acordo MEC-USAID na década de 60. Acredito que esse evento conseguiu passar a compreensão exata de que para entender a atual situação política da Coreia do Norte temos que conhecer todo o processo revolucionário do povo Coreano, da independência contra o Japão passando pela Guerra que tragicamente dividiu o povo Coreano na década de 50. O evento foi uma grande aula de História Contemporânea e do Tempo Presente.

BSCP: Bom, para terminar, fale um pouco mais sobre as demais atividades realizadas e planejadas (para 2014) pelo CAHIS, pois assim os leitores do Blog de Solidariedade à Coreia Popular, podarão conhecer melhor a entidade que honra as trajetórias do combativo movimento estudantil brasileiro ao prestar inestimável apoio ao povo coreano.
H: No ano 2014 teremos uma atividade sobre os 50 Anos do Golpe Militar no Brasil, ele ocorrerá entre os dias 31 e 03 de Abril na UERJ no auditório 93, 9º andar. Faremos em parceria com a Federação do Movimento Estudantil de História e com o DCE da UERJ. Também, nesse início de ano, faremos um evento sobre a Ucrânia e o Leste Europeu em parceria com o Movimento Universidade Necessária da UERJ, que debaterá mais uma vez o papel do Imperialismo. Já nesse mês de março realizamos um evento virtual chamado “Semana de Luta da Mulher”, com ampla divulgação, mostrando a importância do feminismo em nossa sociedade, pretendemos expandir esse debate para dentro do curso de História.  Para saber sobre nossos eventos e nossa luta na UERJ é só acompanhar o nosso blog: cahis-uerj.blogspot.com (ou e-mail: cahisuerj@hotmail.com).


Hugo falando em uma das diversas atividades do CAHIS

sexta-feira, 14 de março de 2014

CDN da RPDC declara posição sobre a política hostil dos Estados Unidos


Pyongyang, 15 de Março (ACNC) – Nos últimos dias a política e as ações hostis dos Estados Unidos contra a República Popular Democrática da Coreia se tornaram muito perigosas, de modo que o Comitê Nacional de Defesa da RPDC tornou pública uma declaração no dia 14.

O documento revela que os Estados Unidos é precisamente o país que vêm pisoteando de violentamente a soberania da RPDC, atuando de maneira absurda para destruir as ideias e o regime da RPDC.

Refletindo a unânime vontade do Partido do Trabalho da Coreia, do Estado, Exército e Povo, a CDN da RPDC expõe para todos as seguintes posições e princípios:

1. O governo dos Estados Unidos não pode esperar mais tempo para tomar a decisão política de abandonar sua política hostil anti-RPDC e todas as medidas decorrentes. A política de hostilidade anti-RPDC dos Estados Unidos é a mais brutal, encaminhada a destruir a ideia e o regime da RPDC, com a democracia de estilo norte-americano, a economia de mercado e ocupar com forças militares agressivas toda a nação coreana e todo o território da Coreia. Antes de se afrontar com as consequências catastróficas que resultantes de sua anacrônica política de hostilidade anti-RPDC, seria melhor que abandonassem por si mesmos, todas as medidas injustas. 

2. O governo dos Estados Unidos não deveria portar-se de maneira tola afirmando de maneira atrevida que a “renúncia das armas nucleares” é o “princípio fundamental” da política de hostilidade anti-RPDC. Pelo contrário, deveria ter um correto critério e posição sobre o dissuasivo nuclear da RPDC. Os Estados Unidos deve saber corretamente que o dissuasivo nuclear da RPDC não é um meio de negócios, que está sujeito a ser barganhado e ser usado para manter o diálogo e melhoramento de relações. Além disso, tal dissuasivo não é algo fantasmagórico que desaparece se o império não o “reconhece” e existe se o “reconhece”. O imperialismo norte-americano recorre a chamada “estratégia de paciência” desejando que a RPDC se mova primeiro e mude algo, porém tal resultado nunca será conquistado pelos Estados Unidos. Pelo contrario, a RPDC tem a posição de esperar com paciência até que entre na Casa Branca alguém que possua uma visão normal e reflexões realistas. O imperialismo deve ter a plena consciência de que enquanto seguir se agarrando a ameaça e a chantagem nuclear, os militares e civis da RPDC lutarão continuamente para intensificar o dissuasivo nuclear auto-defensivo e tomarão sucessivamente as medidas necessárias para demonstrar seu poderio. 

3. O governo dos Estados Unidos deverá por imediato fim a campanha de “Direitos Humanos” anti-RPDC, iniciada como uma parte de sua política hostil em relação a ela. Se diz que o poder estatal viola os Direitos Humanos. Mas, é justamente os Estados Unidos que rechaça sem reservas as forças que se opõem ao Estado e ameaçam sua existência, possuindo o maior número de encarcerados do mundo. Tampouco não somos caridosos e nem tolerantes com as mínimas forças malsãs que atentam contra a ideologia e o regime escolhidos pelo nosso próprio povo, que é dono do poder. Seria melhor para os Estados Unidos limpar primeiro o seu nariz antes de censurar os outros países. Abandonar o quanto antes sua velha política de hostilidade anti-RPDC e estabelecer uma nova política realista, será útil não somente para os interesses nacionais dos Estados Unidos, mas também para a segurança de seu próprio território. O império norte-americano deve analisar a realidade de modo sereno e tomar uma decisão política adequada para a situação geral.
    

Lançamento do 2º Volume das Memórias de Kim Il Sung no Rio de Janeiro


quinta-feira, 13 de março de 2014

Sobre os Direitos Humanos na RPDC - Boletim da Embaixada da RPDC no Brasil


As manobras dos EUA e dos seus países satélites para esmagar a RPD da Coreia atingiram de modo extremo a nossa nação. 

Recentemente o “Comitê de Pesquisa da Situação dos Direitos Humanos da  Coreia”, subsidiário do Conselho dos Direitos Humanos da ONU publicou o livro  chamado "Informe de Direitos Humanos do Norte" com o objetivo de isolar e acabar com a República Popular Democrática da Coreia. 

A RPDC nunca reconheceu a existência desse “Comitê de Pesquisa Fantoche” que foi organizado de maneira forçada no ano passado, na reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU pelos Estados Unidos e seus satélites habituados ao ressentimento contra a RPDC. 

A Coreia do Norte rejeita totalmente o chamado "Relatório" desse “Comitê- Fantoche” que vira as costas para o verdadeiro aspecto dos direitos humanos do nosso povo, e está cheio de dados sem fundamento, inventados com vistas a levantar dinheiro para a máfia, que é composta por forças hostis e alguns criminosos "fugitivos norte-coreanos". 

Eles lideram uma campanha intrigante anti-RPDC, instigando a Corte Penal Internacional e o Conselho de Segurança da ONU com o baixo pretexto sobre os"direitos humanos da RPDC”. Uma extrema e perigosa provocação política com a intenção de desintegrar nosso regime, ao desacreditar a imagem digna da RPDC, elevando o grau de pressão contra esta. 

Agora muitos países e até alguns veículos de imprensa ocidentais acusam aquele "relatório" de tendencioso e carente de autenticidade, e se preocupam por que tal "relatório" foi distribuído como documento da organização da ONU. 

O Jornal do Instituto de Assuntos Político-Internacionais dos EUA, “Polin Policy Focus” revelou que quando os EUA realizaram a reunião de 6 Bandas para resolver o problema Nuclear da RPDC a verdadeira intenção era trocar o governo da Coreia. 

Os EUA impuseram à Coreia que deixasse primeiro o programa nuclear, mas não explicitaram suas intenções, e atualmente estão mobilizando todos os seus métodos para isolar e sufocar a República Popular Democrática da Coreia. 

Podemos saber bem com as palavras dos altos funcionários do governo dos Estados Unidos. Eles consideraram e escreveram que o problema dos Direitos Humanos da Coreia do Norte é como “A chave para oprimir a Coreia do Norte” com o seu programa nuclear e os seus direitos humanos. “A estratégia para derrubar a sociedade da Coreia do Norte com o pretexto de defender fugitivos norte-coreanos”. 

Nossa sociedade socialista é composta pelas massas populares que são donas de tudo e decidem tudo
e todos estão a serviço dos interesses coletivos das massas, desfrutando de seus direitos e liberdade. 

Na RPDC todas as pessoas estão gozando dos benefícios de tratamento e educação gratuita. Também estão inseridos no sistema de eleição superior que pode exercer o direito de eleição e o direito de serem eleitos, independente de opiniões, religião, emprego, sexo. 

O objetivo final do Partido dos Trabalhadores da Coreia é melhorar a vida dos povos, e todos os órgãos da República estão servindo como pai de uma família e são servidores fieis dos povos. 

Caluniar nossa sociedade que foi escolhida pelo povo é uma violação da liberdade e da auto-determinação dos povos e do direito politico de um povo. 

Nós consideramos os direitos humanos como soberania do Estado e convicção de nosso povo para defender o sistema socialista que é a vida do próprio povo. E as manobras dos EUA e seus seguidores para subverter nossa sociedade aumentam cada vez mais. 

O problema de direitos humanos da RPDC está extremamente politizado em dois pesos e duas medidas e a seletividade não é só problema da República Popular Democrática da Coreia. Em todos os países do mundo existe o problema de direitos humanos. O grande problema é que os países pró-EUA e os países que têm o mesmo sistema social dos EUA não falam nem uma palavra sobre Direitos Humanos em seus respectivos países. 

Como mostra a resolução “O Direito à Privacidade na Era Digital” que foi aprovado no Terceiro Comitê do 68º período de sessões da Assembleia Geral da ONU, os EUA são um reinado de violação dos direitos humanos e podem vigiar e interferir até na escolha da líderança nos países aliados. 

Quem deve ocupar o assento de acusado no Tribunal Internacional de Direito Humano é precisamente os EUA, principais sujeitos de violação de Direito Humano que causaram incontáveis calamidades, assassinando em todas as regiões do planeta, pessoas inocentes, produzindo escândalos por haver realizado a interceptação e vigilância ilegais de habitantes de seu país e do estrangeiro. 

Todos os países que amam a soberania e a dignidade de sua pátria devem despertar para trabalhar bem as palavras de defesa dos direitos humanos que os EUA e seus seguidores tanto deturpam em seu favor.

Embaixada da República Popular Democrática da Coreia no Brasil

quinta-feira, 6 de março de 2014

Realizada reunião aberta do Centro de Estudos da Ideia Juche

No último dia 25 de fevereiro, o Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil realizou uma reunião aberta entre seus membros e simpatizantes, onde assuntos relacionados às viagens de seus membros à Coreia Popular em 2012 – com a exibição de fotos e vídeos feitos em tais ocasiões –, à história da Revolução Coreana e à base ideológica da mesma, o Kimilsungismo-Kimjongilismo, foram expostos e debatidos. 

O secretário-geral do CEIJ – Brasil fez a abertura da reunião explicando a trajetória do centro de estudos, com o início do trabalho de solidariedade à Coreia Popular em abril de 2010 com a fundação da página de solidariedade à Coreia Popular, bem como ressaltando as conquistas feitas durante os últimos quatro anos, com um aumento exponencial no número de visitantes da página, de simpatizantes e membros em outros estados, bem como o aumento às centenas de apoiadores da Coreia do norte nestes últimos anos. Continuou, defendendo a necessidade de os democratas, patriotas e revolucionários brasileiros conhecerem a experiência da construção socialista coreana, solidarizar-se com a mesma, e rechaçar as mentiras lançadas pelos grandes monopólios da imprensa reacionária contra este país. Após a fala do secretário-geral, os participantes da reunião expuseram suas visões gerais sobre o país antes de entrarem em contato com o trabalho de solidariedade promovido pelo CEIJ – visões erradas, afirmaram, no geral – e sobre como as modificaram após lerem e estudarem mais profundamente a história e a trajetória de luta do povo coreano, estudo este incentivado pelo CEIJ.

O presidente do CEIJ interviu na reunião fazendo uma explicação breve sobre como se desenvolveu e consolidou o Kimilsungismo, na luta contra o oportunismo de esquerda, o sectarismo e o capachismo às grandes potências, e como, na época da construção do socialismo na República Popular Democrática da Coreia, o mesmo deu corretas diretrizes para combater o revisionismo que emergia na União Soviética e em outros países e para se combater as velhas ideologias burguesas e feudais para consolidar o sistema socialista.

Após os debates, fotos e vídeos das viagens feitas pelos membros do CEIJ à RPD da Coreia em 2011 e 2012 foram exibidos.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Serviçal de Obama fabrica relatório nazi contra RPDC


Por Rosanita Campos 

Ninguém sabe quem é Michael Kirby, mas repentinamente ele tomou conta das páginas dos monopólios de mídia em vários países para mentir contra a Coreia socialista.

Kirby é um australiano que sob a batuta dos EUA virou presidente de uma comissão de inquérito da ONU sobre a Coreia. Seu objetivo principal, atendendo às exigências de Washington, é mentir sobre a RPDC “documentadamente”, dar ares de verdade nova às velhas mentiras repetidas milhares de vezes pela “grande” mídia monopolista subserviente aos interesses dos EUA e da banca internacional que este país controla.

Kirby jamais visitou Pyongyang ou se entrevistou com representantes do governo da RPDC, mas foi muito bem recebido em Seul pelo governo do país que colocou a sua disposição toda a infraestrutura necessária para que ele produzisse seu “relatório da ONU”, mas ele produziu um pasticho de 372 páginas com entrevistas e “testemunhos” de sul-coreanos e alguns norte-coreanos que vivem em Seul, sem nenhuma consistência, mas que está sendo usado à maneira nazista para, quem sabe, de tanto serem repetidas as mentiras que diz virarem verdades.

O pasticho nazista de Kirby, que projeta sobre a Coreia seus próprios problemas, acusa a Coreia socialista de ser nazista por violar os direitos humanos e sugere que os chefes políticos coreanos sejam condenados pelo TPI – Tribunal Penal Internacional que serve integralmente aos interesses políticos dos EUA e seus aliados para agredir seus desafetos políticos em países que não rezam por sua cartilha neoliberal.

Nos EUA, na Coreia do Sul e no Japão se tortura e mata cidadãos indefesos a torto e a direito. Na Europa a maioria do povo está sendo empurrada para a miséria com cortes nos salários, a redução drástica do emprego e o confisco de suas moradias. Nos EUA, na Coreia do Sul e no Japão uma grande quantidade de cidadãos vive abaixo da linha da miséria e morre de fome em consequência de políticas desumanas de seus governos. Os EUA, país que tem a maior população carcerária do mundo, onde os presídios são privados e seus proprietários ganham por número de presos e que mantém aberta a prisão de Guantánamo, não têm como atacar a Coreia socialista em relação aos direitos humanos ou qualquer outra questão. Os EUA garantem sua política de “direitos humanos” no mundo com seus drones assassinando a população civil no Iraque, na Líbia, no Afeganistão, para não falar no Paquistão entre outros lugares e nas armas que fornecem aos fanáticos da Al Qaeda na Síria contra o governo de Bashar Al Assad.

Na RPDC, país socialista onde a totalidade do povo tem saúde, educação e habitação gratuitas e onde não há desemprego, quem zela pelo cumprimento das leis de direitos humanos são os Comitês Populares em todos os níveis e a Assembleia Nacional Popular Suprema, órgão máximo de representação do poder popular. Ou seja, lá quem vigia, fiscaliza e comanda é o povo que sabe muito bem garantir seus direitos. Por isso lá os direitos humanos são para todos, lá todos comem, estudam, cuidam da saúde, moram de graça e trabalham com entusiasmo pelo bem comum e o desenvolvimento do país. Coisa difícil de ser assimilada por banqueiros e pela mídia dos monopólios capitalistas e seus governos belicistas.

Os EUA e a Coreia do Sul com o apoio do Japão estão iniciando manobras militares provocativas contra a RPDC em sua fronteira onde pretendem simular a invasão à Pyongyang para o que estão mobilizando seus arsenais nucleares, apesar da RPDC ter instado os países beligerantes a não realizarem tais manobras militares e ter proposto o diálogo em alto nível aos compatriotas sul-coreanos.

Em nota, o governo da República Popular Democrática da Coreia através da missão diplomática em Genebra “rejeita categórica e totalmente esse relatório sobre a situação dos direitos humanos no país”. O documento diz ainda que “o relatório é um instrumento de complô político, produto da politização dos direitos humanos por parte dos EUA, da UE e do Japão numa aliança para fortalecer a política hostil dos EUA contra a RPDC. No entanto continuamos a responder fortemente até o final a qualquer tentativa de mudança do regime na RPDC e às pressões sob o pretexto de ‘proteção aos direitos humanos’. A RPDC deixa claro que as ‘violações dos direitos humanos’ mencionadas no chamado ‘relatório’ não existem em nosso país.”

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (17) sobre a questão em Pequim afirmou que “Apresentar assuntos em matéria de direitos humanos aos tribunais penais internacionais não melhora a situação de um país. A China sempre defendeu que se resolvam as diferenças em matéria de direitos humanos mediante o diálogo construtivo e a cooperação baseada na igualdade e respeito mútuo”.

Kirby terá seus cinco minutos de fama e alguns trocados, mas seu “relatório” dentro de muito pouco tempo estará no lugar onde deve estar – no lixo.

Fonte: Jornal Hora do Povo

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Carta do Centro de Estudos da Ideia Juche por ocasião do aniversário de Kim Jong Il




Estimado Camarada Kim Jong Un, Primeiro-Secretário do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente da Comissão Nacional de Defesa da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular Coreano:


O dia 16 de fevereiro marca uma importante data para todo o povo coreano e povos progressistas do mundo, pois é o dia em que todos recordam o nascimento do Camarada Kim Jong Il, destacado líder do povo e dos comunistas coreanos. O Dirigente Kim Jong Il foi um eminente líder do Movimento Comunista Internacional e destacado dirigente anti-imperialista, que deu enormes contribuições à luta pela independência das massas populares no mundo.

Quando o Movimento Comunista Internacional passou por duras provas, com a queda da União Soviética e o desmoronamento dos regimes do Leste Europeu, corroídos pela atividade destrutiva do revisionismo contemporâneo, o Camarada Kim Jong Il soube guiar o povo coreano e a República Popular Democrática da Coreia, defendendo abertamente a bandeira do socialismo e as conquistas da revolução.

Em sua obra O Socialismo é uma Ciência destacou corretamente que “a derrubada do socialismo em vários países não significou o seu fracasso como ciência, mas sim o descrédito do oportunismo que o fez degenerar. Ainda que sofra temporariamente um doloroso revés por causa do oportunismo, com toda certeza ressurgirá e triunfará graças a sua cientificidade e veracidade”.

Hoje a República Popular Democrática da Coreia segue em um caminho correto, rumo à construção de um Estado poderoso e próspero, que demonstra ao mundo a superioridade do regime socialista coreano, centrado nas massas populares. O verdadeiro ódio que a revolução coreana, a República Popular Democrática da Coreia e o seu Partido revolucionário, o Partido do Trabalho da Coreia, despertam na reação mundial e no imperialismo, demonstram e comprovam a justeza da linha política adotada, elaborada e estabelecidas pelo camarada Kim Il Sung e camarada Kim Jong Il.

Camarada Kim Jong Un,

O Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil possui a total convicção de que sob sua liderança, o povo coreano seguirá obtendo inúmeras vitórias em sua construção socialista, fortalecendo a Política Songun e levantando bem alto a bandeira do Kimilsunismo-Kimjongilismo. No Brasil, seguiremos avançando no estudo da Ideia Juche, do Kimilsunismo-Kimjongilismo, e prestando nossa solidariedade ativa ao povo e à revolução coreana.

CENTRO DE ESTUDOS DA IDEIA JUCHE – BRASIL
16 de Fevereiro de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Entidades do Brasil e Peru publicam artigos pelo aniversário de Kim Jong Il (KCNA)

Pyongyang, 12 de fevereiro (ACNC) – Por ocasião do dia de nascimento do Dirigente Kim Jong Il (16 de fevereiro), entidades brasileiras e peruanas divulgaram no dia 29 de janeiro e 4 de fevereiro artigos em suas páginas na internet.

No artigo “Destacada contribuição para a independência do mundo”, o Centro de Estudos da Ideia Juche do Brasil assinala que nunca houve um dirigente que acumulou enormes proezas para a causa da verificação da independência no mundo, com ideias e capacidades diretivas. 

Continua afirmando que suas incansáveis atividades ideológicas e teóricas iluminaram o caminho a ser seguido por dita causa.

Reitera que a façanha mais importante do Dirigente, que conduziu a vitória a causa de independência da humanidade com sua extraordinária capacidade de guia, foi ter defendido o socialismo coreano, a paz e a segurança da Península Coreana e do resto do mundo, frustrando com sua original Política Songun, a ofensiva dos imperialistas para derrubar a RPDC.

Relembra que ele prestou profunda atenção ao desenvolvimento de relações com vários países que aspiram a independência e levou a cabo dinâmicas atividades exteriores para construir um novo mundo onde seja materializado o ideal da independência, a paz e a amizade. 

Conclui destacando que suas façanhas brilharão eternamente ao longo da história.

O Instituto Cultural e de Amizade Peruano-Coreano elogiou a vida revolucionária e as façanhas ideológicas e teóricas do Generalíssimo nos artigos intitulados “Patriotismo de Kim Jong Il” e “Ideia Juche e Kim Jong Il”. 

Fonte: Korean Central News Agency ( KCNA)

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Destacada contribuição para a independência do mundo

Kim Jong Il, Dirigente da República Popular Democrática da Coreia, nasceu em Paetu, monte lendário para nação coreana desde a antiguidade. O Monte Paektu é um local sagrado da revolução coreana.

No passado, quando a Coreia esteve sob ocupação militar do imperialismo japonês (1905-1945), o futuro Presidente Kim Il Sung, fundador da Coreia socialista, inicioua Luta Armada Anti-Japonesa tendo o Monte Paektu como cenário principal. Nesse Quartel General do Exército Revolucionário Popular da Coreia estava o acampamento secreto do monte Paektu, onde nasceu o Dirigente Kim Jong Il.

A história conhece muitas figuras que fizeram aportes ao progresso da humanidade, porém são muito poucos os homens eminentes como Kim Jong Il, que com extraordinários pensamentos e direção fez uma destacada contribuição à causa da independência do mundo. Kim Jong Il aclarou as vías para levar essa causa ao triunfo. Levou a acabo apaixonadas atividades ideo-teóricas para elaborar teorias, estratégias e táticas adequeadas para tal causa. Publicou Sobre a Ideia Juche e muitas obras em que sintetizou, sistematizou, enriqueceu e desenvolveu o Juche, ideia retora da causa pela independência, que serviria de poderosa arma ideológica na luta dos povos progressistas do mundo pela construção de um mundo novo, independente e pacífico, livre da dominação, escravidão e guerras.

Deu contribuições perfeitas para as estratégias e táticas para levar adiante a vitória dessa causa. Segundo seus critérios, conquistar a independência do mundo é uma importante tarefa estratégica para culminar a causa revolucionária da classe operária. Kim Jong Il estabeleceu noções científicas sobre o caráter, essência e objetivo da causa pela independência do mundo, a imagem do mundo independente, etc.

Quando o socialismo foi derrotado em vários países, a causa socialista enfrentava já grandes dificuldades, ocasião em que publicou As Lições Históricas Da Construção Socialista e A Linha Geral de Nosso Partido e várias outras obras, em que analisou profundamente a causa do desmoronamento do socialismo em vários países e as lições a respeito. Assinalou caminhos para se imprimir um novo auge ao movimento socialista do mundo.

Também se referiu aos princípios, requisitos, tarefas, estratégias e táticas para lograr a independência do mundo entre eles, de quem é o sujeito dessa causa, o desenvolvimento independente dos países em via de desenvolvimento, a consolidação da unidade e solidariedade das forças anti-imperialistas e pela independência, o fortalecimento do Movimento de Países Não Alinhados, a eliminação da velha ordem internacional e o estabelecimento de outra nova e justa. 

Lançou a consigna “Povos do mundo que lutam pela independência, uni-vos!”

Com sua extraordinária direção conduziu dita obra até a vitória. De seus méritos acumulados nesse sentido o mais importante é que, com uma política original, a Política Songun (priorizar assuntos militares), freiou a ofensiva imperialista que visava estrangular a Coreia, defendendo firmemente o socialismo coreano, preservando a paz e a segurança da região.

No final do século pasado, após a queda do socialismo em vários países, os imperialistas falaram sobre o “fim do socialismo” e concentraram seu ataque em cima da Coreia Socialista, que continuava nesse caminho. A soberania e a segurança da Coreia logo se viram muito ameaçadas e a Península Coreana se converteu num cenário do mais agudo confronto entre o socialismo e o imperialismo, da qual os que tentavam exterminar o baluarte do socialismo foram derrotados.

A Política Songun, praticada por Kim Jong Il, fortaleceu consideravelmente a capacidade de defesa nacional. Coreia agora possui meios para a dissuasão nuclear capazes de deixar inválida a ameaça nuclear dos imperialistas, tornando possível preservar de maneira firme a segurança, a soberania e o socialismo de Coreia, assim como garantir a paz e a segurança da Península Coreana e do resto do mundo. 

Kim Jong Il dedicou muitos esforços ao desenvolvimento das relações com os países partidários da independência e realizou entusiastas atividades exteriores para construir um novo mundo que se implemente o ideal da independência, amizade e paz. 

Suas visitas em várias ocasiões a China e a Russia consolidaram e desenvolveram a tradicional amizade coreano-chinesa e estimularam a luta conjunta dos povos de ambos os países pelo socialismo e a paz no mundo; levou a amizade coreana-russa a uma nova fase e vitalizou o empenho internacional para construir um mundo novo. 

Manteve encontros com os chefes de Estado e Partidos do Vietnã, Laos, Camboja, Indonesia e váriasvoutras nações, que visitaram o seu país, fazendo grandes contribuições ao fomentar as relações de amizade e cooperação entre os países em vias de desenvolvimento no novo século. Prestou profunda atenção na melhora das relações com os países ocidentais, concedendo audiências a delegações de alto nível da União Europeia, o ex-presidente estadosunidense e o então premier japonês. 

Suas atividades exteriores abarcaram não somente o campo político, mas também os de imprensa, econômico, etc. Exerceram grande influência sobre as relações entre os países e a situação geral do mundo, impulsionando com força o avanço da causa pela independência do mundo.

O Dirigente Kim Jong Il foi um grande homem que fez destacadas contribuições a causa anti-imperialista e pela independência, afirmou o presidente sírio. Raul Castro, de Cuba, disse que seu falecimento era uma perda irreparável para as forças progressistas do mundo. Os méritos de Kim Jong Il feitos pela causa da independência estará sempre junto com os povos progressistas. 

Fonte: Embaixada da República Popular Democrática da Coreia no Brasil

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

2014, ano de grandes saltos e transformações na Coreia Socialista


2014 será um ano de luta impetuosa e de grandes transformações em que abriremos a prosperidade da Coreia de Songun, ao conquistas novos saltos em todos os domínios da construção de um Estado socialista poderoso e próspero, declarou Kim Jong Um, Máximo Dirigente da República Popular Democrática da Coreia, em sua mensagem de Ano Novo e lançou ante o Partido do Trabalho da Coreia e o seu povo a consigna combativa: Com a firme confiança na vitória, levantemos um forte vento para dar grandes saltos em todos os domínios na construção de um Estado poderoso e próspero!

O que atrai especial atenção em sua mensagem é que ele concedeu prioridade a agricultura, a construção e o setor das ciências e da técnica. Exortou que esses setores sejam a vanguarda na marcha com a tocha de inovações, que incentivam o avanço de todos os demais domínios da construção socialista.

Este ano se cumpre o cinquentenário da publicação das Teses Sobre o Problema Rural Socialista escritas pelo Presidente Kim Il Sung (1921-1994), fundador da Coreia Socialista. 

Neste significativo ano, Kim Jon Un pretende evidenciar a justeza e a vitalidade das teses mediante o fortalecimento das revoluções ideológica, técnica e cultural no campo e a conquista de transformações decisivas na produção agrícola. Daí ter enfatizado que os eforços desse ano pela construção econômica e a melhora da vida do povo devem considerar a agricultura como a maior prioridade e concentrar a força nela. Disse que nesse setor se introduzirá de modo ativo os científicos métodos de cultivo e trabalharão com grande responsabilidade até conquistas a todo custo a meta de produção de cereais apresentadas pelo Partido e que promoverão a pecuária e ampliarão o cultivo de cogumelos e de verduras em estufas para que o povo se beneficie da maior quantidade possível de seus produtos. 

Propôs abrir neste ano uma nova era de prosperidade na construção. 

Apresentou ao setor a tarefa de levantar muitos edifícios de categoria mundial que representem a era de Songun e obras destinadas a melhorar a vida dos habitantes; acelerar e terminar na data prevista as obras importantes como a construção de centrais hidroelétricas ao longo do rio Chongchon, a base pecuária na zona do Sepho, a Fazenda de Frudas de Kosan, a recuperação de pântanos e os canais de irrigação para a província de Hwanghae do Sul; impulsionar energicamente a construção de moradias, albergues e outros edifícios destinados a melhorar as condições e o ambiente da educação e levantar estabelecimentos culturais e de serviço; seguir levantando majestosas e elegantes construções na cidade de Pyongyang e ressaltar a peculiaridade de cada província, cidade e distrito, mediante a cooperação de militares e civis. 

As ciências e a tecnologia são a força motriz que impulsionam a edificação de um Estado poderoso e próspero e de seu desenvolvimento depende a felicidade do povo e o destino da pátria. 

Esse setor deve resolver os problemas para o futuro do desenvolvimento da economia nacional e a melhora de vida do povo, superar os demais na tecnologia de ponta e abrir um atalho para a estruturação da economia do conhecimento. Os científicos e técnicos, montados no cavalo alado que fora relegado pelo Partido e valendo-se de todo o talento e entusiasmo, devem conquistar grandes êxitos em seu trabalho e ser genuínos patriotas que contribuía com a edificação de uma pátria rica e poderosa. Em toda a sociedade concederão prioridade as ciências e a tecnologia, tanto que todos os funcionários e trabalhadores aprenderão com aplicação, levantando a consigna que os convoca a ser talentosos cientistas e técnicos. 

Após mencionar sobre as indispensáveis inovações no setor priorizado, as industrias básicas, e o restante das esferas da economia nacional, aclarou detalhadamente as tarefas das industrias metalúrgica, química, elétrica e carvoeira e do setor de transporte ferroviário. 

Além disso, falou sobre a necessidade de dedicar grande empenho na industria leve e pesqueira, destinada a melhorar a vida da população. 

Convocou a proteger e aumentar de maneira ativa as riquezas do país, entre elas os recursos subterrâneos, florestais e marítimos, e impulsionar com energia o reflorestamento com a participação de todo o povo e sublinhou concretamente as tarefas encaminhadas a dar grandes passos de avanço na educação e outros ramos da cultura, a elevar a capacidade de defesa nacional ao seguir dedicando grandes esforços a consolidação ainda maior da base político-ideológica da Coreia Socialista. 

Kim Jong Un aclarou sobre os caminhos para conquistas a meta do presente ano. Resumindo, a primeira é ativar ao máximo o potencial espiritual das massas, segundo, estabelecer uma firme disciplina e ordem revolucionárias em todos os campos e, a terceira, fazer com que os quadros se esforcem por todos os meios para cumprir sua missão como membros dirigentes da revolução e fiéis servidores do povo.

Movidos pela mensagem de Ano Novo de Kim Jong Un, o povo coreano está redobrando sua determinação, com a firme fé na vitória dos grandes saltos em todos os domínios da construção de um Estado poderoso e próspero, para assim firmar este ano como o ano da luta impetuosa e das grandes transformações. 

Fonte: Embaixada da RPDC no Brasil