quinta-feira, 26 de maio de 2016

“Única saída dos EUA é abandonar a política hostil contra RPDC”


O jornal estadunidense Wall Street Journal destacou que no VII Congresso do Partido o Marechal Kim Jong Um disse que desenvolverá a dinâmica luta para eliminar com o poderoso dissuasivo nuclear a ameaça de guerra nuclear dos Estados Unidos, o qual demonstrou que a República Popular Democrática da Coreia tem a capacidade de ameaçar com o ataque nuclear no território principal dos EUA.

A revista de relações internacionais dos EUA, National Interest, destaca que ainda que as sanções da ONU e dos EUA se fortaleçam mais, quase não tem possibilidade de modificar a RPDC e somente o início das negociações torna-se a única saída porque ela legalizou a possessão das armas nucleares e apresentou esta como ideal do Partido.

Os prestigiados especialistas de situação e muitos meios de comunicação dizem que a RPDC, que realizou a minimização das ogivas nucleares para carrega-las nos mísseis balísticos, poderia fabricar de 20 a 100 armas nucleares até 2020.

Prosseguem que se buscam como agora a tática de alta pressão desejando a mudança da RPDC, se elevará ainda mais a posição da RPDC nas negociações nucleares no mandato do próximo presidente estadunidense, o qual servirá a ameaça e tarefa que os EUA devem solucionar urgentemente.

Esta voz do mundo se baseia na posição estratégica da RPDC ao entrar na primeira linha das potências nucleares e a atual tendência em mudança e desenvolvimento.

Assim destaca o diário Rodong Sinmun em um comentário divulgado nesta semana e prossegue:

O abandono da política hostil norte-americana contra a RPDC deve seguir a demanda das relações internacionais em mudança e desenvolvimento e também é útil para a paz e a segurança do mundo.

Não o mendigamos nunca. Não nos importa tanto o problema de retirada ou não desta política. Hoje, quando se torna mais aguda a confrontação entre a RPDC e os EUA, as autoridades estadunidenses devem ter em mente que a única saída de seu país não é outro senão o abandono da política hostil contra a Coreia Popular.

da KCNA

terça-feira, 24 de maio de 2016

Ideologia e cultura imperialistas adormecem o espírito saudável


Na atualidade, o trabalho de frustrar a penetração ideológica e cultural dos inimigos se apresenta como um problema importantíssimo, enfatizou o diário Rodong Sinmun em um artigo. E segue:

Hoje em dia, os imperialistas intensificam mais do que nunca a ofensiva ideológica e cultural reacionária para exterminar a aspiração independente e a causa socialista das massas populares.

A penetração ideológica e cultural dos imperialistas persegue o objetivo de divulgar a outros países a ideologia, a cultura e o modo de vida burgueses corruptos e reacionários e adormecer a sã consciência ideológica e classista das pessoas.

Ao dominar e saquear outros países, os imperialistas temem mais o poder do povo, disposto no aspecto político. Ninguém pode dobrar o povo preparado no ideo-político e classista.

Os imperialistas infiltram as ideologias e culturas burguesas com o objetivo de adormecer a consciência independente dos povos.

Se um homem relaxar minimamente a vigilância, pode contagiar-se inconscientemente com a ideologia e cultura decadentes. Eis aqui o caráter tóxico das ideias e culturas dos imperialistas.

Os fatos históricos ensinam a amarga lição de que se não se redobra a vigilância sobre a penetração ideológica e cultural dos imperialistas, não se pode defender as conquistas da revolução.

Para defender a causa independente das massas populares, a socialista, e conquistar seu avanço vitorioso há que frustrar com a ofensiva ideológica e cultural revolucionária as brutais e persistentes manobras dos imperialistas desejosos de impor suas ideias.

Da KCNA

domingo, 22 de maio de 2016

O Monumento da Ideia Juche


Em Pyongyang, capital da República Popular Democrática da Coreia, em um dos lados do rio Taedong, pode se ver uma estrutura parecida com uma tocha. Se trata da coisa sobre a torre de pedra, parte integrante do monumento a ideia Juche, símbolo da grandeza e da eternidade da mesma ideia do presidente Kim Il Sung, fundados da Coreia socialista, inaugurada em abril de 1982, ano de seu septuagésimo aniversario.

O monumento faz parte de um conjunto com três esculturas principais que representam os operários, os camponeses e os intelectuais (na frente da torre), uma série de esculturas secundárias e mirantes (em ambos os lados da torre) e duas grandes fontes (no meio do rio), etc.

A altura do conjunto da base e a torre, feitos em granito branco, é de 150 metros. A base tem gravada em relevo 70 kimilsungias e a mesma quantidade em magnólias, quantidade que significa que o monumento foi erguido em homenagem ao aniversario de 70 anos de Kim il Sung, nas paredes de ambos os lados, grandes cestos de flores e na parte de traz, em forma de semicírculo, com 250 pedras raras planas doadas por chefes de estado, personalidades dos círculos político e social e os adeptos da ideia Juche de 82 países.

Na frente e atrás do obelisco estão gravadas em relevo a palavra “Juche” em coreano. A tocha tem 20 metros de altura e é feita de vidro vermelho.

Diante do obelisco tem um grupo de esculturas com o martelo, a foice e o pincel que representam respectivamente os operários, os camponeses e a intelectualidade

As esculturas subtematicas de ambos os lados da torre descrevem os êxitos que o povo coreano logro aplicando a ideia Juche sob a direção de Kim Il Sung. As figuras do metalúrgico com o radiotelefone, o mineiro com perfurador e a tecelã com um tecido estampado nas mãos, mostram a transformação da Coreia, de um atrasado país agrícola colonial, em um poderoso país industrial socialista. Há também grupos esculturais que mostram a atualidade da Coreia socialista, que tem assistência médica e ensino obrigatório de 11 anos, publico e gratuito.

O grupo escultórico que descreve a potente e independente força de defesa nacional preparada com o fortalecimento do poderio militar, e outros subtematicos descrevem vividamente, de maneira artística, a grande vitória da ideia Juche.

A combinação de fontes grandes e pequenas realçam mais o caráter figurativo da obra. Duas grandes fontes colocadas simetricamente no meio do rio com o obelisco no centro, elevam a água a 150 metros de altura.

Os jatos d'água que caem, a neblina e o arco-íris que aparecem, bem harmonizados, mostram uma vista espetacular. Também as fontes colocadas diante dos grupos escultóricos subtematicos surtem jatos de forma singular, os quais harmonizam bem com os componentes do monumento.

O contorno do monumento, coberto de árvores, arbustos floríferos e plantas decorativas, é um grande jardim. Os dois mirantes realçam mais a beleza artística do monumento.

Se já é bela a visão do monumento de dia, a noite é ainda mais, com a tocha acesa, as letras iluminadas com a luz branca dos refletores e candelabros acendidos de diversas formas nos arredores do monumento, os quais translúcidos na água, dão impressões de serem estrelas caídas do céu.

O dia do aniversario de Kim Il Sung e outras festas nacionais são feitas na praça do monumento, encerradas com um show pirotécnico fazendo maravilhosa a vista noturna do monumento.

O monumento é visitado por muitas pessoas. Até 2010 o fizeram mais de 2 milhões de coreanos dentro e fora do país e estrangeiros.

Em setembro de 2011, Megawati Sukarnoputri, ex-presidenta da Indonésia e presidenta geral do partido democrático pela luta da Indonésia, depois de visitar o monumento, escreveu no livro de impressões:

“o monumento a ideia Juche és uma magnífica criação monumental… o espírito Juche sempre flamejará como a tocha inextinguível!”

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Posse de armas nucleares da RPDC é resultado de política hostil dos EUA




A posse de armas nucleares da República Popular Democrática da Coreia modificou completamente a estrutura da força da Terra, o que é senão o resultado merecido da política de hostilidade dos Estados Unidos.

Insiste assim o diário Rodong Sinmun em um artigo individual desta terça-feira e continua:

A paz não se defende pelas palavras, mas sim pelas poderosas forças armadas. Tomamos as contramedidas independentes diante das ações hostis dos EUA encaminhadas a eliminar fisicamente a RPDC.

Isso é um direito legítimo e inalienável de um Estado soberano, indicado na Carta da ONU.

Os Estados Unidos é o responsável que causou o problema nuclear na Península Coreana, forçou a RPDC a possessão de armas nucleares e exerce a ameaça nuclear sobre o país socialista.

A RPDC, que era um país sem armamento nuclear, aspirava mais do que todos a desnuclearização da Península Coreana e fez todo o possível pelo respeito desde quando o império estadunidense começava a introduzir as armas nucleares em solo sul-coreano. 

Mas, os esforços da República Popular Democrática da Coreia foram infrutíferos devido aos EUA.

A realidade demonstra que enquanto não for eliminada a enraizada política estadunidense de hostilidade a RPDC, não será resolvido nenhum problema, mas sim, aumentar-se-á o perigo de confrontação e conflitos armados.

A posse de armas nucleares da RPDC é a opção mais justa no mundo atual, em que um país fraco não pode sequer proteger-se a si mesmo.

Enquanto os EUA não abandonarem a política de hostilidade a RPDC nem eliminar radicalmente a ameaça nuclear, não renunciaremos das armas nucleares em primeiro lugar.

Será consolidada rapidamente a capacidade de ataque nuclear da RPDC.

da KCNA