quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Coreias marcharão juntas na abertura dos Jogos de Inverno


A República da Coreia e a República Popular Democrática da Coreia (RPDC) concordaram hoje em marchar juntas sob a bandeira da Unificação Coreana na cerimônia inaugural dos Jogos Olímpicos de Inverno PyeongChang 2018.

Ao mesmo tempo decidiram enviar uma equipe conjunta de hóquei sobre gelo feminino, após uma reunião entre servidores públicos das duas Coreias na aldeia fronteiriça de Panmunjom para discutir a participação da RPDC nos jogos de inverno que terão lugar em fevereiro próximo.

A RPDC enviará uma equipe de animadoras e outro de demonstração de taekwondo de 230 e 30 integrantes, respectivamente, de acordo com um comunicado conjunto.

Em relação às Paralimpiadas de PyeongChang, enviará uma delegação de 150 membros, incluídos atletas, destaca a agência de notícias Yonhap.

Também celebrarão um evento cultural conjunto no monte Kumgang, na costa leste da Coreira Democrática, antes da cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno, e realizar treinamentos conjuntos entre os atletas de esqui na estação para essa disciplina em Masikryong, no Norte.

As partes chegaram ao acordo conceituado histórico no contexto da tensão há vários anos entre as duas nações.

Espera-se que o resultado dos diálogos da quarta-feira seja discutido na reunião do Comitê Olímpico Internacional com servidores públicos das duas Coreas programada para o sábado em Lausana, Suíça, destaca Yonhap.

Da Prensa Latina

Coreia do Norte enviará delegação de mais de 300 pessoas para Olimpíadas de inverno no Sul


A Coreia do Norte informou nesta quarta-feira (17/01) que enviará 230 líderes de torcida para participar das competições no Jogos Olímpicos de Inverno, que serão disputados em fevereiro na cidade sul-coreana de Pyeongchang. Com isso, até o momento, foi acertado o envio de uma delegação norte-coreana de 370 pessoas, incluindo a orquestra anunciada há dois dias.

De acordo com um representante de Kim Jong-un, a delegação atravessará a fronteira através da "cidade da trégua", Panmunjom.

A reunião de hoje entre os representantes das duas Coreias serviu para finalizar detalhes importantes da participação norte-coreana na competição, como o tamanho da delegação, transportes, custos e a hipótese de um desfile conjunto na Cerimônia de Abertura entre atletas dos dois países.

Seul confirmou as informações, dizendo que foram acertados os detalhes da participação de Pyongyang. Além disso, de acordo com a agência de notícias sul-coreana Yonhap, foram tratados temas referentes aos eventos culturais conjuntos no monte Kumgang, na Coreia do Norte, e sobre a possibilidade de utilizar o Masikryong Ski Resort, uma grande estrutura para a prática do esqui na costa oriental norte-coreana.

Além disso, a delegação de Kim Jong-un abriu a possibilidade do país enviar uma delegação também para os Jogos Paralímpicos, que ocorrem entre 9 e 18 de março, e que ficou definido que serão feitas consultas ao Comitê Olímpico Internacional (COI) e ao Comitê Paralímpico Internacional (IPC).

Do Opera Mundi

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Consenso de Panmunjom: “Reconciliação nacional coreana”


Nas primeiras negociações em dois anos – e as primeiras tendo o oposicionista Moon Jae-In como presidente do sul – delegações das duas partes em que a Coreia foi dividida sob ocupação dos EUA concordaram em promover a “reconciliação nacional e a unidade” e “aliviar a tensão militar”, anunciando que nos Jogos Olímpicos de Inverno de fevereiro em PyeongChang, no sul, uma única delegação intercoreana abrirá o evento, com o norte enviando atletas, artistas, lutadores de Taekwondo, autoridades e torcedores.

Faz mais de uma década que os coreanos marcharam juntos, com uma única bandeira azul sem divisão, nos Jogos de Inverno de 2007 na China. Nas vésperas do enormemente ansiado encontro, realizado na casa da paz, em Panmunjom, na zona desmilitarizada, o líder da Coreia Popular, Kim Jong Un, havia conclamado os coreanos do norte e do sul a promoverem a reconciliação, tendo em conta que “a questão das relações norte-sul é uma questão interna do povo coreano” e que não se deve ficar “dependendo de imposições estrangeiras.

Por sua vez Moon, que sucede a impichada filha do ditador Park, anunciou a suspensão das manobras militares conjuntas com os EUA durante os Jogos Olímpicos, abrindo uma janela para a distensão e a paz. No dia 3, fora restabelecido o canal de comunicação especial na zona desmilitarizada.

As duas delegações, de cinco pessoas cada, foram encabeçadas pelo ministro da Unificação (sul), Cho Myoung-gyon, e pelo presidente do Comitê pela Reunificação Pacífica (norte), Ri Son Gwon. “Venho com a esperança de que as duas Coreias mantenham as conversas com uma atitude sincera e fiel”, afirmou Ri, após o forte aperto de mãos que abriu a reunião. “As pessoas têm um forte desejo de ver o Norte e o Sul trabalhando para a paz e a reconciliação”, retrucou Cho.

No comunicado conjunto à imprensa, as duas Coreias registraram a disposição de encontros entre os militares dos dois lados para reduzir a tensão. A reunião de famílias separadas pela guerra por ocasião do Ano Novo Lunar foi apresentada, mas ainda não há oficialmente uma definição. A reunião também reafirmou declarações intercoreanas anteriores. O atual presidente do sul, Moon, era chefe de gabinete de Roh Moo-hyun quando este se reuniu em Pyongyang com o pai de Kim, Kim Jong Il, em 2007.

Desde sua posse, o presidente ianque Donald Trump não cessa de pressionar e ameaçar a Coreia Popular, que se viu forçada a desenvolver sua força de dissuasão nuclear após W. Bush romper o acordo EUA-RPDC negociado pelo ex-presidente Jimmy Carter no governo Clinton (ou seja, W. Bush fez o que agora Trump quer fazer com o acordo com o Irã).

Desde o final da II Guerra, os EUA se negam a retirar seus 28.000 soldados e se recusam há 64 anos a assinar um tratado de paz definitivo, existindo apenas um armistício provisório. Tentam submeter o povo coreano pela fome e sanções. Foram os EUA que introduziram armas nucleares nas suas bases no sul na década de 1950.

Apesar da histeria sobre os norte-coreanos serem “doidos” e “atrasados”, eles obtiveram em tempo recorde a bomba H e os mísseis de que precisam para se defenderem da loucura e ganância de gente como Trump.

Durante as negociações em Panmunjom, quando a delegação do sul apresentou a questão das armas nucleares, os representantes do norte não aceitaram discutir o tema, mas esclareceram que as armas nucleares são apenas uma defesa contra as ameaças de destruição feitas pelos EUA, e não ameaçam de forma alguma os vizinhos Rússia e China, e, menos ainda, os irmãos coreanos do sul, que são a mesma nação.

Após um porta-voz do Departamento de Estado alertar contra as conversações intercoreanas por “tentarem colocar uma cunha” com Washington, Trump achou que o melhor era alegar que só teve conversação por causa das suas ameaças e sanções. E depois ainda quer passar no teste de sanidade.

Do Hora do Povo

Rodong Sinmun ridiculariza tweet de Donald Trump


Obcecado por assediar a RPDC, Trump recentemente publicou um comentário no Twitter afirmando que ele tem "o maior e mais forte botão nuclear".

Esta publicação, que deixou todos consternados novamente, produziu a avalanche de críticas e zombarias da imprensa e especialistas no problema coreano e até mesmo de antigos altos funcionários da administração dos EUA.

Para a RPDC, o novo blefe de Trump é nada mais do que a convulsão do psicopata assustado pelo poder da Coreia do Juche e um grito de um cão raivoso.

O diário Rodong Sinmun ironiza em um artigo no dia 16 e continua:

Isso reflete o estado psíquico angustiado do fracasso em impedir o cumprimento da linha de desenvolvimento paralelo dos militares e povo coreanos.

Até à data, os amigos de Trump costumavam invocar a sociedade internacional para pressionar o RPDC, dizendo que "ameaça a paz no mundo".

Desta vez, Trump revelou por conta própria através do Twitter que não defende a paz e que busca a guerra nuclear.

Os especialistas do problema coreano criticaram que fazer apologia no Twitter o problema tão perigoso e sério como a guerra nuclear não é o comportamento de um presidente, mas o ato irresponsável que traz a situação à beira da guerra.

Os EUA devem agir com prudência sem suscitar qualquer suspeita sobre o impedimento nuclear da RPDC, preparado para a batalha decisiva do confronto bilateral.

Da KCNA

Conversações de trabalho Norte-Sul sobre envio de grupo artístico


Conversas de especialistas entre a Coreia do Norte e o Coreia do Sul para o envio de um grupo artístico do norte ocorreram no dia 15 no Pavilhão Panmunjom Thong-il.

As delegações de ambos os lados estiveram presentes, lideradas por Kwon Hyok Bong, diretor do Ministério da Cultura da RPDC, e Lee Woo Seong, chefe de gabinete do Ministério da Cultura, Esportes e Turismo da Coreia do Sul, respectivamente.

Ambos os lados discutiram com sinceridade os problemas práticos relacionados com a garantia das funções do grupo artístico do Norte que seriam enviadas para o Sul por ocasião dos XXIII Jogos Olímpicos de Inverno e adotaram uma declaração conjunta.

O documento afirma que o Norte enviará ao Sul um grupo artístico de cerca de 140 pessoas, que desempenhará suas funções em Kangrung e Seul, e ambas as partes irão consultar para dar uma solução satisfatória para vários problemas práticos para otimizar esses shows.

E abrange a questão de enviar o Norte o mais cedo possível a sua delegação para visitar lugares e continuar consultando ambas as partes sobre a garantia suficiente da segurança e conforto do grupo artístico do Norte para a parte Sul e outros problemas que surgirem através da troca de documentos através de comunicações em Panmunjom.

Da KCNA

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Não devem equivocar-se as autoridades sul-coreanas


O ambiente dramático da reconciliação entre o Norte e o Sul de Coreia, preparado por nossa magnanimidade e iniciativa, enche de alegria e emoção aos sul-coreanos de diferentes setores e todos os coreanos.

Até a imprensa internacional qualifica positivamente os esforços de ambas partes coreanas esperando que continuem a corrente de apaziguamento da situação da Península Coreana.

Nestes momentos, se escutam no Sul de Coreia disparates que atrapalham a conjuntura de reconciliação deixando o povo preocupado.

Se pode citar como exemplo, no que disse o mandatário sul-coreano na recente versão da imprensa divulgada pelo Ano Novo.

Em que ocasião, o boato de que o inicio do diálogo Sul-Norte pode ser considerado como efeito da campanha de saúde e pressão patrocinada pelos EUA e quer agradar ao presidente Trump que realizou um "grande mérito" em sua opinião.

Ele não hesitou em pronunciar a tolice de que a intenção do Norte no diálogo não é melhorar as relações Sul-Norte, mas preparar o espaço para conversações voltadas para a "desnuclearização do Norte".

Ele acrescentou que não irá perseguir apenas o diálogo, o começo não significa a solução do "problema nuclear do Norte", coordenará com a sociedade internacional na sanção anti-Norte e não tem ideia de relaxá-lo de forma independente.

Ele expôs sua intenção sinistra dizendo que a melhoria das relações com o Norte será acompanhada da solução do "problema nuclear norte".

A solução do "problema nuclear do Norte", aludida por ele, não vai além de ser uma versão da doutrina do "cancelamento nuclear do Norte".

Ele continuou que o objetivo não é o diálogo para o diálogo e o cume pode ser aberto quando condições suficientes são criadas e algum resultado é alcançado.

Como é possível que se comporte tão grosseiramente e desrespeitosamente com a contrapartida do diálogo, mas está na situação miserável de ser levado por seu mestre gringo?

Todo mundo sabe disso recentemente, os EUA expressaram "apoio" ao diálogo entre os dois lados coreanos, por um lado, e por outro, pressiona as autoridades sul-coreanas a dizer que não vale a pena melhorar as relações inter-coreanas que não ajudem no "cancelamento nuclear do Norte".

Não há dúvida de que o discurso do presidente sul-coreano na conferência de imprensa para o Ano Novo teve como objetivo acalmar o patrão americano.

Não é uma coincidência que fontes nacionais e estrangeiras alegam que a atitude das autoridades sul-coreanas é uma onda que revela o clima dos Estados Unidos.

É uma obrigação do ser humano responder com boa fé e sinceridade.

Precisa de mais no caso das autoridades dos dois partidos coreanos que, na situação de pior confronto, começaram a apenas retomar o fio de reconciliação e melhoria das relações bilaterais.

Se a atitude do líder sul-coreano for levada em consideração, ninguém pensaria que estava disposto a melhorar as relações inter-coreanas e estabelecer a confiança entre o Norte e o Sul.

Quanto ao seu discurso sobre a cúpula em troca de algum resultado, todos acreditariam que o "presidente" quer comer sem cozinhar.

É um conhecimento de referência que a publicação da declaração conjunta, o comunicado conjunto e o acordo serão possíveis quando as negociações forem abertas.

Todos duvidam se ele é o "presidente" ou não, o homem que pensa primeiro em relação ao sucesso e ao resultado mesmo antes do início das palestras.

O que deve ser apreciado entre a honra e o resultado para a nação neste momento em que começou o diálogo para a melhoria das relações entre o Norte e o Sul?

Para alcançar um bom resultado, ambas as partes devem dialogar e se esforçar com sinceridade.

Como pode-se dizer que tal interlocutor tem uma atitude correta de melhorar as relações?

Lamentamos ver o comportamento do líder sul-coreano que expressa gratidão a Trump, que diz que o diálogo Norte-Sul é o resultado da sanção internacional e da pressão patrocinada pelos EUA e se lisonjeia jurando atrevidamente a estender as conversas Norte-Sul para entre a Coreia do Norte e os EUA para o "cancelamento nuclear".

Isso revela que as autoridades sul-coreanas fizeram enormes esforços para alcançar a participação da parte norte nos Jogos Olímpicos de Inverno com a intenção sinistra de colocar o "cancelamento nuclear" acima da melhoria das relações N-S.

Pelo sincero desejo de melhorar as relações inter-coreanas de acordo com a esperança e o desejo de toda a nação coreana, fizemos tudo o possível em pouco tempo para a abertura de negociações N-S de alto nível na direção de resolver tudo o que desejam as autoridades sul-coreanas em relação à nossa participação nos Jogos Olímpicos de Inverno.

Agora, estamos no primeiro processo de melhorar os relacionamentos N-S e construir confiança uns com os outros.

É necessário primeiro pensar em resolver um após o outro com o princípio de respeitar-nos para ganhar simpatia ao começar bem e construir confiança entre as duas partes.

Mas, as autoridades sul-coreanas possuem outra ideia apressando-se a obter algum resultado.

Eles enganam a opinião pública falando como se o diálogo Norte-Sul fosse resultado de sanções e pressão e "sucesso" auto-induzido.


Embora tenham publicado o adiamento de exercícios militares conjuntos com os Estados Unidos, agravam intencionalmente a situação tentando introduzir transportadoras nucleares dos EUA e outras propriedades estratégicas. nas águas do mar da Coreia do Sul e seus arredores na véspera dos Jogos Olímpicos de Inverno, em que ambos os lados coreanos vão escrever uma nova página de paz.

Então, qual será a verdadeira intenção dessa aventura militar?

Como aceitamos com sinceridade as demandas das autoridades sul-coreanas, agora estão se comportando com arrogância, esquecendo-se de seus antecedentes de caminhar de cabeça para baixo e submissos.

O fato mostra que eles não estão interessados ​​nas demandas da nação e são um coletivo de comerciantes pro-ianques que pensam apenas em manter o poder ao se congrupar com seu mestre, mesmo que tenham que sacrificar por isso o evento esportivo de inverno e o valioso gesto de melhoria de as relações do N-S.

As autoridades sul-coreanas não devem equivocar-se.

No futuro, também, a RPDC esforçará-se por melhorar as relações N-S, mas não ficarão ociosas diante de ações insalubres que envenenam esse clima.

Ainda assim, o todo não é o começo.

Tenha em mente que o trem ou ônibus que nossa delegação viajaria para os Jogos Olímpicos de Inverno ainda está em Pyongyang.

Para comer arroz, você deve cozinhar com sua própria mão.

As autoridades sul-coreanas seriam bem informadas para refletir seriamente sobre as consequências ruins de seu comportamento errado.

Da KCNA

domingo, 14 de janeiro de 2018

Guarda Vermelha Operário-Camponesa


Fundada em 14 de janeiro de 1959 por Kim Il-sung, a Guarda Vermelha Operário-Camponesa é uma força paramilitar considerada herdeira do espírito de combate das guerrilhas da UDI (União para derrotar o imperialismo).

A Guarda Vermelha atua mais no interior do país, sobretudo nas zonas rurais, tendo como maioria dos membros trabalhadores do campo. Realizam treinamentos de acordo com suas organizações em cada província e estão ligadas ao Departamento de Assuntos Militares que os fornece todo o armamento, contudo possui menos controle sobre eles do que tem sobre o Exército Popular da Coreia.

Participa dos desfiles militares levando também equipamentos agrícolas adaptados a confronto real de guerra, mostrando grande criatividade. Desenvolveram também diversos lançadores de mísseis por si mesmos.

Alguns também ajudam a fazer a segurança nas fronteiras terrestres e marítimas da RPDC, vigiando possíveis ataques inimigos.

Estima-se que possua cerca de 4 milhões de membros ativos.

 Do Voz do Povo de 1945
 

RPDC e Coreia do Sul efetuarão novo diálogo sobre PyeongChang-2018


A República Popular Democrática de Coreia (RPDC) acertou novo diálogo com a Coreia do Sul para especificar a participação de sua delegação às Olimpíadas de Inverno 2018.

O encontro acontecerá na segunda-feira no edifício Tongilgak da região fronteiriça de Panmunjom e congregará a altos servidores públicos do setor da cultura, confirmou o ministério sul-coreano de Unificação.

As partes analisarão o envio de um grupo de artistas norte-coreanos aos Jogos, que terão lugar em PyeongChang do 9 ao 25 de fevereiro.

Pyongyang aceitou assim a proposta feita ontem por Seul para sustentar práticas bilaterais dantes de se reunir no dia 20 com o Comitê Olímpico Internacional em Laussanne, Suíça, onde devem ajustar os detalhe finais da participação norte-coreana no evento esportivo.

A RPDC espera mandar uma representação dentre 400 e 500 pessoas a PyeongChang 2018. Essa cifra incluirá a altos servidores públicos, atletas e torcedores proposta na terça-feira passada durante o primeiro diálogo intercoreano celebrado em dois anos.

Os dois estados conversaram em Panmunjom, quase uma semana depois que o líder norte-coreano, Kim Jong Un, anunciou a disposição de enviar esportistas de seu país à competição internacional.

Desde então, Seul e Pyongyang reativaram um canal de comunicação no mencionado lugar, efetuaram as práticas com resultados positivos e reabriram uma linha militar direta interrompida em 2016.

Ademais, lembraram analisar em futuros encontros outros temas de interesse bilateral, como a reunificação das famílias separadas pela guerra na década de 1950 e a questão militar.

Da Prensa Latina

sábado, 13 de janeiro de 2018

A independência é justiça e vitória, diz Rodong Sinmun


Nenhuma força será capaz de impedir os povos do mundo que avançam com passos firmes no caminho da independência, assumindo o controle de seu destino, embora os imperialistas estejam desesperados para bloquear essa marcha.

Independência implica justiça e vitória.

Se eles lutam com a firme convicção e o método correto, triunfarão sem falhar.

É assim que Rodong Sinmun escreve em um artigo individual publicado neste sábado e continua:

É importante manter a independência na política, alcançar a autossuficiência na economia e fortalecer o poder da autodefesa nacional.

Os países que aspiram à independência devem lutar juntos para impor a justiça internacional.

Um novo mundo independente será possível quando conseguirem a unidade.

O que os imperialistas mais temem é que os povos do mundo avancem no caminho da independência, se unindo e mostrando solidariedade.

Se os povos do mundo lutam sob a bandeira da independência e da justiça, serão capazes de verificar a independência em todo o mundo, frustrando qualquer ato de guerra dos imperialistas e sua estratégia agressiva.

A humanidade progressista do mundo deve lutar com energia contra o imperialismo e o dominacionismo com a convicção de que a independência é justiça e vitória.

Da KCNA

Bordados tradicionais


O bordado nasceu e se desenvolveu a partir de tempos remotos de acordo com a aspiração e a demanda da vida das mulheres coreanas.

É chamado "Suye" em coreano, o que significa arte de mão, trabalho de artesanato executado em pano com agulha e fio.

O bordado coreano foi desenvolvido com a produção de seda, material favorito para este trabalho e com ótimo efeito ornamental. A relíquia de bordados primitivos foi descoberta na região de Pyongyang, que era a capital da antiga Coreia, que existia desde o início do século XXXI, no ano 108 A.C., o que mostra que foi o berço do bordado coreano.

No período de três reinos, os aristocratas de Coguryo (277 A.C-668 D.C.) geralmente vestidos com seda bordada e no reino de Silla, os dançarinos usavam leques bordados como acessórios. Na época, o bordado coreano era famoso mesmo em outros países.

Na época de Coryo (918-1392), foram produzidos bordados de alto valor artístico, à medida que a indústria nacional e o comércio exterior se desenvolveram. Durante a dinastia feudal de Joson (1392-1910), o bordado alcançou grandes progressos com características peculiares quando promovido pelas damas do palácio real e dos plebeus.

No período da luta armada antijaponesa, os guerrilheiros do Exército revolucionário popular da Coreia criaram muitas obras que descrevem seu desejo de restauração da pátria e a liberdade e libertação do povo. O bordado "Mugunghwa Samchonri" executado pela heroína anti-japonesa Kim Jong Suk é transmitido até hoje.

Após a libertação do país em 1945, a oficina central de bordados foi estabelecida, e o trabalho de bordar mulheres coreanas foi libertado da estreita estrutura feudal e desenvolvido como uma tarefa estatal.

Hoje, o Instituto de Bordados Pyongyang (anteriormente a oficina de bordados do centro) tornou-se o centro do bordado coreano para a criação de obras e pesquisa de bordados e o treinamento de bordadores qualificados. Um grande número de excelentes trabalhos foi criado, incluindo o bordado manual "Faisão Branco" que recebeu a medalha de ouro na exposição internacional de bordados e artesanato que teve lugar na Bulgária em 1974.

O bordado coreano se distingue por vários métodos de execução e formas descritivas baseadas em delicadas habilidades artísticas. Tem mais de 20 variedades tradicionais: bordados manuais, mecânicos, bordados de artigos de uso, decorativos, bordados comuns, estampagem, etc.

As mulheres coreanas gostam de bordar vestidos, capas acolchoadas, travesseiros e outros itens de quarto. O bordado coreano se desenvolve cada vez mais de acordo com a demanda da realidade.

Do Naenara

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Condenação ao clichê americano sobre "liberdade religiosa"


Recentemente, o Departamento de Estado dos EUA declarou que a RPDC foi re-qualificada como um "Estado que provoca uma preocupação especial pela questão da liberdade religiosa". A este respeito, o porta-voz do Instituto de Relações Exteriores do Ministério dos Negócios Estrangeiros do DPR da Coréia reuniu-se em 11 de novembro com um repórter da Korea Central News Agency, dizendo:

Em 22 de dezembro do ano passado, o secretário de Estado dos EUA, Tillerson, definiu dez países, incluindo a RPDC, a China, o Irã e a Arábia Saudita como "Estados que geram preocupação especial sobre a questão da liberdade religiosa", o que levou a 4 de janeiro deste ano, seu Departamento de Estado re-qualificá-los como tal.

Este procedimento destinado a desintegrar países que não o obedecem e derrubar seus regimes está sujeito a condenação e repúdio a nível mundial.

Os Estados Unidos tem a pior reputação do mundo na repressão religiosa e na discriminação, porque em todas as partes do planeta comete atos que violam a liberdade de crenças religiosas e direitos humanos e, sob o pretexto de antiterrorismo, proibe até mesmo a viagem de cidadãos de alguns países islâmicos. Portanto, faz muito tempo que não tem nenhuma moral para falar sobre a liberdade religiosa.

Nossa República é o estado socialista mais vantajoso onde a liberdade de crença religiosa é legalmente garantida.

Conseguimos o grande trabalho histórico da melhoria das forças armadas do Estado e estamos convencidos de nossa vitória final no confronto anti-imperialista e anti-ianque. Essa bobagem em questão consideramos nada mais do que o grito de um derrotado.


Do Naenara

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

A dissuasão nuclear da RPDC garante a paz


As forças armadas nucleares da República Popular Democrática da Coreia são o poderoso dissuasor e os meios de defesa da paz que impedem a aventura militar dos EUA, um perturbador da paz mundial.

O diário Rodong Sinmun aponta em um artigo individual nesta quinta-feira e continua:

A arma nuclear da RPDC defende firmemente a paz da Península Coreana e da região, frustrando a tentativa dos EUA de dominar seu rival socialista com força e assumir a hegemonia mundial.

A dissuasão nuclear é a vida da nação coreana e garante o maravilhoso futuro da pátria.

As forças armadas nucleares do nosso Estado tomam a missão de preservar a paz duradoura da Península Coreana e da região e permitir que o povo coreano viva feliz em um ambiente pacífico.

Não são uma questão de negociação política ou de negócios econômicos.

A tentativa dos EUA é de esmagar nosso país com uma arma nuclear.

Este fato mostra que devemos continuar consolidando essas forças armadas mantendo a linha de desenvolvimento paralelo da construção econômica e a das forças armadas nucleares.

Não temos nada a temer porque temos o poderoso dissuasivo nuclear.

Da KCNA

RPDC chama pelo fim do confronto militar Norte-Sul


Atualmente, o alívio da tensão militar e a eliminação do perigo de guerra na Península Coreana são apresentados como uma questão fundamental para alcançar a união nacional e a reunificação da pátria.

O diário Rodong Sinmun avança assim em um artigo individual publicado nesta quinta-feira e continua:

Em meio à escalada da tensão militar, ambos os partidos coreanos nunca podem eliminar a desconfiança e o antagonismo ou marchar juntos para a reunificação da pátria.

É necessário terminar o mais rápido possível com o confronto militar extremado e abrir o caminho da reunificação independente.

A RPDC mantém a posição invariável e defenderá a segurança da nação e a paz do país, frustrando as tentativas de agressão por parte das forças estrangeiras.

Como no passado, farão grandes esforços para defender a paz da Península Coreana e a segurança da nação.

Os Estados Unidos não querem a unidade e a reunificação da nação coreana e agravam a tensão da Península Coreana para atacar a RPDC e assumir a hegemonia mundial.

O aumento de armas visando ameaçar e atacar a contraparte e os exercícios militares em larga escala com forças estrangeiras intensificam a tensão militar entre os dois partidos coreanos e trazem a situação da Península Coreana à crise de resultados imprevisíveis.

A Coreia do Norte e do Sul podem impedir a guerra e aliviar a tensão na Península da Coreia se eles decidirem fazê-lo.

Nenhum desafio agressivo ou o ato obstrucionista das forças da oposição à reunificação poderão parar o avanço da nação coreana que tenta escrever uma nova história de reunificação do país com suas forças unidas.

Da KCNA

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Coreia do Norte reabre linha militar com Sul e vai enviar delegação às Olimpíadas de Pyeongchang


A Coreia do Norte enviará uma delegação para participar dos Jogos Olímpicos de Pyeongchang, na Coreia do Sul, informam os representantes dos dois países após a reunião desta terça-feira (09/01). Além disso, decidiu reabrir, a pedido de Seul, a "linha vermelha" de comunicação entre os militares, sendo a primeira vez em dois anos que os debates de alto nível voltarão a ser realizados.

Esta foi a primeira reunião entre os dois países desde 2015, e aconteceu na zona desmilitarizada na fronteira entre as duas nações, no vilarejo de Panmunjom.

Na delegação, que participará do evento que ocorre entre 9 e 25 de fevereiro, estarão presentes atletas, oficiais e torcedores dos vizinhos do Norte. De acordo com uma nota divulgada pelo governo sul-coreano, o grupo ainda incluirá membros do taekwondo e de "apresentações artísticas".

Os representantes de Seul ainda propuseram que sejam retomados os reencontros entre familiares, separados pela Guerra da Coreia (1950-1953), e que a Cruz Vermelha supervisione o reencontro que seria realizado em fevereiro. No entanto, não houve decisão sobre essas resoluções.

Além da esfera esportiva, Seul pediu que o Norte faça "o quanto antes" uma reunião de alto nível "entre militares" com o objetivo de "eliminar ou reduzir os riscos dos erros de avaliação", acalmando a tensão na península coreana.

A reaproximação entre os dois governos ocorreu depois que Kim Jong-un, em seu pronunciamento de fim de ano, afirmou que desejava "todo o sucesso" para o evento esportivo realizado no país vizinho e que pensava em enviar uma delegação ao país.

Por conta dessa abertura, a Coreia do Sul convidou os representantes coreanos para uma reunião de alto nível sobre o tema e, após mais de dois anos, as conversas entre os dois lados foram retomadas.

Também o Comitê Olímpico Internacional (COI) abriu uma exceção para o caso, ampliando o período de inscrições olímpicas.

Do Opera Mundi

Devemos seguir o princípio da independência nacional


Escrever uma nova história da reunificação, levantando a bandeira da independência nacional, é a posição do partido e do governo da RPDC.

A independência nacional é o princípio fundamental a ser mantido sem falhas na solução dos assuntos nacionais e no problema da reunificação.

Qualquer país é responsável pelos assuntos internos e tem a força para resolvê-los.

As relações entre o Norte e o Sul da Coreia devem ser resolvidas por ambas as partes no princípio de "Entre nós, os nacionais".

A nação coreana de hoje não é a fraca de ontem em que tinha sido privada de soberania sofrendo os infortúnios de uma nação colonizada e dividida, mas tornou-se a inteligente e poderosa capaz de realizar sozinha a reunificação do país e forjar seu destino.

Se ambos os partidos coreanos, protagonistas da questão da reunificação, têm o ponto de vista, a posição, a coragem e a segurança para resolver a questão nacional, a questão da reunificação, com a força unida dos coreanos, não haverá nenhum problema que não possam resolver.

Manter a independência nacional é uma lição que ensina a longa história da divisão nacional.

As forças estrangeiras, que impuseram a divisão na nação coreana, nunca a reuniram ou desejam fortalecê-la.

Este problema não exige a permissão de alguém ou seja resolvido com a ajuda de outros.

À medida que a situação na Península Coreana se torna mais complicada e aguda, é mais importante manter firmemente o princípio da independência na solução do problema da reunificação.

Todos os coreanos do Norte, do Sul e do exterior nunca devem tolerar a intervenção e a arbitrariedade das forças estrangeiras tentando dividir a nação coreana em duas e dominar toda a Península Coreana e a região.

Devem resolver o problema nacional, o da reintegração nacional, no princípio da autodeterminação nacional e de acordo com seus interesses independentes.

Da KCNA