CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE

quarta-feira, 22 de março de 2017

Park Geun-hye irá a prisão

 

Age ainda com soberba Park Geun-hye, expulsa de Chongwadae com a desonra de “primeira presidenta destituída” na história da política sul-coreana.

Ao invés de se arrepender dos seus erros, trata de buscar a salvação ao não aceitar a sentença de demissão decretada pela Corte Constitucional.

Ela reclama sua “inocência” e a “sentença injusta” e fundou uma organização privada chamada “equipe do bairro Samsong” para evitar a prisão.

Nega totalmente 13 suspeitas de delitos atribuídos pela fiscalização e a inspeção especial e reforça o plano de advogados para fazer frente a investigação.

Esta conduta desafiante ante a severa pena da justiça e da opinião pública demonstra que ela é uma víbora.

A recente decisão de destituição significa uma advertência séria da história de que a pior traidora Park lhe reserva a ruína e a morte.

Ela foi sentenciada devidamente por seus incontáveis crimes, entre outros, atos vende pátrias, servilismo ante as grandes potencias, confrontação fraticida, política antipopular, governo fascista e corrupção.

Contudo, a ex-mandatária sul-coreana fala ainda da suposta “verdade” e nega todos seus delitos de maior gravidade, fato que deixa consternado todo o mundo.

Os sul-coreanos de diferentes estratos a criticam qualificando seu comportamento como “clímax da arrogância” e “afronta à história e ao povo” e até no interior do “Partido da Coreia Livre” se escutam as vozes de censura.

Entretanto, os meios de imprensa ridicularizam a atitude desobediente de Park quem caiu na situação miserável de hoje devido a sua torpeza e imprudência.

Se ela tivesse apresentado a tempo a renúncia em consonância a vontade do povo nas manifestações com velas acesas em todo o solo sul-coreano, não haveria chegado ao tão desafortunado destino de agora.

Recusou até o final a opinião pública cumprindo o plano dos advogados para refutar os argumentos da investigação e aos mafiosos conservadores subornados, realizar os protestos de resposta com velas.

É muito ridículo que essa mulher aja ainda com tal soberba tentando evitar sua prisão com a ajuda de alguns imbecis que frequentar o bairro Samsong.

A prisão de Park Geun-hye é seu destino inevitável.

Da KCNA

terça-feira, 14 de março de 2017

Causa do agravamento da tensão na Península Coreana


Agora, os EUA e os títeres sul-coreanos executam dementemente na Península Coreana os exercícios militares conjuntos Key Resolve e Foal Eagle de maior envergadura da história.

Participam nestes um grande número de forças agressoras incluso os efetivos dos EUA, o Sul da Coreia e vários países satélites e todo tipo de propriedades estratégicas nucleares do império como os porta-aviões, submarinos e bombardeios, etc.

Para perpetrar estas simulações perigosas, os EUA já introduziram secretamente desde o final do ano passado no Sul da Coreia mais de 6 milhões de toneladas de munições e armamentos e inclusive tomou recentemente as medidas para a evacuação emergencial das famílias das tropas norte-americanas e os cidadãos permanentes no Sul da Coreia.

Os jogos de guerra nuclear que realizaram historicamente Estados Unidos e os títeres sul-coreanos são a causa que levou a situação da Península Coreana ao ponto de explosão e empurrou a RPDC a atuar com super intransigência.

Neste momento também se concretiza mais no solo sul-coreano o “OPLAN 4D” para o ataque preventivo contra a RPDC e se efetua abertamente o treinamento simulando o uso do THAAD contra os países vizinhos.

Contudo, os EUA falam de “anuais” e “defensivos” para fazer frente à posse de arma nuclear da RPDC cada vez que realiza no Sul da Coreia as simulações nucleares. Isto não passa de uma artimanha para imputar à RPDC a responsabilidade do agravamento da situação da Península Coreana e justificar sua ambição de agressão.

É o justo direito à autodefesa de um Estado soberano manter o estado de alerta segundo a demanda da situação bastante apertada e fortalecer por todos os meios o dissuasivo de guerra para aniquilar impiedosamente os agressores.

Graças a firme vontade e esforços para defender a paz e o poderoso dissuasivo nuclear auto defensivo da RPDC, a Península Coreana pode manter a paz ainda em meio das extremas manobras do imperialismo ianque para provocar a guerra nuclear.

Os Estados Unidos não podem ocultar por nada sua natureza de culpado pelo agravamento da situação da Península Coreana.

Da KCNA

sexta-feira, 3 de março de 2017

Rechaço à acusação absurda dos EUA e Coreia do Sul no caso do cidadão morto


Passou uma quinzena desde o dia 13 de fevereiro quando morreu na Malásia nosso cidadão Kim Chol que portava passaporte diplomático.

Embora não tenha sido esclarecido todavia a causa de sua morte, EUA e as autoridades sul-coreanas acusam absurdamente a RPDC insistindo que ele foi envenenado pela "altamente tóxica substância nervosa VX".

Os químicos de muito países opinam que VX tem forte permeabilidade e uma só gota desta substância pode causar a morte de centenas de pessoas, por isso, resulta contraditório dizer que a mulher, a presa por suspeita de assassinato, saiu ilesa porque lavou as mãos em um banheiro publico.

Os meios de imprensa do mundo reportam que se foi extraída a substância VX nos olhos e lábios de Kim Chol, isto significa que foram intoxicados o médico da ambulância, que o transportou, e todos os policiais que o guardavam. Como se pode explicar a operação continua do aeroporto que devia ter sido ferrado se fora tão grave o incidente, ironizam.

Especialistas em direito e analistas internacionais insistem que as regras da organização internacional sobre a proibição de armas químicas estipula que a conclusão final sobre o resultado da análise de uma arma química deve basear-se na mesma conclusão dada pelo menos por mais dois laboratórios especializados.

Portanto, deve relatar este caso à organização internacional para a proibição de armas químicas e enviar a amostra para os laboratórios indicados, e se fosse verdade a utilização do VX, seria necessário para descobrir em qual o país tem sido introduzida essa substância, quem fez e quem vendeu.
Não seria científico definir como VX sem haver estudos detalhados.

Em acato da Convenção sobre a proibição de armas químicas, a maioria dos países cancelaram estes artefatos, mas os EUA e alguns países tem a substância mencionada e o império tem em solo sul-coreanas várias armas químicas.
Apesar das coisas acima mencionadas, EUA e as autoridades sul-coreanas recorrem obstinadamente a sua histérica e intrigante campanha contra a RPDC acusando-a sem razão.

Desde o começo, as autoridades sul-coreanas criaram confusão difundindo rumores falsos como que "Kim Chol morreu envenenado por 2 agentes do da Coreia do Norte".

Ultimamente, tratam de utilizar a morte de Kim Chol em sua campanha anti-RPDC na esfera dos direitos humanos e criar a atmosfera de "condenação internacional" contra a RPDC com a versão sobre o "uso de armas químicas e outras de extermínio em massa".

Fica evidente que tal conduta imprudente persegue o perigoso objetivo político de manchar a imagem da muito digna RPDC e derrubar seu regime.

O perigoso e grave do problema reside em que o rumor do "uso de armas químicas", que difundem os EUA e as autoridades sul-coreanas, é idêntico ao outro de "possessão de armas de extermínio em massa pelo Iraque" preconizado pelos EUA na década de 1990.

O império tem a meta final de criar na arena internacional o veto e a pressão contra a RPDC e desatar a toda custa a guerra nuclear contra ela.

Mas, os EUA estão equivocado.

Se os EUA e as autoridades sul-coreanas seguirem recorrendo ao trama política para derrubar o regime da RPDC, esta tomará as medidas de autodefesa mais fortes para defender sua soberania e dignidade.

Os EUA e seus fantoches devem atuar com prudência ao ver bem a posição estratégica da RPDC que está situada na primeira linha de potências nucleares.

Boletim da Embaixada da Republica Popular Democrática da Coreia:

quarta-feira, 1 de março de 2017

Comitê de Juristas da Coreia condena a atitude hostil da Malásia


A 13 de fevereiro, um cidadão da República Popular Democrática da Coreia que possuía um passaporte diplomático, ficou inesperadamente em estado de choque em vésperas de ingressar no avião e faleceu no caminho ao hospital.

No princípio, o Ministério de Relações Exteriores da Malásia e a parte do hospital confirmaram o fato de que esta morte foi causada por um ataque cardíaco na Embaixada da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) na Malásia, que exerce o direito de proteção consular para o cidadão coreano e informaram a decisão de transferir o cadáver para incinerá-lo.

Por isso, a embaixada coreana confirmou a identidade do falecido e demandou entregar o cadáver.

 Mas, nesse dia, no período da noite, uma mídia conservadora do Sul da Coreia insistiu em que, segundo a “fonte governamental” isso foi ocasionado por um “envenenamento” de alguém. Como era de se esperar, a polícia secreta da Malásia tratou isso sem vacilação como um fato consumado e propôs o problema de criar complexidades da autópsia do caso.

A Embaixada da RPDC aclarou a posição de que não há necessidade de fazer autópsia porque foi confirmado como morte por ataque cardíaco e que não pode fazê-lo porque o falecido é possuidor do passaporte diplomático que é o objeto de jurisdição extraterritorial segundo a Convenção de Viena.

Entretanto, a Malásia realizou a autópsia do cadáver sem nenhum acordo com a parte coreana e desprezando a presença de nossa justa demanda e do direito internacional, salientou a necessidade duma a segunda autópsia sem publicar o resultado do primeiro teste.

Isto torna-se uma aberta violação da soberania da RPDC e dos direitos humanos e um ato antiético.

Assim condena o porta-voz do Comitê de Juristas da Coreia em sua declaração do dia 22 e continua:

O que não podemos deixar passar é que tais atos injustos por parte da Malásia se coincidem ao mesmo tempo com os motins de intrigas das autoridades sul-coreanas contra a RPDC.

Antes de ser publicado o resultado da autópsia, os meios de imprensa conservadores do Sul da Coreia, empenharam-se em divulgar com tesão os rumores do “envenenamento por parte dos agentes do Birô Geral de Reconhecimento do Norte da Coreia” e da “inegável manobra do Norte da Coreia”, etc.

Se manifestou muito claramente a reação das autoridades sul-coreanas: no dia 14, um dia depois do caso, Chongwadae começou a reclamar e se realizou no dia 16 a reunião a nível ministerial e, ao fim e ao cabo, discutiram abertamente até o local de “THAAD”, assunto que não tem quaisquer relações com a morte de nosso cidadão.

Isto mostra claramente o fato de que as autoridades sul-coreanas estão prevendo este caso e preparando até seu script.

Mas só a Malásia dá as costas a esses fatos, o que é muito lamentável.

O governo malaio tem maior responsabilidade do caso porque o cidadão da RPDC morreu em território da Malásia.

A conduta hostil da Malásia se manifestou mais claramente no problema de transferência do cadáver.

Esse país, que fez de modo ilegal imoral o exame de medicina legal, deveria retornar merecidamente o cadáver para a o lado coreano. Mas, mesmo assim não o entrega, apresentando o pretexto absurdo de que é impossível transferi-lo antes da família do morto apresente a amostra de DNA segundo a leia da Malásia.

Isso demonstra que a parte da Malásia pretende alcançar um objeto insalubre ao politizar o problema da transferência do corpo sem levar em conta o direito e a ética internacional e a moralidade.

Também, a princípios do caso, Malásia falou ruidosamente de que detiveram o suspeito do assassinato. Mas, depois não disseram nada a respeito.

O mais ridículo é a insistência em que o falecido foi envenenado por um líquido igual a um óleo que cobriram com a palma da mão a cabeça do morto. Então, por que não morreu esta mulher que passou este líquido em sua mão?

Já reivindicamos a investigação conjunta pelo esclarecimento correto deste caso e deixamos claro a posição de que estamos preparados para enviar a delegação de juristas. Queremos enviar ao terreno a delegação de juristas para escutar a declaração dos acusados de assassinato, verificar os autores do caso, encontrar-se com nosso cidadão preso e investigar detalhadamente o local do caso e os dados de vídeo, assim como concluir imparcialmente a investigação.

Não perdoaremos jamais qualquer tentativa de manchar a imagem digna da potência independente e nuclear, sem descobrir até o fim os segredos deste incidente.

Observaremos a conduta futura da Malásia.

ACNC