CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE

quinta-feira, 22 de março de 2012

Hyundai: Dados sobre o desenvolvimento econômico na RPDC


O capitalismo mundial insiste em vociferar sobre o suposto desastre econômico e social da Coreia Socialista. Bogdanov, no periódico russo Ria Novosti, afirmou que “a situação econômica da Coreia do Norte é péssima, de forma que o país sobrevive somente graças ao mercado negro que prosperou na última década”. O Bank of Korea, controlado pelo governo anticomunista e traidor de Lee Myung Bak, insiste em dizer que a Coreia Popular está em ruínas. Entretanto, observadores estrangeiros que visitam constantemente o país falam sempre sobre um enorme crescimento na construção de moradias e grandes infraestruturas, na produção elétrica de novas centrais, nível recorde de intercâmbios com o exteriores, novas tecnologias para a produção agrícola, desenvolvimento da telefonia móvel, etc.

A notícia espetacular é que o Instituto de Investigações mantido pela empresa sul-coreana Hyundai, que mantém uma forte atividade econômica no país socialista (administra a zona industrial de Kaesong) afirma com dados objetivos e concretos que sua economia está em plena expansão e que, inclusive, supera o crescimento do seu rival capitalista, apresentado pelos apologistas do sistema como um modelo de desenvolvimento econômico. O mesmo russo anticomunista se vê obrigado a reconhecer que o país conta com uma poderosa indústria militar que exporta para muitos países. De 1987 a 2009, produziu 1200 tipos diferentes de mísseis, segundo a agência Forecast International. A maioria de seus mísseis é do tipo “Hwasong”, com 700 km de alcance. Porém, a RPDC produz também mísseis do tipo Nodong e Taepodong, com alcance de 4 a 6 mil km, que no futuro poderão inclusive ser usados contra os EUA no caso de um ataque imperialista. Produzir mísseis significa produzir motores poderosos, metais especiais e sistemas de navegação de alta tecnologia.

Porém, a economia da RPDC não produz somente armas. Seu rendimento por hectare em cultivo de batata é um recorde mundial. Novos produtos de plástico não derivados do petróleo, mas de certas resinas, assim como um sistema de produção de aço sem a quebra do carbono de coque, foram criados recentemente na Coreia. A produção industrial cresce anualmente a 44%. A colheita de cereais em 2011 cresceu em 7,2% e chegou às 4,7 milhões de toneladas. A Hyundai ainda afirma que o intercâmbio comercial com a China crescer 62,4% em 2011 e chegou a quase 6 bilhões de dólares. Em 2011, o crescimento do PIB per capita cresceu em 4,7%. O PIB de cada norte-coreano passou de 688 dólares para 720 dólares. Para o poder de compra real, deve-se multiplicar esse por 2,5, segundo estudos da CIA, ou por 6, segundo o Instituto de Investigação Global Insight. O crescimento global do PIB da RPDC, em 2011, foi de 5,2%, ao passo que na Coreia do Sul foi de apenas 4%. Um dos principais especialistas franceses na RPDC, Philipe Ponds, confirma esses dados.

Em 2012 será terminado o atual Plano Quinquenal em curso, com excelentes resultados, e o Plano para a construção de uma “próspera potência socialista” está dando resultados assombrosos. Esses êxitos afirmam claramente a superioridade do socialismo sobre o capitalismo. A persistência da Coreia na via socialista estimula a construção socialista no Vietnã, no Laos, na China, no Nepal e reforça a esperança pelo socialismo nas Filipinas, em Bangladesh, India, Sri Lanka e outros países semi-coloniais da Ásia.

Complexo industrial de Kaesong, administrado pela empresa
sul-coreana Hyundai

A tecnologia digital chegou com atraso na RPDC,
porém com bastante força

Uma agricultura próspera e um campesinato avançado

Fábrica de garrafas numa área rural, estratégia para superar
as diferenças cidade-campo

Entrada da fábrica "Hungnam"

Consciência proleária, a chave dos êxitos



Da redação, com blog Civilización Socialista

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