sexta-feira, 15 de maio de 2015

Associação de amizade Coreia-Japão denuncia repressão política anti-Chongryon

Pyongyang, 14 de março ACNC

No dia 12, os reacionários japoneses mobilizaram os gangsters da polícia da prefeitura de Kyoto e dos departamentos de Kanagawa, Yamaguchi e Shimane, prenderam em plena luz do dia os 3 funcionários da Chongryon (Associação Geral de Coreanos no Japão) e registraram a força a casa dos detidos.

Em uma declaração no dia 14, a Associação de Amizade Coreia-Japão denunciou rotundamente a repressão desumana sem precedente dos reacionários japoneses contra a Chongryon e os coreanos residentes no solo japonês.

Através do presente caso, o país ilha mostrou o verdadeiro aspecto do país bárbaro e o estado banditista, caindo a máscara de “estado constitucional” e “estado democrático”, adianta o documento e prossegue:

As autoridades policiais do Japão dizem que os funcionários detidos estão vinculados com a “violação de lei comercial” ao “importar para o Japão cogumelos de pinheiros produzidos na RPDC”. Mas isso não passa de uma mentira e uma invenção sem fundamento legal.

Desde os primeiros dias da fundação da Chongryon até hoje, os reacionários japoneses não cessaram as manobras contra a Chongryon e os coreanos residentes no Japão, que se tornam agora mais brutais e frequentes.

As autoridades japonesas tentam preparar o trampolim favorável a realização da ambição de converter a seu país em uma potência militar com a emenda da “diretriz de cooperação de defesa EUA-Japão”, por uma parte e por outra, tratam de exterminar a Chongryon, entidade dos cidadãos da RPDC no Japão, somando-se a política hostil de EUA anti-RPDC.

Más mesmo com a enlouquecida repressão dos reacionários japoneses contra Chongryon e os coreanos residentes no Japão, que se valem de mentiras e invenções, não podem deter as justas atividades de Chongryon.

As autoridades japonesas devem cessar a repressão política anti-Chongryon e a violação de direitos humanos contra os coreanos residentes no Japão e libertar de imediato os presos políticos.

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