quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Ameaça nuclear dos EUA empurra a RPDC a consolidar dissuasivo nuclear


Recentemente veio a público que em meados da década de 1950, os Estados Unidos elaboraram um plano de ataque de bombas nucleares contra as principais cidades da República Popular Democrática da Coreia e objetos e zonas importantes dos países socialistas.

Segundo dados do arquivo nacional estadunidense já em 1956 o império fixou com alvo de ataque nuclear mais de 10 zonas da RPDC incluindo Pyongyang, Nampho, Wonsan, Sinuiju, Chongjin, Uiju e Pukchang e mais de 4 mil objetos e zonas dos países socialistas de densa população como a antiga URSS e a Alemanha Oriental e se dedicou a produção de armas nucleares para atacá-los.

O fato testemunha novamente a intenção criminosa dos EUA de tomar a hegemonia mundial.

Durante mais de 70 anos, este criminoso país nuclear não deixou em nenhum dia a chantagem nuclear que ameaça gravemente a subsistência da humanidade.

Em agosto de 1945 lançou bombas nucleares sobre Hiroshima e Nagasaki no Japão, devido aos quais estas duas cidades se convertem em um instante em ruínas e centenas de milhares de habitantes morreram.

Em março de 1954 realizou o teste de bombas de hidrogênio no atol de Bikini nas Ilhas Marshall no Oceano Pacífico, destruindo o terreno da vida dos habitantes locais e condenou a mortal cinza radioativa um barco pesqueiro japonês.

Acelerou a implantação de armas nucleares nos principais pontos estratégicos da Ásia, Europa e o resto do mundo e estimulou a modernização destes armamentos aumentando ainda mais a ameaça nuclear.

No outubro do ano passado realizou o teste de funcionamento da nova bomba nuclear B61-12 para substituir as velhas bombas presentes na Europa por outras mais modernas.

A ameaça nuclear dos EUA chegou ao clímax com sua chantagem nuclear contra a RPDC.

No período da passada guerra coreana, especificamente, de 1952 até 1953, traçou em 22 ocasiões um complô para formar o corredor radioativo na zona setentrional da Península Coreana e realizou exercícios de lançamento de bombas atômicas. E no tempo pós-bélico recorreu freneticamente a campanha de esmagamento anti-RPDC usando como meio as armas nucleares.

Ao introduzi-las sucessivamente no solo sul-coreano, o converteu em grande arsenal e base avançada nuclear.

Em janeiro de 1968, o barco espião armado estadunidense “Povo” foi capturado pelos marinheiros do Exército Popular da Coreia, e em abril de 1969 foi derrubado o avião espião de grande tamanho EC-121. Então, os EUA agravaram extremamente a situação com a insistência aberta da necessidade de ataque nuclear contra a RPDC.

Através do “informe de disposição nuclear” publicado em março de 2002, incluiu a RPDC na lista de alvos de ataque preventivo nuclear e elaborou até o documento de guerra possibilitando o uso de armas nucleares contra a RPDC em “tempos de emergência”.

Desenvolve ano após ano, década após década, os fanáticos exercícios de guerra nuclear anti-RPDC como Freedom Bolt, Team Spirit, Key Resolve, Foal Eagle e Ulji Freedom Guardian.

Em particular, no ano passado acordaram finalmente com as autoridades sul-coreanas o “OPLAN 5015”, e em agosto, realizou a simulação militar conjunta Ulji Freedom Guardian para aplicar este novo guia de guerra cuja meta é desferir o impiedoso ataque preventivo nuclear contra a RPDC. Desta maneira, levou à beira da guerra a situação da Península Coreana.

Os Estados Unidos são o caudilho da chantagem e guerra nucleares que lançou pela primeira vez as bombas atômicas sobre a cabeça da humanidade e esgrime a espada nuclear para tomar a hegemonia mundial.

No confronto entre uma potência e maníaco de guerra nuclear e um país desmilitarizado é inevitável o aumento do perigo da guerra nuclear.

É natural que frente a chantagem nuclear a RPDC possua armas nucleares, legalize o dissuasivo nuclear e o consolide segundo a nova linha de desenvolvimento paralelo.

A crescente ameaça nuclear dos EUA é o fator principal que empurra a RPDC a consolidar o dissuasivo nuclear.

Os Estados Unidos devem parar com as absurdas manobras de provação de guerra nuclear, vendo corretamente a realidade.

Da KCNA

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Resumo da mensagem de ano novo de Kim Jong Un


O Marechal Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Presidente do Comitê de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia, pronunciou uma mensagem por ocasião do Ano Novo 105 (2016) da Era Juche.

Em sua mensagem, rendeu uma sublime homenagem e a saudação de ano novo ao Presidente Kim Il Sung e ao Dirigente Kim Jong Il, refletindo a alma de todo o povo e os oficiais e soldados do EPC.

Disse que 2015 foi o ano de luta impetuoso marcado por acontecimentos significativos e maravilhosos êxitos, o ano de vitórias e glórias em que foram manifestadas plenamente a dignidade e o aspecto majestoso da Coreia socialista.

Prosseguiu que não devemos temer nada e podemos ter sucesso em qualquer empreendimento por contar com a sábia orientação do partido e com o exército sem rival e o grande povo que apoiam absolutamente ao partido e o defende com sua vida, o qual é o orgulhoso balanço da luta no ano passado.

Assinalou que 2016 constitui um ano significativo em que se celebrará o VII Congresso do Partido do Trabalho da Coreia e destacou a necessidade de glorificar como conclave de vencedores e de glória ao Congresso que servirá de ponto de virada no cumprimento da causa revolucionária do Juche.

Apresentou “Abramos uma época de maior esplendor para a construção de um Estado poderoso e prospero neste ano em que se celebra do VII Congresso do Partido do Trabalho da Coreia!” como palavra de ordem combativa a ser levantada este ano pelo PTC e o povo coreano.

Indicou que todos os militantes do partido, os oficiais e soldados do EPC e os habitantes devem levantar-se como um só homem com ardente fidelidade ao partido e o entusiasmo patriótico para demonstrar o ímpeto da Coreia.

Insistiu em registrar uma nova mudança no desenvolvimento econômico do país e a melhora da vida do povo mediante a concentração de todas as forças na construção de uma potência econômica.

Especificou que devem consolidar por todos os meios o poderio político-militar da RPDC, fazer com que o povo goze ao máximo nível a melhor civilização e manter o espírito de dar importância a vontade de auto fortalecimento na construção de um Estado próspero socialista.

Exortou a desenvolver com mais dinamismo neste ano o movimento de reunificação da pátria sob a consigna de “Abramos uma nova era da reunificação independente frustrando as forças de dentro e fora do país opostos a reintegração!”

Enfatizou que se persistir no desafio das forças hostis e a invariável tensão da situação, a RPDC avançará pelo único caminho da independência, o Songun e o socialismo com a bandeira vermelha da revolução e fará esforços responsáveis para preservar a paz e a segurança da Península Coreana e do resto do mundo.

Ratificou que o PTC e o governo da RPDC fortalecerão mais a solidariedade com os povos do mundo contrários a agressão e a guerra, a dominação e subjugação, e ampliarão e desenvolverão mais as relações de amizade e cooperação com todos os países que respeitam a soberania da RPDC e a tratam amistosamente.

Pontuou que é invencível a causa socialista do Juche e haverá somente vitórias e glórias no caminho da RPDC que avança sob a direção do PTC.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Rendem homenagens a Ri Ul Sol, herói da Coreia Popular

 
Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Primeiro Presidente do Comitê de Defesa Nacional da RPDC e Supremo Comandante do Exército Popular da Coreia, em 8 de novembro expressou sua profunda tristeza pela morte de Ri Ul Sol, membro do Comitê Central do PTC, deputado da Assembleia Popular Suprema da RPDC e marechal do Exército Popular da Coreia.

Uma coroa de flores enviada pelo camarada Kim Jong Un foi colocada junto ao caixão de Ri Ul Sol, juntamente com coroas de flores de outras lideranças e segmentos da RPDC.

O líder supremo Kim Jong Un prestou um tributo silencioso ao veterano da Guerra Anti-Japonesa que cresceu sendo um guerreiro revolucionário e autoridade militar competente cheio do espírito revolucionário de Paektu, salvaguardando o Partido e o Líder, participando de grandes proezas do Exército Popular da Coreia e auxiliando na Revolução Songun.

O camarada Kim Jong Un olhou com amarga tristeza a perda de um veterano revolucionário fiel ao Partido e prestou seus sentimentos aos familiares do marechal Ri Ul Sol.

do Pyongyang Times

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Diretor da Administração Nacional de Desenvolvimento Espacial da RPDC anuncia êxitos


A uma pergunta formulada pela ACNC a respeito dos êxitos que logram os cientistas e técnicos da República Popular Democrática da Coreia no setor de desenvolvimento espacial na ocasião do aniversário dos 70 anos da fundação do Partido do Trabalho da Coreia, o diretor da Administração Nacional de Desenvolvimento Espacial da RPDC deu no dia 14 a seguinte declaração:

Nesse ano, logramos grandiosos êxitos também no setor de desenvolvimento espacial assim como nas demais áreas.

A fim de contribuir com garra para o desenvolvimento econômico do país, nossa Administração Nacional de Desenvolvimento Espacial acelera já na etapa final o desenvolvimento de um novo satélite de observação da Terra para a previsão do tempo e de outros propósitos, e logrou já grande avanço na investigação de satélite estacionário, nova etapa maior do desenvolvimento de satélites.

Ao mesmo tempo, se impulsionam com êxitos os trabalhos para remodelar e ampliar o campo de lançamento para que se possa lançar satélites de mais alto nível, com o qual se prepara uma firme base capaz de impulsionar com vigor o desenvolvimento da ciência espacial no país.

Na atualidade, o desenvolvimento espacial constitui uma tendência mundial e muitos países produzem e lançam satélites com vários propósitos inclusive comunicação e orientação, a qualificação do rendimento das colheitas, a observação meteorológica e a exploração de recursos.

O lançamento de nossos satélites também constitui um trabalho pacífico adequado ao plano estatal de desenvolvimento da ciência e da técnica para a construção de uma potência econômica e da melhora da vida do povo.

O desenvolvimento pacífico do espaço é um direito legítimo do estado soberano, reconhecido oficialmente pela lei internacional, nosso Partido e povo tem a imutável decisão de exercer dignamente esse direito.

No futuro o mundo presenciará claramente os satélites da Coreia de Songun sendo lançados continua e altamente ao céu na hora e no lugar decididos pelo Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia.

Pyongyang, 14 de setembro (ACNC)

da KCNA

terça-feira, 15 de setembro de 2015

RPDC rechaça rumor de forças hostis sobre atividades nucleares

 
A respeito dos rumores que se difundem sobre as atividades nucleares da República Popular Democrática da Coreia, o diretor do Instituto de Energia Atômica (IEA) da RPDC deu no dia 15 a seguinte resposta a ACNC:

Nesses dias, os órgãos especializados e os meios de imprensa dos EUA e de outros países ocidentais difundiram o rumor de que segundo os dados de satélites, foram captadas novas atividades nos estabelecimentos nucleares de Nyongbyong, e expressavam a preocupação pelas atividades nucleares nessa zona.

Como de conhecimento de todos, a posse de armas nucleares da RPDC é o produto da política norte-americana de hostilidade a ela, ou seja, uma medida de autodefesa frente a extremada política hostil e à ameaça nuclear dos EUA contra a Coreia Popular.

Como o porta-voz da então Direção-Geral de Energia Atômica da RPDC esclareceu em abril de 2013, segundo a linha de desenvolvimento paralelo da construção econômica e a das forças armadas nucleares, apresentado no plenário do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, se modificou o uso do reator moderado por grafite de 5MW e todos os estabelecimentos nucleares de Nyongbyon inclusive a fábrica de urânio enriquecido, e estas instalações reajustadas foram colocadas em funcionamento normal.

Neste tempo, não mudou nem um pouco a anacrônica política norte-americana de hostilidade a RPDC que a empurrou a possuir as armas nucleares mas se intensifica de forma mais aberta e grosseira a perseguição efetuada com o objetivo da derrubada do regime norte-coreano.

Os cientistas, técnicos e operários do ramo de energia atômica da RPDC registram diariamente inovações na investigação e na produção para garantir ao máximo a credibilidade da dissuasão nuclear do país mediante a elevação constante do nível quantitativo e qualitativo das armas nucleares de diferentes tipos, de acordo com a demanda da situação criada.

Estamos dispostos a responder a qualquer momento com ataque nuclear aos EUA e outras forças hostis que seguem recorrendo a imprudente política de hostilidade à RPDC.

Firmado convênio sobre nova ponte Namyang-Tumen


Foi assinado no dia 15 na cidade de Pyongyang o convênio sobre a construção, controle e proteção conjunta da nova ponte fronteiriça Namyang-Tumen entre os governo da República Popular Democrática da Coreia e a República Popular da China. Por conta de seus governos, o vice-chanceler coreano Pak Myong Guk e o embaixador chinês na Coreia Li Chenqun assinaram o documento

Pyongyang, 15 de setembro (ACNC)

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Kim Jong Un assiste apresentação artística junto com delegação estatal de Cuba


O marechal Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Primeiro Presidente do Comitê de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia, assistiu no dia 7 a apresentação da banda Moranbong e do Coro Estatal Meritório, oferecida para dar boas vindas a delegação estatal da República de Cuba em visita a Coreia com motivo do 55° aniversario do estabelecimento de relações diplomáticas entre ambos os países.

Foram convidados, Miguel Mario Dias Canel Bermúdez, membro do Buro Politico do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e sua esposa, os membros da delegação, o embaixador German Hermin Ferras Álvarez e outros membros da sede diplomática cubana na Coreia.

Assistiram também Hwang Pyong So, Kim Ki Nam, Choe Ryong Hae, Kim Yang Gon, Ri Su Yong, Kim Kye Gwan, os funcionários do Comitê Central do PTC, o Ministério das Forças Armadas Populares e o Ministério de Relações Exteriores, assim como os membros do Conjunto Artístico Wangjaesan e outros conjuntos artísticos militares e civis.

O Marechal, junto com Ri Sol Ju, apareceu no assento e respondeu as efusivas aclamações dos músicos e espectadores.

Artistas coreanas ofereceram ramos de flores ao Marechal e a Miguel Mario Díaz-Canel Bermúdez.

Na sequência da apresentação iniciada com os hinos nacionais dos dois países, tocaram a música orquestral do Coro Estatal Meritório “Pyongyang é a melhor”, a música orquestral e coro masculino “Canção do Exército Popular da Coreia”, a música orquestral “Serie de músicas famosas mundiais”, o quinteto masculino “Não renunciaremos a crença na revolução até a morte”, o coro masculino “iremos ao monte Paektu”, a música rápida da banda Moranbong “de uma vez” e outras músicas variadas.

Os músicos elogiaram as proezas eternas realizadas pelos grandes lideres coreanos, que prepararam e glorificaram a grande história e excelentes tradições de firme obrigação de camaradagem e amizade entre os exércitos e os povos da Coreia e de Cuba, e descreveram a era heroica da Coreia de Juche que registra milagres e inovações na construção de um estado próspero sob a direção do Marechal.

As musicistas da banda Moranbong deram alegria aos espectadores ao executar com excelência a música instrumental e canção “Guantanamera” e o coro feminino “Isla Capri”, que refletiram o nobre sentimento ideológico do povo cubano.

Quando apareceram no fundo da cena as imagens históricas alusivas aos camaradas Kim Il Sung e Kim Jong Il reunindo-se com os camaradas Fidel Castro Ruz e Raúl Castro Ruz, o teatro se encheu de grande emoção.

A apresentação recebeu grandes aplausos e ovações dos espectadores por mostrar a férrea convicção de que não mudará geração após geração o sentimento de amizade arraigado no fundo do coração dos exércitos e povos de ambos os países na luta pela independência anti-imperialista e o socialismo.
Terminada a apresentação, voltou a estremecer o teatro com as aclamações de “Viva!”.

O Marechal respondeu com sua mão levantada as entusiasmadas aclamações dos músicos e espectadores.

da KCNA

Kim Jong Un se reúne com delegação da República de Cuba


O Marechal Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Primeiro Presidente do Comitê de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do Exército Popular da Coreia, se reuniu no dia 7 com a delegação estatal da República de Cuba encabeçada por Miguel Mario Díaz-Canel Bermúdez, membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e primeiro vice-presidente dos Concelhos de Estado e de Ministros, em visita a Coreia.

O Marechal deu umas calorosas boas-vindas a delegação estatal de Cuba que visitou a RPDC pelo 55° aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países e lhe mandou transmitir suas saudações aos estimados camaradas Fidel Castro Ruz e Raúl Castro Ruz.

Disse que Fidel e Raúl, amigos íntimos e companheiros de armas do povo coreano, enviaram a RPDC a delegação estatal da República de Cuba um mês antes do aniversário de 70 anos da fundação do PTC, o qual serve de grande animo ao exército e ao povo coreano que lideram uma dinâmica campanha para a construção de um estado potência socialista.

Ressaltou que a visita a Coreia da delegação estatal de Cuba tem um grande significado em difundir as gerações futuras a história e a tradição de amizade entre ambos os países e fortalecer ainda mais as relações de amizade e cooperação fraternal entre os dois países e expressou a convicção de que a vitalidade invencível da amizade Coreia-Cuba se tornará totalmente aparente no futuro pelos esforços comuns de ambas as partes.

Na audiência, o companheiro Miguel transmitiu ao Marechal uma saudação cordial enviada pelos camaradas Fidel Castro Ruz e Raul Castro Ruz.

Miguel agradeceu pelo Marechal estar reunido com a delegação mesmo estando muito ocupado na dianteira da direção da luta para construção de um estado próspero.

Apontou que as relações de amizade entre os dois países, preparadas pelos camaradas Kim Il Sung e Kim Jong Il junto com os camaradas Fidel Castro Ruz e Raúl Castro Ruz, se consolidam e se desenvolve em meio a peculiar atenção do estimado camarada Kim Jong Un e do camarada Raúl Castro Ruz.

Afirmou que o partido e o governo cubano estão satisfeitos de que o povo coreano logra enormes êxitos na luta pela edificação de um potente estado socialista sob a direção do Marechal.

Assinalou que Cuba e Coreia estão unidas fortemente com a ideologia comum e o sentimento de amizade mesmo distante geograficamente e pontuou que os povos dos dois países são camaradas de armas que se encontram juntos na linha de frente da independência anti-imperialista. Acrescentou que consolidar e desenvolver sem cessar as relações de amizade e cooperação entre Cuba e Coreia é uma orientação irrevogável do partido e do governo de Cuba.

As conversações se realizaram em um ambiente cheio de amizade. Miguel Mario Días-Canel Bermúdez entregou um ao Marechal um presente preparado com toda sinceridade. O Marechal agradeceu e foi fotografado junto com os membros da delegação estatal de Cuba.

Na ocasião tomou parte Kim Yang Gon, membro do Birô Político do Comitê Central do PTC e secretário do CC do partido.
da Korean Central News Agency (KCNA)

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Kim Il Sung: Fundador da República Popular Democrática da Coreia


Trata-se de Kim Il Sung (1912-1994), eterno Presidente da República Popular Democrática da Coreia enaltecido pelo povo coreano.

Logo cedo, com o propósito de levantar um país para todos e sem se ver restrito nem pelas teorias já existentes e nem pelas experiências alheias, partindo da posição independente, organizou o caminho de construção de um poder que defendeu os interesses dos operários, camponeses, soldados, intelectuais e outros setores dos trabalhadores e o assegurou. De sua direção da construção do Poder popular o que merece menção antes de tudo é a instituição do período da Luta Armada Antijaponesa para libertar o país da ocupação militar (1905-1945) do Japão, pelo governo revolucionário popular que defendia os direitos e a liberdade das pessoas nas bases guerrilheiras.

Apoiando-se nisto, imediatamente depois da libertação do país (agosto de 1945), Kim Il Sung traçou uma linha de construção do Estado de acordo com a realidade do país e em fevereiro de 1946 instaurou um poder de novo tipo, democrático, baseado na aliança operário-camponesa dirigida pela classe operária e apoiada pela frente única dos amplos setores do povo, o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte como Poder popular democrático que cumpriu a imediata tarefa da revolução democrática, antiimperialista e antifeudal, a qual possibilitou ao povo coreano, exercendo o poder como dono da sociedade, impulsionar vigorosamente o empenha para realizar as reformas democráticas.

Para satisfazer o desejo secular dos camponeses que naquele tempo eram a maioria oprimida da população, proclamou em 5 de março de 1946 a Lei da Reforma Agrária de transcendência histórica e em seguida, a Lei do Trabalho, a Lei da Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher, a Lei da Nacionalização das Industrias Principais, etc., e praticou políticas democráticas nos setores da educação, da cultura, da administração jurídica, da fiscalização, etc. Como resultado na Coreia do Norte, as reformas democráticas foram realizadas em um curto espaço de tempo, e graças a elas em todas as esferas da vida social os resquícios coloniais e feudais foram liquidados, a industria nacional começou a ser ressuscitada, e se estabeleceram regimes democráticos na educação e na cultura. Em outras palavras, foi preparado o terreno socioeconômico da nova Coreia democrática. Com o exitoso cumprimento da tarefa da revolução democrática, antiimperialista e antifeudal, o Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte foi transformado em fevereiro de 1947 no Comitê Popular da Coreia do Norte, que cumpriu a tarefa da gradual transição ao socialismo e que serviu de fundamento da RPD da Coreia que foi estabelecida, tarefa que foi cumprida não com facilidade.

Imediatamente depois da libertação da Coreia, a situação interna e externa do país era muito complexa e tensa. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos, com o pretexto de “desarmar” o derrotado exército japonês, ocupou a Coreia do Sul, e como consequência a nação coreana se colocou em perigo de ser dividida. Estados Unidos dissolveu à força os comitês populares estabelecidos segundo a vontade da população e praticou a administração militar como um novo meio de dominação colonial. Em esta grave situação Kim Il Sung cismou em desbaratar as maquinações de cisão nacional dos Estados Unidos e em unir estreitamente todas as forças patrióticas do Norte e do Sul debaixo da bandeira da independência nacional. Em virtude disso, em abril de 1948 foi realizada em Pyongyang a Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e das Organizações Sociais do Norte e do Sul da Coreia. A união dos democratas patriotas de ambas as partes serviu de terreno sociopolítico para a instauração de um governo central unificado.

Em maio de 1948, os Estados Unidos fabricou “eleições separadas” na Coreia do Sul e agravou mais a crise de cisão da nação coreana. Em junho do mesmo ano Kim Il Sung convocou os dirigentes dos partidos políticos e das organizações sociais da Coreia do Norte e do Sul para uma reunião consultiva, onde estabeleceu uma orientação de realizar brevemente eleições gerais da Coreia do Norte e do Sul para instituir um governo de todo o país. Em agosto do mesmo ano foram realizadas eleições da Coreia do Norte e do Sul e em setembro a histórica primeira sessão da Assembleia Popular Suprema.

Em 9 de setembro do mesmo ano foi instaurada a República Popular Democrática da Coreia, primeiro Estado democrático popular no Oriente. Kim Il Sung, fundador da RPD da Coreia, ocupou o supremo cargo desta por quase meio século, orientando o país e o povo. Sob sua direção a RPD da Coreia, menos de dois anos da fundação, venceu o agressor Estados Unidos que se gabava de sua “supremacia” do mundo na guerra coreana (1950-1953) e defendeu honrosamente a soberania e a dignidade nacional e depois do cessar fogo, terminou em curto tempo a reabilitação e a construção sobre os escombros, e em seguida efetuou com êxito a construção socialista de varias etapas.

Pelo motivo do 67º aniversario da fundação da República Popular Democrática da Coreia, invencível país socialista, rendemos a mais forte homenagem a Kim Il Sung

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Governo revolucionário popular, primeiro poder popular de novo tipo

Pyongyang, 7 de setembro (ACNC)

Desde os primeiros dias da revolução, o Presidente Kim Il Sung, considerava o problema do poder como o principal da revolução e organizo durante o período da luta armada anti-japonesa o poder revolucionário de novo tipo, o poder popular.

Na primeira metade da década de 1930, os fracionistas aplicaram dogmaticamente nas zonas de guerra a política soviética de caráter esquerdista opostas a demanda do povo.

Proclamaram a abolição de toda a propriedade privada e converteram em propriedade coletiva todas as coisas privadas como terra, alimentos, instrumentos agrícolas etc. E exigiram aos habitantes a viver sob o ordenamento de “bens comuns”, “distribuição comum” e “vida comum”. Para isso, aniquilaram os latifundiários progressistas, que odiavam os imperialistas japoneses e lhes tomaram as terras, o gado, os cavalos e até os mantimentos nos armários.

Devido a isso, na zona guerrilheira se criou inquietação e caos incontrolável.

Naquele momento, o Presidente chegou a zona de Wuagquing no leste da Manchúria depois de concluir as expedições ao Norte e ao Sul da Manchúria e liderou uma campanha para consertar a circunstância caótica e estabelecer um novo poder popular.

O Presidente disse que se opunha a construção do poder de tipo soviético não conveniente a situação coreana, e a execução das políticas não desejadas pelos habitantes. E aclarou que o poder a ser levantado nas zonas de guerrilha deve ser o governo revolucionário popular.

Posteriormente, sob a direção do Presidente, em todas as zonas guerrilheiras se constituíram os governos revolucionários populares e nas aldeias se organizaram os governos rurais. E as zonas difíceis de organizar, se constituíram os comitês de camponeses, que desempenharam o poder.

Isso foi o verdadeiro poder popular gestionado pelas massas populares, donas do poder baseado na união de operários e camponeses dirigida pela casse operaria na frente unida das vastas massas anti-japonesas.

Nas zonas guerrilheiras se aplicaram também as diversas reformas democráticas.

Assim, as zonas guerrilheiras chegaram a cumprir com o papel como firme base de intendência durante a luta armada anti-japonesa, ponto de direção política e origem da Revolução coreana em conjunto. E o governo revolucionário popular de novo tipo serviu de modelo do poder popular fundado na Coreia depois da libertação do colonialismo japonês.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Kim Yong Nam felicita o 193° aniversario da independência do Brasil

Pyongyang, 7 de setembro (ACNC)

O presidente do Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia, Kim Yong Nam, enviou nesta segunda uma mensagem a presidenta brasileira Dilma Rousseff para felicitar-lhe pelo 193° aniversario da independência de seu país.

Convencido de que as relações de amizade e cooperação entre os países se fortalecerão e se desenvolverão mais, lhe deseja a mandatária maiores êxitos nas responsabilidades pela estabilidade e o progresso do país

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Após tensões, Coreia do Norte e Coreia do Sul chegam a acordo


Depois de provocações do lado sul com a reativação de caixas de som que transmitia propaganda anticomunista sob alegações infundadas de que uma explosão de mina terrestre foi causada pelo norte e de atirar no território da Coreia Popular, os fantoches sul-coreanos aceitaram acabar com as transmissões de propaganda anticomunista e ampliar conversações sobre outros problemas no futuro.

As negociações do acordo se iniciaram no dia 22, depois da reação da Coreia Popular ao declarar estado de pré-guerra após os disparos de 36 obuses contra seu território, perpetrados pelos fantoches sul-coreanos no dia 21. Participaram da negociação, pelo Norte, o vice-marechal do Exército Popular da Coreia, Hwang Pyong So, membro do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, e Kim Yang Gon, Secretario do Comitê Central do PTC, e pela parte Sul, Kim Kwan Jin, chefe do escritório de Segurança Nacional de Chongwadae, e Hong Yong Phyo, ministro da Unificação.

A Coreia do Sul acordou suspender ao meio-dia do dia 25 de agosto todas as radiodifusões nos arredores da linha de demarcação militar enquanto que a Coreia Popular se comprometeu a acabar o estado de pré-guerra. Também ficou acordado o encontro de familiares e parentes separados de Chusok este ano e seguir promovendo essas reuniões futuramente, assim como possibilitar o trabalho da Cruz Vermelha sobre essa questão em setembro.

Nesse período, grandes mobilizações populares aconteceram em todo o território da Coreia Popular contra as agressões perpetradas pelos fantoches sul-coreanos. A madrugada do dia 24 para o dia 25 de agosto de 2015 será lembrada como uma vitória da mobilização popular da Coreia socialista e da hábil e firme direção do camarada Kim Jong Un e o seu governo.



de Diego Gregorio para o NOVACULTURA.INFO

Seminario sobre a Coreia Popular realizado na FFLCH-USP



 O Núcleo Marxista-leninista - USP em conjunto com o Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil [do blog Solidariedade à Coreia Popular] realizou nesta quarta feira (19) o seminário “O Socialismo na Coreia do Norte”.

A atividade tomou lugar na sala de vídeo da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo e contou com a presença de 50 pessoas. Após o estudante Alberto Steffen Neto, fazer a abertura da atividade e agradecer em nome do Núcleo Marxista-Leninista da USP pela presença de todos, tomaram a palavra os estudantes André Drumond Ortega, Gabriel Gonçalves Martinez e Alexandre Rosendo, que tiveram a oportunidade de visitar a República Popular Democrática da Coreia nos anos de 2011 e 2012, tomando contato direto com a realidade do país, conhecendo fábricas, cooperativas agrícolas, conversando com operários, camponeses, intelectuais e políticos da Coreia socialista.

Os três falaram da história do processo revolucionário coreano guiado pela Ideia Juche e conversaram com os presentes acerca dos mitos e acusações feitas ao país pela mídia burguesa e sobre a necessidade de reafirmarmos a solidariedade com o povo da Coreia Popular e sua revolução, que está na vanguarda da luta anti-imperialista mundial. Na ocasião também foi lançado oficialmente o primeiro volume da revista Mundo Socialista, dedicado à RPDC, publicação das Edições Nova Cultura.




sábado, 22 de agosto de 2015

Convocada reunião ampliada de emergência do CMC do PTC

Nesses dias, devido as incessantes provocações político-militares dos imperialistas norte-americanos e os fantoches sul-coreanos contra a República Popular Democrática da Coreia, o país está a beira da guerra.

Continua dia e noite a radioemissão psicológica dos gangsteres militares sul-coreanos contra a RPDC, reativada em toda a fronteira sob pretexto do caso da suspeita “explosão de mina” acontecida no dia 4 na zona desmilitarizada da parte ocidental da fronteira e chega a tal ponto que já não se pode cometer nenhuma negligencia mais a cruel operação de lançamento de folhetos contra a RPDC que se desenvolve mobilizando as entidades reacionárias.

A guerra psicológica contra a RPDC é em sua essência um aberto ato de guerra de agressão contra nós.

A respeito, o Estado-Maior Geral do Exército Popular da Coreia enviou ao Ministério fantoche de Defesa Nacional o ultimátum de que passará a forte ação militar se não houver a interrupção dentro de 48 horas a radioemissão psicológica anti-RPDC nem se retiraram todos os meios psicológicos.

Apesar disso, os gangsteres da casta militar sul-coreana, enlouquecidos na provocação contra a RPDC, voltaram a inventar inexistente caso de “disparo do projetil da Coreia do Norte” e tomando-o como pretexto cometeram uma imprudente loucura militar de disparar na tarde do dia 20 de agosto do 104 (2015) da Era Juche dezenas de projeteis para o sagrado território da RPDC.

Tais provocações político-militares dos gangsteres militares sul-coreanos que se desenvolve imprudentemente diante de nossos olhos, levam a situação do país a fase crítica de estouro.

Em relação com essa grave situação criada, foi convocada na noite do dia 20 uma reunião ampliada de emergência da Comissão Militar Central do Partido do Trabalho da Coreia.

O Máximo Dirigente do Partido, do Estado e do Exército, Marechal Kim Jong Un, Primeiro Secretário do Partido do Trabalho da Coreia, Presidente da Comissão Militar Central do PTC, Primeiro Presidente do Comitê de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo do EPC, dirigiu a reunião.

Assistiram a reunião os membros do CMC do PTC, os membros do Comando Operacional do EMG do EPC, os chefes das grandes unidades combinadas de frente do EPC, os funcionários dirigentes dos órgãos do Ministério de Segurança Estatal, o Ministério de Segurança do Povo, o CC do PTC e os funcionários do ramo de assuntos exteriores.

A reunião ampliada de emergência da Comissão Militar Central do Partido do Trabalho da Coreia escutou o informe da Direção Geral de Reconhecimento do Estado-Maior Geral do Exército Popular da Coreia sobre o processo e a verdade sobre os atos de provocação militar dos inimigos produzidos na tarde do dia 20 nas zonas central e ocidental da frente e a situação geral dos inimigos.

Também revisou o estado preparativo até as 23h do dia 20 das grandes unidades combinadas da frente do EPC para entrar em operação e foram discutidas os planos de enfrentamento político-militar para acabar com as manobras de provocação de guerra dos inimigos. Foi examinado e firmado o plano operacional de ataque do Comando de Frente do EPC para passar o contragolpe, contra-ataque, em toda a frente segundo a situação inevitável.

Também, a CMC do PTC aprovou a decisão do Estado-Maior Geral do EPC que enviou as 17h do dia 20 um ultimátum ao Ministério de Defesa fantoche sul-coreano segundo o qual passará a fortes atos militares se não interromperem dentro de 48 horas a radiodifusão psicológica ao Norte nem retire todos os meios de guerra psicológica.

Na reunião ampliada de emergência, o Marechal Kim Jong Un deu a ordem do Comandante Supremo do EPC de que as grandes unidades combinadas da frente do EPC passará ao estado de guerra armado por completo que possibilita a entrada na operação inesperada e de declarar o estado de pré-guerra nas zonas de frente.

Foram nomeados e enviados de maneira urgente as frentes correspondentes os comandantes para dirigir as ações militares para disparar e destruir os meios de guerra psicológica e as operações militares das regiões para esmagar as reações dos inimigos se estes não interromperem dentro de 48 horas a radiodifusão psicológica.

E foram discutidos os problemas de medidas para converter no sistema de pré-guerra todas as unidades das zonas correspondentes incluindo os órgãos do Partido e do Poder, as organizações de massas, as instituições da defesa de segurança e a segurança do povo, a justiça e a fiscalização, as fábricas, as empresas e as fazendas cooperativas conforme a declaração de estado de pré-guerra nas zonas da frente.

Também foram apresentados os deveres e as tarefas dos funcionários do domínio de assuntos exteriores para revelar os detalhes dos verdadeiros aspectos da presente situação criada pela aberta e inesperada agressão dos inimigos.

Pyongyang, 21 de agosto ACNC

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Coreanos celebram 70 anos da conquista da independência frente ao Japão invasor


No próximo sábado, 15 de Agosto, os coreanos comemorarão os 70 anos da conquista da independência do país ocupado militarmente pelo Japão de 1905 a 1945. O passar do tempo trazendo o novo século não foi capaz de ofuscar o brilho e a genialidade de Kim Il Sung à frente do povo coreano e de seu exército de libertação nacional que abriu o caminho para o renascimento da nação e a construção do destino livre e independente para todos os coreanos. 

Nascido no auge do período da ocupação militar do país pelos japoneses (em 15 de Abril de 1912) Kim Il Sung cresceu no seio de uma família de ativos participantes do movimento antijaponês de libertação nacional e com a influência de seus pais, desde muito novo buscou o caminho revolucionário para a independência do país.

Afastando-se do sectarismo, do terrorismo, do servilismo às grandes potências, e das disputas entre grupos de esquerda por hegemonia que caracterizavam o movimento independentista em seus primórdios na Coreia e que em geral fracassou, Kim Il Sung preferiu começar por pensar no povo, naqueles que mais precisavam do seu país, naqueles que amavam a Pátria. E passou a educar as jovens gerações, a se sintonizar com as amplas massas e estimulá-las à luta patriótica antijaponesa pela independência do país. 

Kim Il Sung, convencido de que não adiantava apoiar-se nos métodos antigos, reuniu os jovens, estudou o marxismo com independência e espírito crítico. Com a juventude criou em 17 de outubro de 1926 a União para Derrotar o Imperialismo (UDI).

Na histórica Conferência de Kalun realizada em 30 de junho de 1930 apresentou pela primeira vez os princípios da Ideia Juche preconizando que as massas populares são as donas da revolução e de sua construção e que de seu espírito independente comprometido com a nação se origina a força que impulsiona a revolução. Nessa importante reunião foram apresentadas as linhas para a organização da luta armada contra o imperialismo japonês. 

Em 25 de Abril de 1932 foi fundada a Guerrilha Popular Antijaponesa, primeiras forças armadas revolucionárias do povo coreano. A luta armada antijaponesa com Kim Il Sung no comando foi árdua e difícil para os coreanos, pois tinham de enfrentar um inimigo com mais de um milhão de efetivos do exército do Japão fortemente armados estacionados na Coreia e Manchúria. 

Kim Il Sung com a guerrilha foi capaz de atravessar rios e montanhas nevadas e superar todos os obstáculos colocando no centro de suas preocupações o país e o povo pisoteado por forças estrangeiras, até que com as próprias forças do país (estudantes, operários, camponeses, profissionais liberais, intelectuais nacionalistas, empresários e até alguns grandes proprietários de terras nacionalistas) conseguiu derrotar o imperialismo japonês e conquistar a libertação da pátria. Assim fez com que, pela primeira vez em sua história de cinco milênios, os coreanos fossem donos de seu próprio destino e pudessem percorrer o caminho do desenvolvimento independente. 

Antes da ocupação japonesa a Coreia tinha uma população de 20 milhões de habitantes. Sob a dominação colonial mais de 8 milhões e 400 mil jovens e adultos foram sequestrados pelos japoneses e obrigados, como escravos, a fazer trabalhos forçados no Japão ou em lugares ocupados pelo Japão, mais de um milhão de pessoas foram assassinadas e 200 mil mulheres foram obrigadas a servirem como escravas sexuais aos soldados japoneses dentro e fora da Coreia. Os prostíbulos eram organizados pelos próprios comandantes do exército japonês. Os coreanos eram proibidos de usar seus nomes e obrigados a mudar para nomes japoneses. Também foi proibido falar o idioma coreano. Todos tinham obrigação de aprender japonês, nas escolas passou-se a estudar o japonês como língua materna e não se estudava mais o coreano, e se alguém falasse em coreano com um soldado japonês era preso, espancado e torturado. A crueldade da ocupação japonesa é uma dura e inesquecível realidade para todos os coreanos.

Com a libertação do país todas essas travas que impediam o desenvolvimento independente da nação foram retiradas abrindo-se o caminho luminoso da construção de uma pátria rica, poderosa e próspera. Eles optaram por ser socialistas. Os que viviam submetidos à humilhação desumana passaram a ser os donos do país e passaram desfrutar de autênticos direitos humanos, e participaram das primeiras eleições democráticas que aconteceram após a libertação no país ainda unificado. 

A reforma agrária fez os camponeses verem que seu sonho de possuir um pedaço de terra e cultivá-la com tranquilidade era agora uma feliz realidade. A lei do trabalho permitiu aos operários a jornada de 8 horas de trabalho com todos os direitos, férias e descanso remunerados. A lei de igualdade de direitos entre homens e mulheres, livres da humilhação e da opressão feudais garantiu que elas pudessem participar da vida social e política do país em igualdade de condições com os homens.
Os imensos esforços dos coreanos para erguer um Estado democrático, independente e soberano permitiram que a indústria e a agricultura assim como o conjunto da economia nacional crescessem e atingissem uma nova fase de desenvolvimento sustentável.
Hoje a Coreia produz tudo que seu povo precisa. De mísseis, aviões e celulares até a roupa, o sapato e os brinquedos das crianças de são de excelente qualidade e bom gosto. Saúde e Educação até o 12º ano e habitação são responsabilidades do Estado. A Coreia é uma potência militar onde a produção de energia nuclear avança para sustentar o desenvolvimento e para dotar o país da capacidade de dissuasão da guerra através da produção baseada no próprio desenvolvimento científico e técnico de armamento nuclear moderno.
Sem os ensinamentos de Kim Il Sung, sem sua sábia condução de todo o período de construção do pós-guerra, sem a coragem do povo coreanos no enfrentamento do imperialismo norte-americano que apenas cinco anos após a independência invadiu o país, a Coreia não seria hoje tudo o que é, não seria a pedra no sapato dos EUA e de suas pretensões hegemônicas na Ásia e em todo o mundo.
Kim Il Sung, grande patriota, libertador da nação, construtor do socialismo, general vitorioso de duas guerras desiguais em que enfrentou poderosos inimigos, plantou e cultivou o espírito de independência, o desenvolvimento de seus cidadãos, a prosperidade da nação e se consagrou como um grande revolucionário, exemplo para os coreanos e para todos os povos que lutam por sua independência em todo o mundo.

 ROSANITA CAMPOS
 HORA DO POVO