terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Seminário Regional da Ideia Juche
Reunião do Comitê
Executivo do ILAIJ e Seminário Regional da Ideia Juche “Hugo Chávez”: A
construção de uma América Latina Independente e Pacífica
No último dia 08 de Março, na Cidade do México, foi
realizada a reunião do Comitê Executivo do Instituto Latino-Americano Para o
Estudo da Ideia Juche. A reunião fez um balanço dos últimos dois anos de
atividade do ILAIJ, apontando os avanços e deficiências na divulgação da ideia
juche pelos diversos centros e institutos da ideia juche de todos os países latino-americanos.
Na reunião, outras medidas importantes foram tomadas, entre elas, a de nomear o
seminário regional da Ideia Juche, realizado também no dia 08 de Março, com o
nome de Hugo Chávez.
O Seminário Regional
da Ideia Juche “Hugo Chávez”: A construção de uma América Latina Independente e
Pacífica foi realizado com êxito na Assembleia Legislativa do México, no
Zócalo. O Seminário contou com a intervenção de representantes de diversos
países da América Latina: Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Peru e
Venezuela. Em suas intervenções, os representantes trataram de falar de
questões referentes ao avanço da luta anti-imperialista no continente partindo
da perspectiva da Ideia Juche. Também falaram sobre a importância da Ideia
Juche para o desenvolvimento da luta revolucionária na América Latina.
quarta-feira, 6 de março de 2013
RPDC expressa condolências ao povo da Venezuela pela morte de Hugo Chavéz
Kim Yong Nam, presidente da junta governamental da Assembleia Popular Suprema da RPDC, enviou nesta quarta uma mensagem de condolências ao vice-presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, por conta do falecimento do Presidente Hugo Chavez.
A mensagem dizia que o Presidente Chavez fez grandes contribuições para defender a soberania do país e para conquistar a integridade da região latino-americana. Ele expressou sua confidência de que o governo e o povo da Venezuela superariam as mágoas e seguiriam em novas conquistas para a construção de uma nova e próspera sociedade.
Com informações de KCNA
A mensagem dizia que o Presidente Chavez fez grandes contribuições para defender a soberania do país e para conquistar a integridade da região latino-americana. Ele expressou sua confidência de que o governo e o povo da Venezuela superariam as mágoas e seguiriam em novas conquistas para a construção de uma nova e próspera sociedade.
Com informações de KCNA
terça-feira, 5 de março de 2013
Kim Il Sung e Kim Jong Il falam sobre Stalin
Por ocasião dos 60 anos da morte do grande líder dos povos da União Soviética e do mundo, publicamos na página Solidariedade à Coreia Popular algumas citações de Kim Il Sung e Kim Jong Il sobre Stalin.
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| Kim Il Sung, discursando sob o retrato de Stalin |
"Sabemos que a voz dos milhões de partidários da paz é a voz de nossos amigos que não querem que amanhã também caiam sobre as cabeças de seus filhos as bombas americanas. O povo coreano, amante da paz e da liberdade, está convicto de que a causa da paz vencerá e que serão destroçados os monstruosos planos dos agressores americanos que tentam desencadear uma nova guerra mundial. É uma garantia disso a fervorosa aspiração das pessoas simples em defender a paz e a segurança de todos os povos. Garantia disso é o fato de que na vanguarda do campo da paz e da democracia se encontra a grande União Soviética, o poderoso povo soviético, à cuja frente se encontra o libertador e melhor amigo do povo coreano e de todas as pessoas honestas do mundo — o Generalíssimo Stálin." - Kim Il Sung, em discurso de 14 de agosto de 1950
"Stalin faleceu. O ardente coração do grande líder da humanidade progressista parou de bater. Esta triste notícia se espalhou pelo território da Coreia como um verdadeiro incêndio, causando enorme dor nos corações de milhões de compatriotas. Os soldados do Exército Popular da Coreia, operários, camponeses, estudantes, assim como todos os residentes tanto no sul quanto no norte da Coreia ouviram tais notícias com profunda tristeza. A própria Coreia parece haver se curvado ante o grande líder. As mães, que caíram em lágrimas por perderem seus filhos nos bombardeios aéreos dos bandidos norte-americanos, agora caem em lágrimas novamente." - Kim Il Sung, em discurso de 5 de Março de 1953
"Camarada secretário-geral, você me perguntou minha opinião sobre Stálin, e eu penso que ele fez muitas coisas boas. Algumas pessoas, hoje em dia, falam muito sobre seus erros, mas seus méritos não devem ser esquecidos somente por ter cometido alguns erros. Foi ele quem fez a industrialização socialista na União Soviética e levou o povo soviético a conquistar a vitória na Segunda Guerra Mundial. Se Stálin não houvesse dado a educação ideológica e não houvesse estabelecido firme disciplina entre eles, seria impossível para a URSS derrotar a Alemanha nazista na guerra. [...] Não podemos jamais ignorar os serviços sem igual feitos por Stalin para com o Partido soviético, o Estado soviético e o povo soviético" - Kim Il Sung, em conversa com Cláudio Campos, ex-dirigente do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), em 1993
"A União Soviética se arruinou por contra do revisionismo que tomou conta do país após a morte de Stálin. [...] O Partido Comunista da União Soviética acabou porque não educou o povo nas ideias socialista e comunista, fazendo com que eles dessem atenção somente para o dinheiro, carros luxuosos e datchas. Foi no período de Khrushchev em que a URSS iniciou seu retroceso. Quando Stalin esteve vivo, ele liderou bem o Partido. Em seus dias, o cosmopolitismo também era devidamente combatido. [...] Sem Stálin, a União Soviética não teria como derrotar os fascistas alemães. Até hoje tenho em casa uma cópia do filme soviético sobre a batalha para defender Moscou, e não me canso de assisti-lo. Stalin fez uma parada militar para celebrar a vitória da Revolução Socialista de Outubro em Moscou, mesmo com o inimigo a menos de 40 km da cidade. Enquanto os membros do Politburo e outras pessoas eram evacuadas para áreas mais distantes, Stalin permaneceu no Kremlin, comandando a batalha pessoalmente. Por ter lutado de maneira tão brava e corajosa, Stálin sempre desfrutou de grande respeito das massas. Durante a guerra, os soldados do Exército Vermelho lutavam sob a consigna 'Por Stalin, pela Pátria e pelo Partido!', e dessa maneira ganharam a guerra. Após a morte de Stálin, contudo, Khrushchev difamou Stalin e negou seus méritos, sob o pretexto de se opor ao 'culto à personalidade'. Depois, Gorbachov vendeu a União Soviética para os imperialistas. Tenho total convicção de que o antigo povo soviético irá restaurar, sem dúvidas, a Pátria soviética" - Kim Il Sung, em conversa com Ludo Martens, ex-presidente do Partido do Trabalho da Bélgica, de 30 de junho de 1994
"Na época de Stalin, Khrushchev o elogiava como 'entidade imortal', se autodenominava o 'mais fiel discípulo' de Stalin, e exclamava mais que ninguém palavras como 'Viva Stalin!'. Porém, após seu falecimento, Khrushchev ocupou o máximo cargo do Partido e do Estado por meio de intrigas e conspirações, difamou Stalin como 'ditador cruel', 'tirano' e, sob o pretexto de se opor ao 'culto à personalidade', cuspiu sobre todos os méritos de Stalin na construção socialista da União Soviética e na Grande Guerra Patriótica. Os revisionistas contemporâneos acaudilhados por Khrushchev tiraram o nome de Stalin de todas as cidades, fábricas, empresas, kolkhozes, sovkhozes e avenidas, destruíram suas estátuas e inclusive tiveram o ato vergonhoso de retirar seu cadáver da Praça Vermelha e incinerá-lo. [...] Se, com o ataque a Stálin, os revisionistas disfarçavam seu ataque a todos os princípios de Lenin, hoje em dia já tiraram suas máscaras para caluniar e desacreditar não somente Stálin, mas também Marx, Engels e Lenin" - Kim Jong Il, em conversa com funcionários do Partido, em 1994
"Nosso Partido e nosso povo respeitam Marx, Engels, Lenin e Stalin como os líderes da classe operária e apreciam altamente seus méritos inigualáveis. Refletindo as aspirações e demandas da classe operária, Marx e Engels, os primeiros líderes da classe operária, desenvolveram o socialismo de uma concepção utópica para cientítica, e deram início ao movimento socialista e comunista. Lenin herdou e desenvolveu o Marxismo para que o mesmo desse resposta às mudanças dos tempo e levou a Revolução Socialista de Outubro à vitória organizando e mobilizando a classe operária. Stálin, sucedendo a causa de Lenin, transformou o primeiro Estado socialista do mundo numa grande potência e defendeu a pátria socialista dos invasores fascistas, liderando o Exército e o povo. Em seus dias, Marx, Engels, Lenin e Stalin representaram as aspirações e demandas das massas trabalhadores exploradas, e causa do socialismo segue de maneira inseparável a seus nomes. O fato de os imperialistas e traidores da revolução estarem difamando os líderes da classe operária e difamem o socialismo como "ditatorial", e por ser "contra os direitos humanos" somente prova que os líderes da classe operária eram vanguardistas dos interesses do povo e desfrutavam de grande apoio e interesse dos mesmo, e que eram verdadeiros revolucionários comunistas que mantiveram firmes os princípios revolucionários sem caírem em rabo preso com os inimigos da Revolução" - Kim Jong Il, em "Respeitar os precurssores da Revolução é tarefa moral de todos os Revolucionários", artigo enviado à revista Kulloja, em 1996
domingo, 3 de março de 2013
Para Vladimir Lenin
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| Cartaz coreano feito em 2011 por ocasião dos dez anos da ida de Kim Jong Il ao Mausoléu de Lenin |
Em 4 de agosto de 2001, Kim Jong Il visitou o Mausoléu de Lenin na Praça Vermelha, em Moscou, evento este que ganhou a atenção da comunidade internacional.
Durante o período da União Soviética, a Praça Vermelha era considerada o local sagrado do país e da Revolução mundial. Era um dever moral para chefes de Estado e partidos de países socialistas que, em visita à União Soviética, fossem ao mausoléu e mostrar seus respeitos a Lenin, o grande líder do proletariado internacional, fundador do Partido Comunista da União Soviética e do Estado soviético.
Contudo, após o colapso da União Soviética, tais cerimônias deixaram de acontecer. Insultos e ataques contra Lenin foram oficialmente permitidos, e houveram inclusive tentativa de se remover seu mausoléu.
Nesta situação, não era de se impressionar que mesmo os funcionários coreanos, que acompanhavam Kim Jong Il, estivessem apreensivos com a visita do mesmo ao mausoléu. Apesar disso, Kim Jong Il demonstrou sua decisão e disse aos funcionários:
"Irei ao Mausoléu de Lenin durante minha visita à Rússia, não importa o que qualquer um diga. Estou indo ao mausoléu devido à obrigação moral de um genuíno revolucionário para com seu líder. Qualquer um que for contra minha visita estará traindo sua própria causa. Uma jóia sempre brilha, mesmo na bala. O mundo saberá o que a nobre obrigação moral de genuínos revolucionários se visitarmos o mausoléu, numa época em que Lenin está sendo abandonado e insultado pelos renegados da Revolução. Devemos visitar o Mausoléu de Lenin, como planejado, não importa o que qualquer um diga".
Quando a coluna de carros que levava Kim Jong Il chegou à Praça Vermelha, os funcionários coreanos ficaram surpresos. O governo russo - que havia dado a notícia sobre a forma como seriam recebidos somente na manhã do dia da visita - havia posto uma guarda de honra no mausoléu.
Nos últimos dez anos desde 2001, nenhum dirigente de partidos estrangeiros ou chefe de Estado havia visitado o mausoléu de Lenin. A Praça Vermelha parecia deserta. Naquele dia, contudo, a praça estava envolvida por um clima cerimonial.
Kim Jong Il se aproximou lentamente do mausoléu, com um ar solene. Em sua frente, estavam os soldados marchando, carregando a homenagem que Kim Jong Il havia preparado. Bastou ele dar alguns passos para que repórteres da Rússia e de vários outros países aparecessem desesperados para recordar tal momento histórico. Moscou, Rússia e todos os países o viram, com respiração ofegante.
Quando os soldados russos depositaram a homenagem de Kim Jong Il no mausoléu e saíram, o dirigente arrumou as faixas caídas, que continham as palavras: "Para Vladimir Ilitch Lenin. Kim Jong Il."
Após prestar suas homenagens a Lenin, Kim Jong Il manteve sua expressão solene.
4 de Agosto foi o dia em que o Mausoléu de Lenin, sujeito a todo tipo de humilhações pelos reacionários de todas os matizes, encontrou seu salvador. A visita do camarada Kim Jong Il ao mausoléu foi um ato grandioso e corajoso que estimulou os revolucionários de todo o mundo a seguirem lutando pelo socialismo, com força e coragem inacabáveis. Foi um evento histórico que confirmou a convicção de que, somente seguindo um homem como Kim Jong Il, o movimento socialista pode ter vitórias.
O nobre respeito que o líder da causa mundial do socialismo no século XXI deu ao líder da causa socialista do século XX é um evento alvissareiro que demonstra a obrigação moral de Kim Jong Il, como líder da causa mundial da independência.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Quem são os verdadeiros provocadores da Península coreana?
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| Pak Geun Hye, gerente fascista sul-coreana, intensifica discurso militarista e anticomunista |
Em um de seus discursos, a gerente Pak Geun-Hye alardeou que tratará com "mão de ferro" as "provocações da Coreia do Norte". Qualquer pessoa com uma telha de bom senso identificará o cinismo de tais palavras, principalmente quando partem da boca da filha do ex ditador militar-fascista Pak Jong Ri, que, na década de 1970, assassinou milhares e milhares de sul-coreanos que se engajaram em todas as formas de luta contra a camarilha burocrata e reacionária sul-coreana, contra o fascismo, contra o imperialismo norte-americano, pela democracia e pela reunificação nacional e pacífica da Pátria.
Afinal de contas, quais seriam as tais "provocações da Coreia do Norte"? Rechacemos, tópico a tópico, as mentiras sobre as "provocações" levantadas pela nova gerente de turno do regime fascista sul-coreano, demonstrando de maneira cabal quem são os verdadeiros provocadores da península coreana:
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| Tanquistas norte-coreanos no desfile militar de 15 de abril de 2012 |
1) Em abril de 2012, a Coreia democrática e popular lançou seu terceiro satélite artificial, Kwangmyongsong-3, para celebrar o aniversário do centenário do Presidente Kim Il Sung, líder da Revolução Coreana e fundador do socialismo no norte da Coreia. De todos os três satélites lançados, respectivamente, em 1998, 2009 e 2012, o terceiro foi o primeiro a não entrar em órbita. Ademais, todos foram satélites fabricados com tecnologia e pessoal técnico 100% autóctone. Foram satélites, não "mísseis balísticos". Satélites de observação terrestre são extremamente necessários para o desenvolvimento econômico de qualquer país: Eles permitem fazer uma correta estimativa da previsão do tempo, estimar com mais precisão a quantidade de colheita e, consequentemente, ameniza e evita os desastres naturais e permite que exista uma alocação correta de recursos naturais, energéticos, hídricos etc. para vários setores da agricultura. No ano passado, a RPDC passou por secas e enchentes que causaram vários danos à economia do país, milhares de hectares de plantações foram perdidos e, por vários meses, as enchetes deixaram quase 300 mil pessoas desabrigadas. Caso o satélite houvesse entrado em órbita, tais calamidades poderiam ter sido evitadas e a Coreia não teria mais contratempos em sua luta para se tornar uma potência econômica socialista. Mesmo diante de tais fatos públicos, de conhecimento de todo o mundo, os Estados Unidos não cumpriram o acordo de Março de 2012, onde se comprometeram enviar à RPDC uma quantidade de 200 mil toneladas de alimentos em troca de uma moratoria no teste de enriquecimento de urânio por parte da RPDC - que nada tinha a ver com o lançamento de satélites com fins pacíficos. Para isolar ainda mais a Coreia socialista no plano internacional, valeu também a postura vergonhosa de países como China e Rússia, que se opuseram ao desenvolvimento econômico independente do país, falando em "parar com as provocações" e em "extender sanções". Ironicamente, no mesmo mês de abril, a República da Índia fez outro teste com um míssil nuclear - este sim, um míssil nuclear, de fins militares, e não satélite artificial de fins pacíficos - que, por sua vez, não foi levado ao Conselho de Segurança da ONU, não rendeu sanções ao país e tampouco comentários agressivos por parte da imprensa reacionária internacional. Eis a forma hipócrita como é a diferença no tratamento dado pela "comunidade internacional" (leia-se: países-satélite dos USA) a um país que abre suas pernas para o capital estrangeiro, para as mineradoras norte-americanas e européias e lança campanhas monstruosas contra seu povo como a "Operação Caçada Verde", de um país que mantém intacta sua soberania e persiste de maneira invariável no caminho socialista. Não bastaram as sanções e as ameaças por parte dos USA e Coreia do Sul - durante os piores meses das enchentes na Coreia do norte, os dois países também realizaram exercícios militares de simulação de guerra contra a RPDC, o que obrigou um contingente enorme do Exército Popular da Coreia a permanecer de guarda e em prontidão para uma nova guerra, fazendo com que fosse reduzido o contigente de soldados do EPC que se dedicaram em ajudar as vítimas em diversas regiões afetadas da RPDC. Diante de tais fatos, objetivos e que existem independente da vontade de quaisquer um de nós, deixamos o leitor tirar suas próprias conclusões sobre a agressão que se extende à RPDC na península coreana. Muito longe de ser o norte o "provocador" ou "ameaçador", os fatos mostram que tais alcunhas cabem precisamente aos imperialistas norte-americanos e seus vassalos da Coreia do sul;
2) Os Estados Unidos são o país mais nuclearizado, ameaçador e agressivo de todo o mundo. De acordo com dados disponibilizados por fontes do próprio governo norte-americano no ano de 2011, os gastos militares dos USA são nada menos que... 850 bilhões de dólares - 48% dos gastos mundiais com armamentos são dos Estados Unidos. Enquanto que os gastos com setores que realmente interessam aos setores populares dos Estados Unidos, como educação, saúde, transporte, saneamento, desenvolvimento econômico, etc. etc., só recebem cortes, os gastos com armamentos só aumentam. Foram os USA o único país do mundo a usar mão da bomba atômico contra outro povo, e que ameaçou lançá-la contra vários outros países, como Coreia do norte, China, Mongólia e União Soviética. Além disso, são os USA os maiores exportadores de fuzis leves do mundo. São os detentores das maiores ogivas nucleares do mundo. Como podemos ver, a economia norte-americana é imperialista e militarizada - depende das guerras, do massacre e da sangria de outros povos para seguir se desenvolvendo. Desde o início do novo milênio, os Estados Unidos já provocaram três novas guerras - no Afeganistão, no Iraque, na Líbia e, atualmente, tenta mover sua máquina de guerra e mercenários para iniciar uma nova agressão contra a Síria e o Irã. Eis o quadro do país que se autodenomina a "terra das oportunidades", "bastião da democracia e da liberdade", que "leva a democracia para o mundo". A Coreia do Sul, da mesma maneira, possui em seu território mais de mil armas nucleares, introduzidas pelos Estados Unidos em suas bases militares no início dos anos 70. Possui um contigente de mais de 700 mil gendarmes, soldados, policiais e mercenários, prontos para agredir a Coreia socialista e massacrar o movimento popular, patriótico e revolucionário sul-coreano, junto com 40 mil soldados norte-americanos ocupantes do território da Coreia do Sul. Durante o início dos anos 70, a Coreia do Sul mobilizou quase 100 mil soldados para incinerarem crianças, mulheres e jovens, ao lado de seus mestres norte-americanos, na Guerra imperialista do Vietnã. De maneira ainda mais submissa e servil, podemos citar o caso deplorável de que é a Coreia do sul o único país do mundo que, para ter seu território ocupado por forças estrangeiras, paga bilhões de dólares anualmente ao país ocupante. Quem, de fato, é a ameaça na península coreana?;
3) No outro extremo, a Coreia Popular, país tido como "hermético", "estranho", que "só faz armas" e que "ameaça o mundo", possui um gasto anual de 5 bilhões de dólares com defesa - somente 16% do orçamento estatal. Isso, claro, para um país que está em pé de guerra com a maior potência do mundo. Não duvidamos que existam países no mundo que, ainda que em períodos de paz, gastem muito mais do que a RPDC em defesa e demais setores militares;
4) Portanto, diante de tais fatos, públicos e irrefutáveis, chegamos somente a três conclusões: (I) Todas as "provocações" vociferadas por Pak Geun-Hye, que supostamente partiriam da RPDC, partem na verdade dos USA e seus vassalos sul-coreanos; (II) Qualquer pessoa que compartilha o mesmo ponto de vista de Pak Geun-Hye, de se utilizar a "mão de ferro" contra um país soberano como a Coreia socialista, é partidário voraz das guerras imperialistas e de todas as suas consequências; (III) A RPD da Coreia possui direito sagrado e inalienável ao desenvolvimento de seu programa nuclear com fins de autodefesa. Dessa maneira, os povos do mundo possuirão total segurança de que não será a Coreia socialista a nova Líbia de nosso milênio.
Manifestamos nossa solidariedade incondicional à Coreia Popular em seu desenvolvimento nuclear e em sua guerra de morte contra o imperialismo. Repudiamos totalmente as declarações mentirosas de Pak Geun-Hye e seus lacaios fascistas do "Partido Saenury".
Viva ao desenvolvimento independente do povo coreano!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Aviso
Caros companheiros, amigos e leitores: Neste
ano de 2013, serão comemoradas duas datas extremamente importantes para o
povo coreano: Os 65 anos da fundação da República Popular e Democrática
(em 9 de setembro) e os 60 anos do fim da Guerra de Libertação da
Pátria (em 27 de Julho). Por ocasião desses acontecimentos, seguiremos,
ao longo deste ano, publicando textos, crônicas e anedotas para uma
compreensão mais profunda, por parte de nossos leitores, sobre tais
datas tão importantes para a Revolução coreana e os povos do mundo.
Da redação
Da redação
CEIJ - Brasil realiza reunião para marcar o aniversário de Kim Jong Il
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| Kim Jong Il, no VI Congresso do Partido do Trabalho, em 1982 |
O Centro de Estudos da Ideia Juche - Brasil realizou, nesta última quarta-feira, uma reunião interna para marcar o aniversário de 71 anos do dirigente Kim Jong Il. Na ocasião, o artigo "Sobre algumas questões para o entendimento da Filosofia Juche", escrito pelo dirigente comunista em abril de 1974, foi lido e discutido.
Em tal escrito, o dirigente Kim Jong Il rechaça várias tendências erradas, que apareciam entre os cientistas políticos e funcionários do Partido do Trabalho, em se interpretar a Ideia Juche como uma filosofia iluminista humano-cêntrica. Esclareceu que a Ideia Juche apresentou como questão fundamental da filosofia a relação entre o homem e o mundo, de que é o homem o dominador e transformador do mundo - e que o fato de o homem ser o dominador e transformador do mundo, de utilizá-lo a seu favor, não significa que todas as mudanças no mundo são causadas pelo homem.
A Ideia Juche, como qualquer teoria revolucionária científica, não surgiu de pronto, e é a síntese da prática concreta do povo coreano em luta por sua revolução. Foi se desenvolvendo e enriquecendo à medida que a necessidade de se rechaçar o dogmatismo, o seguidismo às grandes potências e o revisionismo foram sendo postas cada vez mais na ordem do dia.
Na reunião, vários comentários foram feitos para se esclarecer melhor a compreensão sobre a Ideia Juche.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
A Arte Musical na Coreia do Norte - PARTE I
Por André Ortega
“Onde há vida há música, e vice-versa. A música é a arte mais intimamente vinculada a vida humana; desperta no homem ardente entusiasmo pela vida, aprofunda seus sentimentos, aumenta seu ardor e infunde-lhe otimismo e esperança no amanhã.”
KIM, Jong Il. “Arte Musical” , 17 de julho de 1991. Kim Jong Il – OBRAS ESCOGIDAS,Tomo XI Ediciones en Lenguas Estranjeras, Pyongyang , Coreia, 2006. Pg. 374
A Coreia do Norte, República Popular Democrática da Coreia (RPDC), é um mistério para a maioria das pessoas. Tudo para esdrúxulo, desde o sistema político até a cultura, sem esquecer das pessoas (esse povo estranho!), claro. A grande mídia, no geral, não colabora para desvendar a nuvem de fumaça acusando esse país de ser “fechado” e ao mesmo tempo repete as acusações dos inimigos da RPDC. Se em relação ao geral é assim, o que dizer da música então? Ritmos provenientes da música pop norte-americana (e mais recentemente sul-coreana) são muito familiares para as pessoas, porém não é raro (se há contato) estranharem a música norte-coreana (o que é natural). Muitos reduzem a mesma a alcunha de “música totalitária” ou pensam que ela se resume a marchas militares.
Fato é que, apesar das barreiras, muita gente tem se interessado pela música norte-coreana em específico e pela RPDC no geral. Nessa série de artigos buscarei satisfazer a curiosidade de muitos, falarei sobre o conceito da música coreana, sobre seu desenvolvimento, sua produção e sobre minha “experiência pessoal” (opinião) com a mesma. Eu, que já estive duas vezes na RPDC (durante dez dias, nas duas vezes), tive bastante contato com a música coreana, além de ter acesso a uma ampla literatura a respeito e material musical propriamente dito. A principal obra de referência utilizada, pelo menos a princípio, será “Arte Musical”, de Kim Jong Il, publicada em 17 de julho de 1991 e presente no Tomo 11 das Obras Escolhidas de Kim Jong Il (versão em espanhol, Ediciones en Lenguas Estranjeras, Pyongyang , Coreia, 2006). A obra é bem sintética e é razoável considerar a posição de Kim Jong Il dado sua liderança espiritual e presença na direção do Partido do Trabalho da Coreia, cujo papel em relação a música será esclarecido através da série.
Falar da música norte-coreana, além de ter um valor artístico, tem antes de tudo um significado político, sendo uma via para se conhecer melhor o regime coreano. Esta série servirá tanto aos interessados na arte musical quanto aqueles interessados em política e no regime coreano.
PARTE I – O QUE É A MÚSICA?
Para falarmos da música coreana devemos começar com as definições. O que é a música? Para que ela serve, qual sua missão, seu caráter, seus fins? É preciso antes de tudo assimilar a concepção musical norte-coreana.
“Para impulsionar atividades criadoras, o homem necessita, por natureza, capacidade ideológica e espiritual e um fator que o satisfaça no plano estético e emotivo. A arte é um poderoso meio para cobrir esta necessidade. (...)A música é um gênero artístico que manifesta as ideias e os sentimentos de maneira a exteriorizar, por um impulso interior, o que se sente. A arte e a literatura expressam as ideias e os sentimentos do homem. No entanto, a música em características peculiares que a diferencia no modo da representação. É uma arte especial que com sons musicais expressa os sentimentos e emoções que o ser humano experimenta. Principalmente, mostra as experiências emotivas que adquire na realidade, os sentimentos estéticos que se originam dos impactos psicológicos. Mesmo que não se possa explicar diretamente em detalhe como a literatura o que quer expressar, nem reproduzir como a pintura a realidade que se estende ante a vista, manifesta o mundo psicológico e emotivo do homem de um modo mais refinado e profundo que qualquer outra arte.” (IBID. pg. 376-77)
Kim Jong Il, como bom marxista, enfatiza a natureza social da arte. A música deve ser, então, fiel ao que seriam as exigências de sua época, sendo esse processo de reflexão da realidade social seu conteúdo principal. Explica:
“O homem, em virtude seu atributo de independência, adota um critério e uma atitude sobre a situação real em que se encontra, manifestando contento ou descontento. “ (IBID. pg. 376)
Creio que não é razoável reduzir a criatividade humana, a potência de um cérebro individual, à condições históricas, a regimes sociais e relações de produção. Porém é forçoso admitir que, sendo a realidade na qual o homem está inserido, esses fatores interferem consideravelmente em sua concepção de mundo e no processo criativo. De qualquer forma, essa é a premissa principal da música norte-coreana.
Sendo assim, existe uma música adequada para cada época. E a época atual na Coreia, de construção do socialismo, é a “época do Juche”. Resumidamente, a Ideia Juche diz que o homem é um ser social dotado de criatividade e independência, “dono de tudo e decide tudo”, existindo uma “independência em si” (o homem enquanto ser consciente, por si só) e a “independência para si”(a luta política pela emancipação). Politicamente, por “homem” entende-se massas populares, e o socialismo jucheano (que é, sim, de matriz marxista) se resumiria na fórmula “as massas populares são donas de tudo e decidem tudo”. Juche significa "independência".
Se a época é jucheana a música deve ser, portanto, jucheana. Essa idéia de “dever ser” é o principal para compreender a música norte-coreana, por isso eu dividi as principais características da música jucheana em diferentes tópicos que serão tratados individualmente nos próximos artigos. Poderei abordar cada uma das características mais profundamente e não estender demasiado em um único texto. No próximo artigo será abordado o conteúdo político da “música jucheana” e as questões polêmicas em torno disso (totalitarismo, ditadura, liberdade de criação, etc). Dúvidas e sugestões a respeito serão bem vindas.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Liberdade para Ro Su Hui!
Más notícias da Coreia do sul. Ro Su Hui, vice-presidente da Aliança Pan-Nacional pela Reunificação da Coreia na parte sul, Ponminryon, foi sentenciado a quatro anos de prisão por ter visitado a Coreia do norte, e mais quatro por uma série de motivos, como a violação da Lei de Segurança Nacional e da Lei Anticomunista. Ro Su Hui é um patriota de longa data e combatente pela reunificação coreana, que foi muito bem recebido por seus compatriotas durante a visita ao norte. Ao ser recebido no sul, sobraram para ele somente pontapés e choques.
Ro Su Hui foi detido em julho do ano passado pelos "crimes" de violação da "Lei de Segurança Nacional" e por visitar a RPDC. Só agora ele foi julgado e irá passar oito anos preso por tentar promover as relações intercoreanas. Só quero ver agora o Arnaldo Jabor ou qualquer outro grande meio de comunicação comentando, com direito a matéria no Fantástico e tudo.
Tudo isso ocorre numa época de intensa campanha de difamação contra a RPDC. Enquanto a imprensa silencia sobre a repressão fascista na Coreia do sul, pedimos encarecidamente a todos nossos leitores que divulguem tal descompasso.
Para os que não conhecem sobre o caso da prisão de Ro Su Hui, deem uma olhada no link abaixo.
http://solidariedadecoreiapopular.blogspot.com.br/2012/07/estado-fascista-e-colonial-sul-coreano.html
A Campanha Midiática Contra a Coreia do Norte Prossegue
Por Ícaro Leal Alves
A campanha da imprensa contra a Coreia do Norte (República Popular Democrática da Coreia) continua. Vejam essa reportagem de O Estadão:
“Novas fotos do ditador norte-coreano Kim Jong-un durante uma reunião de trabalho chamaram atenção por uma ‘raridade’ no país: um smartphone. O telefone usado por Kim seria um modelo fabricado em Taiwan. No começo do ano, o líder deu ordens para que os norte-coreanos que forem flagrados com telefones contrabandeados de outros países sejam fuzilados.” (ESTADÃO, 07/02/2013 - http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,kim-jong-un-aparece-com-um-smartphone-,993984,0.htm)
Acontece que em outra reportagem mais antiga de outro órgão jornalístico podemos encontra a seguinte informação; “A Coreia do Norte conta com mais de 1,5 milhões de utilizadores de telemóveis, número que traduz um crescimento superior a 50 % face aos 950 mil registados no final do ano passado, informou hoje o diário sul-coreano Chosun Ilbo.” (EXPRESSO, 21/11/2012 - http://expresso.sapo.pt/utilizadores-de-telemoveis-na-coreia-do-norte-aumentam-mais-de-50--num-ano=f768482)
O mais interessante. Ficamos sabendo na mesma reportagem que “Em virtude de um acordo com o governo da Coreia do Norte, a Orascom [grupo egípcio de telecomunicações] presta serviços de telecomunicações móveis com serviços 3G desde 2008 através da empresa conjunta Koryolink.” (EXPRESSO, 21/11/2012 - http://expresso.sapo.pt/utilizadores-de-telemoveis-na-coreia-do-norte-aumentam-mais-de-50--num-ano=f768482)
Ou seja, na Coreia do Norte não só não é proibido o uso de telefones moveis estrangeiros como o grupo responsável pela distribuição de telefones naquele país é também estrangeiro.
O site de Noticias terra, que também noticiou o fato – e também apresentou uma serie de especulações contra o governo norte-coreano –, não fez qualquer menção a ameaças de fuzilamentos, como também informou que a empresa taiwanesa que produz os smartphones não quis identificar o aparelho, sendo a “confirmação” da marca do produto especulação do governo de Seul. (Tecnologia.Terra, 5/02/2013 - http://tecnologia.terra.com.br/kim-jong-un-e-o-misterioso-smartphone,b797b1fb8cd9c310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html)
Um órgão de imprensa português, que recentemente noticiou falácias sobre o canibalismo generalizado devido à fome na Coreia do Norte, O Diário de Notícias, conseguiu ser mais objetivo que o Estadão, noticiando simplesmente; “A imprensa sul-coreana especula sobre qual seria a marca do aparelho, pois alguns dos possíveis fabricantes são empresas de países sem relações com Pyongyang. Para alguns meios de comunicação trata-se de um Samsung, outros dizem ser um HTC (de Taiwan) e para outros seria um iPhone da norte-americana Apple.” (Diário de Notícias, 05/02/2013 - http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3035352&seccao=%C1sia)
Na mesma reportagem de O DN, encontramos uma informação que arranca algumas gargalhadas. A saber, “Os serviços secretos da Coreia do Sul também concluíram que seria mais provável ser da marca taiwanesa”. É possível um maior atestado da falta de argumentos dos governantes do sul do que a necessidade de seus serviços secretos investigarem a marca do aparelho telefônico do líder do governo do norte?
Logo em seguida o mesmo site reiterou a informação já mencionada. “A HTC, por sua vez, recusou-se a confirmar que seria um dos seus aparelhos”.
Coreia Popular afirma direito a autodefesa com dissuasão nuclear
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) tornou pública, na noite desta terça-feira (12), uma declaração explicativa sobre o teste nuclear realizado pelo país e divulgada nesta segunda-feira (11), o que causou inquietude por parte da comunidade internacional.
"O terceiro teste nuclear subterrâneo da RPDC é uma medida de autodefesa frente ao ato hostil dos EUA contra si. O lançamento bem-sucedido de dezembro do ano passado da unidade Nº 2 de satélite "Kwangmyongsong-3" foi inteiramente um esforço pacífico realizado segundo o plano de desenvolvimento da ciência e da tecnologia para a construção da economia e a melhoria da vida do povo.
Todo o mundo, inclusive os países inimigos, reconheceu a entrada do satélite de uso prático da RPDC em órbita prevista e ficou admirado ante ao desenvolvimento da sua tecnologia espacial. Entretanto, os Estados Unidos voltaram a instigar e aprovar a nova “resolução de sanção” do Conselho de Segurança da ONU questionando o lançamento do satélite da RPDC, qualificada de violação das “resoluções” do Conselho de Segurança.
A violação do direito a lançar satélites é precisamente o dano à soberania da RPDC, razão pela qual nunca se tolerará tal ato hostil. Em realidade, não era imprescindível fazer o teste nuclear, e nem tínhamos tal plano. Nosso poder nuclear dissuasivo é capaz de aniquilar de uma só vez os ninhos principais de agressão, golpeando-os com precisão onde quer que estejam nesta Terra.
Foi nossa meta concentrar nossas forças na construção econômica e na melhora da condição de vida da população apoiando-nos no poder nuclear dissuasor e de autodefesa, preparado pelos generalíssimos por toda a vida. Quando os EUA instigaram a aprovação, em abril passado, da “declaração presidencial” que questiona o lançamento de satélites com fins pacíficos da RPDC, e abusando do Conselho de Segurança da ONU, a RPDC mostrou seu autocontrole.
Mas o império infringiu flagrantemente, outra vez, nosso direito de lançar o satélite, e levou à prática, antes de qualquer outro país, a “resolução de sanção” do Conselho de Segurança, ao invés de se retratar; a recrudescente hostilidade nos obriga a deixar de manter a paciência.
O objetivo principal do atual teste nuclear é demonstrar a indignação do nosso exército e povo ante o ato hostil criminoso dos EUA, a vontade e a capacidade da Coreia de Songun de defender a todo custo a soberania do país.
Nosso teste nuclear é uma medida justa de autodefesa que não contravém qualquer lei internacional. Já faz muito tempo que o império colocou a RPDC na lista de alvos de golpes nucleares preventivos; enfrentar, através do poder nuclear dissuasivo, a essa recrudescente ameaça nuclear dos EUA é uma medida de autodefesa absolutamente justa.
A fim de salvaguardar o máximo interesse do país, a RPDC retirou-se do Tratado de Não Proliferação (TNP) seguindo o processo legítimo, e optou pela via de dispor-se do poder nuclear dissuasor para autodefesa. Na história de mais de 60 anos da ONU, se realizaram na Terra mais de 2 mil testes nucleares e mais de 9 mil lançamentos de satélites, mas não houve qualquer resolução do Conselho de Segurança que proibisse fazê-los.
O império, que realizou o maior número de testes nucleares e lançamentos de satélites, instigou a aprovação da “resolução” do CS que não permite fazê-los só à RPDC, o que advém da violação dos direitos internacionais e do clímax da pauta de dois pesos e duas medidas.
Se o Conselho de Segurança da ONU tivesse agido com a mínima equidade, não teria questionado o exercício da autodefesa e as atividades da ciência e tecnologia com fins pacíficos de um país soberano sem a política de golpe nuclear preventivo dos EUA, que ameaça a paz e a segurança internacionais.
O presente teste nuclear advém da primeira contramedida tomada pela RPDC, que se mantém no máximo controle de si mesma. Se os Estados Unidos criam uma situação complicada e tomam até o fim medidas hostis contra a RPDC, esta não poderá fazer menos que tomar sucessivamente a segunda e a terceira contramedidas.
Os registros dos navios de guerra e o bloqueio marítimo de que falam tanto as forças hostis serão consideradas ações de guerra e provocarão um golpe de represália impiedoso por parte da RPDC aos ninhos principais. Os Estados Unidos devem optar por um dos dilemas: respeitar o direito ao lançamento de satélite da RPDC, para abrir a conjuntura de alívio e estabilidade; ou seguir tomando o atual caminho errôneo em direção à tensa situação, perseguindo até o fim a política hostil contra a RPDC.
Caso escolha o caminho de confrontação, o mundo verá corretamente como defenderão até o fim os uniformizados e os civis da RPDC a sua dignidade e soberania no combate de vida ou morte entre a justiça e a injustiça e com isso, acolherão com o triunfo final, o grande evento revolucionário da reunificação da pátria".
Com informações do Conselho da Embaixada da República Popular Democrática de Coreia no Brasil.
Tradução da Redação do Portal Vermelho.
"O terceiro teste nuclear subterrâneo da RPDC é uma medida de autodefesa frente ao ato hostil dos EUA contra si. O lançamento bem-sucedido de dezembro do ano passado da unidade Nº 2 de satélite "Kwangmyongsong-3" foi inteiramente um esforço pacífico realizado segundo o plano de desenvolvimento da ciência e da tecnologia para a construção da economia e a melhoria da vida do povo.
Todo o mundo, inclusive os países inimigos, reconheceu a entrada do satélite de uso prático da RPDC em órbita prevista e ficou admirado ante ao desenvolvimento da sua tecnologia espacial. Entretanto, os Estados Unidos voltaram a instigar e aprovar a nova “resolução de sanção” do Conselho de Segurança da ONU questionando o lançamento do satélite da RPDC, qualificada de violação das “resoluções” do Conselho de Segurança.
A violação do direito a lançar satélites é precisamente o dano à soberania da RPDC, razão pela qual nunca se tolerará tal ato hostil. Em realidade, não era imprescindível fazer o teste nuclear, e nem tínhamos tal plano. Nosso poder nuclear dissuasivo é capaz de aniquilar de uma só vez os ninhos principais de agressão, golpeando-os com precisão onde quer que estejam nesta Terra.
Foi nossa meta concentrar nossas forças na construção econômica e na melhora da condição de vida da população apoiando-nos no poder nuclear dissuasor e de autodefesa, preparado pelos generalíssimos por toda a vida. Quando os EUA instigaram a aprovação, em abril passado, da “declaração presidencial” que questiona o lançamento de satélites com fins pacíficos da RPDC, e abusando do Conselho de Segurança da ONU, a RPDC mostrou seu autocontrole.
Mas o império infringiu flagrantemente, outra vez, nosso direito de lançar o satélite, e levou à prática, antes de qualquer outro país, a “resolução de sanção” do Conselho de Segurança, ao invés de se retratar; a recrudescente hostilidade nos obriga a deixar de manter a paciência.
O objetivo principal do atual teste nuclear é demonstrar a indignação do nosso exército e povo ante o ato hostil criminoso dos EUA, a vontade e a capacidade da Coreia de Songun de defender a todo custo a soberania do país.
Nosso teste nuclear é uma medida justa de autodefesa que não contravém qualquer lei internacional. Já faz muito tempo que o império colocou a RPDC na lista de alvos de golpes nucleares preventivos; enfrentar, através do poder nuclear dissuasivo, a essa recrudescente ameaça nuclear dos EUA é uma medida de autodefesa absolutamente justa.
A fim de salvaguardar o máximo interesse do país, a RPDC retirou-se do Tratado de Não Proliferação (TNP) seguindo o processo legítimo, e optou pela via de dispor-se do poder nuclear dissuasor para autodefesa. Na história de mais de 60 anos da ONU, se realizaram na Terra mais de 2 mil testes nucleares e mais de 9 mil lançamentos de satélites, mas não houve qualquer resolução do Conselho de Segurança que proibisse fazê-los.
O império, que realizou o maior número de testes nucleares e lançamentos de satélites, instigou a aprovação da “resolução” do CS que não permite fazê-los só à RPDC, o que advém da violação dos direitos internacionais e do clímax da pauta de dois pesos e duas medidas.
Se o Conselho de Segurança da ONU tivesse agido com a mínima equidade, não teria questionado o exercício da autodefesa e as atividades da ciência e tecnologia com fins pacíficos de um país soberano sem a política de golpe nuclear preventivo dos EUA, que ameaça a paz e a segurança internacionais.
O presente teste nuclear advém da primeira contramedida tomada pela RPDC, que se mantém no máximo controle de si mesma. Se os Estados Unidos criam uma situação complicada e tomam até o fim medidas hostis contra a RPDC, esta não poderá fazer menos que tomar sucessivamente a segunda e a terceira contramedidas.
Os registros dos navios de guerra e o bloqueio marítimo de que falam tanto as forças hostis serão consideradas ações de guerra e provocarão um golpe de represália impiedoso por parte da RPDC aos ninhos principais. Os Estados Unidos devem optar por um dos dilemas: respeitar o direito ao lançamento de satélite da RPDC, para abrir a conjuntura de alívio e estabilidade; ou seguir tomando o atual caminho errôneo em direção à tensa situação, perseguindo até o fim a política hostil contra a RPDC.
Caso escolha o caminho de confrontação, o mundo verá corretamente como defenderão até o fim os uniformizados e os civis da RPDC a sua dignidade e soberania no combate de vida ou morte entre a justiça e a injustiça e com isso, acolherão com o triunfo final, o grande evento revolucionário da reunificação da pátria".
Com informações do Conselho da Embaixada da República Popular Democrática de Coreia no Brasil.
Tradução da Redação do Portal Vermelho.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Kim Jong Il, Líder do Povo
Se trata Kim Jong Il, Diregente de la República Popular Democrática de Corea. De sus calidades la principal fue, diríase, amar al pueblo.
Kim Jong Il consideró que la revolución es, en su objetivo, para el pueblo;
el ferviente apego a este es cuna del patriotismo y la revolución; y la revolución que le realiza la independencia al hombre es, de veras, el máximo amor que lo perfecciona.
Por ser así, practicó la política de virtudes nunca conocida en el mundo.
Puso en vuelo avión para salvar a unos obreros gravemente heridos y cuando se iba a construir una central eléctrica de trascendencia, se interesó más por el alojamiento de los habitantes de la zona que sería anegada que por la presa, haciendo construirles buenas viviendas.
A finales del siglo pasado cuando la ofensiva de Estados Unidos contra Corea para estrangularla llegó al clímax, fomentó más Songun, lo cual fue también para defender el socialismo a favor del pueblo y su seguridad y máximo interés.
Su concepto de la vida fue servir al pueblo y abnegarse para este mismo. La norma y el punto de partida de todos sus pensamientos y prácticas los constituyeron las exigencias e interés del pueblo y hacerlos realidad, la tarea de suma importancia, inalienable en ningun caso.
Para Kim Jong Il la mayor alegría fue ver al pueblo feliz y la penalidad, verlo desdichado.
Por eso no escatimó nada para la felicidad del pueblo.
Hizo cubrir el piso de la Maternidad de Pyongyang con más de 100 toneladas de piedras preciosas y de colores y también el del Restaurante Okryu, centro gastronómico público, con casi tanta cantidad de los mismos materiales.
Con el fin de abastecer a los ciudadanos de mayor cantidad de frutas deliciosas, logró preparar en varios lugares granjas de frutas con plantaciones de cientos de hectáreas o de más de mil, así como piscifactorías de esturiones, truchas y anguilas.
Fue él quien para recuperarle a una mujer con quemadura en la cara la apariencia original, hizo desembolsar gran cantidad de fondos para enviarlas al extranjero y someterla al tratamiento.
También en su visita al extranjero siempre pensó en su pueblo.
En las unidades afines con la vida poblacional en donde estaba, se conoció con lujo de detalles de los procesos de producción, la calidad, y el embalaje de los productos y su venta, no dejando de reflexionar para darle lo mejor a sus compatriotas, cuya prueba es la cerveza Taedonggang renombrada no solo en Corea sino también a escala mundial.
Un representante plenipotenciario del presidente ruso que había acompañado a Kim Jong Il que visitaba a su país escribió en su obra: “El Presidente del Comité de Defensa Nacional Kim Jong Il es Dirigente que medita y consagra lo todo solo para la felicidad de sus ciudadanos”, lo cual no fue casual.
La interminable visita de trabajo de Kim Jong Il fue otra muestra de lo fervoroso que fue su amor al pueblo.
El hizo a todo trance cualquier cosa, por muy duro y dificil que sea, si esto fuera para la felicidad del pueblo.
Cierta vez dijera que tenía tan apego al tren como a su casa y acostarse en la cama cómoda le quitaba sueño.
Su apretado viaje en tren supera de lo que se imagina. Solo el año 2009 cubrió con el viaje en tren más de 26 000 kilómetros de distancia, realizando la visita de trabajo a más de 200 unidades, una de las cuales es la Central Hidroeléctrica de Hichon situada en la zona montañosa septentrional.
Escogió el solar de esta e indicó concretas vías para acelerar la construcción, logrando terminar la obra que requería 10 años en los tres.
Su visita de trabajo estaba impregnada del amor al pueblo.
En aquella visita siempre recorrió por casas de los habitantes, donde se informó de la vida y se fotografió con ellos.
Cuando fue a ver a los que se mudaron a las viviendas nuevas se llevó como costumbre la cerilla, los felicitó y discutió sobre el porvenir de sus descendientes.
Durante su visita de trabajo a las empresas y otras unidades advirtió a sus directivos que hagan más trabajos para el pueblo y si ve mercancías nuevas que tenían buena reputación, se alegró más que nadie y les puso nombres.
Fue demasiado natural que el pueblo coreano lo calificó de su padre y siguió. El amó su pueblo intensamente y con él compartió las alegrías y las penas.
Entregado de lleno a la edificación de un Estado poderoso y próspero y el mejoramiento de la vida poblacional, continuó, sin descanso ni tregua, la marcha forzada realizando super intensos viajes de orientación, hasta que falleció el día 17 de diciembre del año pasado, 2011 en un tren en cumplimiento de su deber, a causa del acumulado agotamiento físico y mental.
El pueblo coreano dispuesta a enaltecer eternamente al gran Dirigente Kim Jong Il y bajo la dirección del máximo Dirigente Kim Jong Un ser fiel a su ideología y causa por los siglos de los siglos.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Chilenos realizam manifestação em apoio à RPDC
Membros do Partido Comunista Chileno - Acción Proletária realizaram no último dia 1 uma grande manifestação em solidariedade à RPDC contra os ataques do imperialismo e do regime sul-coreano. Compartilhamos as notas escritas pela secretaria de comunicação do PC(AP).
No 1 de fevereiro do ano de 2013, foi realizada uma histórica manifestação de apoio à República Democrática da Coreia (RPDC) e contra as ações intervencionistas do imperialismo ianque e dos títeres da Coreia do Sul.
Sem dúvidas, o caráter histórico da manifestação reside no fato de ser a primeira a ser realizada no Chile desde de 1973 de apoio à RPDC. Ao Partido Comunista Chileno - Ação Proletária, coube a honra de ser o realizador da manifestação de 1 de fevereiro, o que nos enche de orgulho, de sentimento internacionalista e solidário.
A marcha, que foi realizada pelo centro de Santiago, foi encabeçada pela bandeira nacional da RPDC e por uma grande faixa de máximas contra o imperialismo. Foram feitas mais de três mil declarações, foram lidos vários conteúdos em vários momentos, e o camarada Eduardo Artés interviu, logrando aplausos e apoio dos capitalinos.
RPDC: Bastião da dignidade, da soberania e da liberdade dos povos.
O Conselho de Segurança da ONU, atuando segundo ordens do imperialismo ianque, tenta proibir o direito sagrado da RPDC ao desenvolvimento independente e soberano de seu potencial técnico-científico nas áreas espacial e de energia atômica. O povo da RPDC tem toda a razão, ao dizer que o Conselho de Segurança da ONU é "uma marionete e organização internacional fantoche a serviço dos EUA", qualificação esta corajosa e justa por parte dos coreanos, e que mostra o compromisso que os mesmos possuem com a defesa de sua soberania nacional, e de não tolerar quaisquer interferências em seus assuntos internos.
Não temos dúvidas de que a ONU aplica uma política hipócrita, que não fala nada diante das explícitas e permanentes violações às próprias resoluções da mesma organização por parte do Estado sionista de Israel, que conta com um arsenal nuclear, com mísseis de longo alcance e armas de destruição em massa.
A RPDC sofre discriminações e "sanções" econômicas por parte dos imperialistas e do regime títere da Creia do Sul. Sem embargo, nada disso intimidou e nem freou seu desenvolvimento para uma vida próspera, digna e soberana, dirigida pelo Partido do Trabalho da Coreia chefeado pelo camarada Kim Jong Un.
É necessário denunciar o regime títere de Seul como ele de fato o é, como um regime que submete seu povo à repressão e à superexploração, que derrama o sangue diante do descontentamento de trabalhadores e estudantes que exigem melhores condições de vida, assim como o movimento que clama pela reunificação com a RPDC. Devemos rechaçar a desinformação criada e estimulada pelos grandes meios informativos controlados pelos reacionários e imperialistas.
É de grande urgência que desmascaremos no Chile a atitude servil ao imperialismo ianque, que parte desde a UDI até o falso partido "comunista" dirigido por Guillermo Teillier, passando pelo PS, DC, RN PR, etc., que se unem às ordens dos EUA para atacar a RPDC.
Solidarizando-nos com a valente RPDC, com sua direção política, estamos levando adiante o combate pela soberania e pela liberdade de nosso país e dos povos do mundo. Chamamos a todos aqueles que se assumem pelo antiimperialismo, pela soberania nacional e pelo revolução social, pelo autêntico socialismo, que levantem suas vozes, que denunciem os crimes anti-RPDC do imperialismo ianque, e que se mantenham sempre vigilantes, de não permitirem mais nenhum agressão contra o povo da Coreia e contra os povos do mundo.
![]() |
| Manifestação em Santiago do Chile |
Sem dúvidas, o caráter histórico da manifestação reside no fato de ser a primeira a ser realizada no Chile desde de 1973 de apoio à RPDC. Ao Partido Comunista Chileno - Ação Proletária, coube a honra de ser o realizador da manifestação de 1 de fevereiro, o que nos enche de orgulho, de sentimento internacionalista e solidário.
A marcha, que foi realizada pelo centro de Santiago, foi encabeçada pela bandeira nacional da RPDC e por uma grande faixa de máximas contra o imperialismo. Foram feitas mais de três mil declarações, foram lidos vários conteúdos em vários momentos, e o camarada Eduardo Artés interviu, logrando aplausos e apoio dos capitalinos.
RPDC: Bastião da dignidade, da soberania e da liberdade dos povos.
O Conselho de Segurança da ONU, atuando segundo ordens do imperialismo ianque, tenta proibir o direito sagrado da RPDC ao desenvolvimento independente e soberano de seu potencial técnico-científico nas áreas espacial e de energia atômica. O povo da RPDC tem toda a razão, ao dizer que o Conselho de Segurança da ONU é "uma marionete e organização internacional fantoche a serviço dos EUA", qualificação esta corajosa e justa por parte dos coreanos, e que mostra o compromisso que os mesmos possuem com a defesa de sua soberania nacional, e de não tolerar quaisquer interferências em seus assuntos internos.
Não temos dúvidas de que a ONU aplica uma política hipócrita, que não fala nada diante das explícitas e permanentes violações às próprias resoluções da mesma organização por parte do Estado sionista de Israel, que conta com um arsenal nuclear, com mísseis de longo alcance e armas de destruição em massa.
A RPDC sofre discriminações e "sanções" econômicas por parte dos imperialistas e do regime títere da Creia do Sul. Sem embargo, nada disso intimidou e nem freou seu desenvolvimento para uma vida próspera, digna e soberana, dirigida pelo Partido do Trabalho da Coreia chefeado pelo camarada Kim Jong Un.
É necessário denunciar o regime títere de Seul como ele de fato o é, como um regime que submete seu povo à repressão e à superexploração, que derrama o sangue diante do descontentamento de trabalhadores e estudantes que exigem melhores condições de vida, assim como o movimento que clama pela reunificação com a RPDC. Devemos rechaçar a desinformação criada e estimulada pelos grandes meios informativos controlados pelos reacionários e imperialistas.
É de grande urgência que desmascaremos no Chile a atitude servil ao imperialismo ianque, que parte desde a UDI até o falso partido "comunista" dirigido por Guillermo Teillier, passando pelo PS, DC, RN PR, etc., que se unem às ordens dos EUA para atacar a RPDC.
Solidarizando-nos com a valente RPDC, com sua direção política, estamos levando adiante o combate pela soberania e pela liberdade de nosso país e dos povos do mundo. Chamamos a todos aqueles que se assumem pelo antiimperialismo, pela soberania nacional e pelo revolução social, pelo autêntico socialismo, que levantem suas vozes, que denunciem os crimes anti-RPDC do imperialismo ianque, e que se mantenham sempre vigilantes, de não permitirem mais nenhum agressão contra o povo da Coreia e contra os povos do mundo.
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