sexta-feira, 25 de março de 2011

Ministério de Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coréia denuncia ataque militar dos EUA à Líbia



Pyongyang (ATCC) – Com respeito ao início do ataque militar dos Estados Unidos contra a Líbia, o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da República Popular Democrática da Coréia emitiu o seguinte comunicado através da ATCC:

“No dia 19 os Estados Unidos da América iniciaram o ataque armado contra a Líbia, em colaboração com alguns países ocidentais. 

Os EUA suscitaram uma rebelião interna, intervindo abertamente em assuntos internos da Líbia, e fabricaram uma resolução fraudulenta abusando da permissividade do Conselho de Segurança da ONU.

Em seguida iniciaram uma indiscriminada intervenção militar ultrapassando os limites dessa resolução.
A RPD Coréia condena categoricamente essa agressão à Líbia considerando uma violação flagrante da soberania e integridade territorial desse Estado soberano. Trata-se de um dos piores crimes de lesa humanidade que pisoteia a dignidade e o direito à vida de seu povo.

Essas ações de guerra não podem ser justificadas em nenhum caso e devem parar imediatamente.
Todo o mundo assiste todos os dias como muitos civis pacíficos perderam a vida sofrendo inúmeros desastres devido às guerras desatadas pelos EUA neste novo século.

Insatisfeitos com isso, os EUA deflagram uma nova guerra com o fim de substituir pela força das armas um poder que não tem sua simpatia, sob o vistoso rótulo de “proteção de civis” e apoderar-se dos recursos naturais do país.

O despotismo e as arbitrariedade dos EUA, que praticam sem vacilação alguma a intervenção nos assuntos internos e a invasão armada, abusando da insígnia da ONU e depreciando o poder de um Estado soberano, resultam hoje em causa de perturbação da paz e estabilidade no mundo.

A situação atual da Líbia ensina uma série de lições para a sociedade internacional.

Revelou-se claramente a todo o mundo que a decisão de “renunciar à tecnologia nuclear” por parte da Líbia, de que tanto trataram os EUA no passado, é uma forma de agressão para desarmar o rival com palavras agradáveis como “garantia da segurança e melhoramento das relações” e depois atacando com armas.

Confirmou-se outra vez a verdade da história de que é possível preservar a paz somente com forças próprias enquanto existir no globo terrestre o despotismo e as arbitrariedades.

É muito justo o caminho do Songun (via militar) optado pelo nosso povo. E é dissuasivo para a autodefesa nacional; preparar-se em virtude do Songun é muito valioso para frear a guerra e defender a paz e a estabilidade na Península Coreana.

Artigo publicado no site www.amarchaverde.blogspot.com

segunda-feira, 14 de março de 2011

Brasil e Coreia do Norte celebram 10 anos de laços diplomáticos

Em uma cerimônia realizada na embaixada da República Popular Democrática da Coreia em Brasília, dia 11, foram comemorados os dez anos do estabelecimento de laços diplomáticos entre o Brasil e a Coreia do Norte.


Na ocasião, o Embaixador coreano Ri Hwa Gun saudou os convidados presentes na pessoa do ministro Francisco Mauro Brasil de Holanda, do Itamaraty, dizendo que o governo de seu país estava acompanhando com atenção o desenvolvimento das relações diplomáticas entre os dois países e dois povos. Entre os participantes do evento estava o secretário de Comunicação do PCdoB, José Reinaldo Carvalho.

Para concretizar esta afirmação o embaixador lembrou que o líder Kim Jong Il havia dado instruções para que a RPD da Coreia apoiasse o Rio de Janeiro – na época em que a cidade postulou abrigar os jogos da Olimpíada em 2016 – e que recentemente decidiu pelo apoio ao nome do de Graziano Silva por sua candidatura como diretor geral da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação).

O embaixador Ri Hwa Gun destacou, igualmente, o fato de que um dos últimos atos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do governo brasileiro, no dia 30 de dezembro passado, foi o de assinar um decreto autorizando a envio de dezenas de toneladas de alimentos para a RPD da Coreia, num gesto de solidariedade e cooperação importante para com o país asiático.

O embaixador procurou também fazer um balanço breve dos avanços obtidos nestes dez anos de relações diplomáticas, lembrando que há seis anos foi instalada a Embaixada da Coreia do Norte no Brasil e que em julho de 2009 foi a vez de o Brasil inaugurar sua embaixada em Pyongyang. Em maio daquele mesmo ano, o chanceler coreano esteve em visita ao Brasil e em novembro foi assinado um Acordo de Cooperação Econômica e Técnica entre os dois governos. Outros documentos estão em processo de consideração pelos governos coreano e brasileiro nos campos de esporte, cultura e de transporte marítimo.

Futebol feminino

A área esportiva foi a que mereceu mais atenção por parte do embaixador no evento. Ele destacou que o que se comenta na Coreia – sobre a última Copa do Mundo realizada na África do Sul – “é que o Brasil conseguiu fazer apenas dois gols na equipe de futebol coreana... em consideração às boas relações de amizade entre nossos dois países”, completou o embaixador. Ri Hwa Gun relatou que o time do Clube Atlético de Sorocaba, uma cidade do interior do estado de São Paulo, já visitou a Coreia duas vezes.

O time de futebol feminino da RPD da Coreia, por sua vez, esteve no Brasil do último dia 27 de janeiro até o dia 2 de março para treinar e promover jogos de amizade com times femininos brasileiros, como parte de sua preparação para o Campeonato Mundial de Futebol Feminino a ser realizado em futuro próximo. O embaixador não se esqueceu de registrar o gol da jogadora Marta, do Brasil, que decidiu um dos quatro jogos realizados durante a visita do time coreano.

Ainda na esfera esportiva, o embaixador revelou que mais de 60 jogadores da Seleção de Esporte Militar do Exército Popular da Coreia irão participar dos Jogos Militares Mundiais na cidade do Rio de Janeiro em julho deste ano.

Cooperação na agricultura

É no campo da agricultura, disse por fim o embaixador em sua preleção, que as ações do Brasil e Coreia revelam uma ampla perspectiva. Em outubro do ano passado, relatou o embaixador, uma delegação brasileira chefiada pela conselheira Cynthia Bugané visitou seu país e discutiu o aprofundamento da cooperação na área da agricultura. Em seguida, a convite da Embrapa, técnicos agrícolas coreanos visitaram o Brasil interessados especialmente no desenvolvimento de experiências no cultivo da soja.

Encerrando sua apresentação, o embaixador agradeceu ao Ministro Francisco Mauro Holanda, à Embrapa, aos amigos lá presentes com destaque para os membros do Grupo Parlamentar, Iberê, do Cebrapaz-DF, a presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes e o PCdoB, representado por José Reinaldo Carvalho.

De Brasília,

Pedro de Oliveira

Fonte: PCdoB

quarta-feira, 2 de março de 2011

RPDC está lista tanto para el diálogo como para enfrentamiento


Pyongyang, 1 de marzo (ATCC) -- Con respecto a que Estados Unidos y las fuerzas belicistas del Sur de Corea iniciaron por fín los ejercicios bélicos de gran envergadura contra la República Popular Democratica de Corea(RPDC), pese a la unanime aspiración y reclamo de los nacionales y extranjeros por la paz y la estabilidad de la Península Coreana, el portavoz del Ministerio de Relaciones Exteriores de la RPDC hizo pública el día primero la siguiente declaración:

Se comprueba nuevamente que sigue inalterable la política hostil de EE.UU. para obstaculizar en todos los sentidos el desarrollo pacífico de la RPDC y atropellar con las fuerzas el régimen de ella.
Los ejercicios bélicos conjuntos "Key Resolve" y "Aguilucho" resultan la prueba de guerra nuclear de EE.UU., en que se movilizan enormes medios de ataque nuclear según el plan operacional trazado para atacar preventivamente a la RPDC.

Igualmente, persiguen la meta de ocupar militarmente toda la Península Coreana para presionar al oriente del continente asiatico.

EE.UU. habla tanto de las "provocaciones" de alguien.

Está claro para todos que las provocaciones provienen de esas maniobras militares que con el objetivo de hacer frente a la "situación emergente" de alguien, se desarrollan justamente cuando la sociedad internacional expresa unánimemente la seria preocupación por la situación aguda de la Península Coreana.

Ya hemos previsto que el Sur de Corea cometeria provocaciones de toda índole para llevar al fracaso el diálogo y mantener la confrontación fratricida N-S. Tan pronto como tomaron el poder, las actuales autoridades surcoreanas rehusaron la reconciliación y la cooperación entre ambas partes coreanas. Por eso, tienen el cargo político de justificar su política conflictiva hasta las próximas elecciones presidenciales.

La gravedad del caso esta en la postura egoista de EE.UU. que pretende satisfacer sus intereses estratégicos aprovechando tal psicología de las autoridades surcoreanas.

Especificamente, trata de agravar la tensión de la Península Coreana instigando a las autoridades surcoreanas, y tomandolo por pretexto, quiere completar la alianza militar tripartita EE.UU.-Japón-Sur de Corea y tomar la hegemonía militar sobre esta región.

EE.UU. responde con brutales provocaciones militares a nuestra propuesta de evitar las acciones considerables como provocaciones a la contraparte y de construir la confianza mediante el diálogo y negociaciones. Sin embargo, habla absurda e hipocritamente junto con las autoridades surcoreanas de la "sinceridad" de diálogo.

Partiendo del anhelo de aliviar la tensión y preservar la paz y estabilidad en la Península Coreana, hicimos todo lo posible para abrir los diálogos necesarios sin comprometerse a las formas ni poner condiciones.
La sociedad internacional, preocupada de la escalada de tensiones en la Península Coreana y la región, apoya también nuestros esfuerzos pacifistas por el diálogo.

A contrapelo de esta corriente de la época, EE.UU. volvió a librar los ejercicios bélicos anti-RPDC de gran envergadura.

El ejercito y el pueblo coreanos están muy indignados por tal conducta arbitraria de EE.UU.
Se hace inevitable la reacción física de nuestro ejercito para la autodefensa y se pierde la oportunidad de diálogo y el alivio de tensión, preparada difícilmente.

EE.UU. debe responsabilizarse de todas las consecuencias de sus provocaciones militares.
Estamos listos tanto para el diálogo como para el enfrentamiento.

EE.UU. verá que si agrava las tensiones militares de la Península Coreana, perderá muchas cosas más de lo que va a ganar. 

Informe da Embaixada (Em Espanhol): EPC hara frente a los simulacros conjuntos anti-RPDC


Pyongyang, 27 de febrero (ATCC) -- Con respecto a que los imperialistas norteamericanos y los títeres belicistas surcoreanos dieron inicio por fín a los ejercicios bélicos conjuntos "Key Resolve" y "Aguilucho" contra la República Popular Democrática de Corea(RPDC), dando espaldas a los acuerdos nacionales y al Acuerdo de Armisticio, la representación del Ejército Popular de Corea(EPC) en Phanmunjom hizo pública el día 27 la siguiente declaración.


Como ya han planificado, enormes fuerzas armadas de las tropas agresoras norteamericanas y el ejercito títere surcoreano entraron en la disposición de combate contra la RPDC, y los colectivos de operaciones marítimas incluso portaaviones nucleares se emplazaron en las aguas maritimas cerca del Sur de Corea.


Además, según el modo de guerra de agresión de preferencia a la batalla aérea, los cazabombarderos estratégicos y otras aviaciones de ataque están en espera de salida.


Debido a tales maniobras militares aventureras de los imperialistas norteamericanos y los belicistas títeres surcoreanos, la aspiración y demanda de toda la nación de aliviar la tensión de la Península Coreana y allanar la nueva era de reunificación independiente, la paz y la prosperidad tropiezan con graves desafíos.


La situación actual muestra claramente en que reside la verdadera intención de la banda de los traidores que llevó intencionalmente a la ruptura el diálogo previo para el inicio de las conversaciones militares de alto nivel Norte-Sur, preparado difícilmente para el alivio de tensión militar de la Península Coreana.


En relación con la situación creada, la representación del Ejército Popular de Corea en Phanmunjom declara bajo la autorización la siguiente posición de principios de nuestro ejército y pueblo:


1. Dado que anunciaron sin escrúpulos que los ejercicios bélicos conjuntos "Key Resolve" y "Aguilucho" toman por su objetivo la "situación bruscamente cambiada" y el "derrumbe" del sistema de alguien, nuestro ejército y pueblo entrarán en la ofensiva general para acabar con la ocupación militar del Sur de Corea por parte de los imperialistas norteamericanos y llevar al fracaso total el sistema de dominación antinacional de la banda de los traidores surcoreanos.


Desear una "contingencia" o "derrumbe" del régimen socialista a nuestro estilo, optado y construido por nuestro pueblo, no pasa de ser un sueno ridículo de los absurdos, que no saben nada de nuestro ejército y pueblo, igual a querer la caida del cielo.


En la RPDC que avanza a galopes hacia la gran potencia próspera con el poderío de la unidad monolítica se registran solamente las innovaciones y milagros seculares que sorprenden a todo el mundo.
Es muy justo que nuestro ejercito y pueblo entren en la ofensiva general para llevar al arruinamiento final a los que se atreven a desafiar a nuestro prestigioso sistema socialista.


2. Puesto que ellos aclararon que los simulacros "Key Resolve" y "Aguilucho" revisan el caracter real del aventurero "plan de combate local" contra la RPDC, nuestro ejercito y pueblo responderan en cualquier momento con la justa guerra total a las imprudentes provocaciones de los agresores.


El "plan de combate local" de los imperialistas norteamericanos y la banda de traidores surcoreanos es el guion de confrontación con la RPDC trazado bajo el pretexto de hacer frente a "distintas formas de provocación" de alguien.


Además, es un producto de la astuta estrategia de EE.UU. de debilitar y derrumbar a la contraparte con incesantes provocaciones militares y presiones.


Contamos con todo el ejército y el pueblo unidos compactamente en torno a la Dirección de la Revolución y con la elevada agudeza de todo el pueblo y el invencible ejército revolucionario del monte Paektu capaz de calar a fondo como ver la palma de la mano cualesquier provocaciones e intrigas agresivas y frustrarlas de un solo golpe.


Si los invasores desatan una provocacion hablando de "combate local", el mundo observara la contramedida total de nuestro ejército y pueblo, nunca vista, y la represalia despiadada como la de echar Seul en el mar de fuego, en que se hagan anicos todas las maniobras conflictivas por la estrategia y tacticas nunca imaginables.


3. Como que los ejercicios bélicos conjuntos "Key Resolve" y "Aguilucho" tienen por su meta eliminar las armas nucleares y misiles de la RPDC, nuestro ejército y pueblo responderán a los chantajes nucleares de los agresores con el disuasivo nuclear a nuestro estilo, y a la amenaza de misiles con nuestro ataque de misiles a nuestra manera.


La realidad comprueba que los imperialistas norteamericanos y la banda de títeres surcoreanos son autores que estorban la desnuclearización de la Península Coreana con el chantaje nuclear contra la RPDC introduciendo en el Sur de Corea y su contorno los colectivos de buques de guerra armados con ojivas nucleares, aviaciones de cazabombarderos estratégicos y otros medios de ataque nuclear, so pretexto de los simulacros militares conjuntos como "Key Resolve" y "Aguilucho".


Además, revela claramente a todo el mundo que la preconización de la actual administración norteamericana al mundo sin armas nucleares no pasa de ser un rótulo vistoso.


Apreciamos la paz. Y aspiramos y demandamos invariablemente el alivio de tensión.


Pero, dado que los imperialistas norteamericanos y la banda de traidores surcoreanos desafian con sus acciones militares agresivas a nuestra propuesta de hacer amplio diálogo y negociaciones para la paz y el alivio de la tensión, nuestro ejército y pueblo tomaran rotundas contramedidas militares al respecto.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Estados Unidos e Coreia do Sul realizarão exercício militar "Key Resolve": A paz, mais uma vez, é ameaçada

O Comando de Forças Conjuntas EUA-Coréia do Sul anunciaram no dia 15 de fevereiro que os exércitos sul-coreano e norte-americano realizarão exercícios militares conjuntos denominados “Key Resolve” por todo o território sul-coreano de 28 de fevereiro a 10 de março. Parte do exercício militar “Foal Eagle” será realizado também em conjunto pelos dois exércitos até o final de abril.



EUA e Coréia do Sul realizam
exercício militar "Key Resolve" em 2008

O exercício militar contará com a presença de um gigantesco porta aviões, um contingente de mais de 12.800 tropas militares norte-americanas, além de 200 mil soldados do exército títere da Coréia do Sul que estarão armados até os dentes. Tais ameaças militares são exercícios de guerra para invadir a RPD da Coréia.

 As ameaças militares são uma clara evidência da política hostil contra a RPD da Coréia e da política de confronto contra as relações inter-coreanas levada a cabo pelos Estados Unidos e pelo regime sul-coreano. Tais ameaças pioraram de uma maneira catastrófica as relações inter-coreanas e futuramente agravarão as tensões militares na península, pondo em risco não só a paz e a segurança do mundo como também ameaçando a paz em todo o Nordeste asiático. Os perigos e as conseqüências de tais manobras monstruosas poderão ser mais sérias do que se encontram nos dias de hoje, principalmente nos tempos recentes em que as iniciativas positivas da RPD da Coréia para melhorar as relações inter-coreanas foram rejeitadas pelo regime títere e ditatorial sul-coreano.


Sul-coreanos protestam contra ameaças

A realidade de hoje mostra que as forças belicistas dos EUA e da Coréia do Sul nunca se botam ao lado da paz e ao lado do melhoramento das relações inter-coreanas. Os mesmos não querem nada além do conflito e da guerra.

Os belicistas norte-americanos e sul-coreanos devem parar de uma vez por todas com suas provocações de guerra, levando em conta as catastróficas conseqüências que tais manobras contra a RPDC podem trazer.

Nesse momento, o povo sul-coreano leva a cabo sua luta pela causa antiimperialista, pela paz, pela independência e pela democracia. Condena os planos dos EUA e do governo títere sul-coreano de realizar os exercícios militares conjuntos.

Expressamos aqui nossa maior solidariedade ao povo coreano em sua luta pela paz, e contra as ameaças do imperialismo na Península Coreana.


Com Frente Democrática Nacional Antiimperialista, equipe do blog Solidariedade à Coreia Popular

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Admiração africana por Kim Jong Il


Disponibilizamos agora um vídeo falando sobre reuniões que foram feitas em solidariedade à Coreia Socialista em países como Tanzânia e Uganda, além do seminário da Ideia Juche feito em Kampala e Uganda. A parte final do vídeo mostra grande admiração dos soldados de Uganda por Kim Jong Il e pela RDPC, além de uma escola construída com a parceria entre a Uganda e RDPC, na qual estudantes africanos e coreanos cantam a Canção ao General Kim Jong Il.

Da redação, equipe do blog Solidariedade à Coreia Popular.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

As massas e sua liderança


Monumento dedicado à Idéia Juche


No processo histórico concreto são as massas em luta por seus mais genuínos interesses que forjam suas nações. Para que este fenômeno seja possível é necessária uma liderança que expresse estes sentimentos e objetivos e que possa conduzi-la através de mil e um laços e interações. É o que vem ocorrendo na República Popular Democrática da Coréia, sob a liderança do Partido do Trabalho da Coréia e seu dirigente Kim Jong Il.

A partir de julho de 1994 – quando do súbito falecimento do construtor da nação coreana, Kim Il Sung, que conduziu o Partido do Trabalho por quase 50 anos – Kim Jong Il assumiu o comando do país garantindo a permanência das idéias revolucionárias na defesa da nação e de seu povo contra a ação imperialista permanente dos Estados Unidos e de seus prepostos instalados na parte sul da península coreana.

Desde o final da chamada Guerra da Coréia no início da década de 1950, ao contrário do Governo títere de Seul, a República Popular Democrática da Coréia vem se esforçando diuturnamente em levantar a bandeira da paz e da desnuclearização da península coreana, enfrentando todo o tipo de provocações e cerco promovidos pelas forças imperialistas. Agora mesmo, recentemente, por iniciativa de Pyongyang foram retomadas as conversações que na verdade não foram levadas a sério pelo governo de Seul.

A reconstrução do país conduzida por Kim Il Sung e as iniciativas do governo e do povo da Republica Popular Democrática da Coréia para organizar um país próspero, industrializado, moderno e avançado estão em curso dirigidas pelo líder Kim Jong Il que em 16 de fevereiro comemora mais um aniversário de nascimento. Ao assumir suas responsabilidades em Outubro de 1995, Kim Jong Il Il Sung e que dá o rumo da luta ao Partido do Trabalho da Coréia assegurou que o povo coreano iria constantemente aderir ao pensamento da Idéia Juche, orientação filosófica adotada por Kim desde então.

Contribuição de Pedro Oliveira

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Kim Jong Il completa 69 anos de idade

Uma das canções favoritas dos coreanos diz:

Deixando as primeiras pegadas sobre a neve da selva milenar,
O General herdou a vontade da família guerrilheira,
Nosso General é filho da guerrilha,
Que, no Monte Paektu, leva a cabo a bandeira vermelha do Comandante Kim.

... ... ...


O jovem Kim Jong Il junto a seus pais,
 Kim Il Sung e Kim Jong Suk


Esta é uma canção chamada “O General é filho da Guerrilha”. A letra exalta o dirigente Kim Jong Il como um General exatamente igual ao Presidente Kim Il Sung, que foi o comandante-chefe da Guerrilha Antijaponesa.

Como diz a canção, Kim Jong Il aparece como um filho da Guerrilha Antijaponesa. Nasceu em 16 de fevereiro de 1942, no Monte Paektu, principal cenário da luta armada para libertar a Coréia da dominação militar do imperialismo japonês. As primeiras lembranças de sua infância aparecem como o amor de sua mãe vestida em uniformes militares. Seus amigos mais próximos eram guerrilheiros. Não existe qualquer outra grande personalidade que tenha nascido e crescido sob circunstâncias tão extraordinárias, numa família de guerrilheiros.

O dirigente Kim Jong Il cresceu familiarizando-se com os métodos de combate dos guerrilheiros. Durante a Guerra da Coréia (1950-1953), quando tinha apenas dez anos, sentava-se junto à mesa de operações dos Comandantes Supremos ao lado do Presidente Kim Il Sung. Aprendia as táticas de guerra do Presidente Kim Il Sung que causavam duras baixas ao exército estadunidense. Lembrando, a “supremacia militar” estadunidense viu-se derrotada pela primeira vez na história durante a Guerra da Coréia.


Levando adiante as tradições da família guerrilheira, iniciou a direção do método Songun no início da década de 1960. Junto ao Presidente Kim Il Sung, aplicou táticas de guerrilhas nos principais incidentes ocasionados por provocações dos Estados Unidos, como a captura do navio “Pueblo” em janeiro de 1968 e na questão de Panmunjom em agosto de 1976.

Nós, comunistas brasileiros, damos nossa maior saudação por ocasião do seu aniversário, excelentíssimo camarada Kim Jong Il. Que você tenha todos os sucessos do mundo na brilhante tarefa de levar a cabo a construção socialista na parte norte da Coréia.

 
Da Redação, equipe do blog Solidariedade à Coreia Popular

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Internacionalismo: Coreia Democrática apóia as causas do povo cubano


Os cinco anti-terroristas cubanos, presos injustamente pelo Estado pseudo-democrático dos Estados Unidos

Pyongyang, 12 de fevereiro. Coréia Democrática ratificou sua solidariedade com Cuba na luta pela libertação dos cinco antiterroristas cubanos injustamente presos nos Estados Unidos, e contra o bloqueio desse país a nação caribenha.

O chanceler, Pak Ui Chun, reiterou essa posição em um encontro na embaixada cubana em ocasião de festividades coreanas.

Park agradeceu as múltiplas atividades organizadas por Cuba com motivo do 50ª aniversário de relações entre os dois países, celebrados no ano passado, e destacou os importantes intercâmbios de visitas realizadas.

Também reafirmou a invariável posição das autoridades da República Popular Democrática da Coréia (RPDC) em consolidar constantemente estes vínculos de amizade e cooperação.

O chanceler norte-coreano se interessou pelos preparatórios do VI Congresso do Partido Comunista de Cuba e expressou a convicção de que seu povo obterá novos êxitos em 2011.

Por sua parte, o Embaixador José Manuel Galego Montano se referiu às fraternais ligações e datas históricas que compartilham ambos os povos, incluindo a celebração do 35º aniversário, em junho, do Comitê Cubano pela Reunificação da Coréia.
O diplomata agradeceu o apoio da RPDC à luta dos cubanos contra o bloqueio e pela libertação de René González, Ramón Labañino, Fernando González, Antonio Guerrero e Gerardo Hernández, presos por combater ações terroristas contra seu país, organizadas nos Estados Unidos.

Fonte: Blog Civilización Socialista
Tradução: Blog de Solidariedade à Coréia Popular

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Coréia Socialista é líder mundial no uso de tecnologia 3G em celulares


Dados da TeleGeography’s GlobalComms mostram que existe meia dúzia de países no mundo onde usuários da tecnologia 3G [1] em celulares constituem mais de metade dos usuários desse meio de comunicação. No fim de setembro de 2010, a RDP da Coréia já liderava o uso – onde 99,9% dos 301 mil usuários de celulares (chamados de Koryolink) estavam conectados à tecnologia 3G, a qual foi lançada através do joint-venture entre o governo da RDPC e uma empresa egípcia chamada CHEO Technology em dezembro de 2008. No segundo lugar do ranking, aparece o Japão (com 94,6% dos usuários de celulares usando a tecnologia 3G) e, em terceiro lugar, aparece a Coréia do Sul com 71,7% dos usuários conectados à tecnologia 3G. Logo depois, aparecem respectivamente Austrália (64,6%) e Taiwan, com 58,1%.


Dados concretos mostram a Coréia do Norte como líder mundial no uso da tecnologia


Tais dados refutam categoricamente as mentiras que a  imprensa reacionária levanta agressivamente contra a RDP da Coréia. A imprensa reacionária falsifica grosseiramente sobre toda a situação do país. Meios de comunicação como a Revista Veja ou a Folha de São Paulo freqüentemente dão alaridos em forma de notícias do tipo "norte-coreanos são fuzilados por serem descobertos com celulares" ou "celulares foram banidos". Porém, dados concretos mostram que os coreanos do norte tem acesso em larga escala a celulares de qualidade e, por sinal, estão à frente de todos os países capitalistas em tal quesito.

A realidade mostra a superioridade do socialismo sobre o capitalismo, ainda que a RDPC, por ousar construir o socialismo, esteja submetida ao maior bloqueio do mundo que prejudica em grande parte seu desenvolvimento.


[1] - A tecnologia 3G ou "Terceira Geração" refere-se ao tipo de celular que cumpre as especificações da União Internacional de Telecomunicação. Celulares com tecnologia 3G possuem viva-vozes, acesso à Internet (por conta do bloqueio, no caso norte-coreano o acesso se dá à Intranet, tecnologia semelhante à Internet porém limitada aos domínios do país), chamadas de vídeo e acesso à televisão.
 
Fonte: TeleGeography's Global Communication

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Recentes avanços na saúde da RDP da Coréia

Desde sua independência, a República Democrática Popular da Coréia (RDPC) passou por diversos estágios de desenvolvimento, incluindo a reconstrução e a industrialização. O país teve várias conquistas, incluindo a educação universal e gratuita, 100% de alfabetização, serviços médicos gratuitos e expectativa de vida relativamente longa.

Nas primeiras décadas da existência do país, um grande crescimento econômico foi conquistado. Os indicadores de saúde, assim como os de expectativa de vida e mortalidade infantil eram, na época, os melhores da região. Infelizmente, desde o início dos anos 90, tais indicadores entraram num processo de agudo declínio por conta de sucessivos desastres naturais, somado à perda de mercados, comércios, auxílios e investimentos, o que acentuou-se também por conta da queda da URSS e do bloco socialista do Leste Europeu, além da intensificação das sanções econômicas à RDPC que duram há seis décadas.



Desastres e recuperações



A República Democrática Popular da Coréia localiza-se na parte norte da Península, onde as montanhas cobrem cerca de 85% da área total, o que faz com que apenas 15% da área total seja cultivável. Nos anos recentes, o país foi afetado por cheias, erosões, tufões e outros tipos de desastres naturais como tempestades de vento.


Camaradas da KFA no berçário Kim Jong Suk

Seguindo tais desastres, nesse período verificou-se o crescimento da desnutrição, das doenças e da mortalidade. O bloqueio norte-americano e o colapso da URSS causou uma escassez de drogas necessárias, vacinas, equipamentos médicos e outros equipamentos de transplantes necessários, o que fez com que o país buscasse ajuda através de organismos internacionais como a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Contudo, a infraestrutura estabelecida durante os primeiros anos da construção socialista cumpriu um papel importante na recente e rápida recuperação vista no sistema de saúde da RDP da Coréia. Em 2001, o diretor-geral da OMS, Dr. Gro Harlem Brundtland, disse que o sistema de saúde da RDP da Coréia estava à beira do colapso. Tal impressão contrasta radicalmente com a impressão da atual diretora-geral da OMS, Dra. Margharet Chan, que visitou o país em abril de 2010 e descreveu o sistema de saúde do país como um exemplo que os países desenvolvidos devem seguir.

A princípio, a Dra. Chan destacou a impressionante quantidade de médicos por pessoal, a forte infraestrutura médica (centrado no sistema no qual os médicos atendem os pacientes em suas respectivas casas), o atendimento universal, o estabelecimento da “telemedicina”, o dado de 90% das crianças vacinadas, o efetivo estabelecimento de maternidades, um bem-observado tratamento para a tuberculose e o sucesso no controle do recente surto de malária no país.

A Dra. Chan se deparou com conquistas que foram alcançadas sob circunstâncias muito difíceis e adversas.



Focando na saúde pública



A RDPC possui um extensivo sistema de infraestrutura médica, e todos os serviços são gratuitos para o povo. Sob a adminsitração do Ministério da Saúde Pública, o foco da política da saúde pública sempre foi a medicina preventiva e a promoção de uma boa saúde.

Políticas focadas na medicina preventiva foram adotadas em larga escala no período da construção socialista nos anos 1950, com foco na educação sobre a saúde, higiene em casa e no trabalho, a prevenção á poluição ambiental, a imunização contra doenças infantis e exercícios físicos diários.

Avanços na saúde pública foram conquistados através da disseminação em larga escala da ajuda para a saúde pública, através da condução do trabalho de saúde pública como um movimento de massa, e evitando implementar políticas que possam ter um efeito negativo para a saúde da população. Entre 2003-2004, 23,3% do PIB foram destinados ao desenvolvimento econômico e 40,5% do mesmo eram dedicados à saúde pública, educação, previdência social e à seguridade social.



A infraestrutura da saúde da RDPC



A infraestrutura da saúde é geograficamente dividida em nove províncias e um município da capital. Existem 210 distritos, que mais tarde foram subdivididas em pequenas unidades administrativas chamadas Ri (áreas rurais) e Dong (áreas urbanas). Existe uma vasta e igual distribuição de mais de 800 hospitais gerais ou especializados a níveis centrais, provinciais e distritais, e cerca de 1000 hospitais e 6500 clínicas a níveis rurais e urbanos, com um contingente humano estimado em cerca de 300 mil pessoas.


Berçário Kim Jong Suk em Pyongyang


A base da infraestrutura é o sistema no qual os pacientes são atendidos em casa. Os “médicos casuais”, ou “médicos casuais” (como são conhecidos os médicos que vão às casas dos pacientes) são encarregados de tomarem conta de 150 lares. Este tipo de médico é especializado em levar serviços medicinais (de caráter curativo, de reabilitação ou de prevenção) diretamente aos lares dos quais é encarregado. Porém, o mesmo recebe o auxílio de sistemas de saúde de maior nível.

O abismo entre a qualidade do atendimento entre as áreas urbanas e rurais, entre as áreas de planalto e montanhosas foram resolvidas através de apropriadas realocações de trabalhadores da saúde. Esse exemplo de planejamento centralizado resultou numa diferença quase nula entre o atendimento médico em áreas urbanas ou rurais em termos de médicos ou enfermeiras por lar – algo praticamente inexistente no mundo capitalista.

Os hospitais e clínicas rurais são postos para servirem aos “médicos casuais” dentre uma distância de 30 minutos a pé dos lares de responsabilidade de tais profissionais. Hospitais urbanos, distritais ou municipais são instalados de forma a dar tratamento especializado aos pacientes, alojados no máximo com uma hora de distância por carro dos lares dos pacientes.

A abertura de um complexo medicinal entre 2008-2009 representou um desenvolvimento muito importante e faz uso da tecnologia da informação e da comunicação para estender o acesso à saúde e melhorar sua qualidade, principalmente em regiões remotas. O mesmo complexo também melhorou o treinamento do contingente médico e proveu melhor vigilância às doenças.

O governo da RDPC deu prioridade ao treinamento do contingente médico apesar das condições econômicas adversas. Existem 100 instituições para o treinamento de contingente médico, incluindo universidades de medicina, universidades de reeducação, escolas de enfermagem, escolas de dentistas, massagem terapêutica e radiografia.

Uma mistura prática medicinal tradicional e ocidental tem sido adotada. Porém, todos os anos, médicos, pesquisadores, pós-graduados e estagiários são mandados para diversos países para se manterem a par dos avanços da medicina baseada em evidências. Em adição, centenas de outros trabalhadores da saúde vão ao exterior todos os anos para dar assistência a outros países em desenvolvimento.

Em 2003, o número de médicos na Coréia do Norte era 74.597, com 87.330 enfermeiras e 6.084 parteiras, o que representa 32 médicos, 37 enfermeiras e 3 parteiras para 10000 pessoas.

A saúde das mulheres e das crianças na RDPC tem sido gradualmente melhorada desde que a República foi estabelecida há seis décadas. Planos de saúde familiares estiveram disponíveis desde meados dos anos 1970. Unidades pediátricas, maternidades e hospitais especializados foram reconstruídos, melhorados e grupos médicos móveis foram treinados para atender a áreas remotas.

Em 2002, 98% das mulheres grávidas registraram que o estavam e tiveram suas situações supervisionadas por trabalhadores médicos. Na última década, tanto a mortalidade infantil quanto a mortalidade materna mostraram sinais de recuperação. A mortalidade infantil, que era de 21 crianças para cada 1000 nascidas vivas em 2002, caiu para 19 para por 1000 crianças nascidas vivas em 2008. Da mesma maneira, a mortalidade materna, que de 97 mulheres para 100000 nascimentos em 2002, caiu para 77 para 100000 nascimentos em 2008.

O Estado tem se esforçado para a produção de drogas essenciais assim como as medicinas tradicionais ou preventivas. Drogas licenciadas são distribuídas através de um sistema organizado de estações de suprimento instaladas a níveis centrais, provinciais, municipais e distritais. Em 2003, 100% da população urbana e 97,1% da população rural tinha acesso a drogas dentro de um raio de 8 quilômetros.



Desafios



O sistema de saúde da Coréia do Norte continua a enfrentar muitos desafios. Épocas de escassez de comida (e conseqüentemente doenças relacionadas à desnutrição), medicamentos e equipamentos médicos nos anos recentes continuam a afetar a saúde da população, o que é exacerbado pelo bloqueio cada vez mais estrangulador. Dificuldades no acesso a combustíveis fósseis também afetam o acesso a serviços de saúde de maior qualidade. Tais dificuldades foram destacas num documento extremamente parcial da Anistia Internacional do ano de 2010. [1]

Da feita que não houve acesso ao país por parte da Anistia Internacional, o método usado para escrever o documento foi basicamente a entrevista com 40 norte-coreanos que moravam no estrangeiro entre 2004-2009 e cuja a maioria morava na região pobre e remota da província de Hamgyong do Norte.

O documento da Anistia dá a entender que a culpa das dificuldades se dão por culpa do modelo econômico da Coréia do Norte e quer dar a entender, também, que a RDP da Coréia seria um estado “falido” e também, por extensão, “falida” seria a forma de governo socialista. De qualquer maneira, o documento omite boa parte das causas da fome: Desastres naturais periódicos no país, a perda dos mercados socialistas e o apoio da URSS, a redução da ajuda alimentar da Coréia do Sul e muitos outros fatores. Também, na prática, o documento omite todos os impactos que as sanções externas tiveram no país.

O Comitê da Organização das Nações Unidas sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais reconheceu em 1997 que as sanções “freqüentemente causavam interrupções na distribuição de alimentos, põe em perigo a qualidade da comida e na disponibilidade de água limpa e prejudica severamente o funcionamento dos sistemas de saúde básica e educacionais”.

O presidente estadunidense George W. Bush [2] comentou certa vez que a Coréia do Norte seria “a nação mais sancionada do mundo”. Os 60 anos de sanções dos EUA incluem limites na exportação de alimentos e equipamentos médicos à RDPC e o bloqueio de quaisquer empréstimos ou financiamentos através de instituições financeiras internacionais. Um dos poucos exemplos sobre como o bloqueio afeta o desenvolvimento sócio-econômico norte-coreano.

Citando outro exemplo, a implementação das sanções norte-americanas cumpriram um papel de relevo para destruir o sistema de saúde iraquiano nos anos 90. Não é necessário dizer isso, mas, atualmente, as sanções possuem impactos muito menos destruidores na saúde da RDPC em relação aos anos 90. De fato, a Anistia Internacional cumpre o papel de fantoche da propaganda ocidental. Tudo isso, somado à péssima metodologia para analisar a realidade do país, apenas nos deixa com um “documento” sem qualquer valor científico ou humanitário.

De fato, o que salta à vista quando se analisa a RDPC não é o fato de lá existirem problemas, mas sim os incríveis avanços feitos á base do regime de sanções que foi totalmente designado para destroçar o sistema de saúde da nação. A diferença entre o Iraque (onde o regime de sanções obteve sucesso em destruir o sistema de saúde outrora avançado) e a Coréia do Norte (onde o regime de sanções falhou em destruir o sistema de saúde), é que no segundo existe o sistema socialista na produção e na distribuição. Na Coréia do Norte, apesar dos reveses iniciais, os recursos foram bem alocados e todos os desafios mais complexos foram derrubados porque o bem-estar dos trabalhadores, ao contrário do lucro, é a prioridade máxima do Estado.

Tudo isso entra em ressonância com as opiniões de pessoas que puderam ver com seus próprios olhos o sistema de saúde da RDPC, incluindo a atual diretora-geral da OMS e a delegação do Partido Comunista da Grã-Bretanha – Marxista-Leninista, dos quais dois eram médicos com um total de dezesseis anos de experiência no sistema nacional de saúde do Reino Unido. Os depoimentos de tais testemunhas demonstram um sistema de saúde em constante avanço, apesar das condições adversas.

Os 13 hospitais recentemente visitados pelos delegados do PCML britânico eram de grande tamanho, bem pintados, limpos e com um grande contingente humano para melhorar os serviços. Apesar das quedas na disponibilidade de materiais de ponta, equipamentos médicos essenciais como máquinas de raio-X, máquinas de ultra-som, incubadoras pré-natal, máquinas de ECG e endoscópios estavam em bom estado e totalmente disponíveis para pacientes.

Longe de estar à beira do colapso, o sistema de saúde da RDPC tem feito grandes avanços e algo do qual os norte-coreanos se orgulham.


[1] - A equipe do Solidariedade à Coreia Popular publicou uma nota referente a tal documento em http://solidariedadecoreiapopular.blogspot.com/2010/07/anistia-internacional-mente-sobre.html.

[2] - No caso, o documento refere-se ao ex-presidente George Bush.


Fonte: Partido Comunista Marxista-Leninista da Grã-Bretanha
Tradução: Solidariedade à Coreia Popular

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Residentes sul-coreanos nos Estados Unidos protestam contra lei repressora

Coreanos moradores dos Estados Unidos fizeram uma demonstração em frente ao consulado-geral sul-coreano em Los Angeles no dia 24 de janeiro, tendo como demanda o fim da “Lei de Segurança Nacional” [1] da Coréia do Sul.


Tais coreanos eram membros de uma organização que apoiava um comitê de medidas contra a supressão da liberdade de expressão, de atividades políticas e de pensamento na Coréia do Sul e organizações progressistas norte-americanas.

Os manifestantes destacaram que as autoridades sul-coreanas estão pondo em julgamento final sete membros da Federação Socialista dos Trabalhadores, incluindo O Se Chol, líder da Federação e professor honorário da Universidade de Yonsei.

As autoridades estão tentando punir os membros da Federação enquadrando-os na Lei de Segurança Nacional. Uma lei fascista, segundo eles.

Os manifestantes se dirigiram às autoridades sul-coreanas para acabar com a repressão à Federação, levantando a palavra de ordem “Pelo fim da Lei de Segurança Nacional”.



[1] A “Lei de Segurança Nacional” foi decretada logo após o início da ocupação da parte sul da Coréia pelos Estados Unidos. Tal lei estabelece que não são permitidas quaisquer “manifestações organizadas contra as ordens estabelecidas” e põe como pena mínima para a sua transgressão dois anos de prisão.

Fonte: Agência Coreana Central de Notícias (KCNA)