quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Coréia do Sul recusa diálogos e mantém política hostil contra o Norte

Em discurso transmitido pela televisão sul-coreana, o presidente Lee Myung-bak desconversou sobre a iniciativa chinesa de convocar uma reunião de urgência dos países que participam do diálogo de seis lados (as duas Coreias, EUA, China, Rússia e Japão) para abordar a crise coreana, dando indícios de que o governo títere da Coreia não deseja negociar.


"Chegou o momento de demonstrarmos nossa determinação com ações em vez de palavras", disse Lee, que levantou a voz contra o vizinho do norte, ao qual acusa de ter disparado contra a ilha de Yeonpyeong, na última terça-feira (23). Lee chegou a dizer que a Coreia do Norte "pagará caro pela nova provocação".

Lee também negou a possibilidade de retomar em breve o diálogo para o desarmamento nuclear norte-coreano, porque alega "não fazer sentido" pensar que o Norte "abandonará seu programa nuclear".

O governo sul-coreano ainda foi longe, ao colocar sob suspeita o papel da China na ação de convocar os membros do diálogo multilateral para novas negociações e diminuir a tensão atual entre as duas partes da Península Coreana.

As negociações multilaterais para a desnuclearização da Coreia do Norte estão estagnadas desde dezembro de 2008, com um impasse provocado pelos Estados Unidos, que voltou atrás em sua proposta de prestar auxílio econômico à RPDC ao editar mais uma sanção contra bancos e empresas norte-coreanas.


Fonte: Portal Vermelho

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