sexta-feira, 3 de março de 2017

Rechaço à acusação absurda dos EUA e Coreia do Sul no caso do cidadão morto


Passou uma quinzena desde o dia 13 de fevereiro quando morreu na Malásia nosso cidadão Kim Chol que portava passaporte diplomático.

Embora não tenha sido esclarecido todavia a causa de sua morte, EUA e as autoridades sul-coreanas acusam absurdamente a RPDC insistindo que ele foi envenenado pela "altamente tóxica substância nervosa VX".

Os químicos de muito países opinam que VX tem forte permeabilidade e uma só gota desta substância pode causar a morte de centenas de pessoas, por isso, resulta contraditório dizer que a mulher, a presa por suspeita de assassinato, saiu ilesa porque lavou as mãos em um banheiro publico.

Os meios de imprensa do mundo reportam que se foi extraída a substância VX nos olhos e lábios de Kim Chol, isto significa que foram intoxicados o médico da ambulância, que o transportou, e todos os policiais que o guardavam. Como se pode explicar a operação continua do aeroporto que devia ter sido ferrado se fora tão grave o incidente, ironizam.

Especialistas em direito e analistas internacionais insistem que as regras da organização internacional sobre a proibição de armas químicas estipula que a conclusão final sobre o resultado da análise de uma arma química deve basear-se na mesma conclusão dada pelo menos por mais dois laboratórios especializados.

Portanto, deve relatar este caso à organização internacional para a proibição de armas químicas e enviar a amostra para os laboratórios indicados, e se fosse verdade a utilização do VX, seria necessário para descobrir em qual o país tem sido introduzida essa substância, quem fez e quem vendeu.
Não seria científico definir como VX sem haver estudos detalhados.

Em acato da Convenção sobre a proibição de armas químicas, a maioria dos países cancelaram estes artefatos, mas os EUA e alguns países tem a substância mencionada e o império tem em solo sul-coreanas várias armas químicas.
Apesar das coisas acima mencionadas, EUA e as autoridades sul-coreanas recorrem obstinadamente a sua histérica e intrigante campanha contra a RPDC acusando-a sem razão.

Desde o começo, as autoridades sul-coreanas criaram confusão difundindo rumores falsos como que "Kim Chol morreu envenenado por 2 agentes do da Coreia do Norte".

Ultimamente, tratam de utilizar a morte de Kim Chol em sua campanha anti-RPDC na esfera dos direitos humanos e criar a atmosfera de "condenação internacional" contra a RPDC com a versão sobre o "uso de armas químicas e outras de extermínio em massa".

Fica evidente que tal conduta imprudente persegue o perigoso objetivo político de manchar a imagem da muito digna RPDC e derrubar seu regime.

O perigoso e grave do problema reside em que o rumor do "uso de armas químicas", que difundem os EUA e as autoridades sul-coreanas, é idêntico ao outro de "possessão de armas de extermínio em massa pelo Iraque" preconizado pelos EUA na década de 1990.

O império tem a meta final de criar na arena internacional o veto e a pressão contra a RPDC e desatar a toda custa a guerra nuclear contra ela.

Mas, os EUA estão equivocado.

Se os EUA e as autoridades sul-coreanas seguirem recorrendo ao trama política para derrubar o regime da RPDC, esta tomará as medidas de autodefesa mais fortes para defender sua soberania e dignidade.

Os EUA e seus fantoches devem atuar com prudência ao ver bem a posição estratégica da RPDC que está situada na primeira linha de potências nucleares.

Boletim da Embaixada da Republica Popular Democrática da Coreia:

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