terça-feira, 30 de maio de 2017

Estados Unidos complicam a situação da Península Coreana com provocações militares


Apesar das nossas reiteradas advertências, o imperialismo estadunidense comete mais atos de provocação militar para desatar a guerra nuclear.

Em 29 de maio, a famosa esquadrilha de B-1B chegou ao céu sul-coreano testar o lançamento de bombas nucleares.

A esquadrilha, saída da ilha Guam na madrugada deste dia, chegou ao céu sobre a zona marítima a 80 km ao leste de Kangrung do Mar leste da Coreia, próxima da Linha de Demarcação Militar, e levou a cabo os exercícios conjuntos de ataque a objetivos importantes da RPDC com aviões de caça e assalto do porta-aviões Carl Vinson que realiza agora no mesmo mar uma manobra naval conjunta com a marinha sul-coreana.

Ademais, executou junto com os aviões de combate das forças aéreas sul-coreanas o procedimento de ação combinada durante a navegação até o espaço aéreo da Península Coreana.

Esta provocação militar leva ao ponto de explosão a situação da Península Coreana com a agravante crise da guerra nuclear.

O inevitável do caso é que o treinamento de lançamento de bombas nucleares aconteceu na véspera dos exercícios de guerra anti-RPDC dos porta-aviões Carl Vinson e Ronald Reagan no Mar leste da Coreia.

A escalada de aventuras militares do império ianque evidencia que seu rumor de “diálogo” não passa de palavras hipócritas para desarmar a RPDC e manter sua ambição de eliminá-la com a arma nuclear.

Igualmente multiplica o ânimo de vingança do Exército Popular da Coreia disposto a exterminar de um golpe os fanáticos da guerra.

Os belicistas ianques não devem se esquecer nem por um momento que se exacerbarem a crise de guerra nuclear na Península Coreana, o próprio território estadunidense sofrerá imediatamente a devastação.


 Da KCNA

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